Aberração nos países nórdicos: agora querem proibir críticas ao feminismo

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Segundo o The Spearhead, a ideia do Conselho Nórdico é proibir o discurso anti-feminista nos países nórdicos (Dinamarca, Suécia, Finlância, Islândia e Noruega).

Claro que a idéia surgiu de um painel de “experts” repleto de feministas radicais. Por outro lado, a Organização de Luta pela Igualdade Masculina (MRM) é rotulada por essas “experts” como extremismo de extrema-direita.

Entre outras coisas, o relatório chega a pedir que a imprensa seja obrigada a rejeitar o discurso anti-feminista, não podendo dar legitimidade às suas opiniões.

Para piorar, ainda querem que esse tipo de discurso seja multiplicado para outros países.

Esquerdistas vivem dizendo que devíamos copiar o “sucesso dos escandinavos” na implementação do esquerdismo.

Mas, pelo que podemos notar, nada do “sucesso” econômico escandinavo se deve ao esquerdismo, mas sim a iniciativas do passado, dos tempos em que os estados eram menos inchados.

Entretanto, há um “sucesso” esquerdista em voga nos países escandinavos: é na implementação de ditaduras que não são percebidas como tal pela patuléia.

Nesse ponto, dão de 10×0 em gente como Stálin ou Mao.

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13 COMMENTS

  1. Olá Luciano,

    Gostaria que se possível vc visse o vídeo e comentasse:https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=sOqpnEQMhv4 (a partir de 3:30)

    O ponto que achei interessante no vídeo é a questão do ardil psicológico, no qual uma questão é levantada de maneira que impede a discussão, como no exemplo citado do direito gay de casar, no qual se vc contesta vc automaticamente já é contra o dito direito…No vídeo o Olavo fala pra desmascarar o ardil, é claro que tem q se fazer isso, mas não seria mais eficiente citar um exemplo contra ou mesmo de alguma forma ridicularizar o jeito como o gayzista propõe a discussão? — no caso como uma forma de exemplo, para na sequência desmascar o ardil.

    Parabéns pelo site!

  2. OFF TOPIC: Mais um exemplo de que a democracia só serve pra alguns, pra outros não.

    Segue abaixo:

    “Ah sim… os ”heróis” que exilaram artistas, cantores, compositores, escritores. Torturaram inocentes, incluindo crianças e até bebês.
    Os heróis que nos livraram de um golpe comunista que nunca existiu!
    Deveria ser crime fazer apologia ao golpe de 64, assim como é crime fazer apologia ao nazismo.”

    Na boa, esse sujeito dias atrás inclusive chegou a reclamar que nossa geração está muito rebelde, alunos não respeitam professores, pais não impõem limites. Mas o engraçado é que no perfil do Orkut do rapaz tem várias comunidades esquerdistas, inclusive a de… adivinhem… Sim, do italiano Antonio Gramsci. É pra rir ou é pra chorar?

  3. Democracia?….me desculpem, mas isso morreu a muito tempo, democracia é conceito vazio atualmente.
    Enquanto eu em outro tópico (sobre OC estava discorrendo sobre um link entre pedofilia e as agendas do homossexualismo, feminismo e aborto ativista) me deparei com esse link.

    http://www.acidigital.com/noticia.php?id=25209

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Martijn

    Mas isso tudo meus caros, já saiu da esfera política a muito tempo. Tudo que se faz hoje, inclusive as medidas de combate às agendas, foi previsto — os dissonantes — (Nós) — somos apenas participantes de outro projeto experimental.

    Não duvido, como acho até muito provável, que tais associações já existam no brasil….apenas esperando a sua oportunidade. DEEP WEB que o diga.

    Meus amigos, até quando vamos ficar só trocando figurinhas?

    • Pecador,

      Eu não consigo ver essa “organização” toda, até por que o conceito de guerra assimétrica é desorganizado por si só.

      Acho que há um exagero ao tratarmos as organizações pró-nova ordem, ou coisas do tipo.

      O que eu vejo é que há um grupo (esquerda) com entendimento de estratégia política, e o outro com estratégia nenhuma.

      Basta a menor ação estratégica, que a esquerda espana.

      Abs,

      LH

      • A ditadura militar é vista atualmente como um movimento “exagerado” (eufemismo) — sendo essa idéia, a responsável pelo não aprofundamento das fontes de estudo do período ( e um programa governamental de revisão do período) — que embora apontem que os extremos direitistas não fossem ideais para a sociedade, ainda assim lutavam contra os extremos esquerdistas.
        Caro Luciano, tudo que você aponta em seu blog, infere que a assimetria é causada por simetria de objetivos (tanto que há um conceito, e está relacionado a desgaste), simetria de bases conceituais (filosóficas, politicas e científicas — e até (porque não) religiosas..
        Ou seja a assimetria seria apenas o ‘modo operandi’ — isso explica a descentralização dos movimentos e torna não óbvia suas relações. É uma assimetria montada, posto que o maior recurso ‘disponível’ é a informação.

        Cada qual (indivíduo), com seus objetivos (pessoais ou não) atua em seu “reductio” — Política para alguns é tudo que move as massas. Mas o que discutimos no seu blog é antes de tudo uma RELIGIÃO política, não é mesmo?
        Como se converte uma série de idéias anti-dogma em dogma? — essa é a pergunta latente, que embora possamos encontrar algumas resposta em diversos métodos psicológicos de alteração de comportamento, não se explica per se como ou porque….ISTO FUNCIONA COM SUCESSO.

        Não é preciso muito esforço para perceber que as evidências (notícias, série de comportamentos, estratégias de argumentação e objetivos ideológicos) possuem as mesmas bases.
        Eu também vejo que há um grupo com entendimento e outro sem, como vejo que ambos os grupos, por vezes ignoram completamente (por interesses pessoais) a possibilidade de haver um grupo acima (em uma posição relativa) que simplesmente aguarda pra ver quem se mata primeiro, e eliminar o outro. — o que também demonstra ser uma estratégia de guerra muito eficaz, pois isso tipo de sujeito é o maior beneficiário de uma guerra de desgaste entre o “inimigo, e o inimigo do meu inimigo” — que é seu “amigo” enquanto cumpre determinado propósito.

        Veja Luciano, você já não é mais agente passivo, visto que você se propôs a estudar, montar um blog, escrever um livro e apontar informações acerca de seus estudos. Eu simplesmente estou perguntando (a mim, a você e a outros) qual o próximo passo? existe um próximo passo? qual a perspectiva do que estamos fazendo, e do que você está fazendo?
        Será que uma ação cética, é por si só suficiente para mudar algo? Do que adianta apontar a desonestidade, quando o valor moral do que define honestidade, já é em si relativizado a muito tempo?
        Te pergunto em toda sinceridade.

      • Pecador,
        Vamos a como eu vejo as coisas.
        Naturalmente, eu acredito que existam os mais espertos, nos altos círculos do poder, que se alimentam das brigas das massas, e muitos deles, inclusive, se aliam a governos de esquerda. Há bons argumentos a respeito disso.
        Entretanto, é difícil prever que nesta guerra cultural haverá um fim, ao menos tão cedo.
        Acredito que temos um costume, em pensar um “fim” para as coisas. Veja isso é apenas um argumento que estou lançando, e não algo para ser cravado em pedra.
        Por exemplo, na Europa estamos vendo um ressurgir de idéias mais conservadoras, que achávamos que estivessem mortas por lá.
        A Europa quebrou por causa de estados inchados, e isto está sendo um argumento contra o esquerdismo, que achávamos que eliminaria a discussão por lá.
        Em relação à possibilidade de existir um grupo por cima de tudo, claro que ela existe, mas não podemos ter certeza de nada.
        Está enraizado em nossa cultura que teremos um “fim” para a história, e há uma crença em governos globais. Mas não há nada que nos leve à essa direção, e os nacionalismos surgidos com a crise do Euro vão na direção contrária a essa tendência.
        Nada disso elimina a hipótese de um “poder central” por trás de tudo, um governo paralelo, mas o que temos, em relação a isso, são especulações.
        Por outro lado, já tivemos, na história, poderes hegemônicos que foram quebrados. Um exemplo, aliás, é o da Igreja Católica, que junto com a monarquia detinha um poder hegemônico. Isso foi quebrado a partir de fora.
        Seria muito fácil naquela época, pela perspectivas dos Iluministas, achar que não haveria o que fazer. Mas, rebeldemente, eles fizeram. (Não estou entranto no mérito da questão)
        O que vejo hoje é uma hegemonia cultural da esquerda humanista, que pode ser quebrada, mesmo que eu não ache fácil.
        Os estados estão instáveis, uma terceira guerra pode surgir, e quaisquer perspectivas “globalistas” podem ir para o saco…
        O que quero dizer é que não é um jogo com final definido, mas pela própria essência humana, tem final aberto.
        Nesta perspectiva, eu defendo o questionamento a hegemonia presente, independente de existir um poder por trás de tudo (que já decidiu a questão) ou não existir.
        Minha perspectiva é gerar cada vez mais conteúdo de contestação à essa hegemonia, que se mantém, veja só, puramente por truques de propaganda, jogos de rótulos e alguns truques verbais.
        Investir no desmascaramento dos truques deles, e a conscientização, cada vez maior, é a única forma de tirar a autoridade moral que eles possuem.
        Em relação ao valor da honestidade, é uma característica biológica humana.
        O ser humano pensa por algo interesse, e se demonstrarmos que a esquerda está conspirando contra o auto-interesse dele, e ele notar que nossa abordagem é mais sincera que a dos esquerdistas, é um ponto positivo para nós.
        Embora exista relativização da cultural, a “sensação” moral do ser humano é a mesma de sempre.
        O que precisamos (em termos de direita) é tornarmo-nos cada vez mais prontos para o jogo político, prestes a participar da guerra política, e irmos para a arena tirando eles de lá.

    • Só para continuar a história da trollagem, veja o tanto de comentários raivosos contra o Femen Brazil que gerou a tal homenagem. O mais importante de tudo é que podemos aqui considerar como uma mostra claríssima de como usar o marxismo-humanismo-neoateísmo como inocente útil no combate ao próprio marxismo-humanismo-neoateísmo: a maioria absoluta dos comentários são de marxistas-humanistas-neoateístas descendo (justificadamente) a lenha no grupo em questão e a coisa transcendeu o Facebook, como se pode comprovar por esta postagem da Lola em seu blog. Enquanto isso, os contrários ao MHN acabaram por ficar tranquilos e foram pondo apenas links de coisas contrárias a tal vertente religiosa política (ainda que parte dos anti-MHNs seja de religiosos políticos de matiz libertário-anarcocapitalista, mas aqui também sendo inocentes úteis no combate ao MHN), pois os MHNs já estavam fazendo o trabalho de combate aos MHNs e na prática sendo o tiranossauro que persegue humanos, mas sem querer os salva de serem atacados por velociraptores e irá inclusive parar tudo para combater os dinossauros menores, dando tempo de os humanos escaparem e testemunharem ao mundo o que é a ressurreição de um suposto mundo idílico:

      http://www.youtube.com/watch?v=OJ9jTOxv7gw

      Aqui, os velociraptores são o Femen, o tiranossauro é o monte de MHNs que foi combater o próprio MHN e os humanos involuntariamente salvos por aqueles que os odeiam são os anti-MHNs que apenas aproveitaram a ocasião para usar uma estrutura MHN como plataforma de difusão da refutação ao MHN, deixando o combate corpo a corpo para o tiranossauro fazer e sem que o bichão note que ao combater os velociraptores, na prática está jogando contra a própria causa que mantém as duas espécies de dinossauro vivas.

  4. Entendi, como você vê — enquanto lia o ultimo paragrafo me lembrei de ESPARTA.
    Sua ação está objetivando pela decomposição do problema………..isso é uma abordagem pragmática.
    Do seu ponto de vista, eu estou me dispersando — para uma origem que pode ou não ser provada. O que é claro que eu compreendo, e nem tenho a intenção de fazer outros tomarem uma postura quanto à incerteza. Mas não posso me abster de fazer os apontamentos das relações.

    Dentro do que foi comentado….

    “…há uma crença em governos globais. Mas não há nada que nos leve à essa direção, e os nacionalismos surgidos com a crise do Euro vão na direção contrária a essa tendência…”

    Existem apontamentos diversos quanto às fundações internacionais, da mesmo forma com que se aponta as relações das ONGs com movimentos de militância esquerdistas. O patrulhamento ideológico visa encontrar dissidentes, identifica-los e iniciar a contra-partida. Os nacionalismos surgidos com a crise do Euro (embora tenham sido mostrados pela cobertura midiática, como sendo relacionados unicamente ao nazi-fascismo, pode muito bem em conjunto ter um viés (ocultado pela mídia) de partidários de uma esquerda nacionalista) — de um ponto de vista globalista — essas manifestações seriam apenas produto de uma crise montada para identificação de movimentos contrários à agenda e imposição de novo modelo econômico por meio de “necessidade humana”.

    Mas ok, entendi seu ponto.
    Vou me abster das dispersões em seu blog, e adotar uma postura mais pragmática, quanto à religião política, embora nesse momento, começo a apreender (erroneamente ou não) que o conceito excede à discussão política.

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