Justiça do Rio decreta prisão de suspeito de atropelar e matar homossexual.. e agora a mídia aparece

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Fonte: Folha de S. Paulo

A Justiça decretou na madrugada deste sábado (4) a prisão temporária do suspeito de atropelar ao menos duas vezes e matar Eliwelton da Silva Lessa, 22, no último dia 29 em Alcântara, bairro de São Gonçalo, região metropolitana do Rio.

O documento do Tribunal de Justiça do Rio, expedido pela juíza de plantão Maria Tereza Donatti, determina que Hélio Galdino, 36, fique preso por 30 dias.

De acordo com o delegado de plantão da 74ª DP (Alcântara) Rudolf Anastácio, que investiga o caso, Galdino tem alguns endereços registrados na cidade e a polícia faz buscas nessas regiões.

Segundo testemunhas relataram à polícia ao longo da semana, Lessa estava com dois amigos em um local do bairro conhecido como ponto de encontro da comunidade homossexual. Ainda não está claro se o motorista da van teria xingado ou mexido com os rapazes, que foram confrontá-lo, resultando em discussão e briga.

O motorista teria tentado usar uma barra de ferro na briga, mas foi impedido por pessoas que passavam no local. Lessa teria levado a melhor, mas cerca de 40 minutos depois, Galdino teria voltado dirigindo uma van.

Os dois amigos conseguiram desviar quando o motorista invadiu a calçada acelerando em sua direção, mas Lessa foi atingido.

Ao tentar fazer uma manobra para fugir, Galdino teria passado novamente com o veículo por cima de Lessa, que teve várias fraturas e órgãos perfurados. O rapaz morreu a caminho do hospital.

Meus comentários

Vamos entender toda a situação.

Eliwelton da Silva Lessa (foto) é um homossexual que morreu atropelado por Hélio Galdino. Segundo a notícia nos relata, Eliwelton se meteu em uma briga com Galdino, e levou a melhor. Quarenta minutos depois, Galdino retornou com uma van e atropelou Eliwelton, matando-o.

Lamentável? Com certeza.

Mas no que isso é menos lamentável que a morte de uma mãe, a facadas, por um filho homossexual?

Conforme publiquei aqui, ainda hoje, vemos a mídia psicopaticamente esconder a morte dos pais de um filho homossexual, mas dar atenção somente à morte de um homossexual por um heterossexual.

O estudo do comportamento da mídia de esquerda nos diz o seguinte: empatia não é algo que se forneça a alguém caso não seja possível fazer uma capitalização política em torno de alguma ideologia ou movimento de esquerda.

A mente normal entende que Maria Lita Gomes da Silveira, morta pelo filho homossexual Alcinei Ferreira Gomes, é vítima tanto quanto Eliwelton da Silva Lessa, morto por Hélio Galdino.  Para as vítimas de crimes hediondos, devemos expor os criminosos e registrar publicamente a indignação para que a sociedade se mobilize cada vez mais a lutar contra a impunidade.

Porém a mente de esquerda vai em direção exatamente oposta: para Maria Lita Gomes da Silveira não há empatia a ser dispendida, mas para Eliwelton da Silva Lessa sim. Novamente, como já disse, por que o esquerdista não pensa em termos de indivíduos que tem direitos, mas em termos de guerra de classes.

A absoluta ausência de empatia e manifestação de completa indiferença dos esquerdistas em relação às atrocidades do mundo (desde que elas atinjam pessoas que não façam parte de seu rol de “protegidos”, em termos de guerra de classes) por si só já seria motivo para considerarmos o esquerdismo como uma patologia social digna de estudo por psicólogos e psiquiatras.

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