Marco Feliciano fala tudo da “cura gay”

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Provavelmente o melhor vídeo de Marco Feliciano na questão das polêmicas criadas pelo movimento gayzista contra ele. Com um excelente controle de frame, ele simplesmente apresenta fatos e traz argumentos que deixarão desconcertados os poucos esquerdistas que ainda tiverem um pouco de dignidade.

Quer dizer então que o termo ‘cura gay’ foi uma invenção do Conselho Federal de Psicologia? E daí acusam os oponentes de tentar “cura gay”? Será que há limites para a falta de vergonha na cara? Seja lá como for, o Conselho Federal de Psicologia criou novos limites.

A partir de agora, qualquer um estará moralmente legitimado a chamar quem vier com esse papinho de “a bancada evangélica pede ‘cura gay'” de mentiroso e desqualificado.

Não há como dourar a pílula. Quem mente de maneira tão descarada assim causa danos sociais e preconceitos injustificados. Deixar de tratar quem faz esse tipo de torpeza com a assertividade necessária significa estimular esse tipo de comportamento.

Feliciano termina o vídeo de forma muito polida. É o estilo dele. Eu não sou assim.

Se um gayzista vier dizendo “Não pode curar a homossexualidade, pois homossexualidade não é doença”, eu direi: “Homossexualidade de fato não é doença, e ninguém falou isso. Mas mitomania é uma doença e você precisa procurar tratamento urgente”.

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20 COMMENTS

  1. Deve-se, no entanto, deixar bem claro que a retirada do termo “cura gay” é da proposta original, ou seja, originalmente, a CFP classificou homossexualismo como doença ao proibir aos psicólogos exercerem a “cura”. Segundo, é preciso deixar extremamente claro que a retirada do Parágrafo Único resulta da lógica de que homossexualismo não é doença, pois da forma que o Feliciano argumentou é bem possível que as pessoas argumentem “se retirou, é porque agora pode curar homossexualismo”.

    Um segundo ponto interessante, Luciano, é que, por mais que o Feliciano tenha dado o nome do Deputado que fez o projeto, é ele quem está levando a culpa do mesmo.
    Pergunte a qualquer militante: quem é o culpado pela PEC 37? Eles citarão Lourival Mendes na ponta de sua língua. Quem será o presidente da seção que a votaria? Ninguém sabe, ninguém tá nem aí. Mas parece que com Feliciano é diferente. Portanto, temos aí mais uma arma que o Feliciano anda batendo: o preconceito contra ele simplesmente por ele ser religioso, não-esquerdista (pesado), e não estar a favor do ativismo gay. Você não vê pessoas se mobilizando contra presidentes de seção exceto no caso dele e do Renan Calheiros, mas nem no caso do Renan Calheiros se atribui a ele projetos que ele preside, ele é apenas um FDP que tá lá.

    Mas não espere que a minha ou a sua argumentação tenha algum resultado. Esquerdistas são, como você diz, piores que o mais fanático dos religiosos, venho desmentindo a “cura gay” no meu facebook já faz algum tempo, mas os esquerdistas que estão lá parece que são incapazes de absorver alguma mensagem que não venha dos “pastores” deles (Jean Willys, imprensa, sites de comédia lol, etc).

  2. Concordo. Eu não vejo problema algum de um sujeito infiel buscar ajuda profissional para auxiliar a ser fiel, assim como não vejo problemas em alguém que quer passar a gostar de outro gênero, buscar ajuda profissional. Se o “””tratamento””” tem chances baixas de sucesso, ai cabe o profissional e o cliente “avaliarem os riscos” e não burocratas de Brasília.

  3. Luciano, está rolando por aí dois vídeos de uma entrevista com Richard Cohen, que é um terapeuta de reorientação sexual, para a entrevistadora Rachel Maddow, que parece ser uma simpatizante da causa gay. Ainda não os assisti, mas acredito que você encontre algumas “brechas” na entrevista ou até descubra que o próprio entrevistado pode ter sucumbido diante da entrevistadora. Estou postando apenas porque esses vídeos estão sendo divulgados por simpatizantes dos movimentos gay, aproveitando o embalo dessa “cura gay” aqui no Brasil. Segue abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=rtaB5BXZRWI&feature=share

    • O cara foi totalmente DEMOLIDO. Ele tentou uma assertiva inicial, quando disse que a entrevistadora estava errada assim como os ugandenses, porém nas explicações ele começou com a mesma lenga lenga de sempre. (conversa passiva, sobre amor, acolhimento e outras amenidades muito comuns em diálogos religiosos).

      Em situações como essa a assertiva é fundamental. E muitas situações ele poderia ter virado o jogo. O pilar da argumentação da jornalista era: “O seu livro é inspiração para matadores de gays, logo você é co-autor de homicídios homossexuais” — argumentação que poderia ser facilmente demolida, com lógica simples….”pessoas que se baseiam em livros para executar genocídios são loucas totalitárias. Mas é garantida a liberdade de expressão para escritores de livros, e se as pessoas tomam atitudes inconvenientes a partir do que elas leram ou viram, teríamos que tirar todos os livros da prateleira, assim como os telejornais…segundo a sua lógica fulana”.

      Uma abordagem que viraria o jogo, é além da assertividade, ele fazer perguntas à entrevistadora…uma pergunta evidente que poderia ter usado é “vc leu o restante do livro fulana?, em que página se encontra o termo cura gay?” assertivamente. Mas de qualquer maneira a casa iria cair com respeito a fonte dos dados que ele usou. Ela também usou uma questão semântica pra dar a entender que a mudança do comportamento é o mesmo que “cura”….Nesse momento, se apontasse a desonestidade dela, ele ganhava o debate. Mas ficou igual a um idiota se curvando para frente e para trás…comportamento de descontentamento, porém passivo.

      De um ponto de vista legalista– bem o cara é um charlatão nada mais. Não deveria nem ter mostrado a cara na televisão sendo que atua sem licença. O contraste com Feliciano é evidente, quando sabemos que Feliciano foi eleito com uma grande margem de votos.

      No mais é interessante notar, as expressões faciais da jornalista (jornalistas que em sua maioria usam de PNL ao lidar com entrevistados), usando expressões de descrédito, escárnio, ironia, Sempre no tom acusatório, oportunista. Enquanto ele fala, ela curva as sobrancelhas e olha para o canto inferior, e isso dá a impressão para os telespectadores que o cara está falando uma monte de baboseira e mentiras, e o fato de ela não manter contato visual com ele enquanto ele fala, escancara o desprezo da jornalista pelo entrevistado.
      A entrevista já foi montada para crucificar o entrevistado, e ele foi idiota o suficiente para comparecer à própria crucificação.

      Em suma o que ele deveria ter feito é relativamente simples…criticar o maníaco que o usou seu livro como inspiração, criticar a política de Uganda no uso de violência com seu próprio povo e criticar a jornalista por tendenciosamente acusá-lo de co-autoria, simplesmente por alguém com idéias totalitárias ter lido seu livro…nessa crítica ele poderia inserir aí a tentativa de um processo por calúnia e difamação contra a jornalista e a emissora.

      O pior foi o cara tentar promover o site dele, nessa situação!!!!!
      Em resumo o cara foi burro, e pagou pela sua burrice….Note a cara do paspalho! Sempre sorrindo!

      Essa foi uma das entrevistas mais demolidoras que me lembro de ter assistido.

      • Li seu texto agora, e você disse tudo: o cara é um tapado total. Com certeza não sabia que ao aceitar ser entrevistado, essa entrevista seria feira com um tempero bem comum hoje em dia: desprezo total, que atualmente no jornalismo, em grande parte do mundo, é uma regra básica em se tratando de assuntos abordando a homossexualidade, principalmente se o entrevistador for simpatizante fervoroso da militância e souber jogar o jogo. Definitivamente são tipos como esse indivíduo, que como você bem observou, fazem o senso comum começar a ter asco só em escutar algo que não seja do agrado da militância. Não adianta, enquanto não aprenderem a se defender firmemente de acusações e apontar fraudes no discurso do interlocutor, o resultado será sempre esse, derrota atrás de derrota, mais capitalização pro lado adversário. Já está na hora de deixar a ingenuidade de lado e parar de pensar que a mídia atual vai lhe tratar com respeito, porque o objetivo dela é exatamente o contrário: destruir a sua reputação e consequentemente a dos demais, que não têm absolutamente culpa nenhuma de sua falta de competência e firmeza. Se continuar aparecendo mais tipos como esse sujeito, o resultado será um efeito dominó.

  4. “venho desmentindo a “cura gay” no meu facebook já faz algum tempo, mas os esquerdistas que estão lá parece que são incapazes de absorver alguma mensagem que não venha dos “pastores” deles (Jean Willys, imprensa, sites de comédia lol, etc).”

    Infelizmente não tem como convencer essa gente. Mesmo na base da ridicularização, em um ambiente onde eles estão em maior número, vc acaba se sentindo pressionado e inferior. O quê adianta falar a verdade, se eles simplesmente não querem saber dela? Luciano, responde aí 😀

  5. Não gosto nem um pouco desse sujeito, mas, ao menos, dessa vez ele se defendeu bem. Contudo, a galera continuará a não entender, pois partem da argumentação chula que ao retirar o termo “não é permitido cura”, os psicólogos poderão e irão, por conseguinte, “curar” os homossexuais. Aposto minhas bolas nisso. Que esse argumento, doravante, será usado ad nauseam pelo pessoal do politicamente correto.

  6. Luciano, leia este texto. O autor é inocente útil no último (ou pode estar se fazendo de inocente útil), mas ele confere aos vândalos das manifestações uma legitimidade que eles não possuem e que pode encorajá-los a fazer ainda mais vandalismos nos próximos dias. E pior de tudo é chamar o vândalo de “cristão”, o que nos permite suspeitar que seja um neoateismozinho sutil por parte do escriba em questão.

  7. Na boa, a argumentação do Feliciano nesse vídeo é ridícula.
    Diz ele que é a resolução do CFP quem fala em “cura gay” e o projeto é que estaria “retirando a cura gay” da lei. Ora porra, a resolução fala em cura gay, sim, mas PROIBINDO-A de ser feita; o projeto que votaram tira o termo cura gay da lei, sim, e TIRA JUNTO A PROIBIÇÃO DE ELA SER FEITA.

    E o que não é proibido é permitido, essa é a lógica no direito civil.

    Claro que o nome “cura gay” continua sendo uma malandragem.
    Claro que a proposta de retirar a proibição do CFP é completamente legítima.
    Mas o Feliciano foi simplesmente imbecil nessa defesa e presta um DESSERVIÇO à causa.

      • Lógica “do direito civil” é só um adendo, nem pela lógica “normal” essa enrolação do Feliciano passa. A resolução fala em “cura gay”, mas PROIBINDO-A, e não endossando-a. Ele dizer que “eles é que estão tirando a cura gay da lei pq homossexualidade não é doença” é um frame completamente mentiroso. É mais ou menos como revogar algum artigo que VEDA a prática de tortura e falar “nossa, a lei falava em tortura, nós que fomos lá e tiramos rsrs”.

      • Então vamos a outros frames, para que Feliciano e seus aliados possam usar

        * A resolução do CFP fala em cura e tratamento, não apenas em cura
        * Mas é fato que o CFP foi o primeiro a falar em cura quando os oponentes nem mencionaram isso
        * Tratamento é livre, pois podemos tratar qualquer coisa. Por exemplo, fazer um tratamento para engorda, não significa uma “cura de doença”.
        * Aí quando alguém falar em tratamento de homossexualidade, o CFP e seus aliados fingirão que o outro falou em “cura”, mesmo que este termo tenha sido criado pelo CFP
        * A partir daí, o CFP e seus aliados travarão o debate fingindo que o oponente propõe “cura gay”, mesmo que nunca tenha proposto isso
        * Uma resolução como a do CFP é amoral por confundir propositalmente os outros para capitalização política

      • Essa questão da “cura” misturada com “tratamento” é uma boa observação.

        Por outro lado, não acredito que essa fosse mesmo a intenção dos religiosos, e se foi, pisaram na bola. Não se pode, é verdade, revogar trechos de artigos (por exemplo, apenas riscar a palavra “tratamento” da lei e manter a proibição à cura); mas eles poderiam, em vez de propor apenas a revogação dos itens da resolução, propor a SUBSTITUIÇÃO do parágrafo que proíbe “tratamento e cura” para a proibição apenas de “cura”.

        Essa ação seria condizente com essa suposta intenção. Mas não seria muito forte também, porque na verdade seria apenas a proibição de uma certa TERMINOLOGIA: convenhamos que se alguém entra gay no consultório e ao fim do tratamento sai hétero, tanto faz se isso é chamado de “cura” ou de “tratamento”; dá na mesma e essa mudança, seja lá qual for o nome que se dê, é o que o CFP quer proibir.

        Na minha opinião o único frame sólido nessa questão é o libertário:

        A questão não é ver se “é doença ou não pra saber se tem cura”, até porque a própria definição de doença é bastante discutível. A questão é: trata-se ou cura-se aquilo que é POSSÍVEL de ser curado ou tratado, enfim, mudado. Aí sim achamos a questão fundamental: é POSSÍVEL mudar a sexualidade de alguém? Há quem diga que sim, há quem diga que não. O fato é que o parágrafo único proíbe os profissionais que se sintam capazes de fazer tal mudança de oferecê-la a um paciente que queira tentá-la.

        Só porque há os que acham impossível cura/tratamento/mudança não se pode com uma resolução proibir os que acham possível de oferecerem tal tratamento a quem voluntariamente queira tentar; muito menos proibí-los até de manifestarem estas opiniões, só porque são impopulares ou ferem a sensibilidade de alguns. Ciência nunca foi baseada em um grupo elegendo uma verdade inquestionável.

      • Essa ação seria condizente com essa suposta intenção. Mas não seria muito forte também, porque na verdade seria apenas a proibição de uma certa TERMINOLOGIA: convenhamos que se alguém entra gay no consultório e ao fim do tratamento sai hétero, tanto faz se isso é chamado de “cura” ou de “tratamento”; dá na mesma e essa mudança, seja lá qual for o nome que se dê, é o que o CFP quer proibir.

        Aí é que faria toda a diferença, pois se o CFP quer proibir um homossexual de buscar mudar algo que lhe incomode (sem chamar de cura, o que dá pretexto para chilique esquerdista), então está sendo ditatorial e limitando a liberdade de escolha de um indivíduo que não fará mal a ninguém com sua ação. A partir daí, é fácil demolir o esquerdista chamando-o de totalitário, cruel e insensível à dor desses que querem mudar.

        A questão não é ver se “é doença ou não pra saber se tem cura”, até porque a própria definição de doença é bastante discutível. A questão é: trata-se ou cura-se aquilo que é POSSÍVEL de ser curado ou tratado, enfim, mudado. Aí sim achamos a questão fundamental: é POSSÍVEL mudar a sexualidade de alguém? Há quem diga que sim, há quem diga que não. O fato é que o parágrafo único proíbe os profissionais que se sintam capazes de fazer tal mudança de oferecê-la a um paciente que queira tentá-la. Só porque há os que acham impossível cura/tratamento/mudança não se pode com uma resolução proibir os que acham possível de oferecerem tal tratamento a quem voluntariamente queira tentar; muito menos proibí-los até de manifestarem estas opiniões, só porque são impopulares ou ferem a sensibilidade de alguns. Ciência nunca foi baseada em um grupo elegendo uma verdade inquestionável.

        Estrategicamente, este frame é muito ruim, pois dá o direito ao chilique da esquerda.

        Na construção de frames, temos que pensar tanto no aspecto RACIONAL do argumento como no EMOCIONAL. No seu frame acima, você ignorou o aspecto EMOCIONAL. Não dá para começar o debate com o esquerdista assim. (Estou supondo que você sugeriu um frame para combater o frame esquerdista, certo?)

        Este é o frame:

        * Pessoas devem ter o direito de mudar comportamentos que não gostem, e mudar comportamento não significa “cura” de doença
        * Um ateu pode virar teísta, um teísta pode virar ateu. Um homossexual pode virar heterossexual, um heterossexual pode virar homossexual.
        * A busca de ajuda em quaisquer situações de incômodo, além do auxílio de um profissional em qualquer transição desejada, é um direito que não prejudicaria os outros.
        * Proibir ajuda profissional em transições comportamentais de acordo com o desejo de cada um é um raciocínio da era das trevas, uma crueldade sem limites.
        * Proibir a liberdade de escolha na busca de apoio psicológico para quaisquer transições comportamentais é uma imoralidade, além de uma desumanidade extrema.

      • Ah, e esqueci de concluir:

        Se a estratégia deles fosse mesmo desfazer a mistura entre “tratamento” e “cura”, então eles deviam estar defendendo o CONTRÁRIO: manter “cura gay” na lei (sendo proibido essa terminologia à prática) e tirarem “tratamento”.

        Que trapalhada a desses conservadores religiosos, querem algo certo mas pelos motivos errados.

  8. Não dá. Esse não dá. Tá na cara que Feliciano tá de embromation.

    Qualquer pessoa capacitada pra ler os textos da resolução do CFP e do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) entenderá que o CFP veda aos psicólogos no Brasil qualquer tipo de tratamento tendo em vista a mudança de orientação sexual (patologização e/ou cura), bem como declarações públicas, manifestações nos meios de comunicação de massa a participação de psicólogos em instituições e eventos que proponham cura (igrejas? retiros espirituais? programas de televisão?) enquanto o PDL quer REVOGAR esses artigos, buscando, portanto, autorizar os psicólogos a atuarem em tratamento e cura da homossexualidade (afinal, o que não está expressamente proibido, está permitido).

    • Desculpa aí, Valfredo, mas a fraude está clara para todos lerem, e a fraude parte do CFP.

      Qualquer pessoa capacitada pra ler os textos da resolução do CFP e do PDL (Projeto de Decreto Legislativo) entenderá que o CFP usa os termos “tratamento e cura” e não “cura” de forma isolada.

      Esta é a manobra para enrolar o público, pois tratamento é livre e não é associado a doença, mas cura é.

      Sabendo disso, eles proibem “tratamento e cura” mas depois jogam somente o rótulo “cura gay” como forma de propaganda.

      Mas se tratamento não está relacionado à doença (enquanto cura está), é claro que eles querem proibir qualquer mudança comportamental de um homossexual em direção a heterossexual.

      Note que você deixa a fraude mais explícita ao confessar: “enquanto o PDL quer REVOGAR esses artigos, buscando, portanto, autorizar os psicólogos a atuarem em tratamento e cura da homossexualidade (afinal, o que não está expressamente proibido, está permitido)”.

      Mentira!

      Na verdade, o que se propõe é tratamento, e não cura, mas como o CFP fez a maquiagem tentando confundir o leitor fingindo que “tratamento e cura” são a mesma coisa, é óbvio que ao revogar um parágrafo que proíbe o tratamento, o CFP vai fingir que os oponentes querem cura.

      A fraude é bem caprichada, mas agora está descoberta, e, neste site, não funcionará mais.

      Farei um post detalhando a fraude em mais detalhes. 😉

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