Rotina esquerdista: Se a idade fosse fator positivo, os maiores de 18 anos não cometeriam crimes

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luizcoutoLucioBernardoJrCamaradosDeputados

Última atualização: 14 de maio de 2013 – [Índice de Rotinas][Página Principal]

O deputado Luiz Couto, petista, lançou uma pérola que pode entrar para a história das maiores escrotidões proferidas em defesa da impunidade dos menores.

Vejam que maravilha (e cliquem no link para verem que não estou mentindo): “Se a idade fosse fator positivo, os maiores de 18 anos não cometeriam crimes, quando, na verdade, são protagonistas de mais de 90% deles”.

Modéstia a parte eu sou especialista em encontrar fraudes intelectuais em discursos fraudulentos. Mas e quando o discurso não faz sentido algum?

Vamos tentar decifrar isso que ele quis dizer: a idade é um critério, que pode ser atendido ou não. Este critério serve para definir alguém como passível de julgamento ou não. Logo, atendendo-se esse critério alguém pode ser julgado por algo. Mas se o critério atendido for um fator positivo, então ninguém pode ser “descoberto” no julgamento.

Não é preciso de muito brilhantismo para objetarmos: ora, se o critério “positivo” (seja lá o que ele quis dizer com isso) deve garantir que ninguém julgado por esse critério seja “pego” no julgamento, então para que o julgamento?

Estamos claramente diante de um raciocínio circular digno de pena.

A tristeza é que essa coisa é relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, e obviamente vai rejeitar a proposta.

O problema é que com essa “lógica”, esse sujeito não pode ser relator nem de pedido de boteco…

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4 COMMENTS

  1. Acontecendo agora 14/05 – 00:52:

    – Discussão sobre maioridade penal no Roberto justos +.

    esquerdista fazendo drama e teatro….é nojento.

    • E o pior… drama e teatro com rotinas 100% irracionais.

      O que proponho é uqe cada vez mais demonstremos ao público de qualquer debate (inclusive em redes sociais) que os esquerdistas estão sempre fora do debate racional, mas isso é ainda mais verdade na questão da bandidomania.

      O debate passaria a ser não entre esquerda e direita, mas entre sanidade e insanidade, e o discurso do hospício estaria do lado da esquerda.

      Se entarmos nos debates com essa postura, desmascarando-os e chamando-os de argumentadores no nível da sociopatia e inimigos do discurso racional, teremos resultados.

      As rotinas que tenho mapeado provam definitivamente que eles são inimigos da moral. Mas pior: são inimigos da razão. 😉

      • O pior de tudo é o cara falar isso na presença dos pais das vítimas….isso é o cúmulo da falta de empatia.
        Infelizmente nem mesmo os pais das vítimas estavam preparados para enfrentar esse tipo de teatro público-televisivo…..embora a mãe do jovem morto, demonstrasse claramente sua insatisfação com a capitalização esquerdista, não teve os argumentos lógicos, nem a assertiva necessária pra chamar o advogado famoso de porta de cadeia do que ele realmente é….um sociopata co-autor esquerdista, com todas rotinas garantidas.
        Quanto ao pai de moça assassinada, é espantoso ver como ficou impassível frente aos elogios do esperto esquerdista, e nem percebeu a capitalização do mesmo….me admira que o pai agora seja da política….tem que ficar mais atento ao jogo de debate político — a oposição simplesmente não existe em campo político.

        É engraçado como a coisa toda já foi montada desde o princípio. De um lado temos os pais que perderam alguém (como a indicação do apelo emocional) e do outro lado o advogado papagaio esquerdista (que é indicado como o “Expert” jurídico – ‘a razão’)…..para o público fica a ideia cravada que será uma discussão entre emoção e razão.

        O discurso é razão contra irracionalidade (como você citou), e em termos claramente ideológicos.
        Mas o que poderíamos esperar da televisão não é? Mesmo se um “reaça” se levantasse pra falar ali….logo seria cortado, isso se não fosse expulso do programa a pancada.

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