Como falar com um adepto do movimento LGBT que use os estratagemas de fingir indignação com a “cura gay”… caso você precise

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Fonte: Zé Cláudio – Meu Espaço

Ontem (18/6) a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM, presidida pelo pastor Marco Feliciano) aprovou o PDC 234/2011, que susta a aplicação de dois trechos da Resolução CFP 001/99, do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que já foi comentado aqui.

Imediatamente, alguns “amigos facebookianos” que sempre defendem a causa gayzista (achando que assim estão defendendo os homossexuais) começaram uma onda de críticas à aprovação do que era chamado de “projeto da cura gay”. O nome, percebe-se, é uma tentativa de utilizar a rotina de “rótulo odioso”, um dos 38 “principais esquemas argumentativos enganosos que os maus filósofos utilizam, com razoável sucesso, para persuadir o público de que 2 + 2 = 5″ explicados por Schopenhauer no livro “Como vencer um debate sem precisar ter razão – em 38 estratagemas (Dialética Erística)”. A intenção é clara, e já está no título do livro: vencer um debate sem nem ao menos precisar argumentar, provocando aversão já ao nome do projeto, fazendo com que o público tenha uma ideia errada do seu conteúdo. Não é difícil notar que se trata de uma rotina profundamente desonesta.

Como eu já mostrei anteriormente, a resolução CFP 001/99 restringe o direito dos homossexuais, negando-lhes o direito de procurar um psicólogo para mudar um comportamento indesejado. Portanto, o que o PDC 234/2011 faz é justamente restituir aos homossexuais esse direito que lhes foi subtraído pelo CFP. É, portanto, uma clara vitória dos homossexuais. É uma violência contra eles(as) que foi derrubada pela CDHM.

É nessas horas que parece que o movimento gayzista não está realmente interessado no direito dos homossexuais. Quando o direito foi tirado, em 1999, não se ouviu uma manifestação contrária por parte deles. E ontem, quando o direito foi restituído, o que se viu foi uma lamentação generalizada. Quando uma vitória dos representados significa uma derrota para os representantes, é impossível não desconfiar que exista algo muito mal contado nessa história.

Durante as conversas no Facebook, quando tentei demonstrar que se tratava de um avanço no direito dos homossexuais, foram levantadas algumas objeções:

A homossexualidade não é comportamento adquirido

Essa hipótese já foi bastante estudada, mas nunca provada como verdadeira. É verdade que já há indícios que ela não seja totalmente falsa, pois já foram observados índices maiores de coincidências em pessoas da mesma família. Esse estudo fala em 40%. Outros mostrarão números maiores, outros menores, mas nunca 0% ou 100%. Portanto, declarar a hipótese como sendo uma verdade é um grande salto de fé. Note que não se trata de dizer que “o gene da homossexualidade não existe”. Se trata de provar que “não há homossexualidade que não seja genética”. Inclusive, é um argumento muito fácil de ser derrubado: basta um único exemplo em contrário. O ônus da prova é imenso, e nunca foi apresentado. Impor uma proibição com base em um argumento duvidoso não me parece ser algo muito ético…

Mas para efeitos didáticos, vamos supor que essa hipótese seja verdadeira. Ainda assim persiste a pergunta: por que proibir? Voltando ao exemplo do texto anterior, de roer as unhas: se um dia provarem que esse comportamento é 100% genético devemos impedir que o tratamento seja prestado para quem deseja?

Orientação sexual não é comportamento. Ou você escolheu a sua?

A afirmação está correta, sem dúvida: orientação sexual é uma coisa, comportamento homossexual é outra bem diferente. Afinal, nada impede que alguém mantenha um comportamento homossexual por puro prazer, sem sentir atração sexual pelo parceiro. O problema é que, apesar de estar correta, a afirmação simplesmente não atinge a argumentação, pois o parágrafo único do artigo 3º da resolução CFP 001/99 (um dos trechos sustados pelo PDC 234/2011) não faz essa distinção. Mesmo que a homossexualidade de um determinado indivíduo seja apenas um comportamento, ele será impedido de conseguir tratamento.

E novamente vamos supor que a objeção seja verdadeira, ou seja, que seja impossível existir comportamento homossexual separado de orientação sexual. Ainda assim, não me parece sensato proibir essa reorientação caso isso seja desejado pelo paciente.

Tem muitos gays por aí querendo deixar de ser?

Não sei a resposta, mas no fim das contas ela não importa, pois esse é um ponto totalmente irrelevante. Afinal: se forem muitos? Então esse é um problema grave que deve ser resolvido o quanto antes, e portanto um grande avanço. E se forem poucos? Eles devem perder direitos pelo simples fato de serem uma minoria?

O cerne da questão

Para não permitir devaneios, é bom frisar que o que está em discussão é o seguinte: você gostaria de ter um tratamento que você deseja ser negado pelo CFP ? Ou prefere ter o direito de escolher você mesmo que tratamento você deseja?

Isso levantou outras duas objeções:

Posso pedir tratamento mesmo sem estar doente? Ou para a doença errada?

Bom… Pedir você pode. O que não pode é exigir, e isso não está em questão. Se o médico, com toda sua experiência e conhecimento do assunto, achar melhor negar o tratamento, deve ter a liberdade de negá-lo. Ninguém está dizendo o contrário. Da mesma forma, nenhum psicólogo seria forçado a “tratar” um caso de homossexualidade.

Posso pedir qualquer tratamento, mesmo que seja anti-ético?

Minha opinião é clara: não. Mas, novamente, a objeção não atinge o argumento. Para que atinja, o argumentador terá que explicar por que a mudança de comportamento sexual deve ser considerada uma atitude anti-ética. Até agora não obtive resposta.

Um update para colocar uma outra objeção que vi por aí:

E o caso dos adolescentes homossexuais que são forçados pelos pais a ir ao psicólogo?

Uma outra pessoa citou o filme “Orações para Bobby”, onde um adolescente homossexual é levado ao suicídio por não ser aceitado pela mãe. Ele argumentava que talvez esse seja o fim dos adolescentes homossexuais levados de maneira forçada pelos pais ao psicólogo.

Bom… Aqui temos um argumento que parece sólido, mas que também não resiste a uma análise mais profunda.

Pra começar, uma analogia: o que aconteceria se um determinado pai ou mãe levasse um adolescente heterossexual a um médico pedindo uma cirurgia de mudança de sexo contra sua vontade? Seria uma atitude parecida com a relatada, uma violência digna de levar alguém ao suicídio.

Agora a pergunta: quantos médicos aceitariam uma proposta dessas? Que médico não seria capaz de perceber o prejuízo que estaria causando ao adolescente? Por outro lado: há médicos que aceitariam? Provavelmente, dependendo da grana oferecida. Isso tornaria o ato ético? Obviamente não. Caso a história fosse descoberta, um médico desses deveria ser punido exemplarmente pelo Conselho Federal de Medicina (CFM)? Obviamente sim.

Voltemos agora ao tratamento psicológico, então: o que dizer de um psicólogo que não consegue perceber o prejuízo que está causando ao adolescente cujos pais pedem um tratamento contra a sua vontade? Ele estaria sendo ético? E o que dizer de um psicólogo incapaz de perceber que seu paciente está sendo levado ao suicídio? Obviamente seria um profissional totalmente anti-ético. Portanto, percebemos que é esse tipo de profissional que deve ser alvo de perseguição por parte do CFP, e não os homossexuais que buscam o tratamento por vontade própria.

Conclusão

Ainda não encontrei um único motivo para que os que defendem os direitos dos homossexuais acharem essa lei um retrocesso. Pelo contrário: tudo indica que essa foi uma grande vitória dos homossexuais.

Se o movimento gayzista lamenta a aprovação dessa lei, provavelmente é porque não se importa realmente com os direitos dos homossexuais…

MEUS COMENTÁRIOS

Um dos melhores textos que já via a respeito da questão da “cura gay”. E como Zé Cláudio devidamente apontou, quando um debatedor gayzista estiver usando o termo ‘cura gay’ isso não passa do truque do rótulo ódioso, que é um estratagema extremamente desonesto para inviabilizar o debate.

Se um grupo ideológico já começa debatendo a partir de uma fraude, é óbvio que outras fraudes terão que ser inventadas para sustentar a fraude central.

Antes de começar a debater com um deles que comece dizendo-se “indignado com a ‘cura gay'”, diga para a platéia do debate: “É incrível como este debatedor é indigno e desqualificado, a ponto de fazer uma encenação baseada em uma mentira. Será que não tem vergonha na cara?”.

Em seguida, explique as fraudes para a platéia, com exemplos. O texto de Zé Cláudio serve como um excelente guia neste sentido.

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17 COMMENTS

  1. Off:
    Luciano, gostaria de compartilhar com vocês…uma análise tipológica dos esquerdistas.
    Espero que seja útil. Seria interssante disseminar isso no facebook de forma anônima.

    Os 5 estágios do esquerdismo:

    1º – A pessoa está sendo manipulada – (Ela não sabe porra nenhuma e segue a manada, papagaiando slogans, e achando bonito o esquerdismo porque está na moda).

    2º – A pessoa é historicamente ignorante. – (Tem conhecimento do comunisto através de militantes comunistas (item 4, abaixo), somente aspectos mais básicos da ideologia, mas não sabe de fato o que é, o que pretende, como atua e o resultado do comunismo).

    3º – A pessoa é completamente BURRA – (Tem conhecimento do comunismo, Leu ‘O capital’, acompanhou a história do comunismo aplicado, mas não entendeu nada do que leu, muito menos do que viu).

    4º – A pessoa é completamente desonesta, amoral é provavelmente Sociopata – (Conhece, apoia, defente, engana, omite, nega o genocídio e milita em prol da causa).

    5º – A pessoa perdeu completamente qualquer vestígio de humanidade, é provavelmente Psicopata – (Conhece, apóia, defende, engana, omite, milita em prol da causa com violência, atos de terrorismo e assassinatos, nega o genocídio, mas se tiver a oportunidade o pratica).

  2. Eu fiquei todo saltitante de alegria com esse gesto heróico do Pr. Feliciano desafiando impavidamente a opressão gayzista! É realmente o cúmulo da depravação semântica chamar esse PDC de “cura gay”, como se os possíveis interessados em buscar esse tipo de tratamento fossem exclusivamente viados e sapatonas! E a quantidade de heteros insatisfeitos e desconfortáveis com sua orientação que tem por aí, gente que gostaria de ampliar seu cardápio sexual mas é obrigado pelos desmandos de um movimento com claro viés totalitário a manter uma dieta monótona e sem cor? Tem coisa mais fascista e totalitária que isso, interferir no meu direito de querer aumentar meu leque de opções de objetos de desejo?

    Isso pra não falar do prejuízo dos bissexuais e dos pansexuais que se sentem desorientados com tantas opções e gostariam de se direcionar exclusivamente para um gênero, a fim de tornar sua vida afetiva e sexual mais administrável. Heteros, bis e pans, comemoremos todos, e apoiemos intransigentemente o destemido pastor!

    Concordo ainda que, mesmo que seja algum dia provado que a base para tal comportamento seja exclusivamente genética, isso obviamente não é justificativa para proibir o tratamento! E a quantidade de anomalias genéticas que demandam tratamentos vitalícios que existem por aí, como a diabetes, a síndrome de down, a fenilcetonúria, a doença celíaca, a alergia à lactose, muitos custeados gratuitamente pelo SUS!

    Cara, tô torcendo pra essas manifestações continuarem por tempo suficiente pra desviarem a atenção do andamento da votação desse PDC e essa portentosa ferramenta imprescindível para o bem estar e a felicidade da nação virar lei sem empecilhos!

    Uhu, finalmente vou poder me tornar bi e parar de sentir ânsias de vômito quando sinto uma barba áspera em atrito com a minha (isso pra não mencionar os detalhes sórdidos!). Finalmente vou poder participar daqueles joguinhos de vestiários que só ouço falar! Finalmente vou ter condições de me juntar àquela parcela mais alegre e próspera da população tão odiada e perseguida por esse povo que fica tentando transformar suas taras religiosas em legislação!

    Vc e o autor do texto tem todo o meu apoio!

    • Obrigada augusto!!!! quase todos pensamos como vc, mas nenguem tem vontade de continuar explicando para estos PATETAS o quanto de ridiculo eles são!!!! abraços!!!

  3. Ah, é, esqueci de falar, a proibição do CFP tb diminui o mercado pros psicólogos, psicanalistas e psicoterapeutas, inibindo o progresso financeiro dessa categoria.

  4. Entendo tudo perfeitamente, mas na prática a história é outra. Não percebi no texto a “escuta” dos movimentos GLBTs ou mesmo de pessoas que querem ou não algum tratamento. Também gosto de olhar de cima do pedestal e apontar para baixo dizendo o que as pessoas querem ou não, ou mesmo o que devem ou não fazer. S o pedido não partiu do CFM, CFP ou mesmo de uma entidade GLBT, quem foi que pediu este tratamento? Os cidadão? De que forma? Sob coerção religiosa? Quero ouvir mais lados desta história.

    • Vander Lins,

      A questão é que o argumento independe de alguém ter declarado querer ou não tratamento. O argumento vale para QUALQUER PESSOA que queira procurar um tratamento a respeito de uma condição que lhe incomode.

      “Também gosto de olhar de cima do pedestal e apontar para baixo dizendo o que as pessoas querem ou não, ou mesmo o que devem ou não fazer. ”

      Este é o problema combatido. A mania de querer DETERMINAR o que os outros devem ou não fazer. Se um homossexual ou heterossexual estão incomodados com suas condições, que procurem tratamento… Pq é preciso que uma instituição DETERMINAR o que ele deve querer ou não?

      S o pedido não partiu do CFM, CFP ou mesmo de uma entidade GLBT, quem foi que pediu este tratamento? Os cidadão? De que forma? Sob coerção religiosa? Quero ouvir mais lados desta história.

      Como seria uma “coerção” religiosa? Com armas? Com a força? Senão, não é coerção, é persuasão, e está na lei. Além do mais, um cidadão gay não depende do que alguma entidade LGBT determine.

      Seu argumento parte de premissas totalmente erradas, e é fácil demoli-lo.

  5. A única questão incoerente é que psicólogo nenhum tem a receita da ‘cura gay’… NÃO existe cura gay… Neste novo cenário, supomos que uma pessoa com pulsões homossexuais procure um psicólogo pedindo ‘a cura’ para seu comportamento/orientação. A abordagem inicial do psicólogo deveria mostrar que ser homossexual não é necessariamente doença e que tais pulsões podem ser aceitáveis e administradas com equilíbrio a fim de minimizar o sofrimento típico de quem quer negar de todas as formas a existência de tais pulsões. Apesar disso, mesmo com a orientação subjetiva do psicólogo, o paciente pode não aceitar a orientação do psicólogo, pois o paciente tem TOTAL LIVRE ARBÍTRIO. Ou seja, é só uma questão de tempo para o paciente perceber que as pulsões ainda continuarão mesmo após o tratamento da ‘tal cura’ e que gastou todo seu dinheiro indo ao psicólogo para nada… É a mesma coisa que acontece com os evangélicos que vão para igreja e fornecem seu dinheiro ao pastor atrás de uma ‘cura milagrosa divina’. A única pessoa que vai se beneficiar com esta medida será o PASTOR PSICÓLOGO, esse vai encher o bolso enganando pessoas com seu charlatanismo. Abraços.

    • João Filho

      A única questão incoerente é que psicólogo nenhum tem a receita da ‘cura gay’… NÃO existe cura gay…

      Vamos parar de jogo aqui, ok? Mentir com o uso do rótulo ‘cura gay’ é algo que pode convencer alguém ingênuo, mas este truque já foi desmascarado aqui. O termo ‘cura gay’ é usado pelos oponentes da liberdade de escolha no tratamento psicológico, por que não aceitam que gays possam buscar tratamento.

      Quando você diz “não existe cura gay”, eu respondo: “mas o único a vir com o papo de ‘cura gay’ aqui é você”.

      Vamos parar de palhaçada, ok?

      Neste novo cenário, supomos que uma pessoa com pulsões homossexuais procure um psicólogo pedindo ‘a cura’ para seu comportamento/orientação. A abordagem inicial do psicólogo deveria mostrar que

      Já errou!

      Onde está escrito que a abordagem do psicólogo “deveria mostrar”? Você sabe os motivos de cada paciente? Não, não sabe. Então nem consegue deduzir qual a abordagem inicial…

      Apesar disso, mesmo com a orientação subjetiva do psicólogo, o paciente pode não aceitar a orientação do psicólogo, pois o paciente tem TOTAL LIVRE ARBÍTRIO.

      A “orientação subjetiva” vai depender do psicólogo que o paciente procurar… Qual linha escolhida? Você saber? Qual tipo de terapia? Ele é mais pragmático? Ele mistura psicanálise com PNL? Você não sabe…

      Então, se o sujeito quiser procurar um psicólogo que faça um serviço de mudança de hábitos, ele pode…

      Ou seja, é só uma questão de tempo para o paciente perceber que as pulsões ainda continuarão mesmo após o tratamento da ‘tal cura’ e que gastou todo seu dinheiro indo ao psicólogo para nada…

      Novamente, você não sabe… Pode ser que as “pulsões” continuem, ou desapareçam, e sejam substituídas por outras. Você não viu a vida antes e depois do paciente. Então, como é que você pode saber?

      Percebe que você TEM CERTEZA do destino de todos, e então DETERMINA o que todos devem querer, e COMO CADA PSICÓLOGO deve agir… Sua visão é totalitária demais. É preciso de uma lição de liberdade individual para você, mas não sei se você compreenderá…

      É a mesma coisa que acontece com os evangélicos que vão para igreja e fornecem seu dinheiro ao pastor atrás de uma ‘cura milagrosa divina’. A única pessoa que vai se beneficiar com esta medida será o PASTOR PSICÓLOGO, esse vai encher o bolso enganando pessoas com seu charlatanismo. Abraços.

      Está aí sua incoerência. Se você apresenta uma crítica a um comportamento (ir à igreja), que é biologicamente selecionado, então assume que este comportamento PODE ser mudado. Se você diz que o pastor está errado, então você está certo.

      Note que maravilha: (1) é dado a você o direito de criticar um evangélico – crítica a comportamento, independente de ser selecionado biologicamente ou não, (2) é aventada a possibilidade de mudança de um comportamento.

      Você acabou de dizer que comportamentos podem ser criticados, e comportamentos podem ser mudados. Assim, o comportamento gay também pode ser criticado, e também pode ser mudado.

      Abs,

      LH

  6. Texto ridículo,a própia OMS afirma q homossexualidade não é doença,então obviamente não pode ser tratada.Um homossexual pode sim consultar um psicologo por estar descontente com sua sexualidade ele vai orientá-lo como ele deve agir,sendo que,quando um homossexual procura algum “tratamento” ele na maioria das vezes está descontente é com o preconceito e discriminação na sua vida.Se tem homossexual que quer mudar sua sexualidade é simplismente pq nunca foi homossexual apenas teve esperiências sexuais.
    O que ñ se pode é tratar ou procurar tratamento para algo que não é doença.Isso teria consequências enormes no psicológico desse homossexual.Leiam o projeto é vão ver que o CFP apenas proteje os homossexuais de certos enganadores,e o projeto susta isso fazendo com que psicologos procurem tratamentos para isso.Ora,se até a OMS e o EXODUS que consideravam distúrbio ou pervesão ñ tratam mais quem são esses deputados pra dizerem ao contrário.

    • Marcus Andrade

      Texto ridículo,a própia OMS afirma q homossexualidade não é doença,então obviamente não pode ser tratada.

      Percebam que esquerdista joga com a linguagem, mas sempre mente no debate.

      O termo “tratamento” só é aplicável para doenças em medicina. Mas psicologia, não é medicina.

      Portanto, alguém pode mudar seu comportamento (sem precisar de tratamento médico), e você mentiu.

      Um homossexual pode sim consultar um psicologo por estar descontente com sua sexualidade ele vai orientá-lo como ele deve agir,sendo que,quando um homossexual procura algum “tratamento” ele na maioria das vezes está descontente é com o preconceito e discriminação na sua vida.Se tem homossexual que quer mudar sua sexualidade é simplismente pq nunca foi homossexual apenas teve esperiências sexuais.

      E como você não conhece todos os homossexuais, não sabe em qual categoria ele se encaixa e portanto não tem autoridade moral de proibi-lo de tentar mudar seu comportamento.

      O que ñ se pode é tratar ou procurar tratamento para algo que não é doença.

      Dois truques de linguagem em uma única frase. Você precisa buscar tratamento para sua mania de mentir. É mitomania o seu problema.

      1. Ninguém falou em tratamento médico
      2. Ninguém falou em doença

      Sim, qualquer um pode alterar seus comportamentos indesejados ou confusos caso for possível.

      Isso teria consequências enormes no psicológico desse homossexual.

      Depende do homossexual. Você não conhece todos…

      Leiam o projeto é vão ver que o CFP apenas proteje os homossexuais de certos enganadores,e o projeto susta isso fazendo com que psicologos procurem tratamentos para isso.

      O CFP não protege os homossexuais que queiram mudar seu comportamento. O CFP não dá liberdade de escolha, portanto é ditatorial. Quem defende o CFP nesta questão deveria procurar tratamento médico, pois não sabe viver em sociedade.

      Ora,se até a OMS e o EXODUS que consideravam distúrbio ou pervesão ñ tratam mais quem são esses deputados pra dizerem ao contrário.

      Não conheço “Exodus”. Exodus para mim é uma banda de thrash metal…

      O que OMS fala também pode estar influenciado por militância política, portanto deve ser investigado.

      Nada do que eles disserem, no entanto, tira o argumento a favor da liberdade do indivíduo.

      Nenhum indivíduo precisa ser “protegido de si próprio”. Isso é coisa de comunista.

  7. Caro Luciano, só quero parabenizá-lo pelo seu trabalho. Seu Blog é um achado em meio a tanta obscuridade desses tempos de Revolução Cultural. Seus artigos (e suas fontes de referência) me tem sido de grande ajuda pra desmascarar a vigarice intelectual por baixo do véu de ‘cultura’ , ‘moralidade’ e ‘coerência’. O tempo é curto e avança veloz, eu sei. Há muito que se estudar e aprender, pois que também me reconheço “vítima” desse processo lento e sutil que me lançou (a todos nós, acho) no atraso, no risco desnecessário e na perda de tempo, energia e oportunidades melhores. Mas são espaços como esse que ajudam- e MUITO- a acelerar os meus passos no “campo de batalha” atual. O ateísmo militante dá trabalho, é verdade, mas pior são o povo que vive dentro do que chamo de “campo espiritualista” (ou “redoma ecumênica”). Sofro com minha amada irmã que milita na ‘causa gay’ sem nunca se dispor a me dar a chance de opinar e dela mesma pensar numa outra direção e com a lente alheia. É doloroso e lamentável saber que a CRIAÇÃO DE CRISES (destilada pelas esquerdas) se instaurou dentro dos círculos familiares e de amizade (nesse país, quando se descobre algo que destoa UM TANTINHO do ambiente social, vc vira uma espécie de ET contagioso e perigoso; seus novos conhecimentos tornam-se um ‘tesouro proibido’ que deveria permanecer escondido no fundo do mar (já dizia, usando de outras palavras, o ‘Olavão’). Eu, que adoro um filme de terror, sei que zumbis existem, e pra minha surpresa, estão todos satisfeitos vivendo suas liberdades de escolha e pensamento.

    Eu vejo que, no caso desse “argumento” da ‘CURA GAY’, bastaria eu perguntar ao sujeito se ele VERIFICOU a fonte primária que sustenta essa afirmação (noticiada pelos jornais & programas chiques da TV de FORMA QUASE QUE COMBINADA E NO MESMO TOM, como se não fosse,né!?), isto é, a própria Resolução CFP 001/99 do CFP seguida da PDC 234/2011. Se a resposta for negativa, então é a minha vez de tirar da cartola as informações faltantes e mostrar com paciência e consideração (de maneira sucinta se possível, o que PRA MIM ainda me é complicado :¬)) o histórico que antecede e culmina na reavaliação e revogação da emenda- um tanto tardia, diga-se- que IMPEDIA a liberdade de escolha do próprio gay, e que isso NÃO é de forma alguma uma arbitrariedade “politiqueira-moralista-religiosa” para enquadrá-lo (embaraçosamente em público) como uma aberração médica. O que ele enxergou como tolhimento é na verdade uma conquista.

    Aí eu já emendo: se a coisa então é por aí, qual o motivo REAL de tanto forrobodó caluniador e difamatório em cima do ALVO-CHAVE do mov. gay no momento, o pastor Marcos Feliciano? E por que tanta tristeza?

    Feito a pausa reflexiva (caso a criatura sobreviva à catarse emocional e não cuspa ódio sanguenolento na minha cara Rsss) eu coloco meus óculos escuros à lá John Lennon, sorrio e digo: – Alegre-se, Neo! E seja bem vindo ao deserto do real. Rsss

    Paz e sucesso pra ti.

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