Rotina esquerdista: Precisamos da educação plena, e não de aumento penal

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Última atualização: 08 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal] 

A educação no Brasil é um lixo. Tanto na escola pública como na escola particular. Isso todos nós sabemos. Por isso, a esquerda diz que a educação de má qualidade leva as pessoas ao crime. Portanto, na ótica esquerdista, se alguém é criminoso, não é por sua culpa, mas por falta de oportunidade educacional.

Justiça seja feita: é verdade que uma educação de melhor qualidade aumenta as chances profissionais de alguém, e portanto reduz as chances de alguém cometer um crime. Mas isso não significa nada em direção a construir um argumento contra a punição ao criminoso.

Mesmo que hoje em dia, pela falta de educação, alguém tenha mais chances de cometer um crime, o criminoso sempre tem o direito de escolha. Revendo: ele pode escolher entre estuprar ou não estuprar, entre matar ou não matar, e, em ultima instancia, entre usar arma de fogo durante um crime ou assaltar sem o uso de armas.

Portanto, a existência de uma condição que aumenta as chances de alguém ser criminoso não serve como atenuante para crimes violentos cometidos por este sujeito. No máximo poderia servir como atenuante para crimes de subsistência, como roubar laranjas em um pomar, sem o uso de armas de fogo.

Para piorar a situação do argumento pró-bandido, existem países europeus que a esquerda cita como “modelos de sociedade”. São os países escandinavos, onde as pessoas pagam 60% de impostos, e existe escola pública para todos.

Como se explica que a Suécia se tornou o paraíso dos estupradores na Europa? Estatísticas dizem que uma a cada quatro mulheres suecas serão estupradas por lá.

Quanto mais escolaridade deve ser implementada na Suécia para ACABAR com o crime ou reduzi-lo a praticamente zero?

Fica claro que a desculpinha de escolaridade é somente mais um truque para não existir punição.

A constatação mais constrangedora, no entanto, é o fato de que toda essa rotina é uma flagrante falácia do falso dilema.

Na verdade, podemos investir em educação ao mesmo tempo em que punimos os criminosos. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Se a educação reduz a chance de alguém cometer crime, e em consequência de cometer crime violento, ótimo. O que não muda o fato de que os crimes violentos devem ser punidos, caso sejam praticados.

Uma forma de neutralizar este truque é questionar ao esquerdista: “Mas quem disse que para investir em educação devemos parar de punir criminosos?”

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5 COMMENTS

  1. Luciano, há que se ter um certo cuidado quando falamos de estupros na Suécia. Parte do tal “uma em quatro” pode ser derivado de pesquisas distorcidas do passado feitas nos Estados Unidos em que feministas, para tentar aumentar o número de estupros não denunciados, consideraram como tal as relações consensuais que mulheres tinham e das quais porventura não tenham gostado ou se arrependido a posteriori, distorção essa que gerava também a história de dizer que a maioria das estupradas ainda conviviria com seu suposto estuprador (logo, poderíamos considerar que um homem que tivesse tido uma relação sexual com sua companheira e após tal evento dele se arrependido ou não gostado teoricamente seria um estuprado e estaria convivendo com sua estupradora). Christina Hoff Sommers desarticulou essas alegações que acabaram ganhando outros “uma em…” conforme caíam na boca do povo.
    Porém, esse “uma em quatro” e as teorias disso derivadas acabaram por influenciar a Suécia, em que estupro pode ser qualquer coisa, mesmo que consensual (Assange que o diga e na prática a lei de lá diz que todos os suecos são frutos de estupro, salvo aqueles feitos por fertilização in vitro ou inseminação artificial). Isso na prática acabou sobrecarregando o sistema policial local e tirou efetivo para que se investigasse o verdadeiro estupro (entenda-se aí por penetração vaginal, oral ou anal feita à força ou sob grave ameaça), fora facilitar as falsas denúncias (uma vez que se parte do princípio que a palavra da denunciante é prova e poderia até dispensar corpo de delito, exame de DNA e comparação com o material genético dos suspeitos e outros procedimentos que comprovem real violência sexual). Logo, na Suécia sempre haverá o risco de alguém se deslumbrar com alguma beldade local, ela corresponder aos avanços, as negociações tornarem-se um ato sexual e, após o mesmo, a mulher não goste ou se arrependa (independente de ser algo convencional em que ela nada sentiu ou uma digna de filme pornô cheia de “ohhh, ja, knulla mig”). Pela lei local, alguém seria considerado “estuprador leve” por simplesmente dormir de conchinha com uma garota, caso porventura sua particularidade anatômica roce a particularidade anatômica da fulana, pois a lei considera violência sexual também se ela não resistir ao ato (e aqui incluindo uma não-resistência que não esteja associada a grave ameaça). Por causa dessa ampla definição de estupro, o país nórdico tem o maior número de estupros na Europa e uma taxa de punição inferior a 10%. Logo, consideremos como uma legislação altamente gramsciana propositadamente feita para gerar clima de terror na população e, por ser tão ampla, fazer com que propositadamente gere sensação de impunidade. Outro link a respeito.

    Ainda assim, podemos considerar que a lei local e esse viés gramscista podem até na prática estar incentivando o estupro de verdade (aquele tipo que envolve violência ou grave ameaça) e da modalidade grupal, como este caso, uma vez que o aparato estatal está às voltas com mulheres que ficaram injuriadas porque alguém as abraçou nesse abraço ela sentiu um volume a mais encostando-a de leve.

  2. Essa falácia de que tem que ter educação ao invés de aumento penal é uma que pega muitas pessoas até inocentes, mais muitas mesmo. Já vi muitos brasileiros que, mesmo não tendo filiação partidária falam isso, talvez indo na manipulação da mídia, boca do povo, escolas, universidades, etc., o que demonstra como a esquerda faz a cabeça da pessoa.

    Arrisco em dizer que quando algum inocente fala isso, pode ser um indicativo de que essa pessoa possa ter tendências à esquerda e que o melhor a fazer é eliminar essas tendências, até porque é mais fácil discutir quando é alguém que está próximo de nós por a conhecermos.

    • Então….Adalberto

      A relação entre crime e educação pode ser enquadrada em falácia de falsa dicotomia….se você souber como argumentar.

      A relação obviamente existe, mas é PARCIAL. A maior prova disso são os políticos esquerdistas (em especial do PT) que praticam crimes, e foram todo GENUINAMENTE educados. A educação não é a solução para a criminalidade…simplesmente porque esquerdistas supõe que pessoas educadas não cometem crimes.

      A redução de criminalidade exige várias perspectivas de solução, não se restringido à diminuição de maioridade penal, nem aumento da educação na sociedade. De fato ambas as opções podem ser implementadas e MESMO ASSIM a criminalidade se manter a mesma, diminuir ou aumentar…..o fato é que ele ainda EXISTIRÁ — pois corresponde à natureza humana.
      A esquerda percebe a educação como agente de mudança comportamental (é por isso que vive empurrando material de cunho social para crianças em escolinhas), só que ÍNDOLE é algo que não se controla externamente.
      No mais, estarão criando bandidos mais educados — que pedem “por favor tire sua roupa”, antes de estuprar mulheres em fundo de ônibus. PESSOAS RUINS EXISTEM SEM QUALQUER CAUSA APARENTE.

  3. A pegadinha com os estupros na Suécia, não é quantos estupros são, mas sim QUEM os está cometendo. Devido a essa “tecnicalidade”, as próprias feministas suecas estão quietinhas a respeito dessa onda de estupros. Afinal, na mente do esquerdista, apenas opressores cometem crimes.

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