Rotina esquerdista: Não existe impunidade do menor por causa de sua inimputabilidade

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Menor Infrator

Última atualização: 14 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

No meio do discurso, para esconder a falta de lógica de sua proposta, o esquerdista pode surgir com uma tentativa de impor um estilo sem a menor substância.

Um exemplo é quando alguém fala em “homossexualismo”, e o sujeito diz “não, agora não existe mais homossexualismo, mas sim homossexualidade, pois ‘ismo’ está relacionado a doença, e bla bla bla”.

Obviamente a distinção é uma invenção de última hora, apenas para dispersar a atenção da platéia. Homossexualismo e homossexualidade são a mesma coisa.

Um truque de mesma natureza ocorre nesta rotina.

Quando criticamos a impunidade de menores, garantida por lei, o esquerdista pode lançar: “Não existe impunidade de menores, mas sim inimputabilidade. Quer dizer, o menor não pode ser punido por lei”.

É hora de mandar o infeliz tomar bem no meio do olho do cu, pois é preciso de muita cara de pau para tentar enrolar o oponente com tamanho truque linguístico.

Ora, inimputabilidade é apenas a forma de garantir a impunidade por lei. Logo, alguém pode cometer um ato e não ser punido por ele. Impunidade, sendo apenas a ausência de punição, é garantida pela inimputabilidade. Para alguém fingir não entender algo tão óbvio, é necessária muita desonestidade intelectual.

Aliás, existem várias formas de se garantir impunidade. Ser aliado da máfia, por exemplo, é uma das formas. Ter contatos poderosos é outra possibilidade. Mas nenhuma forma é mais efetiva do que obter a inimputabilidade. Neste caso, quem protege o meliante é o estado, detentor de altíssimo poder de coerção.

Em outras palavras, a inimputabilidade do menor, por lei, é uma das mais abjetas formas de impunidade.

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