Por que Marília Gabriela recusa participação de Marco Feliciano em seu programa mas não fez o mesmo com Silas Malafaia? Eis a resposta…

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marilia

Fonte: Entretenimento MSN

Marília Gabriela não aceitou receber o deputado federal Marco Feliciano em seu programa “De frente com Gabi”, do SBT. A informação é do colunista Flávio Ricco, publicada nesta sexta-feira (19).

Segundo a nota da coluna, o próprio deputado ligou para o programa se oferecendo para uma entrevista, mas a equipe de Marília Gabriela, educadamente, recusou a oferta do presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados do Brasil.

Marco Feliciano tem sido o protagonista de muitas polêmicas, inclusive com a apresentadora Xuxa, envolvendo o tema da homossexualidade. Inclusive, a posição radical do político foi um dos pontos motivadores para que a cantora Daniela Mercury assumisse a relação com a jornalista Malu Verçosa.

Vários outros artistas também estão se posicionando a respeito de Feliciano, e muitos deles têm publicado fotos nas redes sociais em que aparecem beijando outro artista do mesmo sexo. Antonia Morais e Yasmin Brunet, Fernanda Paes Leme e Fernanda Rodrigues, foram algumas das duplas que expressaram o seu protesto: “Feliciano, você não me representa”.

Meus comentários

Qual o motivo para Marília Gabriela se recusar a não entrevistar Marco Feliciano mas ter feito o mesmo com Silas Malafaia? Uma pista esta na análise dos seguintes posts:

O que se pode notar é que, no período de três semanas, alguém deve ter passado (muito) material para Feliciano, e seu discurso foi ficando progressivamente menos ingênuo.

Isto significa que hoje em dia é mais difícil para Marília Gabriela usar truques contra Feliciano do quando ela debateu com Silas Malafaia há um mês.

Silas, aliás, sempre foi um dos melhores debatedores anti-esquerda, mas ainda caía em algumas armadilhas. O próprio Silas de um mês para cá também alinhou sua linguagem, e tem ficado cada vez mais “safo”.

É aí que esquerdistas como Marília Gabriela encontram um problema sério pela frente, em um fenômeno que comecei a observar no comportamento dos humanistas radicais (neo-ateus) contra os religiosos: tanto os humanistas radicais quanto os demais esquerdistas dependem de que o adversário não seja capaz de identificar as fraudes que o estão vitimando. Eles vivem da ingenuidade do oponente perante seus truques.

Em outras palavras, enquanto Marília executasse um sem número de truques contra o anti-esquerdista, seria preciso que este não tivesse a noção de que está sendo vítimas de truques e rotinas extremamente desonestas, e, então, não fosse capaz de rebatê-las adequadamente.

Mas quando começamos a notar que no discurso humanista/esquerdista não há nada além de fraudes e truques, a coisa fica difícil para eles.

É por isso que o humanista Matt Dillahunty, do The Atheist Experience, ganha a vida lançando fraudes intelectuais sobre pessoas que não conseguem perceber que estão sendo vítimas de fraudes. A coisa se complica quando o oponente descobre que está sendo vítima de fraudes intelectuais.

Ora, se o adversário não está mais tão vulnerável, e se torna cada vez mais capaz de perceber as fraudes esquerdistas/humanistas, Marília Gabriela tem que pensar duas vezes antes de chamar Feliciano para debater com ela.

Ou então reunir-se com seus “think tanks” para arrumar novas fraudes intelectuais.

E assim caminha o universo da empulhação esquerdista…

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23 COMMENTS

  1. O Mensalão está se debatendo com a lógica de novo

    “Em que momento eu defendi a violacão do seculismo? E em que momento eu disse ser neo-ateu?”

    “Dizer que o estado ”virtual” seria um tipo de privatizacão não significa necessariamente condenar as privatizacões. É apenas dar nome aos bois.”

    “Mas a assinatura desse contrato seria imposta? Caso contrario o esquerdista pode optar por não assinar ou não renova-lo. E que nem eu fazer um contrato me comprometendo a pagar a tv a cabo por um ano. Ninguem podera dizer que fui obrigado a assinar.”

    “O que é viver pelo livro de regras nesse caso? Pagar impostos e usurfluir de servicos do estado? Eu ja faco isso.”

    “Mas e se o empresario de direita não quiser fazer um contrato? Se o operario não encontrar emprego numa empresa de esquerda vai ter que se contentar com o salario que o patrão direitista quiser pagar ou ficar desempregado.”

    • O Mensalão está se debatendo com a lógica de novo

      É falta de vergonha na cara, só isso.

      “Em que momento eu defendi a violacão do seculismo? E em que momento eu disse ser neo-ateu?”

      Ué, a base não era a manutenção do secularismo? E agora o sujeito diz que basta uma declaração para a religião poder violar estado laico… rs.

      “Dizer que o estado ”virtual” seria um tipo de privatizacão não significa necessariamente condenar as privatizacões. É apenas dar nome aos bois.”

      Que eu sabia ele deveria refutar minha tese…

      “Mas a assinatura desse contrato seria imposta? Caso contrario o esquerdista pode optar por não assinar ou não renova-lo. E que nem eu fazer um contrato me comprometendo a pagar a tv a cabo por um ano. Ninguem podera dizer que fui obrigado a assinar.”

      Claro que poderia optar por não assinar e nem renovar, mas aí teria que aguentar o questionamento da direita sobre sua hipocrisia. Em suma, esquerdista realmente CRÊ que pode mudar o mundo e replanejá-lo? Por que não juntam as forças para fazê-lo?

      “O que é viver pelo livro de regras nesse caso? Pagar impostos e usurfluir de servicos do estado? Eu ja faco isso.”

      Isso não é mérito algum. O ideal seria a luta pela “justiça social” voluntária, oras. Por coerção, não há moral alguma, além do fato da coerção ser feita em cima dos que não crêem nos mitos do esquerdismo.

      “Mas e se o empresario de direita não quiser fazer um contrato? Se o operario não encontrar emprego numa empresa de esquerda vai ter que se contentar com o salario que o patrão direitista quiser pagar ou ficar desempregado.”

      Isso, vai ter que se contentar…

      Mentes normais entendem isso. Mentes esquerdistas não. 🙂

      Mas se esquerdistas realmente falam a verdade, então podem se juntar e resolver o problema voluntariamente criando mini-sociedades até marxistas. Esse é o desafio do neo-esquerdismo…

  2. Mais esperneio

    “Achei que você ia dizer tranparencia internacional era um orgão esquerdista e por isso manipulava dados.”

    “Certo e quais são as fontes então? Se for de um instituto liberal da no mesmo.”

    “O que uma compacão pifia entre estupro e imposto tem haver com a minha alegacão de que a docotomia
    entre Direita e esquerda não podem ser superada, mas que o radicalismo de ambas as doutrinas pode ser contido?”

    • “Achei que você ia dizer tranparencia internacional era um orgão esquerdista e por isso manipulava dados.”

      Achou errado. O fato é que o índice é de percepção. Onde será que o Suriani aprendeu sobre validação? Achei que ele defendesse ceticismo..

      “Certo e quais são as fontes então? Se for de um instituto liberal da no mesmo.”

      Foi Suriani quem disse que as fontes são inválidas. Ele é que tem que provar que são…

      “O que uma compacão pifia entre estupro e imposto tem haver com a minha alegacão de que a docotomia
      entre Direita e esquerda não podem ser superada, mas que o radicalismo de ambas as doutrinas pode ser contido?”

      A comparação é válida, e não foi refutada. Há uma dicotomia entre esquerda e direita tanto quanto há entre estupro e não-estupro, ou entre crer em Deus e não crer em Deus. Claro que o radicalismo em qualquer uma pode ser contido, mas a Suécia hoje em dia discute entre esquerdismo radical e esquerdismo moderado. 😉

  3. Falando em Feliciano, eis que pipoca mais uma coisa sobre ele na mídia:

    http://www.youtube.com/watch?v=zMUyR_x1YUU

    Claro que alguém dizer que vai dar R$ 1 milhão para alguém é diferente de esse alguém de fato embolsar R$ 1 milhão. Observe-se que falam de Marco Feliciano em primeiro lugar, para só depois lembrar que o esquema pode envolver Aldo Rebelo e Cândido Vacarezza. Porém, note-se que o peessecista não se furtou a dar esclarecimentos a respeito do caso.
    Logo, vamos entender que o tal assunto poderá ser abafado, uma vez que estão citados nomes de dois marxistas-humanistas-neoateístas. Ainda assim, em uma perspectiva MHN, seria aproveitável por dar margem a um tu quoque básico e contra alguém cujo destaque não interessa a MHNs que anteriormente o tentaram derrubar pelos gritos de turbas e informações inverídicas espalhadas pelas redes sociais.

  4. Encontrei esse vídeo onde fala sobre a farsa intelectual no adjetivo homossexualismo, o vídeo é interessante e bastante esclarecedor. (Cita inclusive um erro da Marilia Gabriela…) É um pouquinho longo, aproximadamente 20 minutos, mas vale a pena ser assistido, uma vez que desmarcara a imposição que há dos militantes gayzistas, até mesmo em querer colocar uma palavra correta em desuso, segue o linK:

    http://www.youtube.com/watch?v=N-s5IgjnaZE

    Encontrei esse também, igualmente reflexivo: http://www.youtube.com/watch?v=7DB5-GInbyM

    • Em relação a pessoas dizerem que “homossexualismo” seria dizer que é doença, segue texto do mesmo Hélio Schwartsman que foi refutado neste blog. Como este texto não pisa na política, mas fica na parte da língua que falamos, vamos considerar como algo aproveitável também como algo que possa se usar como o marxismo-humanismo-neoateísmo que pode ser usado de inocente útil contra o marxismo-humanismo-neoateísmo. Daria inclusive para perguntar se o cara que acusa quem usa o termo “homossexualismo” de dizer que uma pessoa é doente não estaria acusando os outros daquilo que ele é, mas sim querendo evitar que as pessoas o vejam como doente por ser praticante de marxismo-humanismo-neoateísmo e derivados também terminados em ismo. Não me parece que ele fosse trocar marxismo, humanismo e neoateísmo por marxidade, humanicdade (só para diferenciar de humanidade e neoateidade, até porque o próprio acharia ele próprio estranho dizer isso (por mais que tentasse adestrar a mente como faz quando usa aqueles termos forçados oriundos do politicamente correto).
      Já pessoas normais, mesmo que sequer soubéssemos do ceticismo político que estamos aprendendo, sabemos que ismo é sufixo que pode servir para doenças como botulismo, mas também para práticas como ciclismo, fisiculturismo, jornalismo, altruísmo, correntes psicológicas como behaviorismo e jungianismo, filosofias como o platonismo e o pragmatismo e uma série de outros tantos ismos de nossa vida.

      • Pois é Cidadão.
        É exatamente isso que o vlogueiro aborda em seu vídeo.
        Dá para notar que os próprios homossexuais são preconceituosos com o adjetivo que os define, não vai demorar muito até eles quererem eliminar o prefixo homo e tudo que lembre ou faça menção a homossexualidade. Vão querer eliminar tudo que os faça lembrar de seus passados.

      • Vânia, não seriam bem os homossexuais comuns, mas os ativistas gays que são preconceituosos com o termo em questão. Observe-se inclusive que o termo “homossexual” é extremamente descritivo, uma vez que homo é “mesmo” e sexual apenas fala de algo relacionado àquilo que ele pratica. Minha grande preocupação é que o homossexual comum está bastante vulnerável ao canto de sereia do ativista e engolindo de maneira acrítica os conceitos que eles querem passar. E nessa, o mesmo pode na prática estar perdendo oportunidades de ouro para conhecer gente boa e poder ter ou ser bom amigo. Observe-se que o que digo inclusive pode ser pensado para outros grupos de indivíduos que o marxismo-humanismo-neoateísmo quer usar de inocentes úteis, bastando aí você imaginar algum termo que possa substituir “homossexual comum” e outro para substituir “ativista gay” e fazendo algumas pequenas adaptações.
        Imaginemos que um homossexual qualquer que esteja influenciado pelo ativismo estranha que um heterossexual que ele conheça não esteja falando com ele há um belo tempo. Poderá pular para conclusões e achar que o cara é o tal do homofóbico, sem pensar que o mesmo heterossexual possa conhecer outros homossexuais e ter contato com os referidos. Acabará tirando de sua cabeça possibilidades como a de que o tal heterossexual esteja ocupado até dizer “chega” ou mesmo que o tal heterossexual possa estar evitando contato com ele por este tê-lo magoado ou mesmo achar o tal cara chato, aproveitador ou outras coisas que poderiam igualmente qualificar alguém heterossexual com quem não se queira ter contato. O pior de tudo isso é que acaba-se usando o tal termo que originalmente foi imaginado para descrever um tipo de psicopatia em que uma pessoa odeia tanto os homossexuais que inclusive quer matá-los ou agredi-los para uma pessoa que na prática jamais desejou isso. Com certeza não é legal ficar comparando alguém a um desequilibrado mental.

        Imagino eu que você tenha notado o quanto que achar que tudo é homofobia inclusive cega a possibilidade de autocrítica e progresso enquanto indivíduo desse homossexual. Poderíamos inclusive usar a mesma mecânica para aquele indivíduo comum que crê ser tudo racismo, para a mulher comum que compra o discurso de que tudo é machismo, para o pobre comum que crê serem todos os seus reveses oriundos de preconceito classista e por aí vai. Note-se o quanto que isso estagna as pessoas e inclusive prejudica a normal sociabilidade. Quem é que quer estar com alguém que crê que todos os atos alheios são racistas/homofóbicos/machistas ou outros “istas” e “fóbicos”?
        Em relação a querer eliminar o passado, isso também é normal no marxismo-humanismo-neoateísmo, pois este tem por norte achar que é preciso destruir a sociedade que conhecemos para que dela surja a tal nova sociedade perfeita. Logo, o passado teria de ser ocultado ou pintado com as piores cores possíveis e dele apenas iria se retirar aquilo que interessa ao avanço da agenda marxista-humanista-neoateísta, pois se conhecido em sua inteireza poderia fazer com que as pessoas dele extraíssem coisas que não interessam a tal propósito ou mesmo que o barram (como saber o que gerou a aplicação prática do mesmo).

      • Luciano desculpe a minha pergnta maldosa, mas o que sai primeiro: o seu livro ou um post no seu outro blog, ceticismo corporativo?
        Gosto mito do que você escreve e sempre leio o seus blogs

      • Eu não sei rs. O livro sai no final do ano, mas o post no outro blog é o seguinte… COM CERTEZA eu vou focar muito no futuro no material do Ceticismo Corporativo, mas acho que tenho muito conteúdo a gerar em relação a ceticismo político, refutação à esquerda, e refutação ao humanismo antes. Minha agenda de posts é enorme.

        Mas vou tentar postar alguma coisa lá, talvez uma vez por mes. (Embora assim que eu retornar a ativa no Ceticismo Corporativo, aí terei posts semanais, e acho que isso ocorre a partir do ano que vem)

        Obrigado pelas palavras.

        Abs,

        LH

  5. Quando começou a trituração da imagem do Marco Feliciano na mídia, ele teve inicialmente que aparecer em programas de gostos duvidosos como o Pânico. Aceitando piadinhas sem graça, pegadinhas de duplo sentido, moralmente ofensivas e por ai vai, pois não tinha espaço para defender-se para um público que não fosse seu, e os programas adoravam o fato de um deputado despreparado precisando se defender e oferecendo-se de bandeja para entrevistas, uma oportunidade única que esses programas não perderiam de jeito algum, a entrevista que cedeu ao Pânico na TV foi humilhante, no Danilo Gentili foi horrivelmente sofrível, ai alguns outros jornalistas e programas mais ” sérios ” resolveram ceder-lhe espaço, j ( obviamente não por amor a liberdade de expressão ) suas poucas aparições demonstravam total falta de argumentação e não haveria perigo em deixa-lo falar, já não precisava oferecer-se para entrevistas, os convites chegavam.

    Porém como bem observado por você ( Luciano ) o Marco Feliciano começou a preparar-se melhor, acertando em cheio nas argumentações, demonstrando o óbvio, enumerando fatos que comprovam que a militância gay estava raivosa pelo fato de perderem uma comissão ( que deveria ser para defender direitos humanos ) mas que estava aparelhada para atender e conceder privilégios para o sindicalismo gay. Começou a mostrar que existia um que de antidemocrático nas manifestações contra ele, inclusive violando o seu local de culto, sua liberdade de expressão estava sendo tolhida e seu liberdade de crença e pensamento cerceada, inclusive com cumplicidade da mídia. Pronto, foi o necessário para que os convites de jornalistas mais sérios e programas cessassem, pois ele tornou-se perigoso nas entrevistas, não podem deixar gratuitamente que furem o bloqueio ou a censura velada que a mídia promove em torno dos dogmas esquerdistas como é o caso da agenda gay. Se ele quiser ou pretender defender-se na grande mídia, deverá novamente ir ao pânico, danilo gentili, ratinho e outros programas que vivem do sensacionalismo ( também duvido que esses programas o chamem novamente ) não podem deixar que o outro lado da argumentação chegue ao grande público.

    Marília Gabriela deve ter um assessoria formidável, que deve tê-la alertado quanto ao perigo de entrevistar o Marco Feliciano, pois teria inexoravelmente ceder espaço para as argumentações dele, como teve que ceder no caso do Silas Malafaia, aliás, no caso do Silas Malafaia foi uma falha de seu programa e duvido que ela deva novamente chamá-lo como andou-se especulando, foi uma oportunidade única que o Silas teve.

  6. Luciano, eu discordo um pouco de você nesse artigo.

    Eu acredito que agora a mídia esquerdista vai adotar aquilo que eu chamo de “fazer cair no esquecimento”.

    Os Malafaias e Felicianos, por incrível que pareça, foram úteis para a mídia por um tempo para ter que atacar a Igreja Católica. Pode acreditar. Agora que os dois e demais pastores de comportamento conservador já fizeram a sua parte, irão receber ostracismo da mídia.

    Aliás, se querem saber o que vai acontecer com esses pastores de víeis conservador, é só olhar para o passado: Os sacerdotes católicos tradicionais dos anos 60, 70, 80,… assim que começaram a incomodar a já forte mídia esquerdista, começaram a ser substituídos por sacerdotes esquerdistas.

    Dou um exemplo: O Bispo de campos Dom Antônio de Castro Mayer (e outros), que na época era muito conhecido e combatente contra o esquerdismo, começou a aparecer demais na mídia, essa mesma mídia começo a deixar de chamá-lo para programas de rádio e televisão na época. Assim também se deu em relação a Plínio Correa de Oliveira, fundador da TFP. Esses sacerdotes tradicionais foram substituídos como “representantes” do catolicismo pelos comunistinhas Helder Câmara, Paulo Evaristo Arns,…

    A mídia esquerdista fará a mesma coisa com Malafais e Felicianos. A tendencia agora é a mídia chamar para os seus programas pastores protestantes progressistas.

  7. Uma notícia que já é queimadora indireta de filme para Marco Feliciano e é queimada direta de filme para o PSC: o partido aceitou a filiação do cirurgião plástico Robert Rey, o Dr. Hollywood, que pode se candidatar a deputado no ano que vem.
    Aqui é meio bola cantada se pensarmos que ele seria o “Tiririca” do PSC e possivelmente seria usado em algum outro estado que não São Paulo (onde poderíamos considerar o Marco Feliciano como puxador de votos). Porém, é daquelas coisas que acaba por fazer o partido passar ridículo, justamente por não ser uma figura sóbria como a do Feliciano em questão.

    Infelizmente temos neste país a história de se pôr alguém bem conhecido para que os eleitores sejam usados de inocentes úteis para eleger gente com as quais ele não consentiu que seu voto fosse usado. É parte do jogo, como prova o Tiririca e como prova o Jean Wyllys, que só se tornou deputado porque foi puxado por Chico Alencar. Tudo bem que a regra do jogo é essa e outros partidos a usam de costume, mas no caso de um PSC que acabou de ganhar destaque, acabará por dar ao povo uma aparência de legenda de aluguel e partido como qualquer outro. Teria sido mais interessante ao PSC ter só o Marco como puxador de votos e, com mais deputados, ganhar poder para, por exemplo, defender algo que o povo quisesse (como acabar com a história de voto de um parlamentar ser usado para eleger outro com o qual o eleitor não consente).
    A outra questão que fica é que Robert Rey é mórmon, religião que possui pontos de contradição em relação tanto ao protestantismo como em relação ao catolicismo. Logo, poderia criar também dissonância dentro do partido e acabar gestando a possibilidade de, a longo prazo, surgir equivalentes no PSC ao que são PSTU, PSOL e PCO para o PT (no sentido de serem dissidências surgidas após conflito interno). Porém, aqui a diferença é que o PSC é bem menor que o PT para suportar debandada de membros e uma debandada de membros poderia significar o fim do partido, com o problema de a situação piorar caso a lei que proíbe a criação de novos partidos passar.

    Pensando no interesse proselitista do mormonismo, um Robert Rey deputado vindo diretamente dos Estados Unidos faria mais efeito de conquista de fiéis do que uns bons milhares de jovens em dupla vestindo camisa branca, mesmo que ficasse só quatro anos. E aqui, acabaríamos tendo a possibilidade de argumentos fornecidos de bandeja para marxistas-humanistas-neoateístas acusarem que o estado laico estaria sendo desrespeitado, dependendo da conduta do Dr. Hollywood enquanto parlamentar.
    Observe-se aqui o quão arriscada está sendo a estratégia de um partido que acumulou um belo capital em poucos meses.

  8. Luciano, falando em Malafaia, ele avisa que processará Jean Wyllys por denunciação caluniosa. Diz o ex-BBB que ele está tranquilo e que possuiria outras acusações contra Malafaia e que o pastor supostamente seria sistemático desrespeitador dos direitos humanos. Continuaremos a perguntar sobre que provas ele possui de que Malafaia teria praticado atrocidades, mas sigo suspeitando que elas só seriam mesmo os tais tweets, fora ficar com a impressão de que se possa acionar alguma rede de difamação para que se faça o mesmo que fizeram com o Feliciano, sempre na base dos “dois minutos de ódio”.

  9. Voltando a falar de Feliciano, o caderno Ilustrada de hoje é mostra da mais pura “marcofobia”, com todas as tirinhas orquestradas contra o deputado da discórdia. Tudo bem que aqui é a parte inocente útil da coisa, com direito a Laerte indo para a praça Roosevelt após as 19 horas, mas ainda assim fico pensando se, mais do que nos concentrarmos em artigos que possuem alguma seriedade em seu teor (ao menos no tipo de linguagem), se não deveríamos também levar em conta que o combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo também deva ser feito enfrentando de algum jeito (que não saberei como) as ações pretensamente engraçadinhas.
    Não deixou de chamar a atenção no link que lhe passo a seguinte frase:

    A ação é contra as ideias, o posicionamento, a existência do pastor e deputado Marco Feliciano, comandante da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, veja você.

    Sim, exatamente isso que se está lendo. Segundo o Lúcio Ribeiro que escreveu isso, a existência de Marco Feliciano é algo inominável, bem como suas ideias (leia-se aí não as ideias de fato, mas o que querem dizer que sejam as ideias dele na base da palavra-gatilho e, portanto, um espantalho das ideias de fato). Fosse apenas contra as ideias e o posicionamento do deputado, vai lá e é do jogo democrático, mas quando se posicionam contra a existência de alguém, aí caímos em desumanização do outro, não muito diferente do que nazistas faziam com judeus, ciganos, testemunhas-de-jeová e até mesmo comunistas ou o que os comunistas fazem com aqueles a quem consideram “burgueses” (fora mostras de racismo e homofobia dos mesmos que estão respaldadíssimas nos próprios escritos de Marx).
    Por que estou falando de também se combater os textos ditos engraçadinhos? Por eles pegarem desprevenidas as pessoas que não estão a par de que há marxismo-humanismo-neoateísmo embutidos neles. E, como sabemos, quando se pega alguém com o estado mais descontraído, certas guardas altas que a pessoa poderia ter (como em relação àquelas que se ergue quando vemos atrocidades políticas) estão desacionadas e a pessoa ri sem se dar conta de que está absorvendo MHN diluído (aliás, como a sigla MHN parece nome de entorpecente sintético, não?). Outro exemplo de texto pretensamente engraçadinho eivado de MHN diluído circulou um bocado no Facebook nesses últimos dias é de outubro de 2012 e vende como se fosse um produto das Organizações Tabajara uma suposta máquina do tempo que permite que a pessoa recue para um passado obviamente pintado nas piores cores possíveis (nada mais marxista-humanista-neoateísta que isso) e possa estar em situações que só aparentam ser exatamente daquele jeito se formos nos apoiar na história contada por historiadores MHN, sendo que os estudos mais recentes mostram que as coisas não eram bem do jeito que os MHNs querem dizer.

  10. Luciano, mais uma no capítulo em questão, vinda do Pragmatismo Político (que está mais para Marxismo-Humanismo-Neoateísmo Político): a OAB entregará representação ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, contra Marco Feliciano e Jair Bolsonaro por suposta quebra de decoro por vídeos supostamente difamatórios da parte de ambos. Acho que vai dar com os burros n’água, ainda mais que é a OAB sendo pena de aluguel de grupos marxistas-humanistas-neoateístas e o Henrique Eduardo Alves já tendo falado que não houve nada de errado com a eleição do pastor da discórdia para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Observe-se que agora que ele recebeu apoio de Bolsonaro, também estão querendo partir para cima do deputado do Rio de Janeiro e desenterrar as tretas anteriores que os MHNs possuem para com ele.

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