Milton Friedman e os mitos do almoço grátis e do passe livre

13
177


@
Fico imaginando a sensação incômoda que as mais ingênuas vítimas do conto do MPL sentem ao ver esse vídeo.

Não quero ser arrogante, mas gosto de dizer que uso um tanto do método explicativo de Milton Friedman para a economia, só que aplicado ao ceticismo, especialmente nas questões políticas.

Friedman se diferencia pelo fato de substituir abstrações bizarras (que só tem a função de enganar a patuléia) por abordagens concretas dos termos sob discussão. Quer dizer, se for para enganar alguém com abstrações como “o estado cuida” ou “serviço de graça” ou “a sociedade decide”, que o esquerdista vá tentar em outra seara. Tirando as abstrações nonsense da esquerda, eles ficam sem grande parte de seu arsenal.

No exemplo do MPL lutando pelo “passe livre”, fica claro que eles pedem algo que não existe. Se há um “passe livre”, alguém está pagando por isso.

Anúncios

13 COMMENTS

  1. Em que pese ser ´notícia da Carta Capital e, portanto, descendo a lenha naquilo que marxista-humanista-neoateísta não for, eis que tivemos pessoal do Libertários indo à rua. São meia dúzia de gatos pingados, mas foram lá. Logo, sequer dá para dizer que é uma situação em que a religião política libertária-anarcocapitalista seja utilizável como inocente útil para combater a religião política MHN.

  2. Que coisa,

    Falei essa frase durante o jantar com meus pais, enquanto conversamos sobre as manifestações.

    Gostei do seu blog, vou procurar acompnha-lo.

    Abraço!

  3. Mas a desculpa do pessoal que protesta é mais indefinida. Você chega e fala de redução da passagem e eles dizem: “não é só pelos 20 centavos!” E continuam com essa lenga lenga tentando inventar algum motivo para protestar. Não sei se ridicularizar o protesto pela passagem vai funcionar alguma coisa.

    • Mas aí é que está…

      Quando eles chegam e dizem: “Não é só pelos 20 centavos!”, a resposta deve ser “Eu sei que não é. É para ajudar o PT!”.

      O slogan “Não é só pelos 20 centavos” poderia ser usado para ridicularizar o movimento.

      Abs,

      LH

    • De fato o motivo dos protestos é um mistério atualmente, ninguém sabe exatamente o porque de estar fazendo isso, só dizem abstrações como: “O povo vai se conscientizar daqui pra frente”, “os 20 centavos foram o estopim, a revolta é por tudo o que está aí.” É uma cegueira coletiva em um tiroteiro, você pergunta e absolutamente ninguém lhe dá uma resposta minimamente satisfatória. Tudo isso está muito estranho.

      • Adendo: se você não estiver participando, dizem pra você: “O que vc está fazendo pra mudar? Criticar é muito fácil, se reclama da falta de rumo, por que não participa para dar esse rumo?”

  4. http://www.youtube.com/watch?v=GK-8hyMNBbs

    Será Dom Williamson um “neo-nazista” também só porque ele se nega a cair no conto do judaico-bolchevismo? Não se deixe enganar, Luciano, não existe combate ao humanismo secular, ao marxismo e ao gramscismo sem o combate ao sionismo que lhes deu origem. Todos os pensadores da Escola de Frankfurt eram judeus.

    • As câmaras de gás foram um fato, há muitas provas sobre o ocorrido. Não sei sua posição política, mas a forma que vocês estão tentando negar as câmaras de gás, assemelha-se aos comunistas que tentam negar os Gulags. Distorcendo as informações históricas e científicas. As câmaras de gás foram um mito assim como os Gulags comunistas também o foram, seguindo essa linha de pensamento.

      O que pode ter ocorrido, é o exagero no número de mortos, em ambos os casos.

    • Eu também não entendi o que você quis dizer ao afirmar que devemos combater o sionismo [?] para que possamos atingir o marxismo. Ora, não são todos os judeus que seguem a linha de pensamento enfadonha de Marx e/ou Gramsci, isso é uma generalização da sua parte ou até mesmo preconceito. Não obstante, o economista judeu Ludwig von Mises combate brilhantemente e firmemente os parvos movimentos marxistas, gramscistas, et caterva através das suas fantásticas obras econômicas e políticas. Um erro, portanto, da sua parte.

Deixe uma resposta