Fantásticas contradições do MPL no momento em que Caco Barcellos é hostilizado por manifestantes em São Paulo

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Fonte: Ultimo Segundo

O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi hostilizado e impedido de trabalhar por um grupo de aproximadamente 100 manifestantes que participavam da concetração do protesto desta segunda-feira (17) no Largo da Batata, o quinto convocado pelo Movimento Passe Livre.

Barcellos foi cercado por manifestantes que, de forma agressiva, tentaram expulsar o jornalista da manifestação aos gritos de “manipulador” e palavrões. Ele ainda tentou argumentar: “Só fui impedido de trabalhar pela ditadura e sob tortura”.

Entre os mais exaltados estavam os militantes do Partido da Causa Operária (PCO): “Eu sou o povo, eu decido quem pode participar”, gritava, Renato Santos, que se identificou como militante do PCO.

Enquanto um grupo hostilizava o repórter da TV Globo, a grande maioria dos manifestantes condenava o ato de agressividade, lembrando que Barcellos se notabiliza pela defesa dos direitos humanos e que chegou a sofrer ameaças de morte, por conta do livro Rota 66 , no qual denuncia execuções praticadas pela tropa de elite da Policia Militar de São Paulo.

Meus comentários

Jornalista de esquerda, marxista radicalíssimo, propagandista da bandidomania: este é Caco Barcellos. Tudo ia bem até o dia em que, conforme Yuri Bezmenov previu, ele encontrasse marxistas mais radicais pela frente.

A partir daí, a chuva de contradições do MPL desceu forte.

Por exemplo, um militante do PCO disse “Eu sou o povo, eu decido quem pode participar”. Mas se um militante do PCO diz quem pode ou não participar, como o pessoal do MPL diz que o movimento é apartidário?

Aliás, o PCO é da base de apoio estratégico do governo. Em um programa recente de TV, se limitaram a atacar o PSDB e elogiar o PT, chegando ao ponto de negarem a existência do mensalão. Sim, eles não são somente base de apoio, como também esforçadíssimos em seu intento.

Outro ponto: se o tal militante do PCO é “o povo”, por que uma suposta “maioria” de manifestantes ficou indignada com a manifestação dele? Ora, temos “o povo” ficando contra “o povo”?

Sim, pois o critério marxista de definir quem representa o “povo” é o grito. Quem gritar mais alto, leva. Assim como para definir quem é “a sociedade”. Eles jamais irão discutir qualquer questão pois, após terem usados entidades abstratas como “o povo” ou “a sociedade” como escudo, entendem que já estão a priori justificados em tudo.

É assim que eles aparecem na mídia dizendo “o povo foi às ruas” ou “a sociedade foi às ruas”.

O negócio é deixar eles se engalfinharem entre eles e assistirmos de camarote.

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6 COMMENTS

  1. Quanto mais a imprensa vira capacho dessa turma mais odiada ela é, não adianta dar credibilidade e dignidade a qualquer maluco que suba numa mesa e fica gritando slogans dos mais alucinados que se possa escutar. E agora uma pergunta, e o povo (povo) nisso tudo onde fica?

    ps: Parabéns pelo seu site aprendo muito com ele. Um abraço xará!

  2. Bem feito eu quero e que essa imprensa marxista safada tome muita porrada na rua desses vagabundos! Vai ver assim eles vao se acostumando com o futuro que eles mesmos tanto querem pra o Brasil.

  3. Santa contradição, sério, esse povinho não me assusta mais. First Of All, a Globo está dando apoio a esses ablépticos, uma vez que boa parte da população está, pelo visto, a favor desses protestos e a Globo, como sempre, cobre aquilo que lhe dá mais Ibope. E nem isso eles conseguem enxergar. Ao menos foi o que eu vi nesse último Fantástico, chegando a me dar asco.

    Segundo, sobre o ódio contra a Globo, partindo desse grupelho esquerdista, isso é normal. Pois eles precisam de um, ou mais, inimigo em comum, o famoso “Bode Expiatório”, o que, no caso, sobrou para a PM, PSDB, Veja, Globo, entre outros.

    Enfim, nada de novo. O mais triste é que boa parte dos meus amigos, aquela maioria esmagadora, concorda com isso tudo.

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