Agora que a polícia norte-americana descobriu que o atentado de Boston é coisa de dois irmãos chechenos malucos, como fica o truque do Washington Post lançar suspeita sobre os defensores do porte de armas?

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Fonte: BOL

Os atentados ocorridos nesta segunda-feira (15), durante a maratona de Boston (EUA), acontecem em um momento no qual os norte-americanos estão imersos em um apaixonado debate sobre o controle das armas de fogo, após o massacre ocorrido em meados de dezembro, em uma escola em Newtown, em Connecticut, que deixou 26 pessoas mortas.

Três explosões registradas em Boston causaram a morte de três pessoas, entre elas uma criança de oito anos, e deixaram pelo menos 140 pessoas feridas, segundo informou a rede de TV americana “CNN”

No passado, as tentativas do governo de pôr limites à circulação das armas de fogo entre a população, sobretudo das mais mortíferas, contrariou os grupos nacionalistas mais extremistas que defendem, inclusive violentamente, o direito de ter armas no país.

Segundo lembrou nesta segunda-feira o jornal “The Washington Post”, a perspectiva de uma legislação federal sobre as armas de fogo exacerbou a atividade dos grupos “patrióticos” mais violentos, de acordo com um recente relatório do Southern Poverty Law Center, especializado no acompanhamento desses grupos.

De acordo com essa organização, os grupos patrióticos alcançaram níveis recorde em 2012 e experimentaram um crescimento de 813% nos últimos quatro anos.

Os EUA não assistiam a cenas como as de Boston, com corpos ensanguentados, membros soltos e expressões de atordoamento e dor, desde os atentados perpetrados pela Al Qaeda em 11 de setembro de 2001.

No entanto, a origem das bombas de Boston pode estar muito mais perto. Em carta dirigida ao secretário de Justiça, Eric Holder, no mês passado, o Southern Poverty Law Center alertava que, como no período anterior ao atentado de Oklahoma, se assiste a uma multiplicação das ameaças por parte desses grupos que temem que o governo acabe tirando suas armas.

Em 19 de abril de 1995, o terrorista americano Timothy Mcveigh explodiu um caminhão-bomba perante um edifício federal na cidade de Oklahoma, matando 168 pessoas. (Com Efe)

Meus comentários

O padrão de um jornal como o Washington Post, esquerdista até a medula, é o mesmo de sempre: quando não há evidências de que o atentado em Boston foi praticado por direitistas que defendem o porte de armas, basta dizer que eles estão entre os suspeitos.

E cadê as evidências para isso? Obviamente os jornalistas de esquerda não precisam de evidências, pois basta que eles sejam incisivos em sua prática caluniosa e até criminosa que para o Washington Post tudo está resolvido.

Aliás, em se tratando da esquerda, o truque não é novo. Os humanistas radicais, Sam Harris e Richard Dawkins, tentaram culpar a religião tradicional pelo atentado do 11 de setembro. Sendo assim, é trivial que os obamistas do Washington Post agora culpem os adeptos do porte de armas pelo atentado.

Esquerdistas são especialistas em falsificar os dados referentes à realidade para demonizar seus adversários políticos. Mas tamanha cara de pau como esta tentativa do Washington Post surpreende até um investigador de fraudes esquerdistas como eu.

Pelo menos os neo-ateus esperaram um pouquinho para começar a capitalizar em cima do 11 de setembro. Já os obamistas do Washington Post não esperaram nem sequer uma semana para começar a campanha de demonização (com o agravante de ser baseada em falsificação de dados, para impor uma calúnia vergonhosa) sobre os adeptos do porte de armas.

Com certeza eles superam todo e qualquer limite de falta de empatia.

A matéria do Washington Post, endossada pelo BOL, está no nível da psicopatia.

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13 COMMENTS

  1. O Blog do Mensalão citou uma matéria da Superinteressante

    Título da matéria: “A maldição do esquerdo-direitismo”, do DENIS RUSSO BURGIERMAN

    A proposta é dizer que dá para eliminar a direita e a esquerda do discurso. O que você acha deste delírio do mensalão e do Denis Russo? Acho que a coisa está russa para a mente deles…

    ““O esquerdo-direitismo é uma crença semi-religiosa que se tornou a ideologia dominante do mundo no último século. Esquerdo-direitistas são pessoas que acreditam que todo o bem que existe no mundo provém de apenas uma fonte. Há dois tipos de esquerdo-direitistas – aqueles que acham que a fonte de todo o bem é o mercado e aqueles que acham que é o estado. A estes chamamos esquerdistas, aqueles são os direitistas.
    No fundo, esquerdistas e direitistas são dois lados de uma mesma coisa. Ambos vêm o mundo em apenas duas dimensões, sem profundidade, dividido entre bons e maus. Não admira que esquerdistas transformem-se em direitistas e vice-versa com tanta facilidade – alguns dos analistas mais ferrenhos da direita passaram a juventude militando nas facções mais radicais da esquerda.
    Nos últimos dois meses, dois dos maiores ícones desse jeito simplista de ver o mundo morreram: Hugo Chávez (esquerda) e Margareth Thatcher (direita). Difícil imaginar dois personagens tão representativos desse modo oitocentista de ver o mundo. Todos os esquerdo-direitistas concordam que, entre os mortos, havia um santo e um demônio. Eles discordam apenas em relação a qual é qual.
    A realidade é que nem Chávez nem Thatcher merecem a canonização. Ambos tiveram seus inegáveis méritos como líderes carismáticos, mas as duas biografias estão cheias de erros crassos. É que, ao contrário do que eles acreditavam, o esquerdo-direitismo está errado. A crença compartilhada por esquerdistas e direitistas de que o mundo está dividido ao meio, entre virtuosos e cretinos simplesmente não tem lastro na realidade. Há virtudes e cretinices em cada um de nós e o mundo é muito mais cheio de sutilezas do que imaginavam nossos manuais ideológicos publicados nos séculos 18 e 19.
    Prova disso está numa reportagem de capa recente publicada pela tradicional revista The Economist, a Bíblia liberal inglesa, que já foi um ícone esquerdo-direitista na época que essas coisas faziam sentido. A matéria de Economist declara que o novo modelo para o planeta são os países nórdicos. “Se você tivesse que renascer em algum lugar do mundo com talentos e renda médios, você ia querer ser um viking”, diz a revista.
    Os países escandinavos, que nas décadas de 1970 e 1980 eram estados inchados, com impostos altíssimos, baixa competitividade e serviços públicos de estado socialista, quem diria, viraram exemplo para a revista que os liberais sempre adoraram. Isso porque, nos últimos anos, Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia fizeram várias reformas e se tornaram países incríveis para se viver.
    Para começar, o estado racionalizou seus gastos e criou as mais fantásticas políticas de transparência do mundo, permitindo à população fiscalizar seus governantes e reduzir a gastança. Na Suécia, políticos de alto escalão moram em quitinetes, lavam a própria louça e usam transporte público ou bicicleta. Além disso, a burocracia caiu quase a zero e esses países viraram paraísos do empreendedorismo, de fazer inveja ao Vale do Silício com suas histórias de sucesso (Skype, Angry Birds, Spotify).
    Mas isso foi feito sem sucatear o estado nem prejudicar a população. As reformas do estado foram feitas com um objetivo claro: manter a qualidade do serviço público, ou, se possível, aumentá-la. Essa lógica ajuda a entender o que aconteceu com a saúde e a educação pública nesses países. O governo continua atuando, provendo serviços de qualidade, mas empresas privadas também podem entrar na competição. Os cidadãos recebem do governo vouchers de saúde e educação e podem decidir usá-los em escolas e hospitais públicos ou privados. Na Escandinávia, o estado continua grande, mas uma coisa fundamental mudou: ele agora funciona.
    O sucesso nórdico expõe a grande falácia do esquerdo-direitismo: a crença de que só há um caminho certo. Para os esquerdistas, criar mais empresas estatais e ter impostos altos é sempre bom. Para os direitistas, é sempre ruim. A verdade, como costuma ser o caso, está no meio: é possível, ao mesmo tempo, melhorar os serviços e aumentar a eficiência. Basta para isso focar no cidadão, que é muito mais importante do que empresas e estado.
    Essa é a mágica que os países nórdicos operaram nos últimos anos. Enquanto isso, o Brasil faz o contrário: por aqui conseguimos combinar impostos altos com serviços ruins. E, em vez de focar em reduzir uns e melhorar outros, continuamos desperdiçando tempo com Thatcher e Chávez.“

    • Eu nunca vi tanta besteira junta. Acho que o Suriani definitivamente enlouqueceu. Seu esquerdismo é tão patológico que ele agora está querendo nos enganar com novas categorias de esquerdismo, e arruma um autor tão psicótico quanto ele.
      Ele diz que dá para superar a dicotomia esquerda e direita, e o que ele propõe? O estado inchado da Suécia.
      Mas aí ele diz que o estado da Suécia é legal e “faz acontecer”. Mas ainda assim é um estado inchado.
      O estado inchado não se mede pela “qualidade do serviço”, mas pelo “agrupamento de funções”. Não é possível que nem ele e nem o autor do texto que ele endossou não tenham percebido isso, portanto eles sabem que estão mentindo.
      O engraçado é que o esquerdista diz que “todos os esquerdo-direitistas concordam que, entre os mortos, havia um santo e um demônio”. Errado. É a Venezuela que foi pega idolatrando a morte de Chavez, mas a direita nem de longe santificou Thatcher. Como sempre, esquerdista tentam lançar as manias deles nos outros.
      O engraçado é quando ele pega a The Economist e diz que “The Economist falou,tá falado”. Lixeira.
      As tais “histórias maravihosas” da Suécia não são sustentadas com evidências ou estatísticas, mas truques cheerleaders. De novo, nível de puteiro.
      E pior é quando vem a confissão: “As reformas do estado foram feitas com um objetivo claro: manter a qualidade do serviço público, ou, se possível, aumentá-la.”
      Outra contradição do texto: “O sucesso nórdico expõe a grande falácia do esquerdo-direitismo: a crença de que só há um caminho certo.” Ué, mas o esquerdismo sueco não é uma proposta que os esquerdistas sempre trazem para debate? O autor não trata essa questão.
      Quer dizer.. A Suécia não superou o esquerdismo, mas o implementou e, apesar dele, não conseguiu dilapidar tudo aquilo construído durante os tempos de livre mercado, que já se foram.
      As pressões para a tolerância a um pouquinho de livre-mercado vieram de fora do esquerdismo, vieram da oposição.
      Mas não significa que a Suécia se livrou do esquerdismo.
      Todo o erro do texto é lógico.
      Ele tenta oferecer a um ateu a opção entre acreditar em Deus em uma Igreja com “músicas legais”, ou acreditar em Deus em um lugar em que ele não gosta. Mas para um ateu, a opção para ele é NÃO ACREDITAR.
      Dizer (mesmo que mentindo) que o estado inchado sueco “não é nem de esquerda e nem de direita” por que, mesmo inchado, “tem serviços legais”, é o mesmo que dizer que uma mulher não foi estuprada por que seu estuprador não a agrediu. Ai, o sujeito arruma um meio termo entre estupro e não-estupro.
      Com um texto desse nível, dá para ver que os esquerdistas estão desesperados em busca de novos truques.
      A tentativa foi engraçada, mas tudo é ridículo demais.

  2. O Mensalão tem fé que o Brasil vai virar Suécia em 20 anos se seguir com Dilma hahahaha

    ” Eu não acredito que os termos de direita e esquerda vão se tornar ultrapassados, afinal eles existem desde a revolução francesa. O que pode e deve se tornar ultrapassado são as visões radicais que dão as costas para o pragmatismo. Direita e esquerda sempre irão existir, o que não irá existir são governos 100% de direita ou 100% de esquerda. Quanto mais cedo os militantes políticos perceberem isso, mais cedo poderão discutir o que tem de bom em cada sistema e o que deve ser descartado. Na Suécia isso já é realidade, mas no Brasil acho que vai demorar uns 20 anos no mínimo.”

    • Haoiahoiahoaa…
      “quanto mais cedo os militantes políticos perceberem”.. “ na Suécia isso já é realidade”, “no Brasil acho que vai demorar uns 20 anos no mínimo.
      Só truquezinhos bobos e infantis aqui.

  3. O esquerdismo invisível do Mensalão, tá divertidão o blog dele

    “No meu ponto de vista, o trecho que destaquei em negrito no texto resume o raciocínio do autor e carrega uma mensagem muito importante para todos nós: não importa se um sistema político tem foco no estado ou se tem foco no mercado, o que importa é se ele tem foco no cidadão. Quando vejo esse pessoal discutindo qual o tamanho certo do estado, minha vontade é de entrar no meio e dizer bem alto: FODA-SE! Não devemos discutir o tamanho do estado, devemos discutir como construir uma sociedade que possa ser a melhor possível dentro de nossas limitações. Se nessa busca descobrirmos que o estado deve ser pequeno e o mercado age com liberdade, ótimo!, façamos isso. Se descobrirmos que o estado deve ser grande e gastador, bom também. Na verdade, não interessa, desde que a sociedade funcione da melhor forma que somos capazes de fazê-la funcionar.

    Provavelmente, nenhum dos lados atuais estão certos e o melhor caminho está em um meio termo costurado aí no meio. Contudo, isso só será alcançado caso deixemos de discutir ideologias e comecemos a discutir soluções. Pena que no Brasil, o que impera é a ignorância e o atraso, o debate político está repleto de baixarias, que se perpetuam ciclicamente. Alguns ainda tentam misturar religião com política econômica, o que contribui para manter o debate num estado de atraso ainda maior (digo isso porque a religião não tem nada a dizer sobre o tamanho do estado).

    Infelizmente, o pessoal não acorda. Prefere brincar de “briguinha política”…”

    • “No meu ponto de vista, o trecho que destaquei em negrito no texto resume o raciocínio do autor e carrega uma mensagem muito importante para todos nós: não importa se um sistema político tem foco no estado ou se tem foco no mercado, o que importa é se ele tem foco no cidadão.
      Puta que pariu!
      Se o cidadão não quer pagar impostos altos, então o que importa é o tamanho do estado. Será que o sujeito não estuda lógica. Como ele quer dizer que “foco no cidadão” é mutuamente auto-excludente com “foco no estado” ou “foco no mercado”? heheheheheh
      Quando vejo esse pessoal discutindo qual o tamanho certo do estado, minha vontade é de entrar no meio e dizer bem alto: FODA-SE! Não devemos discutir o tamanho do estado, devemos discutir como construir uma sociedade que possa ser a melhor possível dentro de nossas limitações.
      Ué… quem define a sociedade “melhor possível”? hehehehehe…
      Esse é o raciocínio mais vago que eu já vi. “Qual é a melhor opção? É a melhor possível.”. Será que ele não ouviu falar em tautologia? Que livros de lógica ele anda lendo?
      Se nessa busca descobrirmos que o estado deve ser pequeno e o mercado age com liberdade, ótimo!, façamos isso. Se descobrirmos que o estado deve ser grande e gastador, bom também. Na verdade, não interessa, desde que a sociedade funcione da melhor forma que somos capazes de fazê-la funcionar.
      Eu nunca vi tanta tautologia junta… coitado.
      Provavelmente, nenhum dos lados atuais estão certos e o melhor caminho está em um meio termo costurado aí no meio.
      Qual é o argumento para dizer que o melhor caminho está no meio termo? Qual o meio termo entre um estupro e um não-estupro? Qual o meio termo entre crer em Deus ou não? Qual o meio termo entre confiar no estado e não confiar no estado?
      De novo, o cara não consegue nem pensar…
      Contudo, isso só será alcançado caso deixemos de discutir ideologias e comecemos a discutir soluções.
      Ohh…
      Que coisa! ATÉ HOJE NINGUÉM DISCUTIU SOLUÇÕES… Lá vem a nova ideologia de tautologia política para marketing pessoal como a solução hehehe…
      Esquerdista falsificado é pior que esquerdista declarado.
      Alguns ainda tentam misturar religião com política econômica, o que contribui para manter o debate num estado de atraso ainda maior (digo isso porque a religião não tem nada a dizer sobre o tamanho do estado).
      A religião tradicional não diz nada sobre o tamanho do estado, mas a religião política sim. E o debate vai começar a melhorar quando discutirmos uma forma do culto ao estado dos esquerdistas não afetar a vida dos descrentes no estado.
      Infelizmente, o pessoal não acorda. Prefere brincar de “briguinha política”…”
      Mas o único preso dentro de uma tautologia digna de um retardado é o Suriani…

  4. Ele não quer o secularismo político 🙁

    “De todas as técnicas que eu vi até hoje essa foi sem dúvidas uma das mais criativas com a qual me deparei. Ela consiste basicamente em tratar ideologias políticas como se fossem crenças religiosas de modo que um indivíduo que for contra uma ideologia X não tenha sua vida afetada pela por ela mesmo que uma grande parte da sociedade a adote.

    O problema desse argumento é que enquanto as religiões visam uma mudança interior e/ou a ligação do fiel com uma determinada divindade, as ideologias políticas sempre visam mudanças na sociedade e na administração pública que tragam o progresso social. Em curtas palavras, a religião visa o individuo [1] e a ideologia visa a sociedade.

    Se no caso das religiões pode existir uma convivência pacífica, no caso das ideologias sempre existirá um grau de rivalidade. O resultado disso em um ambiente político saudável é o domínio de uma ideologia pragmática que usa princípios tanto da direita quanto da esquerda. Mas certos tipos de liberais econômicos podem insistir que cada um possa seguir sua ideologia separadamente como se fosse uma religião. Pode-se esperar frases como estas:

    “Se você quer contribuir para a saúde e a educação pública, problema seu, mas eu não quero portanto não me imponha a sua crença.”

    O que o espécime de liberal econômico defende aqui é o que eu chamo de privatização financeira ou privatização das finanças. Basicamente, o hospital e a escola continuariam a ser administrados pelo estado, porém o financiamento viria de doadores voluntários [2] e de eventuais frequentadores, como ocorre em qualquer ONG.

    Diante disso, porque não defender logo a privatização das escolas e hospitais públicos? Porque em temos de propaganda política é mais fácil se dizer vitima da ideologia do oponente do que defender sua ideologia.

    Mas vamos lá, se esses liberais econômicos podem propor um modelo político em que eles não têm sua vida afetada pelas ideologias de esquerda, nós também podemos propor um modelo político no qual a vida dos esquerdistas não seja afetada pelas ideologias liberais. Esse modelo teria as seguintes características:

    Um direitista poderia optar por não pagar impostos para os serviços sociais mas por outro lado teria que dar a garantia que iria doar o dinheiro que antes seria usado para a assistência estatal em uma instituição de caridade de sua preferência, podendo ser punido caso não faça. Nesse caso a crença do direitista de que seu dinheiro estaria melhor aplicado numa ONG de caridade do que num programa estatal seria respeitada, mas por outro lado teríamos a garantia de que ao menos em termos financeiros a caridade privada iria assumir o vácuo deixado pela a ausência do financiamento dos direitistas no setor publico.
    Se o governo resolvesse privatizar uma estrada, os esquerdistas continuariam a pagar os impostos que antes eram destinados à manutenção daquela estrada mas que agora seriam transferidos para a empresa que a administra. Por outro, lado nenhum esquerdista pagaria pedágio nessa estrada, sendo esse um privilegio dos direitistas.
    E essa é especifica para os neo-cons. Se os neos-cons quiserem aumentar os gastos militares ou até mesmo declarar uma guerra, então eles é que bancassem sozinhos os custos. É isso ou cria-se um exército para cada ideologia.

    Obviamente existem questões em que não é possível chegar a um consenso. Como exemplo posso citar as leis trabalhistas: para os liberais econômicas mais extremados elas são uma verdadeira afronta à iniciativa privada, mas em geral essas leis são vistas como um direito como qualquer outro. Um empresário liberal poderia se sentir prejudicado se tivesse que ser forçado a cumprir a legislação trabalhista, mas um trabalhador também se sentira prejudicado se tivesse seus direitos perdidos. Se levamos em conta que as relações humanos são um jogo de interesses, podemos esperar um maior número de empresários liberais e por outro lado um maior número de trabalhadores esquerdistas, de modo que seja bastante improvável a existência de uma empresa formada apenas por empresários e trabalhadores liberais ou formada apenas por trabalhadores e empresários esquerdistas. Nesses casos, não dá para “cada um viver em seu quadrado.”

    • Ela consiste basicamente em tratar ideologias políticas como se fossem crenças religiosas de modo que um indivíduo que for contra uma ideologia X não tenha sua vida afetada pela por ela mesmo que uma grande parte da sociedade a adote.
      Qualquer um sabe que crença religiosa é um tipo de crença, e como uma crença, pode afetar a vida dos que nela não creem. Uma crença pode ser provada, não-provada, ou mesmo provada como falsa.
      Lógica básica.
      O problema desse argumento é que enquanto as religiões visam uma mudança interior e/ou a ligação do fiel com uma determinada divindade, as ideologias políticas sempre visam mudanças na sociedade e na administração pública que tragam o progresso social. Em curtas palavras, a religião visa o individuo [1] e a ideologia visa a sociedade.
      Mentira.
      Na verdade, ideologias políticas não significam automaticamente “visar progresso”, podendo ser apenas declaração de “visar progresso” para capitalização. Além do mais uma crença não é julgada somente pelo foco, mas pela validade. Quer dizer que se um cristão dizer que seu foco é aplicar o cristianismo na sociedade, agora pode interferir na vida dos que nele não creem? O esquerdismo só é tolerado por que nós não o questionamentos suficientemente.
      Se no caso das religiões pode existir uma convivência pacífica, no caso das ideologias sempre existirá um grau de rivalidade.
      É para isso que surgiuo estado laico… que deve ser aplicado.
      O resultado disso em um ambiente político saudável é o domínio de uma ideologia pragmática que usa princípios tanto da direita quanto da esquerda.
      Claro que é possível que um estado tenha princípios de ambos, mas isso não implica em que seja “mais saudável”. Essa premissa do discurso do Suriani não está provada.
      O que o espécime de liberal econômico defende aqui é o que eu chamo de privatização financeira ou privatização das finanças. Basicamente, o hospital e a escola continuariam a ser administrados pelo estado, porém o financiamento viria de doadores voluntários [2] e de eventuais frequentadores, como ocorre em qualquer ONG. Diante disso, porque não defender logo a privatização das escolas e hospitais públicos? Porque em temos de propaganda política é mais fácil se dizer vitima da ideologia do oponente do que defender sua ideologia.
      Não importa se é propaganda política ou não, o que importa é se temos propaganda enganosa ou não. E quando dizemos que o estado oprime aqueles que não querem pagar impostos, isso é um FATO. Temos coerção estatal praticado por um órgão que tem poder excessivo para praticar tal coerção. Eu já defendo algo como a privatização, mas com a possibilidade dos esquerdistas criarem um estado “virtual”, para poderem bancar o que quiserem.

      Um direitista poderia optar por não pagar impostos para os serviços sociais mas por outro lado teria que dar a garantia que iria doar o dinheiro que antes seria usado para a assistência estatal em uma instituição de caridade de sua preferência, podendo ser punido caso não faça.
      Isto não faz o menor sentido. É o mesmo que um teísta dizer que só aceita que um ateu não vá para a Igreja, desde que reze em casa. Mas o ateu não tem motivos para rezar. Quer dizer, não há um argumento lógico para forçar o direitista a doar um dinheiro que ele não quiser doar, já que o próprio direitista não quer bancar determinados serviços do estado.
      Se o governo resolvesse privatizar uma estrada, os esquerdistas continuariam a pagar os impostos que antes eram destinados à manutenção daquela estrada mas que agora seriam transferidos para a empresa que a administra. Por outro, lado nenhum esquerdista pagaria pedágio nessa estrada, sendo esse um privilegio dos direitistas.
      Essa é uma boa ideia. Embora, eu creio que os impostos de estradas seriam algo que eu pagaria.
      E essa é especifica para os neo-cons. Se os neos-cons quiserem aumentar os gastos militares ou até mesmo declarar uma guerra, então eles é que bancassem sozinhos os custos. É isso ou cria-se um exército para cada ideologia.
      Também uma boa alternativa. 😉
      Obviamente existem questões em que não é possível chegar a um consenso. Como exemplo posso citar as leis trabalhistas: para os liberais econômicas mais extremados elas são uma verdadeira afronta à iniciativa privada, mas em geral essas leis são vistas como um direito como qualquer outro. Um empresário liberal poderia se sentir prejudicado se tivesse que ser forçado a cumprir a legislação trabalhista, mas um trabalhador também se sentira prejudicado se tivesse seus direitos perdidos. Se levamos em conta que as relações humanos são um jogo de interesses, podemos esperar um maior número de empresários liberais e por outro lado um maior número de trabalhadores esquerdistas, de modo que seja bastante improvável a existência de uma empresa formada apenas por empresários e trabalhadores liberais ou formada apenas por trabalhadores e empresários esquerdistas. Nesses casos, não dá para “cada um viver em seu quadrado.”
      Exatamente por isso que dá para cada um viver em seu quadrado. Haveriam empresas adequadas a normas trabalhistas (não mais leis), e outras não adequadas. Os empregados poderiam escolher as empresas onde trabalhariam. 😉
      Nota-se que o esquerdista SÓ CONSEGUE PENSAR dentro da categoria esquerdista, e eu já penso fora dela, e até superando os paradigmas atuais da direita, sem cair no engodo de achar que dá para não ser nem de direita nem de esquerda, ou a favor de matar ou não-matar alguém ao mesmo tempo, ou defender estupro e não-estupro ao mesmo tempo, ou crer em Deus e não-crer em Deus ao mesmo tempo.
      Suriani quer enganar a plateia reinventando a lógica. Só serve como piada.

  5. É certeza que o Obama e a esquerda americana vai usar esses ataques para reforçar a sua política de desarmamento, e isso já está evidente com essa acusação ridícula contra os defensores do porte de armas.

  6. “Um direitista poderia optar por não pagar impostos para os serviços sociais mas por outro lado teria que dar a garantia que iria doar o dinheiro que antes seria usado para a assistência estatal em uma instituição de caridade de sua preferência, podendo ser punido caso não faça.”

    O que não muda nada, continuo sendo coagido a fazer algo que talvez eu não deseje.

    • Pois é, não tem jeito. Esquerdista tem uma obsessão: que o estado (que ele cultua) tome o dinheiro dos outros à força, e com isso sua liberdade.

      • É por isso que o neoesquerdismo que você propôs deve ser utilizado como um aríete a derrubar as portas da autoilusão e da autocondescendência em que os esquerdistas vivem. É cobrar, publicamente e forma desafiadora, que eles vivam segundo seu próprio livro de regras. Aí quero ver.

  7. Eu já estava antevendo que os prováveis ( autores ou grupos ) ou o provável ( autor ou grupo ) fosse de fato ligado umbilicalmente a religião muçulmana ( como é comum em quase todos os atentados terroristas ), enquanto assistia as mídias ”imparciais” sugerindo que fosse coisa de americano branco, republicano, cristão e defensor do porte de armas. E também já me preparava para ouvir as desculpas mais estapafúrdias quando se descobrisse que de fato o atentando tivesse ligação com muçulmanos, e o quanto eles tergiversariam para esconder ou omitir o máximo essa ligação ( afinal criticar o islã e apontar sua agressividade é politicamente incorreto ). Reparem que a todo momento eles só citam a nacionalidade dos terroristas e omitem ou dizem muito rapidamente o fato deles serem muçulmanos.
    E não deu outra, todos sem exceção, desde à rádio CBN, Band News FM as mídias televisivas seguem inexoravelmente um roteiro e um script, é impressionante como se pode antecipar a cobertura jornalística em nosso país.
    Como o Obama adoraria que houvesse um atentado terrorista doméstico, aquele discurso dizendo que haviam escolhido a cidade errada ( Boston ) é muito emblemático, ele estava falando como se fosse um atentado doméstico.

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