Viúva de Glauco diz estar ‘apavorada’ e teme liberação de assassino… ué, mas o marido dela não era de esquerda?

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Fonte: Folha de S. Paulo

A viúva do cartunista Glauco Vilas Boas, Beatriz Galvão, afirma estar “revoltada e apavorada” com a possível liberação de Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, o Cadu, 27, assassino confesso do artista e do filho dele, Raoni.

Para a juíza Telma Aparecida Alves, que acompanha o processo em Goiás, a saída da clínica psiquiátrica em que Cadu está internado é “um fato”, questão de tempo, como revelou ontem a Folha.

Considerado inimputável em razão de doença mental, Cadu tem aval médico para continuar o tratamento na casa da família. Ainda não há data para a liberação ocorrer.

“Acabou minha tranquilidade. Eu me sinto a condenada, porque agora ele vai ficar solto”, diz Beatriz. “Se ele não responde por seus atos, como pode andar na rua? Minha família está apavorada, pois ele sabe onde a gente mora.”

Segundo o advogado de Cadu, Sérgio Divino Carvalho Filho, os médicos que cuidam dele afirmam que, com medicação em dia e acompanhamento médico e familiar, o jovem “não oferece risco”.

Cadu, ex-frequentador da igreja Céu de Maria, fundada por Glauco, está internado numa clínica na região metropolitana de Goiânia (GO). O crime ocorreu em Osasco, em março de 2010.

Meus comentários

O falecido Glauco sempre foi simpático aos esquerdistas. Agora que o assassino de Glauco está para sair da clinica psiquiátrica, a viúva do cartunista se diz “apavorada”.

Ora, mas essa é a cultura criada por Glauco e por toda a esquerda: uma cultura na qual os criminosos não devem ser presos, mas “reeducados”. Se o sujeito fingir que é maluco (mas jamais aceitando segurar um fio de alta tensão desencapado, obviamente), tem o direito a não cumprir pena alguma.

Parece que a ausência de empatia dos esquerdistas ocorre somente quando as vítimas dos criminosos não são de sua família…

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6 COMMENTS

  1. OFF Topic

    Mais um bom artigo do mises.org, embora bem curto: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1584

    Destaque para um trecho:

    “Nossos acadêmicos e intelectuais marxistas da atualidade usufruem um passe livre. Eles não devem explicações a ninguém e não são questionados por sua defesa de uma ideologia homicida. Eles gozam de um certo respeito porque estão continuamente falando sobre melhorar as condições de vida dos pobres e dos trabalhadores, suas pretensões utópicas. Porém, sempre que adquiriu poder, o marxismo fracassou miserável e horrendamente, assim como o fascismo. Portanto, em vez de serem tratados com respeito e tolerância, marxistas deveriam ser tratados como indivíduos que desejam criar uma pestilência mortal sobre todos nós.”

    • Vale lembrar que o próprio R. J. Rummel aumentou a conta de 110 milhões de vítimas do comunismo para 148 milhões, depois de se convencer de que a Grande Fome na China (1958-62) foi um ato intencional de extermínio da população. Assim a conta agora excede em quase 50 milhões os tão repetidos “100 milhões” do Livro Negro do Comunismo.

  2. Luciano, eis que você falou sobre o lance de a ausência de empatia ocorrer somente quando é pessoa próxima (um “efeito Paul Kersey”, recordando a mudança que ocorre no personagem de Charles Bronson em Desejo de Matar após perder sua família para bandidos da pior espécie). Porém, te digo que por vezes nem mesmo quando ocorrem coisas com o próprio marxista-humanista-neoateísta o mesmo se emenda. Eis que vejo isto e não pude deixar de imediatamente achar analogias com este outro episódio aqui. Em ambos os casos, terceiriza-se a culpa de um crime gravíssimo que causaria asco ao mais analfabeto dos cidadãos de bem, fora ser crime que a própria bandidagem não tolera nem um pouco e costuma submeter quem o pratica a dores muito piores que as da vítima.

    Em relação à matéria da Folha, acaba sendo mais interessante ler os comentários do que a própria matéria em si, em que muitos ressaltam que a vítima deveria ter agido de outra maneira e que isso seria a preocupação com o coletivo em si, uma vez que poderia prevenir outros casos do tipo. Ainda em relação ao assunto de maioridade penal, talvez fosse mais interessante não a redução da dita cuja, mas instituir a figura de permitir ao juiz poder aplicar alguma figura que demonstre se alguém demonstrou possuir ciência daquilo que fazia e, caso a resposta seja sim, que isso seja aplicado. É mais ou menos na linha do que se fez na Inglaterra em relação àqueles dois meninos de 10 anos que sequestraram um outro de 2 anos, praticaram um monte de atrocidades e o deixaram para morrer despedaçado por um trem.
    Acho que a reação da viúva do Glauco é a de uma pessoa normal. Pode ser que ela até tenha se desiludido de um monte de coisas em que acreditou até um passado recente. Não devemos esquecer que a maioria dos MHNs é de pessoas normais que tiveram seus cérebros lavados por beneficiários ou funcionais a mando de beneficiários. O próprio Yuri Bezmenov falava que caso a revolução subisse ao poder, os “caviares” seriam os primeiros a ser mortos, porque o impacto da desilusão sofrida é tão grande que eles passam a ser os maiores opositores dos que estão no poder. E isso corresponde justamente à tal reação normal de alguém que se desilude de algo e constata que foi feito de otário (aqui transcendendo para qualquer outro campo da humanidade).

    Concluindo, não devemos esquecer que desde o leninismo os beneficiários notaram que só conseguem operacionalizar os preceitos de uma religião política se entregarem os mesmos às pessoas mais sem princípios que houver, pois essas não têm os freios mentais que as pessoas normais possuem. Os tais sem princípios não estão sujeitos à desilusão que os normais têm quando sentem a dor de a realidade ser outra e as pessoas a seu redor que apoiava não eram tão boazinhas quanto ele supunha.

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