Por que o esquerdismo cria uma geração de mimados nem um pouco confiáveis: Alunos do Colégio Bandeirantes vestem saia durante protesto

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Fonte: Folha de S. Paulo

Mais de 50 alunos e alunas do colégio Bandeirantes, na zona sul de São Paulo, foram à escola vestindo saia na manhã desta segunda-feira (10).

Foi um protesto pelo fato de o colégio ter censurado o comportamento de dois alunos que usaram saia, um na quinta-feira (6), durante uma festa junina, e outro na sexta (7).

Batizado de “saiaço”, o ato foi articulado na sexta, depois que um aluno do terceiro ano do ensino médio, de 17 anos, foi mandado de volta para casa por usar saia.

Ele, por sua vez, havia se vestido assim em apoio a um colega censurado no dia anterior por ir de menina em uma festa junina. Esse aluno não foi punido, mas a diretoria pediu que ele colocasse roupas “mais adequadas”.

O estudante diz que foi retirado da sala e levado à coordenadoria do colégio, na penúltima aula do dia. Ouviu que o traje ia contra os “costumes”.

Meus comentários

Eu já tinha comentado algo parecido no texto Qual a doença mental do ex-padre Beto?, e agora só me resta retornar ao tema.

Esta nova geração de esquerdistas está cada vez mais adepta da absoluta quebra de qualquer contrato social como bandeira. Assim, se uma escola particular diz que nenhum homem deve usar saia lá dentro, basta fazer um escândalo exigindo usar saia.  (Aliás, pelo que soube o Colégio Bandeirantes é até liberal demais, e tomou a ação de proibição do uso da saia por um aluno para preservar sua própria segurança)

Quem acha isso lindo e maravilhoso, deveria na verdade se envergonhar. A melhor coisa seria o estudante desistir de usar saia ou então procurar outro lugar para estudar certo? Bem, seria certo somente na mentalidade de uma pessoa sem os problemas mentais causados pelas doutrinas de esquerda.

Por causa das doutrinas de esquerda, muitos geralmente deixam de ser pessoas vivendo por sua felicidade, tornando-se zumbis vivendo por uma agenda. Sempre colocando vontades de coletivismos abstratos nas próprias mentes, vivendo por causas que obviamente não vão levar a lugar algum (ao menos para ele), tornando-se, na quase totalidade das vezes, ridículos.

Para piorar, a cultura de vitimismo criou uma geração “não me toques”, que não pode ser contrariada em nenhum aspecto de seu comportamento. Desde que consigam uma causa falsa para justificar manias pífias, para eles está ótimo. (Que bela causa hein? Lutar pelo “direito de usar saia na propriedade particular dos outros”.)

Mas o pior de tudo é a ausência absoluta de qualquer noção sobre contratos sociais. Quer dizer, se o sujeito entra em um colégio que não permite esse comportamento, então o problema é do colégio e não dele. Assim como no caso do ex-padre Beto que entra na Igreja Católica, concordando com suas regras, e logo em seguida resolve sair porque a Igreja não concordou com as regras dele. E depois saiu criticando a Igreja.

Se combinarmos com um deles que os documentos confidenciais de um projeto de que ele vai participar não devem ser entregues para um concorrente, ele poderá não só entregar esses documentos como te acusar de “cerceamento de liberdade de expressão’. Mas como, se ele assinou um termo de confidencialidade? Se ele conseguir fazer um draminha adequado e executar as chantagens emocionais pré-selecionadas, simplesmente estará executando a regra “seja feita a mania dele”, e não a manutenção de qualquer contrato, acordo ou combinação.

O “seja feita a minha mania” torna-se a regra una de todo esse pessoal. Pergunta: são seres humanos confiáveis? Obviamente, não são.

Quem está apoiando ou endossando essa manifestação deveria ser fichado e reconhecido pelo mercado de trabalho como exemplo de alguém dedicado às próprias manias, sem qualquer noção de ética, moralidade ou mesmo bom senso. Não servem para participar de times comprometidos em torno de qualquer acordo. Até por que aquele que vive por sua “mania” ao invés de adotar ações cooperativas sadias, não irá cumprir qualquer acordo mesmo.

Mas quem vive de acordo com suas próprias manias, não tem do que reclamar, certo?

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2 COMMENTS

  1. É como eu falei sobre esse assunto lá no site Terra; Do jeito que esta o negócio, se um/a aluno/a, fosse REPREENDIDO por ira escola usando uma tanguinha fio dental e MAIS NADA, eles seriam capaz de fazer um protesto pelo “direito” de ir a escola somente com tanguinhas fio dental rsrsrsrs!!!

  2. Luciano, não valeria a pena falar de José Luiz Moni? Certamente esse menino de 15 anos não tem tempo a perder com saiaços e outras coisas, pois tem um baixo de ponte para morar e um sonho de fazer medicina a se concretizar (com a ajuda de alguns que já se comoveram com a história de alguém que se recusou a ser vítima e inocente útil).

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