Malafaia percebeu um detalhe importantíssimo na guerra política: a ira de Jean Wyllys pode ser uma oportunidade

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Fonte: Lauro Jardim

Do pastor Silas Malafaia sobre a mobilização popular contra Marco Feliciano:

– Quero agradecer a Jean Wyllys e todo o movimento gay por tudo o que estão fazendo. Quanto mais tempo perderem com o Feliciano, maior será a bancada evangélica em 2014.

Meus comentários

Há uma lógica alinskyana nisso tudo.

Segundo Alinsky, quando alguém precisa obter reputação perante uma comunidade, tem suas chances aumentadas ao obter a ira dos inimigos desta comunidade.

Para Alinsky, o fato dele ser tachado como um “inimigo” pela Xerox, fez com que todos aqueles manifestantes contra a companhia ficassem a seu favor. A lógica é simples: o inimigo do meu inimigo é meu amigo.

Claro que nada disso funciona se não existir talento político para demonstrar para o maior número possível de pessoas quem são os inimigos de seu grupo.

Mas, enfim, muito bem-vinda a perspicácia de Malafaia.

As coisas tendem a ficar interessantes…

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4 COMMENTS

  1. É o que eu já havia constatado há tempos: Essa militância está pregando pra convertidos. Aqueles que não gostam de Marco Feliciano (neo-ateus, gayzistas e esquerdistas em geral) jamais votariam nele de qualquer jeito, enquanto que entre os seus potenciais eleitores (crentes e conservadores) essa gritaria da militância só o fortalece cada vez mais.

  2. Luciano, viu a mais recente de nosso amiguinho Eli Vieira? Eis que temos um rapaz confuso por ser evangélico e ao mesmo tempo sentir atração por gente do mesmo sexo. Eli Vieira o confunde ainda mais ao dizer sobre homossexualidade nos genes (coisa que não foi comprovada até hoje), bem como aproveita a viagem para fazer propaganda humanista-neoateísta, não sem antes também dar um xingo nos religiosos e acusar os cristãos de serem iguais àqueles do Oriente Médio que enforcam homossexuais e os penduram em guindastes (obviamente que poderíamos falar do M de marxismo-humanismo-neoateísmo, uma vez que em todos os países sob regime comunistas, homossexuais morreram em números muito maiores que os de países religiosos).
    O mais interessante de tudo é notar que, mesmo após ter sido refutado inclusive por outros biólogos e geneticistas, Eli Vieira segue com a mesmíssima tese que o tornou famosinho na internet ao tentar responder a Silas Malafaia. Aliás, continuo achando interessante que se mostre essa mania de marxistas-humanistas-neoateístas de, após serem fartamente refutados em alguma tese que defendam, voltarem a pregar a mesmíssima coisa com as mesmíssimas palavras um pouco depois. Eli Vieira não é o único que faz isso, pois já notei isso vindo de outros de mesmo espectro e noto muito disso também naquelas pessoas que agem gramscianamente e não sabem que o fazem.

    Também não descartaria a possibilidade de essa mensagem que o presidente da LiHS ter recebido não pertencer a pessoa desesperada alguma, mas sim ter sido algo escrito sob medida aparentando ser de uma pessoa desesperada, mas que na realidade foi feito por alguém da própria LiHS, em algo mais ou menos análogo àquelas histórias de ameaças evidentes vindas de fascistas, mas que na realidade são peças de propaganda criadas pelos próprios MHNs para criarem pretextos de propagação de suas crenças e demonizarem não os fascistas, mas o povo comum como um todo, como se este fosse essencialmente mau e sendo necessário que a salvadora ideologia marxista-humanista-neoateísta seja aplicada para que ele alcance sua redenção.

    • Outras sobre o assunto:

      1) Feliciano não vai mais à Bolívia ver os torcedores do Corinthians presos em Oruro. Pelo que se fala, já há gente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara no país e Henrique Alves, presidente da casa, não liberou a ida do parlamentar para lá. O Reinaldo suspeita que seja manobra do presidente da Câmara para pressionar pela renúncia de Feliciano, ainda mais pensando que o PMDB é fechado com o PT nesta legislatura;

      2) Em culto na Bahia, o parlamentar diz que não sabe bater, mas sabe apanhar. Obviamente que esta é uma estratégia feita pegando-se a onda da enorme turba que o chama de homofóbico e racista. Para variar, houve gente lá fora protestando contra o deputado, mas (aqui também podendo-se imaginar “engenharia reversa do gramscismo”, mas agora sendo espalhada pelo povo) houve um significativo número de pessoas segurando cartazes que apoiavam o presidente da CDH.
      Note-se aqui também o grau de paranoia dos militantes marxistas-humanistas-neoateístas (obviamente aqui pelo prisma dos funcionais, pois os beneficiários estão calmíssimos a esse respeito), que afirmam que Feliciano estaria massificando uma cultura de ódio. Em tese, até pode estar massificando, mas sim o ódio dos MHNs contra aquilo que atrasa o atingimento de suas agendas, podendo aí resvalar contra o povo que apoia o centro da polêmica (naquela base de “se você não trabalha por uma solução, então você é parte do problema”).

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