Rotina esquerdista: Culpa não existe

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Última atualização: 14 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

É exatamente isso que você leu.

Alguns esquerdistas (não todos), no curso de um debate sobre aumento penal, tentam esvaziar o conceito de culpa para inocentar o bandido.

Ora, se é assim, a coisa se resolve dizendo: “culpa não existe”. Ou então: “eu não acredito em culpa”.

A rotina é tão besta que só vale como piada, pois, se o sujeito não acredita em “culpa”, então qual o sentido em dizer que um criminoso não pode ser culpado por um crime, pois a “culpa” é da sociedade?

Mas será que ele lança a “culpa” na sociedade, pois esta é uma entidade abstrata que não pode ser penalmente responsabilizada por nada?

Aha, então a coisa fica bem fácil agora: “culpa”, na ótica deste esquerdista, existe, mas somente se for lançada sob um ente abstrato que não pode ser responsabilizado penalmente. Que beleza!

Talvez ele pode dizer que a “culpa” existe, mas somente se for dos ricos. O duro é ele arrumar um argumento dizendo que culpa só pode existir em alguém que pertencer a uma classe mais abastada.

O fato é que não há lógica alguma nesse tipo de rotina, que só pode ser respondida com base no esculacho absoluto, como o apontamento da paralaxe cognitiva contida no truque: (a) culpa não existe, (b) sociedade tem culpa.

Pura palhaçada.

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