Rotina esquerdista: A mídia dá excessiva atenção aos crimes, por isso a população se impressiona

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Última atualização: 10 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

Pode parecer o cúmulo da cara de pau, mas muitas vezes esquerdistas usam essa rotina para tentar demonstrar que a criminalidade não é um problema tão sério. O problema estaria, na visão deles, na mídia dando excessiva atenção às notícias de crimes violentos.

Obviamente, existe viés na mídia, mas este é um viés de esquerda, que odeia noticiar barbaridades cometidas por criminosos. Se noticiam, o fazem por pressão do público, que quer saber notícias a respeito das vítimas.

Exemplos.

  • Uma turista foi estuprada no Rio. Ela está bem? Como está reagindo? Os marginais já foram presos? Se foram, o risco de ataque por eles diminiu.
  • Um jovem foi morto na frente de seu apartamento. O seu criminoso é menor de idade? Se for, ainda existe o risco dele continuar matando na região

Em suma, isso é notícia, que espontaneamente o cidadão comum quer saber.

Em um outro exemplo, pude presenciar vários funcionários de uma empresa buscando notícias na Internet a respeito de uma onda de assaltos na região. O objetivo deles era saber se valia a pena continuar na empresa ou não.

Existe um motivo mais espontâneo para buscar notícias sobre criminalidade do que esse? Claro que não.

Além de tudo, o ser humano é um animal empático. Que eu saiba, somente os répteis tem total ausência de emoções. Mas o homo sapiens é uma máquina com componentes de empatia.

É natural que busquemos saber notícias sobre crimes (e riscos para as vítimas, ou para nós mesmos), assim como notícias sobre os eventos da boate Kiss em Santa Maria, RS, por exemplo. Se podemos saber sobre acidentes e tragédias, por que não podemos ter notícias de tragédias relacionadas a crimes?

Além do mais, recentemente tivemos crimes “bárbaros” contra gays para os quais a mídia deu destaque. Exemplo: um homossexual que foi agredido por uma lâmpada na avenida Paulista, ou outro que tomou um soco em uma briga de trânsito. Realizemos: a mídia deve noticiar casos de agressão leve, se for contra gays, mas ignorar casos de ultra-violência contra heterossexuais, como estupro de uma mulher no ônibus ou mesmo uma dentista queimada viva?

Não é possível que sejam mais abjetos do que isso. (E não estou pedindo que deixem de noticiar crimes contra gays, mas apenas notando que esquerdistas querem evitar o noticiamento de crimes violentos)

Para piorar, esconder as notícias para a proteção do criminoso não passa de uma forma de censura.

É claro que o problema não está com o noticiamento de um crime, mas sim com a ocorrência dele.

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