Rotina esquerdista: O problema da prisão é que as mães dos bandidos sofrem quando os filhos estão lá dentro

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Última atualização: 12 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

A parte positiva do blog do Sakamoto, para mim, é que ele poupa muito trabalho. Eu poderia ler vários e vários livros de conteúdo esquerdista em que eles apregoam sua bandidomania, mas Sakamoto simplesmente compila o máximo de rotinas possíveis de apologia e tolerância ao crime. É só ir lá e mapear. (No caso esta foi indicada pelo leitor Cidadão, mas no mesmo texto achei lá 2 ou 3 verbetes adicionais)

Por exemplo, essa rotina que estou tratando agora é uma que ele fez para comemorar o Dia das Mães.

Qual a lógica do infeliz? Para ele, o problema das prisões está no fato de que enquanto os criminosos estão lá, há uma série de mães (assim como filhos, irmãos, etc.) sofrendo do lado de fora da cadeia.

A partir daí, ele usa todo recurso emocional para dizer que a prisão é má, como se vê neste trecho: “E o peito começa a apertar quando o número de ligações vai escasseando, a freqüência diminuindo. Quando a saudade falada já não convence. O coração fica mirradinho, mirradinho. O que será aconteceu que ninguém veio me visitar?”

A parte do “mirradinho, mirradinho” realmente ele desenterrou. Deve ter ganho algum torneio de chantagem emocional mais eficiente dos conteúdos psicopáticos esquerdistas.

O engraçado é que ele nem sequer é capaz de entender que as mães sofrem por muitos motivos. Por exemplo, a morte de um filho, ou mesmo o fato de ver sua filha ser estuprada. Ou mesmo outras intempéries da vida não relacionadas ao crime.

Que lógica derivaria na conclusão onde poderíamos estipular que o único ser humano cujo sofrimento psicológico é imoral é o da mãe de um bandido? Ou dos familiares dele?

É exatamente o oposto. Este sofrimento é muito menos importante do que o das famílias das vítimas.

Qual a importância do sofrimento das mães dos terroristas que jogaram aviões no World Trade Center no 11 de setembro? Em comparação com o sofrimento das vítimas do ataque? Com certeza, a importância é ínfima.

O sofrimento das mães é uma constante da vida, pois a vida é composta de altos e baixos. Querer criar um paraíso onde mães não sofram, mas somente se forem mães de bandidos, é no mínimo uma petulância desavergonhada, além de não ser justificada logicamente. Um sinal disso é que Sakamoto usou apenas truques emocionais, mas nem de longe um argumento sólido.

Um exemplo? Vejam aqui: “Muitos leitores dizem que a culpa também foi delas por terem criado seus homens assim. Bem, talvez. Talvez não. Talvez de nossa ação e nossa inação também. Quem sabe?”.

Ué, um “quem sabe” e um “talvez sim, talvez não” em um argumento onde ele tenta nos vender que o sofrimento das mães de criminosos é inaceitável? É claro que ele não tem um argumento, apenas uma apelação emocional.

Enfim, o ditado diz que ser mãe é padecer no paraíso. Há ônus e bônus. E no caso de uma mãe que tem um filho latrocida, terrorista, estuprador ou homicida em geral, ela deve entender que está arcando com um ônus.

Se tivesse vergonha na cara, o criminoso nem ia querer ser visitado. Por vergonha.

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  1. Mateus 25:31-46
    “Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos; e porá as ovelhas ã sua direita, mas os cabritos a esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem ã sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes; estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão e fostes ver-me. Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos? Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te? E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes. Então dirá também aos que estiverem a sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes. Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim. E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.”

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