Agora eu quero assistir de camarote: Como os esquerdistas resolvem o paradoxo (criado por eles) da obrigatoriedade de alguém ter que escolher entre ser homofóbico ou islamofóbico?

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Junto com o advento do politicamente correto, esquerdistas criaram uma técnica para não precisarem mais debater: o truque da “fobia”.

A metodologia é bem simples. Basta encontrar um grupo social e fingir defender este grupo social – no caso gays e islâmicos seriam dois grupos sociais. Não importa que eles nem sequer sejam defendidos, nem que as demandas esquerdistas pertençam a uma minoria dentro destes grupos. Eles ainda aparecerão em público como “defensores de islâmicos” (ou do multiculturalismo) e “defensores de gays” (ou da diversidade sexual). Em seguida, basta encontrar oponentes que lancem críticas, por menores que sejam, a um desses grupos. A partir daí, basta rotular o oponente como “fóbico”, em relação ao grupo que tenha sido criticado. Daí surgiram os termos “homofóbico” e “islamofóbico”.

Doravante, não há mais debate, pois a crítica ao comportamento gay torna-se praticamente uma blasfêmia e qualquer um que critique, por exemplo, o casamento gay será tachado de “homofóbico”.

O detalhe é que isto criou um paradoxo que complica a vida dos próprios esquerdistas.

Eis o paradoxo:

  1. A crítica ao comportamento/orientação gay é intolerável, sendo qualificada de homofobia. Homofobia é condenável e deve ser proibida.
  2. A crítica ao comportamento/dogma islâmico é intolerável, sendo qualificada de islamofobia. Islamofobia é condenável e deve ser proibida.
  3. Diante de qualquer crítica ao comportamento/orientação gay, temos alguém definido como homofóbico.
  4. Os islâmicos criticam fortemente o comportamento/orientação gay, logo, pela lógica acima, seriam homofóbicos.
  5. Mas sendo qualificados como homofóbicos, temos os islâmicos qualificados como praticantes de “algo condenável e que deve ser proibido” (homofobia). Logo, isto é uma crítica forte ao comportamento e cultura dos islâmicos.
  6. Conclusão inevitável: rotular o islâmico de homofóbico é islamofobia.
  7. Se os islâmicos criticarem os gays, e o esquerdista não fizer nada, será cúmplice de homofobia. Mas se ele criticar os islâmicos por homofobia, então será islamofóbico.
  8. Resta ao esquerdista optar pela fobia que possui: homofobia ou islamofobia.

Esta é a consequência da prática de propaganda enganosa dos esquerdistas, ao invés da prática do debate racional.

Podemos, inclusive, testar os grupos gayzistas e desafiá-los a irem nas comunidades islâmicas e fazerem com a imagem de Maomé o mesmo que eles fazem com a imagem de Jesus Cristo na Parada Gay. Isto é, urinar e defecar em cima, e tudo o mais.

Que tal? Se os islâmicos reagirem, basta que os esquerdistas os chamem de homofóbicos. Mas aí terão que assumir que são islamofóbicos.

E aí, esquerdistas, qual rótulo vocês escolhem?

Eu, que apenas mapeio as fraudes intelectuais da esquerda, sei que ambas as rotulagens dos esquerdistas são uma fraude, e me reservo ao direito de assistir tudo de camarote…

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10 COMMENTS

  1. Já imagino como os esquerdistas vão reagir, vão simular indignação, fazer uma encenação e começar um ataque histérico, igual o George Galloway fez quando um estudante perguntou como ele podia fazer campanha contra homofobia e ao mesmo tempo apoiar ditaduras que matavam gays

    http://youtu.be/jtVH5YuEMIU

  2. Os gays atualmente estão apanhando. Inclusive ao ponto de ficarem paralisados. Junto com as feministas (que agora são estupradas), perderam a utilidade e podem ser descartados em prol da nova etapa do projeto esquerdista.

    • Yan, acho que o movimento gay e o movimento feminista ainda tem MUITA lenha para queimar no Brasil. Lá na Europa, logo logo os esquerdistas vão jogar os dois movimentos no lixo por que terão que ficar de quatro definitivamente pro islamismo.

  3. É fácil apontar os defeitos de extrema esquerda e esquecer que a virtude está no meio termo. Isso não é esquerdismo, é imbecilidade, não confunda os termos.

  4. Hoje ouvi “Robocop Gay”, dos Mamonas, e imediatamente lembrei desse post ao ouvir o trecho: “tem gay que é Mohamed tentando camuflar: Alá, meu bom Alá”. Ainda bem que naquela época não existia esse movimento chiliquento, senão eles seriam duplamente processados… 🙂

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