A crueldade extrema do movimento LGBT: ex-travesti tem dificuldade de conseguir ajuda de psicólogos

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Fonte: Notícias Gospel +

O pastor e ex-travesti Joide Miranda esteve participando do Programa de Rádio da ANAJURE na noite de quinta-feira (27) onde falou sobre o PDC 234/2011, que tenta sustar a resolução do Conselho Federal de Psicologia que impede o profissional de tratar homossexuais descontentes com sua orientação.

Para ele o tratamento psicológico é muito importante, seu testemunho de vida revela que a terapia foi de grande valia para que ele superasse o passado e as confusões que a vida lhe trouxe. “Meu interior estava todo bagunçado. Eu colocava meus sentimentos para fora, e a Dra. Rosalba me ajudou a resgatar minha verdadeira identidade”, disse ele.

A luta no interior de Joide Miranda o fez procurar ajuda e ele entende que muitas pessoas passam por esses conflitos internos e precisam ser ajudados. Pensando nisso ele se questiona por que o CFP não permite que essas pessoas, muitas vezes desesperadas, passem por tratamentos.

Como ex-homossexual, Miranda sabe que é preciso tomar muitas atitudes para poder deixar a prática. Ele mesmo precisou se afastar dos amigos. “Minha mente era totalmente pervertida, mas depois que eu comecei a ser evangelizado, eu deixei todas as minhas amizades, pois naquele momento elas só iam me prejudicar. Passei a buscar coisas novas, vieram muitos conflitos e noites mal dormidas, foi uma luta muito grande no meu interior”, disse.

Depois que conseguiu resgatar sua verdadeira identidade, Joide passou a ser feliz de verdade. “Eu vivia momentos alegres, hoje tenho uma felicidade plena”.

O reverendo Alberto Thieme também participou do programa da ANAJURE e comentou o tema “Como superar a prática da homossexualidade”. Por muitos anos o religioso esteve atuando com abrigos para crianças abandonadas, mas devido a grande procura passou a trabalhar com homossexuais por meio do projeto ajudagay.org.

Desde que a resolução do CFP proibiu a ajuda psicológica para homossexuais, isso em 1999, Thieme tem enfrentado muita dificuldade de conseguir profissionais para atuar no projeto.

Meus comentários

Esta notícia mostra a crueldade extrema do movimento LGBT, aliado ao CFP, lutando sempre para proibir que psicólogos ajudem homossexuais que estejam querendo mudar seu comportamento sexual, ou até mesmo a orientação.

Algumas pessoas, desesperadas, são proibidas se passar por tratamentos por que o questionamento ao comportamento homossexual se tornou a blasfêmia do Ocidente.

Entretanto, em uma sociedade livre não faz sentido que pessoas não tenham o direito de mudar comportamentos de que não gostem, e nem que percam o direito de serem auxiliadas por psicólogos em seu intento.

A busca de ajuda em quaisquer situações de incômodo, além do auxílio de um profissional em qualquer transição desejada, é um direito que não prejudicaria os outros. Proibir ajuda profissional em transições comportamentais de acordo com o desejo de cada um é um raciocínio da era das trevas, além de uma crueldade sem limites.

Tudo bem que é parte do jogo político deles, mas a ponto de renegarem todo e qualquer traço de empatia por homossexuais que estejam sofrendo? Por isso estamos plenamente justificados a acusar o movimento LGBT e o CFP de uma extrema imoralidade e desumanidade com o próximo.

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17 COMMENTS

  1. Cada um possui o direito de agir da maneira que achar conveniente. Mas, convenhamos, é de uma fraqueza mental muito grande quem não consegue achar seu equilíbrio no que tange sua opção sexual. Ora, se sua religião não o aceita por isso, melhor abandoná-la e seguir outros caminhos que o satisfaçam, pois caminhos, entre os espectros religiosos ou do espiritismo, não faltam. I dunno, just sayin’!

    • Se você propõe isso, cabe a você provar que relações homossexuais são compatíveis com a vontade de Deus.
      Existem crenças que apostam nisso.. Existem crenças que não apostam nisso. Joide Miranda optou por essa segunda opção.
      Além do mais, pessoas como ele (existem outros além dele, como Cláudia Jimenez, Mario Bergner, etc.) que provam que é possível pelo menos confrontar suas tendencias em prol de suas crenças e viver de maneira saudável e feliz, ainda que essas tendencias nunca sumam.
      Sexo não é a coisa mais importante do mundo para grande parte das pessoas. Jjust sayin’! 😉

      • Creio que você não entendeu meu ponto, Augusto. Segundo as crenças das religiões abraâmicas, predominantemente as cristãs em terras Tupiniquins, dizem que é pecado ter relações homossexuais, garantindo uma passagem de ida para o inferno and shit. So, ao invés de criar um confronto em suas mentes por causa da religião, que mudem de religião, há religiões ou filosofias espirituais em abundância para serem seguidas, como os Budistas, o Deístas, os Wiccas, os Satanistas [gnosticismo de Anton LaVey], and shit. Melhor isso do que criar esse desequilíbrio emocional que, por conseguinte, necessitará de ajuda especializada. Again, just sayin’!

    • entendi o seu ponto agora. Tenho um pensamento próximo do seu, mas com detalhes de diferença. Eu pessoalmente não acho que domar seus instintos, por si só, cause transtornos. Mas, e eu até já usei isso como argumento: se o individuo tá insatisfeito, porta da rua serventia da casa.

  2. Já sabia da existência do Joide há alguns anos, e sempre que ele participa de algum programa com alta tendência pro lado LGBT, é sempre tratado com asco e desprezo, pois ele “renegou” a sua própria “natureza”.

    • Meu caro, você acaba descobrindo que um marxista-humanista-neoateísta é tão ou mais racista/homofóbico/xenofóbico/supremacista sexual/(insira aqui seu adjetivo que denomine algum preconceito) quando ele se depara com alguém que tenha alguma característica que possa ser inocente-utilizada e esse alguém se recusa a ser inocente-utilizado. A coisa mais leve que você ouvirá deles é afirmar que aquela pessoa não é esclarecida, mas poderemos chegar a extremos como Clodovil ser vaiado porque se recusava a ser resumido àquilo que fazia em quatro paredes. No exterior, veja-se o tamanho da perseguição que sofreu Erin Pizzey por discordar das feministas e expor o fato de que muitas mulheres agredidas não eram exatamente vítimas inocentes, mas as chamadas mulheres propensas à violência (a famosa que leva o marido à polícia, mas logo depois retira a queixa e volta a conviver com o mesmo).

  3. Luciano, dentro do assunto do que a militância gay provoca na sociedade, você viu esta notícias sobre uma lésbica na Argentina que está lutando para ter licença-maternidade pelo mesmo período que sua companheira que está esperando a criança? Malandragem pouca é bobagem, ainda que tudo indique que a justiça não verá o óbvio: que licença-maternidade mais prolongada para uma parturiente é um instituto que leva em conta não só a necessidade de recuperação física como também a criação de laços entre uma criança e aquela que lhe deu à luz, com a licença a quem não deu à luz (aqui entendendo-se o conceito básico de licença-paternidade) sendo menor pelo óbvio fato de quem a recebe não ter se extenuado tanto assim quanto quem carregou o feto por nove meses.
    Há o óbvio risco de juízes serem chamados de homofóbicos por simplesmente terem essa constatação básica de como funcionam as coisas e o motivo de certas coisas serem do jeito que são e, por medo disso, darem licença-maternidade de igual período à mulher que não engravidou.

  4. Luciano, parece que argumento deles está a tombar. Antes, o debate girava em torno do “não há cura pra homossexualidade” (não que eu acho que tenha cura. Realmente o termo cura trata a pessoa como um doente), agora estão falando de “métodos utilizados pela ciência”. Interessante é que o CFP tá brincando de esconde-esconde, já que até agora eles não disseram quais são os métodos utilizados que são “anti-científico”. Simplesmente, discursos ao ar.
    Aliás, Eliseu

    at=2) peidou na farofa deixando escapar o “o que é considerado ciência”. Ciência passou de empirismo pra considerações?

    Abçs

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