Rotina esquerdista: Redução de maioridade penal é satanização da adolescência pela sociedade

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ExorcistHoofd_Hoog

Última atualização: 12 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

Mais uma da ONG “Não Violência”, e essa é para perder o fôlego:

Quando queremos reduzir a maioridade penal parece que há um discurso implícito que diz mais ou menos o seguinte aos adolescentes: “nós desconfiamos de vocês… se não andarem na linha, nós vamos puní-los com rigor!” Ou seja, passamos a cultivar um espírito de desconfiança, tratando os adolescentes como se fossem nossos inimigos. No entanto, sabemos que a adolescência é uma fase em que o ser humano é tomado por diversos conflitos e um forte sentimento de insegurança, de maneira que nossa desconfiança pode ter o poder de acentuar ainda mais as dores de um período por si só doloroso. Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada para construção de uma sociedade melhor, e não como vilões que estão colocando a nação em risco.

Mas que porra é essa?!

Fazia tempo que não via tamanha sequência de manipulação de conceitos, além de fantasias e leituras mentais.

O tal “discurso implícito” está na mente do esquerdista desta ONG. Assim é fácil. Basta inventarmos que existe “discurso implícito” em qualquer lugar, para refutarmos o espantalho criado.

A partir daí, ele usa o truque de transferência, para transferir todas as proposições feitas em relação aos criminosos, incluindo adolescentes, aos adolescentes como um todo.

É algo tão vil e torpe como ver uma gerência dizer que vai punir todos os fraudadores, mesmo terceirizados, e sair dizendo: “O que a gerência tem contra os terceirizados?”. Não passa de fraude intelectual da pior qualidade, digna de quem não tem a menor vergonha na cara.

Entende-se: aliados de bandidos cometem crimes contra a lógica também.

Portanto, é mentira que ao pedirmos redução da maioridade penal estamos “tratando os adolescentes como se fossem nossos inimigos”. Na verdade, os inimigos são apenas os adolescentes criminosos. Assim como os criminosos adultos. Também não temos “desconfiança contra os adolescentes”, mas contra todos os criminosos violentos.

Se o criminoso adolescente não pode ser vítima de nossa “desconfiança”, pois isso “pode ter o poder de acentuar ainda mais as dores de um período por si só doloroso”, que isso seja um motivador adicional para ele andar na linha, oras.

A parte final é mais grotesca ainda: “Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada para construção de uma sociedade melhor, e não como vilões que estão colocando a nação em risco.”

Como se vê toda frase em qualquer parte desta rotina é refutável, pois a valorização do jovem não implica que tenhamos que valorizar os jovens criminosos, e os vilões não são os jovens, mas sim os jovens criminosos.

Qual o truque central em toda a rotina? Simples. O sujeito não tinha um argumento contra a redução da maioridade penal, e fingiu, perante o público, que os proponentes do fim da impunidade ao menor tinham algo contra todos os adolescentes, e não somente contra os adolescentes infratores.

Basicamente, é uma extensão da rotina Redução da maioridade penal é preconceito contra o menor de idade.

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