Tirania de esquerda: Comentarista da ESPN pede tolerância dos gays a opiniões contrárias e é fortemente criticado pela mídia

10
176

espn-chris-broussard-studio-anchor

Fonte: Gospel +

As opiniões do comentarista da ESPN Chris Broussard sobre o homossexualismo tem causado uma forte polêmica nos EUA. A polêmica começou quando o comentarista falou, no programa “Between the Lines”, sobre anúncio do jogador da NBA Jason Collins, primeiro jogador das grandes ligas americanas a assumir ser gay enquanto ainda atleta profissional.

Broussard afirmou ser cristão e não concordar com a prática homossexual, e também pediu aos homossexuais, que tolerassem opiniões contrárias, sem tachar aqueles que discordam do seu estilo de vida de fanáticos e intolerantes.

– Eu sou um cristão. Eu não concordo com o homossexualismo. Eu acho que é um pecado, como eu acho que todas as relações sexuais fora do casamento entre um homem e uma mulher – afirmou o comentarista.

– Há muito cristãos na NBA e só porque eles não concordam com esse estilo de vida, eles não querem ser chamados de fanáticos e intolerantes e coisas assim. (…) Assim como eu posso tolerar alguém cujo estilo de vida que eu discordo, ele pode tolerar minhas crenças. Ele não concorda com as minhas crenças e meu estilo de vida, mas a verdadeira tolerância e aceitação é ser capaz de lidar com isso como adultos maduros, e não criticar uns aos outros – completou Broussard.

As afirmações de Broussard não foram bem recebidas pela mídia, que criticou duramente o comentarista. Kelly Dwyer do Yahoo! Sports, foi um dos jornalistas a se pronunciar contra Broussard.

– A última coisa que [os jovens gays] em necessidade é de ver alguém como Chris Broussard, que a ESPN (e, por extensão, a NBA) confia tanto como a sua voz, tanto em jogos e em estúdio, se referindo a eles como pecadores que estão em ‘rebelião aberta com Deus. – afirmou Dwyer.

O jogador da NBA Kobe Bryant também se pronunciou sobre o caso.

– Orgulhoso de Jason Collins. Não se sufoque por conta da ignorância dos outros – publicou Bryant no Twitter.

As críticas às afirmações de Broussard ganharam destaque na imprensa norte americana, principalmente entre os noticiários esportivos, e levaram a ESPN a divulgar uma nota pedindo desculpas pelas afirmações do comentarista.

– Lamentamos que uma discussão respeitosa de pontos de vista pessoais tornou-se uma distração da notícia de hoje. A ESPN está plenamente comprometida com a diversidade e com anúncio de Jason Collins – publicou a emissora.

O jornalista Ben Shapiro, editor do Breitbart, falou sobre as críticas direcionadas ao comentarista, afirmando se tratar de uma perseguição da esquerda. Segundo ele, Breitbart sugeriu que tinha uma visão moral diferente do que a defendida pela esquerda, e que por isso trabalho pode agora estar em perigo.

– Quando se trata de tirania e tolerância, no caso de Chris Broussard é muito mais reveladora do que no de Jason Collins. É o que quer a esquerda: tirania de expressão. Tolerância só se estende àqueles considerados dignos pela esquerda. – afirmou.

Meus comentários

Para entender o absurdo de toda a situação, vejam o vídeo abaixo, de Juca Kfouri, onde ele critica a exposição da religiosidade de Kaká.

@

Para Juca, que é neo-ateu, a religiosidade de Kaká deve ser escondida da mesma forma que se escondem vídeos pornográficos. Se o atleta orar em campo, isso deixa Juca ofendido.

Claro que Kaká tem todo o direito de se sentir indignado, mas Juca está exercendo o seu direito de liberdade de expressão.

Assim como um neo-ateu pode dizer que a leitura da Bíblia “é patética”, um religioso pode dizer que a prática homossexual é uma “abominação”.

No Ocidente, hoje temos uma situação que beira a insanidade: a liberdade de expressão deixa de existir se o foco da crítica for um gay. O pior é que não há uma argumentação lógica sequer que justifique essa distinção de emergência.

Alguns gayzistas dizem “Mas por que alguém tem que se preocupar com o c… do outro?”, mas isso seria o mesmo que perguntar “Mas por que alguém tem que se preocupar com a  prece do outro?”.

Em resumo, em uma sociedade sadia, teríamos que reconhecer que o comentarista da ESPN tem o direito de criticar o comportamento gay na mesma medida que Juca Kfouri tem de criticar a religiosidade de Kaká.

A pergunta é: Por que a ESPN dos Estados Unidos teve que divulgar uma nota “pedindo desculpas” pelas declarações de Broussard, mas a ESPN do Brasil não moveu uma palha para pedir desculpas pelas declarações de Juca Kfouri?

Motivo: existe uma lei de blasfêmia tanto nos Estados Unidos como no Brasil, tornando o comportamento gay algo similar ao que Maomé representa para os islâmicos.

Obviamente, um crime contra a liberdade de expressão. Como sempre, todas as conquistas advindas do Iluminismo britânico (a única forma democrática de iluminismo), tem sido cada vez mais lançadas para a lixeira por causa da esquerda.

Até quando vamos tolerar esse tipo de provocação?

Anúncios

10 COMMENTS

  1. Pedir coerência a gayzistas é perder tempo, mas expor essa incoerência deles na televisão, por exemplo, seria efetivo quando toda a mídia cai em cima depois? Parece que, não importa o quanto apontemos o erro, não irão enxergar… acredito porque não querem mesmo.

    • Rotina interessante. O problema é que seres humanos tem tendência a religião tanto quanto à sexualidade. Além do mais, a tendência não se escolhe, mas comportamento sim. Neste caso, não há um argumento para proibir critica ao comportamento gay, e liberar crítica à religião.

  2. Esse Juca Kfouri merece um post. O cara é tão esquerdista que parece até caricatura. A última dele é crucificar o José Maria Marin porque ele discursou na época da ditadura em homenagem ao Sérgio Fleuri e falou contra o Vladimir Herzog. Ok, para ele um cara que defendia a ditadura ou era amigo do Fleuri não pode ser presidente da CBF (que é uma instituição privada). Mas tudo bem uma terrorista ser presidente da república, e vários terroristas estarem no poder junto com ela. Esse cara é um lixo.

  3. Eu acredito que o único modo de furar o bloqueio, a censura gayzista da mídia, é chamar o islã para participar da brincadeira. Sugiro que emissoras ou blogs de cunho conservadores ( estendendo essa sugestão a bancada evangélica e católica ) convide clérigos muçulmanos para discorrer sobre a visão do islã concernente ao homossexualismo, e as opiniões de maomé ( não sei se existe palavras de maomé no corão que citem diretamente a questão homossexual ) e sobre o que pensam sobre casamento. Duvido que esses esquerdistas covardes como são, vão propor manifestação em frente as mesquitas e madrassas, boicotar os clérigos ou chamá-los de intolerantes religiosos fundamentalistas.

    Sei que é uma proposta inusitada, mas se eu tivesse condições e possibilidades, faria uma experiência dessas; aliás, chamaria líderes religioso de cada religião para falarem sobre o que seus credos e confissões dizem sobre determinados temas e tópicos que os esquerdistas atacam alucinadamente, ai eu queria ver se teriam coragem suficiente para atacar o ” diálogo inter-religioso ”.

    ESPN, contrate um comentarista muçulmano, assim as críticas cessam rapidamente e os valores sagrados dele serão respeitados.

  4. Juca mente descaradamente ao afirmar que:
    -Que respeita as religiões. Só que ao afirmar que Jesus só pode estar em determinados lugares, em casa ou na igreja, desrespeita o que os cristãos acreditam! Por exmplos, há uma passagem bíblica em que o próprio Cristo teria dito: que onde duas ou mais pessoas falassem em nome de dele, ele estaria entre eles.
    -O marketing religioso tenta empurrar goela abaixo das pessoas a sua fé, a sua religião. A manifestação de fé dos atletas tem um único objetivo: eu creio em Deus.Nenhum atleta segura um ateu pelo pescoço e o força a acreditar em suas crenças. O máximo que ele pode dizer é que o ateu vai para o inferno. Todavia se o ateu é ateu, isso não vai fazer diferença, visto que ele não crê.
    -Que tanto é verdade que a Fifa proíbe a manifestação de Fé! Quem é a Fifa para manifestar determinar, no campo religioso, o que é permitido ou proibido? Religioso não pode (por que não paga?) mas adidas, Coca-Cola, Hyundai-Kia, Sony, Visa, e Nike goela abaixo de todo mundo pode?
    A verdade é que quem não tem fé, simplesmente não acredita e não se importa com o que os outros fazem, desde que não os prejudique.

    Tem uma figura num site que ilustra exatamente isso:

    http://conservadoresateus.blogspot.com.br/2013/03/queremos-um-estado-laico.html

  5. Apostasia de fé é o que querem, Jesus já nos alertava sobre isso. Intolerantes são os que acham que queremos despejar guela abaixo deles a nossa fé. É só não ver os nossos post, não visitarem nada nosso. Quem procura sarna para se coçar são vcs mesmos, ativistas, ateus e religiões contrarias ao cristianisno. Até hoje os escribas e fariseus insitam o mundo a crucificar Jesus. Mas nós cremos que a biblia é a palavra viva de Deus, que tudo que há ali escrito é a verdade. Não temos medo ou vergonha de declarar isso onde for. Se vcs tem o direito de se dizerem contrarios a isso imagime nós então, mais direito ainda , pois somos filhos do dono deste mundo, cooherdeiros com Cristo.

Deixe uma resposta