Psicopatia de esquerda cada vez mais pragmática na região da Sé: vejam a tentativa de linchamento de um policial

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Este blog argumenta que o esquerdismo representa a pior de todas as doutrinas criadas pela espécie humana. Faz o islamismo radical parecer um mar de tolerância e racionalidade.

Mas assim como Geert Wilders brilhantemente defende que nossa sociedade deve ficar livre da influência de adeptos da irracionalidade e dos inimigos da civilização livre, é preciso de uma ação ainda mais urgente contra a esquerda como um todo.

Precisamos parar de exonerar a esquerda de suas culpas. As manifestações recentes na cidade de São Paulo não são apenas a quebra de leis por vândalos, mas principalmente uma amostra de que o esquerdismo, enquanto doutrina, é a mais nociva, irracional e danosa de todas as crenças.

A cada dia em que as manifestações seguem, as violências cometidas pelos manifestantes aumentam, culminando na tentativa de linchamento de um policial, como se vê abaixo, de acordo com matéria da Folha de S. Paulo.


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Ainda de acordo com a matéria, o Movimento do Passe Livre (MPL) se disse “surpreso” com a violência! Será? Vamos testar essa hipótese da “surpresa” esquerdista daqui a pouco.

Na mesma matéria, um motorista de ônibus cita o seguinte: “Estava com 15 passageiros e o pessoal de capuz ameaçou atear fogo. Pedi para saírem e aí eles destruíram tudo. Foi muita violência com quem não tem nada a ver”. Belo exemplo de cidadania, não?

Outro ingênuo, José Aroldo, disse o seguinte, ao ter o vidro e o retrovisor de seu carro quebrado: “”O protesto é justo, mas não precisavam esculachar. Pelo menos, eles não levaram o presente da minha namorada, que estava dentro”. Espere, se um protesto onde um grupo tem o direito de brecar o direito de ir e vir dos demais cidadãos é justo, então eles podem esculachar. Esse tipo de frase do tal de Aroldo mostra um sujeito que, vivendo em um país dominado pela cultura esquerdista, não consegue mais perceber a realidade.

Em uma outra matéria, ainda da Folha de S. Paulo, o Movimento do Passe Livre alega que “não tem controle sobre os atos de violência”.

Nina Cappelo, uma das organizadoras do movimento, disse: “A gente não tem controle. Ficou claro que a manifestação se transformou numa revolta popular na cidade contra o aumento da tarifa”.

Mas vejam o que a página do Facebook do MPL nos mostra.

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Como se nota, um dos participantes diz que os protestos “melhoram cada dia mais”. Aliás, é exatamente isso o que significa “melhor”, na lógica esquerdista: quanto mais regras do contrato social são quebradas, melhor.

Outro momento mágico:

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Aqui a regra é clara. O problema não está no fato de policiais serem feridos enquanto tentavam fazer a lei ser cumprida, mas sim nos manifestantes que levaram “spray de pimenta na cara e balas de borracha”, enquanto lutavam contra a lei.

Discurso totalmente típico de esquerdista, lançando a culpa sempre no outro, mas jamais reconhecendo os próprios erros, nem mesmo quando as câmeras mostram que são os manifestantes a quebrar a lei, e não os policiais, mansos até demais. Daí para eles resta xingar a mídia que reproduz os fatos.

Para finalizar:

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Opa, este é ainda mais ousado, dizendo que o problema está no policial que o pegou pixando, e que, por ter tentado levá-lo, foi “apedrejado”. Mas por que o policial foi apedrejado? Ah, por que tentou cumprir a lei. Mas, novamente, na lógica esquerdista a culpa é do policial. Na avaliação final do marxista, tudo foi “emocionante”.

As evidências são claras, e surgem da própria página doMPL, com apologias à violência e até comemorações dos atos de violência contra os policiais.

E claro que o MPL é diretamente responsável por todas as consequências adversas que surgirem dessas manifestações, pois eles ENDOSSAM todas as ações de quebras da lei, definindo os policiais que querem a lei cumprida (isto é, permitindo o direito de ir e vir dos cidadãos) como vilões, e, mais ainda, satanizando a mídia que noticia todas essas atrocidades da esquerdalha.

Em suma, os responsáveis pelo MPL, movimento financiado pelo governo (de esquerda, naturalmente – por que não estou surpreso?), são claros ao dizer que podem fazer o que quiserem.

Quando este blog compara o esquerdismo a uma mistura de algumas anomalias mentais com a psicopatia, obviamente não está exagerando.

Basta mapear o comportamento deles e isolar o mais danoso de todos estes comportamentos: a justificação apriori de toda e qualquer atrocidade que qualquer um deles fizer.

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18 COMMENTS

  1. Luciano, primeiramente quero agradecer por me curar dessa doença mental.
    Realmente isso é mais nocivo. Discutir com eles é a pior coisa, não aceitam a realidade. Agora me diga porque está acontecendo isso? Eles querem esconder o que? Porque psol envolvido para esconder as manobras do PT. Não tem sentido tudo isso por vinte centavos de aumento.

  2. O termo “psicopatia” se mostra já insuficiente. Vivemos uma onda sociopática pandêmica. De algum modo, quando o maquiavélico maçom Albert Pike cita em Moral & Dogma que as massas deveriam ser controladas para o próprio bem do Estado, ele não estava exagerando (embora ele dissesse isso como estratégia hegeliana para dominação das elites, com posterior utilização do expediente subversivo para usufruto da causa maçônica).

  3. Fazendo um adendo: recordem o que diz o personagem do Leonardo di Caprio no filme A Origem sobre a virulência de uma “ideia”. Aí, talvez, tática hegeliana e método usado pela Infectologia moderna façam algum sentido quando projetadas para a Sociologia.

    • “Aí, talvez, tática hegeliana e método usado pela Infectologia moderna façam algum sentido quando projetadas para a Sociologia.”

      Bem relevante sua citação a respeito de Pike. A despeito da descrença de muitos, isso é apenas mais um indício de envolvimento de elites, organizações ocultistas – com alto conhecimento pseudo científico — e aplicações de experiências sociais deste o princípio das sociedades.

      Junte aí uma aplicação reversa de Russeau — há uma semente de loucura, demência e selvageria inerentemente intrínseca no ser humano — o que explica porque é tão conveniente e fácil a criação de idiotas úteis na proporção de 1000/1.
      Ordo ab Chao é a meta e o próprio fim da ação. Esquece-se o princípio básico da ‘naturalidade’, subverte-se a intervenção como um ato natural. Esse é um dos significados que se escondem nas entrelinhas de Moral & Dogma.

      Já por uma outra via, a espiritual, são desnecessárias maiores explicações e elucubrações a cerca do tema (pelo menos não aqui — pra respeitar os descrentes).
      ———

      Mesmo para se manifestar é preciso pensar racionalmente. Eu um dia já ‘pensei’ como eles….pra se manifestar contra o aumento do transporte, quebra-se, picha-se, queima-se o transporte público — MAS QUEM USA O TRANSPORTE PÚBLICO? — Para se fazer uma manifestação fecha-se uma ou outra avenida de grande circulação — MAS QUEM USA ESSAS AVENIDAS? Como adicionar atenção e valor a um objeto ou sistema, o qual eu estou disposto a destruir para provar que é desvalorizado? —

      Isso é semelhante a uma pessoa que para protestar o sofrimento de sua família por uma vilania, comete atos de vilania contra a família na esperança de que “alguém” perceba que a família sofre com vilões. A lógica juntou seus panos de bunda e sumiu no mundo.

      TAIS ATOS NÃO ATINGEM O GOVERNO, O ESTADO, OS POLÍTICOS, A IDEOLOGIA CORRUPTA e de quebra martirizam o próprio povo que trabalha cotidianamente para ganhar seu pão.

      As manifestações dos militontos sempre foram ‘pelo povo’ contra o ‘povo’. Enquanto isso o imposto cresce a passos largos, e políticos viajam em seus jatinhos — porque afinal o trânsito aéreo é bem menor.

      ——

      Ps: Luciano…sobre o tal lá do passe livre…Reinaldo já traçou o caminho das migalhas de pão, e já deu um nome para os laranjas (podres) do movimento. E adivinhe? ONGS, PT e revolução.

      Ps(2): Se um dia eu estiver com minha mãe passando mal no carro, ou com minha esposa grávida dando a luz, meto o carro em cima deles e não to nem vendo. Se eu estiver no transporte público e o mesmo ocorrer, abro caminho a bala.

  4. Uma justificativa bem frequente que tem sido usada pra justificar esses atos é que, segundo os defensores, protestos pacíficos não funcionam, deve ter um “pouco” de violência. Também é bastante recorrente citarem o exemplo da Primavera Árabe.

    E esse pensamento está sendo introduzindo como um vírus na mentalidade juvenil, e não vai demorar muito pra chegar em outras camadas da sociedade (se é que já não chegou). Vai estourar uma Guerra Civil, eu acho que não dá pra escapar disso. Eu só temo uma coisa: quem será o “salvador” que prometerá o fim do caos e obterá todo o poder necessário para isso? Todos os passos da subversão social ditas pelo Yuri Bezmenov estão se concretizando.

    • A resposta que se pode dar em relação à Primavera Árabe é ver como estão Egito, Líbia, Tunísia e Síria depois de explodirem os protestos. No Egito estão perseguindo coptas, na Tunísia estão querendo impor sharia, na Síria temos mercenários estrangeiros lutando contra o regime de Assad e muita gente estranhando o porquê de os cristãos apoiarem um salafista. Queria saber mais da Líbia, mas infelizmente não vi mais notícias depois da queda de Kaddafi (em que pese ele ser um ponto fora da curva e seu governo ter nítida inspiração marxista-humanista-neoateísta e o próprio coronel em questão não ser flor que se cheire e ter praticado um monte de atrocidades). Logo, fica a pergunta sobre se o estado atual desses países pós-primaveris está melhor ou pior que o de antes.
      Infelizmente esse pessoal que está nas ruas não tem a menor ideia do que está acontecendo e o que aquilo que estão fazendo irá gerar. Não sei se é suficiente o que estão fazendo para que estoure uma guerra civil, mas o que estão querendo fazer com tais protestos é obter um mártir para que se capitalize em cima. Se for um adolescente e preferencialmente sem qualquer envolvimento com as manifestações, melhor ainda será para quem comanda isso tudo, pois dirão que um inocente teve o sangue derramado.

      Em relação ao “salvador da pátria”, fica a indefinição mesmo. O que podemos fazer é não apoiar quem seja MHN, justamente por sabemos sua mecânica. Outra coisa é evitar ao máximo entrar na pilha dos mesmos, pois eles irão usar de pequenos expedientes para obter o que desejam (vide manifestantes quebrando retrovisores de carros com chutes, por exemplo. Um retrovisor não vale acelerar freneticamente para atropelar pessoas). Podemos apoiar, isso sim, o movimento que o Malafaia começou em Brasília e que terá outras manifestações. Ainda temos condição de fazer algo parecido com aquilo que ocorreu no maio de 1968 (em que cidadãos comuns foram à rua e conseguiram botar para correr os MHNs que pararam a França com protestos de grande massa pacíficos).

    • justificativa furada. Mesmo os violentos não funcionarão, porque a violência é aplicada AO POVO.

      Um protesto violento que talvez funcionasse seria obrigar o ministro dos transportes e o prefeito da cidade de são paulo a usarem o transporte público apenas nos horários de pico, proibindo o acesso a carros particulares e jatinhos. O manifestantes se juntam frente a casa do ministro e prefeito e não permitem que ele saia de carro de lá…só permitindo que ele vá de ônibus e metrô realizar seu ofício. O mesmo deve ser aplicado a todo membro do ministério que se alinhe com a ideologia de cobrança abusiva de imposto, sem o devido retorno em qualidade de serviço.

      Mas é óbvio que tais militontos jamais fariam isso, pois eles estão alinhados ideologicamente com o estado inchado. Inclusive a própria existências deles remete à uma manifestação contra a gestão kassab — apoiada pela atual prefeito — que hoje finge que o assunto não é com ele.
      É por isso que acho hilário quando ouço um militonto falando sobre o estado….xingando a polícia como braço armado do estado…..QUEM É O ESTADO? O BRASIL ESTÁ SENDO GOVERNADO A 10 ANOS POR QUEM MESMO? E ainda tem nego que se debruça em discussão de partido — só podia ser coisa de facebook —

      A única greve mais importante no país, nunca sequer foi realizada: A GREVE DE VOTO.

  5. Luciano, vamos acrescentar mais umas notícias sobre o assunto, como esta do Reinaldo em que se fala que José Eduardo Martins Cardozo, ministro da Justiça, irá investigar os episódios (é possível que o Passe Livre tenha passado do ponto adequado para inocência útil e já esteja contando contra os marxistas-humanistas-neoateístas no poder), bem como esta outra criticando o promotor que quer negociar com o pessoal do Passe Livre. Agora pouco, o site da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo foi hackeado. Ainda que R$ 3,20 seja também o preço do Metrô, é de se perguntar por que raios os MHNs que se opõem aos MHNs no poder não atacaram nada do poder municipal, ainda mais que o mesmo preço é praticado para ônibus. Tudo bem que muitos dos partidos envolvidos são dissidências do PT e ao menos em teoria estão dizendo que se opõem também a ele, mas fica-me a impressão de que estão querendo usar o poder hegemônico mais próximo a eles de inocente útil para não perder o contato mais próximo que ainda possuam.
    E, para suspeitarmos ainda mais de uma ampla articulação com o fim de virar São Paulo de pernas para o ar, nesta quinta teremos greve da CPTM e novamente perguntaremos o porquê de não vermos uma greve dos motoristas de ônibus, ainda mais que estes andaram na corda bamba nos últimos dias. Nesse mesmo dia teremos o quarto ato do Passe Livre. Por ora, dizem eles, será um abraço simbólico no Teatro Municipal, mas vamos sempre ficar atentos ao que possa acontecer.

  6. Luciano, segue um texto com certas doses de marxismo-humanismo, mas que o que nos interessa não é isso, mas sim a revelação de uma tática: o bloco maior que marcha nas ruas é pacífico e não irá vandalizar, mas grupos que vão para as laterais fazem isso e, quando a polícia naturalmente responde, estes vão para dentro, de maneira a ficar difícil distinguir quem é ou não vândalo, o que significa usar gente que não aprecia violência como inocente útil.
    Segue um vídeo com entrevista de líder do Passe Livre, que imagino que consiga refutar em dois tempos:

    http://www.youtube.com/watch?v=RNFFbzitm2A

    Também segue outro vídeo, este mostrando um pouco a história do famoso maio de 1968 para que vejam um pouco aquilo que aconteceu:

    http://www.youtube.com/watch?v=6UP3RLGmciM

    Seria também importante que se assistisse a este vídeo do jornalista Pedro Ribeiro Nogueira, que cobria os protestos pelo Portal Aprendiz, sendo detido pela polícia:

    http://www.youtube.com/watch?v=043RmwFwero

    A reportagem do G1 diz que ele foi indiciado por dano qualificado e formação de quadrilha. Dizem que ele teria sido visto praticando vandalismo contra material da PM, mas os depoimentos são de policiais e nós conhecemos bem do que é capaz a polícia daqui, fora o fato de que tudo indica que ele estava lá a trabalho e deixou por uns instantes o estrito papel de ver as manifestações para defender duas mulheres de tomar borrachada.
    Ainda que a tal manifestação tenha intenções outras que os R$ 3,20 são usados para esconder, temos também de ficar atentos aos excessos que o poder público possa cometer, como tudo indica que foi esse caso. Não me parece que um jornalista cobrindo os protestos iria deixar tudo de lado para depredar viatura e cabine da PM, assim como me parece razoável que dentro da PM não tenha gente especialmente apreciadora de ser filmada ou fotografada quando desses protestos, haja vista a quantidade de mãos em lentes de câmeras que surgem em tais ocasiões.

  7. E vamos prosseguindo com o noticiário, uma vez que hoje tem mais uma manifestação (que esperamos que fique só mesmo no tal abraço símbólico, mas que tudo indica que irá além). Temos mais uma sakamoteação do protesto. Observe-se que ele está misturando Passe Livre com índios transformados em inocentes úteis e sem-terras que voltaram a invadir a Cutrale. Também confunde o morticínio de indígenas em protestos no Centro-Oeste com os vandalismos promovidos aqui em São Paulo, que até agora não tiveram mortos (mas que fica a impressão de que estão querendo de alguma forma criar um mártir sobre o qual capitalizem algo). Também é preocupante ver a maneira como ele está falando do papel do jornalista: uma coisa é um profissional da área deixar momentaneamente de fazer uma cobertura dos protestos para ajudar alguém que esteja ferido ou tomando borrachada de graça, outra é você explicitamente puxar a brasa para a sardinha de um dos lados e agir como agente midiático de uma determinada causa.
    Mudando as notícias, temos esta com Caio Martins, líder do Passe Livre, reconhecendo que punks queimam o filme do movimento. Se a gente for pensar neles dentro de um movimento marxista-humanista-neoateísta, vamos considerar que eles são mais incontroláveis que outros e seu uso como inocentes úteis fica dificultado, uma vez que fazem coisas que contam contra o protesto e prejudicam diante da opinião pública. Se houver vandalismo, com certeza irão fotografar e com certeza a mídia falará a respeito. Se acham ruim (se é que acham, uma vez que estamos com essa história de que protestos pacíficos não serviriam para nada e que mudanças só ocorrem com violência), que tentem tornar o protesto menos atrativo para essas pessoas.

    Vendo o lado da polícia, temos a notícia de que infiltrará agentes à paisana nas manifestações para identificar quem faria vandalismo (imagino que aqui já se esteja sob a repercussão ruim da prisão do jornalista na última manifestação). Que esses agentes fiquem o mais à paisana possível, pois caso façam alguma coisa mais ostensiva, poderão acusá-los de gente infiltrada para promover vandalismo que supostamente o movimento sozinho não cometeria. Aqui estão pisando muito em ovos.
    Falando de transportes, temos a greve da CPTM, que paralisou as linhas 9, 11 e 12, basicamente os troncos principais do sistema ferroviário. E obviamente vamos suspeitar de ação altamente coordenada, pois isso basicamente deixa a cidade um caos.

  8. Luciano,

    poderia fazer um post sobre esse texto

    http://www.casalsemvergonha.com.br/2013/06/14/em-meio-aos-protestos-em-sp-a-midia-mostra-de-qual-lado-esta-de-verdade/

    Uma tentativa de capitalização em cima dos protestos pintando os manifestantes de heróis e os contrários de egoístas

    Tem ainda a costumeira vitimização perante a mídia e uma pérola no final onde tentam convencer que na verdade não defendem a violência e o vandalismo mas que não existe outra alternativa para o Brasil

    • Lucas C.,

      Muito obrigado pela dica.

      Ao invés de fazer um post sobre esse texto, estou fazendo um mega-post com vários “frames” dos eventos da manifestação do MPL, e com certeza vou incluir alguns desse texto que você citou.

      Assim, crio um conteúdo para consulta mais rápida, e que pode ser usado para neutralizar os discursos da esquerdalha nessa questão.

      Até o fim do dia crio este post.

      Obrigado pela dica,

      LH

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