Ei Rousseau, onde está você? O que ele diria de índios matando crianças que nascem doentes?

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Uma das maiores evidências de que o esquerdismo é transmitido via lavagem cerebral, mas não por entendimento e reflexão, se encontra nas fontes do pensamento esquerdista.

Lembro-me quando li pela primeira vez “Do contrato social”, de Jean Jacques Rousseau. Eu folheava as páginas do livro com um sorriso no rosto. Se essas ideias não tivessem sido a fonte de inspiração para a maior parte das ideologias de esquerda, com certeza o livro seria um bom exemplo de comédia involuntária. Praticamente uma filosofia trash. Chega a entrar na categoria quanto pior, melhor.

Uma das teses centrais de Rousseau é a de que o homem é um animal “bom”, por natureza. Seu exemplo se encontra nas sociedades indígenas. A “maldade” do homem surge no processo civilizatório. Na natureza, o homem não tem amarras, e não existe sequer o direito de propriedade. Este paraíso, existente no mundo sem civilização, é uma das promessas de Rousseau.

Detalhe: se esqueceram de avisar algumas tribos que chegam a sacrificar crianças doentes.

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17 COMMENTS

  1. Luciano, assim vc mata os esquerdistas do coração!!! Para eles, o ser humano pratica maldades em um sistema capitalista, mas fora do capitalismo ele é bom. A mente deles é treinada para pensar assim. Um choque de realidade é duro demais para eles.

  2. Lembremos que o infanticídio indígena está para ser descriminalizado mediante o projeto de Reforma do Código Penal, juntamente com outras aberrações, até julho desse ano…segundo o desejo da “Dilmão”…

  3. Na racionalização doentia de um esquerdista ele apenas dirá que isso é a forma mais pura de Darwinismo.
    Seleção dos mais aptos, seleção dos que podem contribuir com a comunidade em vez de se tornar um peso à ela. A eutanásia é baseada no mesmo princípio.
    Dissonância cognitiva, amoralidades e devaneios de vários antropólogos — obviamente mal intencionados.

    • Exato. Omtem, num papo com um esquerdista, o cara veio me dizer que seria mais proveitoso para a perpetuação da espécie que, em vez de o macho disputar com os outros pela posição de alfa (e assim conseguir a melhor caça, melhores fêmeas etc) que eles dividissem as fêmeas igualitariamente entre eles e resolvessem as tensões de grupo entre eles pela prática de brincadeiras homossexuais. A homossexualidade seria um fruto da seleção natural, um instrumento de coesão do grupo que, por sua eficiência, conseguiu passar adiante. Isso seria vantajoso porque todos conseguiriam passar seus genes adiante

  4. Se eu sou a favor disso, é claro que não.
    Mas qual a nossa moral pra falar que eles fazem algo errado?
    A gente faz pior, muito pior, escondido, e não vivemos na dificuldade em que eles vivem, de lutar pela comida todo dia e portanto não poderem se dar ao luxo de manter vivo que não contribuirá com trabalho para a tribo.

    • A questão não é essa Wallace, mas sim a discussão da “bondade inerente” daquele que não passou pelo processo civilizatório. Este é o argumento do Rousseau que está sendo questionado.

    • Wallace,que horror,tire esse pensamento da sua vida,qualquer ser humano tem o direito de viver,não me venha com uma ideia dessa perversa…pelo visto Rousseau foi um grande de um equivocado. 🙁

    • Um pai ou uma mãe dá vida ao filho, não a retira ou toma de volta (como se a mesma pudesse ter origem no pai e na mãe, em última análise). Pai e mãe são (deveriam ser) heróis, não assassinos. Com fome ou sem fome, pais e mães morrem por seus filhos, nunca querem vê-los morrer diante de si e – jamais -, devem querer assistir à morte de seus filhos sendo eles (ou os “outros”) a causa dessa covardia.

      Preferiria (e acho que é assim com todos os pais e mães de verdade) morrer antes do que assistir um filho de minhas entrenhas morrer diante de mim, e ainda menos com anuência minha.

    • É interessante como sua afirmação primeira não condiz com o restante do teu comentário.
      Você diz que não é a favor mas corrobora o ato, usando uma falácia do espantalho do tipo “a gente faz pior, e portanto não podemos julgar”. Lutar pela comida, não determina que eu possa cometer assassinato — pelo menos não de uma pessoa indefesa, sem meios para se defender, e principalmente se tratando da própria prole. Mesmo que você creia no Darwinismo, darwinismo não é determinismo, evolução implica que não necessariamente você obedecerá cegamente uma imposição genética (se é que ela existe).
      Cuidado Wallace, sua dissonância cognitiva é evidente.

      – Quando sua vozinha estiver gagá e se urinando toda, dê um tiro na cabeça dela — em vez de colocá-la no asilo, e ficar pegando o dinheiro da aposentadoria da coitada.

      – Se você tiver um filho com síndrome de Down, e tiver que trabalhar todo dia pra “lutar pela comida”, enterra ele vivo (mesmo que outros da família discordem), assim você economiza os gastos com escolas especiais.

      E principalmente, quando você diz que “a gente faz pior”….fale por si mesmo. Você não representa todo mundo, e eu gostaria de saber, a que pior você se refere, em comparação ao que é demonstrado pela reconstituição em vídeo.
      No mais, manter pessoa vivas não é “luxo”, baseado nisso eu posso falar que eles fazem algo MORALMENTE errado.

      Luciano pegou leve com você….mas na real…quero que você e seu pensamento esquerdista, se fodam.

      • Assino abaixo de tudo que vc disse. E complementando: manter a vida é moralmente obrigatório, pois como poderemos reinvindicar tal direito em relação a nós se não defendemos a tal direito em relação aos outros. Não somos ilhas isoladas por egoísmo por todos os lados. Somos seres comunitários. Se dividirmos a Morte, ao invés da Vida, merecemos o que?

        Defender a Vida não é obrigatório somente pela Moral, mas pela Lógica. Logo, quem defende o aborto possui em si a semente incômoda da Loucura e Demência – Neurose em estado puro!

        Vc já faz parte do “sindicato” kkkkk 😀

  5. Luciano Henrique,eu nem terminei de olhar…esse vídeo foi apenas um reconstituição né??!Li um comentário do youtube,e dizia que era apenas uma reconstituição,mas esses índios ainda fazem isso? esse vídeo é como um protesto contra outros índios que fazem essa maldade na mesma tribo?eu passei quase o vídeo todo ,e parei na parte que um índio que disse que poderia cuidar da criança,acho que era filho da irma dele…uma coisa assim,não conseguir assistir nadinha:(…pois choro mais do que presto a atenção para essas coisas…
    Quando a primeira criança foi enterrada eu não aguentei, comecei logo a cair em prantos,isso é muito dolorido…é de partir o coração…como a perversidade faz o ser humano nojento,sem amor nenhum ao próximo.Triste fim dessa humanidade. 🙁

  6. Segue o documentário completo:

    http://www.youtube.com/watch?v=FFWTEPUvpzs

    Note-se que a luta contra o enterro de crianças vivas é algo oriundo de índios comuns e que é praticamente certo que eles não têm o mesmo farto financiamento de ONGs que dizem defendê-los, mas fecham os olhos. O mais interessante é ver que o mesmo Brasil que conseguiu acabar com o canibalismo ritual entre seus índios, bem como acabou com as guerras entre etnias, fica agora batendo cabeça quando o assunto é acabar com uma prática que não é feita apenas contra crianças doentes, mas também aquelas gêmeas e filhas de mãe solteira.
    Observe-se que esses mesmos índios estão falando que valorizam sua cultura em seus bons aspectos e querem mantê-los, mas repudiam as coisas ruins, tal qual faríamos com nossa própria cultura. Observe-se como eles querem ser senhores de sua cultura e que a veem não da maneira estática como alguns que dizem serem os índios oprimidos, mas da mesma maneira dinâmica como nós mesmos vemos nossa cultura. Se somos senhores de nossa cultura, por que eles não o podem?

    PS 1: Viram o facepalm indígena quando o deputado Francisco Praciano (PT-AM) disse que a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição não valem para os índios (31min40 em diante)? Logo, na prática o parlamentar está dizendo que índios não são humanos e muito menos cidadãos deste país e, por isso, estariam autorizados a fazer essas coisas.

    PS 2: O documentário em questão foi feito baseado na história real da suruwaha Hakani, que foi salva por seu irmão Bibi, ambos vagando pela selva por três anos e abandonados pela tribo. Segue a página relacionada.

    PS 3: Outro detalhe interessante é que aqui temos PT contra PT: o projeto contra o infanticídio indígena é vindo de um deputado acreano e o que disse que direitos humanos e Constituição não valem para os índios é amazonense.

    PS 4: Quem olhar a página que falei notará que se pede para falar com a Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Marco Feliciano, em que pese estar sofrendo pesadas pressões, já conseguiu uma vitória em favor dos contaminados por chumbo em Santo Amaro da Purificação, que diziam-se esquecidos pela CDH. É possível que a luta contra o infanticídio indígena seja também outra daquelas questões que estavam esquecidas.
    Sendo aqui uma questão humanitária e que transcende correntes políticas (vide que aqui é projeto de deputado de partido marxista-humanista-neoateísta e que vem enfrentando resistência da própria ala marxista-humanista-neoateísta de nossa política), acho mais adequado que se forme um pacto em relação a isso do que tentar se tratar a coisa como o tal lance de ser o marxismo-humanismo-neoateísmo que pode ser usado com inocente útil no combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo. Aqui é uma questão de delicadeza para com o outro e pôr-se no lugar do mesmo.

    A questão pode servir como crítica ao mito do bom selvagem de Rousseau? Claro que pode e, como se pode ver, há um monte de índio que igualmente critica o tal mito sem sequer saber que está fazendo isso (e, caso saibam que estão sendo chamados de “selvagens” e que sua bondade está condicionada a se manterem tribalizados, provavelmente criticariam mais ainda e teriam a mesma reação de decepção de qualquer outra pessoa que se descobriu usada de inocente útil e parou de se autoiludir com mais marxismo-humanismo-neoateísmo) e que está lutando contra a prática do infanticídio. Obviamente que aqui é um pouco pisar em ovos, pois estamos falando principalmente de crianças e, novamente, relembro do aspecto humanitário da coisa. Caso se fale que os próprios índios são contra um Rousseau que jamais os viu e os idealizou mais do que José de Alencar em Iracema e O Guarani, que se some também outros aspectos, como aquela pesquisa que mostra que os brasileiros originais querem exatamente o mesmo que aqueles descendentes dos que aqui aportaram e, se um descendente de imigrantes mantém vivos certos aspectos da cultura de seus ancestrais mas se adaptou e interage com o resto da cultura brasileira, por que aos índios não se quer permitir o mesmo?

  7. Digo mais: ainda se for apenas “reconstituição”, esse vídeo, no que toca aos seus autores/produtores, pode ser enquadrado em apologia ao crime. Se não foi registrado como produção artística, bem poderia ser visto como apologia insidiosa ao crime (quase um tutorial).

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