Dois livros maravilhosos da esquerda bandidômana… pra quê?

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Calma, gente, não há livros esquerdistas inspiradores. Pensando bem, até existem alguns, como os de Saul Alinsky e George Lakoff, mas apenas no quesito método político, e não quanto a argumentos, naturalmente.

Na verdade, esquerdismo sempre foi e sempre será a prática de fraudes intelectuais de forma a gerar capitalização política para dar poder a detentores de estados inchados. Quanto mais totalitários, melhor para os esquerdistas funcionais. Esquerdistas moderados servem apenas de fachada para os esquerdistas radicais.

De qualquer forma, a literatura esquerdista se torna, para mim, um deleite, muitas vezes. Não por trazer idéias lúcidas e coerentes, mas pelo exato oposto: por rotinas fraudulentas que podem ser mapeadas.

Assim, um esquerdista produz conteúdo, que pode conter rotinas que sejam mapeadas ou não. Essas rotinas embutem uma ou mais técnicas de propaganda (caso as técnicas se relacionem a rotulagens, temos um jogo de rótulos), para atender a itens de uma agenda, que eu já conheço de cor e salteado.

Recentemente, adquiri dois livros de autores esquerdistas que adoram proteção a criminosos.

Um deles é “Justiça – Pensando alto sobre Violência, Crime e Castigo”, de Luiz Eduardo Soares, autor de A Elite da Tropa e A Elite da Tropa 2.

Esquerdista até a medula, o autor simplesmente usa um sem número de rotinas para sempre pedir penas mais brandas para criminosos. Foi deste livro que mapeei a rotina O bandido também é vítima, logo não temos um criminoso e uma vítima, mas duas vítimas.

Mas o livro de Soares empalidece diante de Are prisons obsolete?, de Angela Davis.

Aqui a proposta não é apenas reduzir as penas de criminosos ou mesmo considerar cadeias como unidades de educação (e só). Ela diz que essas propostas são paliativas. O negócio é acabar com as prisões de uma vez por todas.

É exatamente isso que vocês leram. Ora, para que prender bandidos? Basta eliminar as prisões e trocá-las por formas de “reparação”. Aí enquanto o criminoso pratica a reparação, a vítima (engraçado que a autora se “esquece” das vítimas que morreram) deve praticar o perdão e o diálogo.

Está dando risada? Não ria ainda, pois as resenhas da Amazon mostram que vários esquerdistas levaram Angela Davis a sério.

Na verdade, sempre apoiarão, sem a menor coerência ou racionalidade, qualquer proposta que vise tornar a vida do bandido uma moleza.

Faço questão aqui de listar as rotinas que achei em Are prisons obsolete?:

  • Prisões são construções feitas para alimentar o comércio
  • Para evitar apoiar as prisões, as pessoas deviam sentir como é a vida dentro da prisão
  • Se você soubesse como a prisão é horrível, não iria querer que as pessoas fossem presas
  • Ao aprisionarmos as pessoas, escondemos os problemas sociais para evitar ter que tratá-los
  • Há maior risco de um negro ser condenado à prisão do que um branco, por isso a prisão é racista
  • Prisão com trabalhos forçados é uma forma de escravidão
  • Se já abolimos a escravidão, devemos abolir a prisão
  • A manutenção das prisões afeta negativamente as minorias
  • A prisão nem sempre existiu, então não precisa existir para sempre
  • Já abolimos a pena de morte, agora falta abolirmos a prisão
  • A prisão é uma forma autoritária de tratamos os criminosos
  • A prisão é uma forma violenta de tratarmos os criminosos
  • Prender criminosos é fascismo
  • Há excesso de gente nas prisões, por isso devemos acabar com elas
  • O encarceramento de bandidos não diminui a taxa de crimes
  • Neste ritmo, um dia todos vão estar presos
  • O aprisionamento de bandidos traz apenas uma falsa sensação de segurança

Justiça seja feita: ao menos Angela Davis é criativa, não?

Que Leonardo Sakamoto, que nada. Em termos de apologia ao crime, Angela Davis supera todos os limites do absurdo.

Claro que Sakamoto deve ter se tornado um ídolo para os bandidômanos do Brasil ao criar a inesquecível rotina “Ostentação devia ser crime, ao invés do assalto a quem ostenta” (que ainda não foi publicada por aqui, mas será em breve), mas ele próprio se sentiria cachorro pequeno perto de Angela Davis.

Angela Davis e  Luiz Eduardo Soares mostram a que vieram: surgem com rotinas fraudulentas, que devem ser mapeadas. Em seguida, conscientizamos o público das fraudes que lá existem.

Como esquerdistas puro sangue, não são pessoas com as quais devemos ter um diálogo para troca de informações. Fazer isso seria ingenuidade.

Mapear as fraudes que eles cometem é a única forma dar alguma dignidade ao esforço deles em criarem e praticarem estas fraudes.

Com base nestes dois livros, trarei mais duas ou três baterias (de cinco posts por dia, provavelmente) com novas rotinas de apologia e tolerância ao crime, a partir do próximo fim de semana.

A partir do momento em que encaramos a interação com eles como uma forma de “esporte” (será que eu não deixo passar alguma rotina relevante?), deixamos a indignação de lado e passamos a nos divertir com a divulgação das fraudes deles.

Enfim, dois livros maravilhosos, que servem como manuais da típica patifaria intelectual esquerdista na questão do crime.

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8 COMMENTS

  1. Cara, já pensou em reunir esse conhecimento todo que você tem de rotinas esquerdistas e estratégia política e você mesmo escrever um livro pra contrapor essa porra toda?

  2. Eu só estou preocupado com essa companheira de classe oprimida, pois se esse hit chegar no ouvido do Sakamoto é bem capaz dele processá-la pelo “crime de ostentação”:

  3. Em relação a Sakamoto, não se esqueça que ele se melindra quando é memetizado e quando os memes usam a mesmíssima lógica que ele usa em suas postagens para outras coisas:

    1) Afinal, ao dizer que não tem medo de ser assaltado porque não tem relógio caro é a mesmíssima lógica que eles usam ao atribuir a bocas de pessoas não marxistas-humanistas-neoateístas a afirmação de que mulher é estuprada porque usa minissaia;

    2) Flagrar a notável contradição entre dizer que o bem mais precioso que possui é um ornitorrinco de pelúcia quando se vê um Macbook, salvo se o tal ornitorrinco foi enchido internamente com bolas de pelo extraídas do estômago de ornitorrincos de verdade, for costurado com fios de ouro e tiver seu bico feito do mesmo material do bico de um ornitorrinco de verdade). Onde há mais ostentação, no Macbook ou no ornitorrinco (afinal, quem tiver um mais comum ursinho de pelúcia poderá reclamar de ostentação);

    3) Reclamar de usarem o Lawrence Fishburne (na famosa série de memes à Matrix que circula na net) e demonstrar preocupações com o calibre craniano (aqui, surpreende ver o quanto que ele encana com uma bobagem dessas).

    Veja também como ele novamente quer se mostrar superior aos que o leem (dizendo que as pessoas têm incapacidade de interpretar textos), sendo que o que observamos é justamente a construção de outros textos usando a mesma lógica que ele emprega nos dele, apenas trocando elementos para demonstrar contradições (algo muito mais leal do que usar Derrida para dizer que os outros disseram o que nunca disseram, não acha?). Luciano, não se esqueça em algum momento de desnudar a rotina MHN de se achar superior a todos, inclusive àqueles que eles dizem ser oprimidos (Che já disse coisas nesse sentido e outros também, o que inclusive ajudaria a acabar com aquela história de eles quererem se pôr no mesmo nível daqueles a quem dizem querer ajudar).

  4. Luciano, amanhã, além de vadias, marcharão também outros inocentes úteis que creem ser estado laico o mesmo que ateu e insinuando que aqui há teocracia, em vez de uma natural adaptação da vida pública à maioria de católicos que aqui habita. Se você olhar a página dos que pensam protestar por um estado laico que jamais foi ameaçado, notará que eles são amiguinhos da ATEA. Caso olhe a linha do tempo da tal página, notará que eles só protestam por coisas marxistas-humanistas-neoateístas, mas querem disfarçá-las de laicidade. Talvez possamos considerar 25 de maio o Dia do Inocente Útil, tantos os burros que acreditam em utopias sem saber que a utopia é só a cenoura que os faz puxar a carroça dos líderes MHNs que jamais acreditaram na besteira que vendem para o populacho.

    • Estava lendo “Bullies”, de Ben Shapiro, e ele explica o padrão da tática esquerdista.

      Invade a mídia e diz “que precisamos tirar o conservadorismo da mídia”.

      Viola o estado laico e diz: “lutamos pelo estado laico”.

      Eles jogam de tal forma que mtos oponentes ficam até sem resposta, pela dimensão da mentira (até desistem de refutar, algumas vezes).

      Abs,

      LH

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