Vídeo “De carona com ADG” serve como uma excelente reflexão

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Embora eu não concorde com todas as opiniões do rapaz aí do vídeo, é sensacional que algumas verdades sejam ditas, especialmente de maneira incômoda. Este é o grande mérito deste vídeo.

Mas precisamos também fazer uma reflexão.

Algum espertinho de esquerda poderá dizer: “Ah, mas os Estados Unidos também tem altos impostos”.

Sim, é claro que tem, mas também tiveram fases de sua história onde, longe do esquerdismo, aprenderam a produzir riqueza. E o mesmo vale para a Europa.

Esquerdismo jamais serviu para produzir valor. Ao contrário, serve para destruir valor que os outros produziram.

A diferença dos Estados Unidos e da Europa (especialmente em sua melhor fase) está no fato de que estes países tiveram lapsos de direita, onde produziram valor, e de esquerda, onde destruíram valor.

A América do Sul se limitou a jamais ter qualquer manifestação relevante de direitismo. Isto é, só aprendeu a destruir valor.

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3 COMMENTS

  1. Rapaz! Tu acreditas Luciano que eu iria indicar este vídeos para o site, mas esqueci.
    Apesar da bagatela do motivo principal da revolta do autor (ter um carro bom e barato) em frente a demais relevâncias, é muito oportuno mostrar que um choque geográfico-cultural é bom para gerar comparações entre realidades, e daí, o indivíduo começa a ter questionamentos sobre sua situação.
    Ou seja, já que para uma cultura mergulhada em um materialismo consumista é difícil gerar ideais elevados e transcendentais, um vídeo deste já gera um despertar desta hipnose Gramsciana que o povo está mergulhado, pois começa a ver que poderia viver um materialismo de maneira mais qualitativa e autônoma … já é um começo.

    • Gabriela, já havia comentado isto nesta seçaõ de comentários, e repito agora o conteúdo. Abraços, LH

      “Já houve um tempo em que achei que Suriani até seria um adversário à altura, mas hoje ele é digno de pena.

      Acho divertido que ele fica revoltado diante de um tipo específico de posts meus: aqueles em que os métodos da esquerda tornam-se, enfim, de pleno conhecimento da direita, podendo ser instrumentalizados à vontade. Em suma, é quando os truques deles não tem mais como funcionar.

      Como diria a Ann Coulter: “É como se um povo perdesse sua lingua”.

      Ele começou a enlouquecer especialmente depois que fiz publicações sobre frame e controle de frame.

      Vejam:

      http://lucianoayan.com/2013/04/13/glossario-controle-de-frame/

      http://lucianoayan.com/2013/04/18/glossario-frame/

      Agora em que eu mapeei outra técnica, de Kathleen Taylor, ele retorna com um post nonsense.

      “Basicamente, ele afirma que a alegação de que a religiosidade é doença mental é falsa, fabricada a partir do interesse em injuriar os religiosos e acabar com o debate. Uma clara crítica ao ateísmo – já que ele sequer cita a esquerda nesse post.”

      hahahahahahaha….

      Eu não cito a esquerda e nem a religiosidade neste post, mas sim o fato dela definir critérios arbitrários e vagos para definir o que é doença mental. Logo, como posso fazer uma crítica ao ateísmo?

      É preciso muita desonestidade mental, ou mesmo debilidade mental (veja a tese do esquerdismo como doença mental), para achar que meu texto é uma crítica ao ateísmo. Na verdade, se há uma agenda anti-religião, ela é humanista/esquerda, e não necessariamente ateísta, já que há humanistas/esquerdistas religiosos.

      Suriani enlouqueceu de vez…

      “Prestem atenção no título! Ele está dizendo, com todas as palavras, que o discurso esquerdista é insano! E isso baseado em um livro da Ann Coulter, que além de não entender nada de psicologia, também não falou nada disso!”

      Ué, para definir se um discurso é insano não precisamos de psicologia, mas de uma análise crítica e lógica do conteúdo.

      Por exemplo, dizer que “a ditadura do proletariado levará a uma sociedade sem classes e sem estado” é uma alegação insana.

      Mas será que Stalin era insano? Não, era muito esperto, e usou este discurso para obter poder.

      Então, não é preciso de psicologia para definir se um discurso é insano (apenas a lógica é suficiente), e discurso insano é diferente de alguém insano.

      Aliás, Shermer costuma dizer que “pessoas inteligentes podem aceitar idéias insanas e estúpidas tanto quanto as não inteligentes, mas são melhores em suas justificações”.

      “O post em questão acaba se bandeando para uma proposta ambivalente, especialidade de nosso colega, ora afirmando que esquerdistas são de fato insanos, ora afirmando que não são insanos, mas espertos.”

      Errado!

      Eu disse que as idéias esquerdistas são delirantes, e há vários exemplos de esquerdistas que comportam feito malucos em debates. Os exemplos são vários.

      E esquerdistas beneficiários (o que não é o caso do Suriani) são espertos ao usarem as idéias esquerdistas para obter poder. OS funcionais são loucos ou ingênuos. Ou foram doutrinados e possuem sua crença por costume.

      “Prestem atenção! “Esquerdismo é um doença mental!” Não há meio termos aqui!”

      Esse texto, aliás, fará parte de meu livro, e lá ele será apresentado nesta estrutura

      1. Será apresentada uma pesquisa feita por cientistas da esquerda, dizendo que pensamento conservador é doença mental
      2. Será apresentada uma refutação à essa pesquisa, feita por Michael Shermer (presente no livro “The Believing Brain”)
      3. Será apresentada a versão de Lyle Rossiter, tomando o esquerdismo como doença mental

      Ora, fica claro que é possível descrever a crença oponente como doença mental, e a questão está em aberto. Sendo assim, meu desafio é avaliarmos o discurso de nossos oponentes com um olhar ainda mais críticos, encontrando idéias que só seriam aceitas para alguém insano…

      Como se vê, nenhum motivo para draminhas do Suriani.

      “Ironicamente, a pesquisadora Kathleen Taylor não afirmou que todos religiosos possuem problemas mentais, mas sim os fundamentalistas – apenas. ”

      Mas este é outro jogo. Podemos dizer que só os esquerdistas fundamentalistas possuem problemas mentais. Daí define-se quase todos como fundamentalistas. Exemplo: quem crê nas políticas do Obama é fundamentalista, mas quem apenas vai com a cara de Obama, e pede menos impostos e punição ao crime, é moderado. Qual a diferença?

      “Sendo assim, configura-se aqui outra mentira de Luciano Henrique: a de que a neurocientista Kathleen Taylor estava atacando a religião como um todo. Na verdade, o Luciano ataca a esquerda como um todo, dizendo que todos esquerdistas são doentes mentais e neuróticos (vejam o artigo de fevereiro de 2013, que não me deixa mentir!), mas a neurocientista que ele ataca nunca fez algo parecido mas ao contrário.”

      Mentira deslavada. Eu não disse que Kathleen Tayler atacava “religião com um todo”, mas sim usava um truque contra seus adversários políticos, que eu nem descrevi quais são. Aliás, certo momento ela citou seus oponentes como “pais que dão palmadas em filhos”. Está claro que a agenda dela é a agenda esquerdista.

      Será que Suriani se orgulha de mentir tanto?

      “Enfim, ele pede para os leitores cristãos mentirem com afirmações de que:
      Kathleen Taylor atacou os religiosos, e não o restrito grupo de fundamentalistas;
      esquerdistas são doentes mentais.”

      Mentira de novo. Meu texto não fala nada de “quem ela atacou”, e nem dá essa definição exata. Não era o foco do texto. Alias, até o jogo de “eu só ataco os fundamentalistas” já foi mapeado.

      “A ideia que ele passa aos leitores cristãos dele parece clara: MINTAM! Mintam que os esquerdistas são loucos! ”

      Bem, o Suriani com certeza está agindo feito louco, pois nada do que ele diz faz o menor sentido e não tem absolutamente nada a ver com o que escrevi.

      “Ou seja, se alguém mentir, minta de volta com um diagnóstico falso. Se o jogo deles é mentir, minta também, fingindo que é médico! Esse comentário dele juntou esse alerta com o primeiro, dado há alguns meses.”

      Se a pesquisa esquerdista dizendo que direitismo é “doença mental” já foi refutada, será que já refutaram o Rossiter?

      Ora, quando um esquerdista mentir sofre a direita, podemos dizer VERDADES sobre eles. Podemos dizer, por exemplo, que esquerdistas comportam-se feito loucos em debates, e usar para isso exemplos como os de Suriani, que simplesmente criam uma realidade paralela para debater, pois absolutamente nada do que eu escrevi é comentado por ele.”

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