Stallone Cobra e um teste sobre ceticismo político… faça e confira o resultado!

14
107


@
Primeiramente veja o vídeo acima. É uma cena de Stallone Cobra, filme dirigido por George Pan Cosmatos em 1986, estrelando Sylvester Stallone, como um policial que luta contra uma gangue de psicopatas.

Observe agora o conteúdo do vídeo (olhando não apenas para o vídeo, como também para a descrição dele). Você achou algo errado e que precisa ser refutado?

Desça mais um pouco a tela para ver o resultado.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

Pois bem… Vamos fazer a análise de seu resultado.

Se você disse que “não há nada de errado e que mereça ser refutado, seja no vídeo ou na descrição dele”, então você ainda não adquiriu o “instinto” de um cético político. O conceito ainda não foi internalizado por você.

Entretanto, se sua resposta foi “sim, há algo de errado e que mereça ser refutado”, então vamos avaliar detalhadamente sua resposta.

Caso você tenha constatado que há o uso de uma rotulagem injustificada (a de esquerdistas defensores de bandidos como defensores de direitos humanos), bizarramente aceita por alguém provavelmente de direita, acertou! Isso mostra que você já consegue identificar uma alegação política, e, enfim, possui boas chances de executar o ceticismo político.

Um frame correto para a direita seria: “Stallone Cobra mostra o que são direitos humanos para um esquerdista apologista do crime!”.

O fato é que quando alguém diz ser “defensor dos direitos humanos”, temos uma alegação que precisa ser validada. Não é por que um sujeito resolva passar a vida defendendo criminosos que ele merece o rótulo de “defensor dos direitos humanos”. Na verdade, é exatamente o oposto. Ele é um inimigo dos direitos humanos.

Sempre que ouço alguém dizer “esse pessoal dos direitos humanos quer mais é defender bandido”, sinto-me mais incomodado do que se ouvisse um barulho de giz riscando a lousa. O melhor seria dizer que você é defensor dos direitos humanos, e o esquerdista é um inimigo, ao priorizar predadores de seres humanos indefesos.

Seja lá como for, caso você não tenha identificado esta alegação política (erradamente aceita por aquele que legendou o vídeo), isso apenas significa que você precisa absorver ainda mais o conceito de ceticismo político a ponto de internalizá-lo. Caso você tenha colocado esse tipo de percepção em seu “instinto”, então pode estar no caminho (ou próximo do caminho) em direção a contínuas vitórias em debates contra esquerdistas.

Anúncios

14 COMMENTS

  1. Em outras palavras: quem escreveu a descrição do vídeo mordeu a isca do pensamento de esquerda que o induziu a acreditar que direitos humanos são coisas ruins. Logo, fica fácil rotular alguém assim de opressor, extremistas, etc e tal… O finado Alborguetti sempre tinha uma resposta na ponta da língua quando alguém defendia direitos humanos para assassinos: “E os direitos humanos da família da vítima, onde ficam?”

  2. Realmente. Confesso que deixei passar desapercebida a mentira. Mentira esta que se enraizou na definição de direitos humanos.
    Quanto a esta necessidade que Luciano afirmou de internalizarmos o ceticismo político, seria de grande ajuda se atentássemos para os significados das palavras e ver se eles são coerentes com a prática daqueles que ostentam as palavras. Por exemplo, quando os humanistas totalitários tirânicos anti-cristãos ostentam o título de defensores do estado laico, o que eles praticam é coerente com o título que eles ostentam?

  3. Mais convenhamos é muito legal mostrar isso para um esquerdopata e eles virem com os cacoetes deles para defender o direito dos bandidos de matar.

  4. Luciano, segue uma série de links que peguei hoje e que podem dar um bom panorama da coisa em relação a diversos assuntos:

    1) Este texto é interessante e fala sobre um assunto que interessa de maneira transversal ao combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo, mas também de maneira direta a quem pensa nas liberdades básicas do ser humano. O cara foi em cima da pinta e falou sobre o que acarreta o voto obrigatório. Aliás, ele inclusive nada contra a corrente dos defensores de jabuticabas que vêm dizer que o voto obrigatório seria bom porque obriga a um grande eleitorado a pensar na política (quando sabemos que a maioria que vai às urnas não tem opinião tão consistente assim que permitisse o comparecimento ao pleito) e supostamente educaria o eleitorado (como se ele fosse algo ruim desde o princípio e que precisasse aprender para deixar de sair de sua suposta condição ruim, coisa que também cai naquele neognosticismo sem misticismo que os filhotes dos jacobinos costumam professar). Pode ser que em algumas passagens o autor caia em alguns MHNs, mas ainda assim não compromete a ideia principal. E, pensando na tragédia da Kiss, o cara é acertado em querer propor uma lei que proíba comandas em estabelecimentos como boates (aqui pensando na rapidez de evacuação e na possibilidade de se poder comprar comes e bebes em fichas no caixa ou por alguma outra alternativa que facilite a evacuação do lugar em caso de incêndio);

    2) Esta matéria fala de algo que já estamos vendo acontecer: os protestões saírem de cena e entrarem os protestinhos. E aqui é um momento que seria interessante a quem combate o MHN, pois protestinhos focados podem ter maior visibilidade do que um protestão com pautas difusas. Nada impede que os combatentes mais organizados ao MHN convoquem protestos que tenham sua visibilidade. Uma sugestão fácil de algo que poderia juntar muita gente e não ser bem protestinho seria algo relacionado à redução da porcentagem de impostos paga pelo brasileiro e cobrar alguma forma de se poder verificar o grau de retorno desses impostos em serviços à população. Com certeza a maioria dos brasileiros está cansada de pagar o tanto de impostos que paga para receber os servicinhos que recebe. Inclusive daria para se falar do lance que na prática o pobre paga proporcionalmente mais imposto que o rico;

    3) Mais uma matéria mostrando que a Igreja Católica não está assim tão quietinha em relação à política. Dom odilo Scherer, a exemplo de seu amigo Jorge Bergoglio, também está conclamando por vias suaves que os católicos soltem a voz na estrada;

    4) Normalmente, o aspecto “balaio de gatos” do PMDB pode até ajudar no combate ao MHN. Aqui temos um exemplo disso, pois o PMDB é contra o voto em lista que o PT tanto defende (e que tanto poder daria a tal partido e aos caciques das outras agremiações). Porém, o PMDB é a favor do chamado “distritão”, em que um estado passa a ser considerado um único distrito e são eleitos os deputados mais bem votados. E isso, como sabemos, igualmente favoreceria caciques partidários, mas de outra forma. O distrital normal (“distritinho”) acabaria por fazer os deputados ficarem excessivamente pautados em seu reduto eleitoral (e dificultando votações com âmbito supradistrital) e praticamente inviabilizaria a eleição de deputados com pautas de agrado geográfico amplo (pense, por exemplo, em um deputado que defende menos impostos ou combate amplo à violência sem recortes de sexo ou cor, pensando em contexto de tal tipo que envolva combate ao MHN), fora ser submetível a malandragens (que seriam ainda mais potencializadas por aqui ser Brasil) como o gerry mandering, fora a possibilidade de que se eleja um deputado com baixo grau de legitimidade em seu distrito (pense aí em alguém que ganhasse uma eleição com 33% dos votos). De minha parte, defendo pequenas reformas no sistema atual, de maneira a se evitar remanejamento de voto dado a pessoas para eleger outras (vide Tiririca levando quatro a reboque) e outros dispositivos que coíbam o puxador de votos, mas que permitam ao eleitor votar em um candidato mais local ou deslocalizado sem que seu voto seja remanejado ou mesmo na legenda, de forma a dar a mais ampla liberdade ao votante;

    5) Se formos pensar na impressão inicial de que o objetivo dos protestos do Passe Livre em São Paulo era obter algo por parte da polícia que facilitasse guinar os protestos contra Geraldo Alckmin, esta notícia mostra que não deu muito certo (ainda mais após a tal jogada de xadrez de permitir que derrubassem o portão do Palácio dos Bandeirantes com um monte de mídia vendo para mostrar que a reação do Choque naquele momento não era desproporcionada). Por ora, só Paulo Skaf teria alguma chance, fora que Alexandre Padilha, o possível candidato, teria pouquíssimos votos (claro que aqui estamos falando de cenários hipotéticos e teríamos de ver a eleição na prática);

    6) Na vizinha Colômbia, Ingrid Betancourt parece ter esquecido de tomar o remedinho e está defendendo perdão a farquistas. Ainda que ela seja alguém de cunho marxista-humanista-neoateísta, ela é alguém que conhece na prática o que as Farc fazem e fizeram com ela. Não acho que seja uma cachorrada tão grande quanto a de Luís Carlos Prestes, que apoiou o mesmo Getúlio que enviou sua esposa Olga para as câmaras de gás nazistas, mas sim alguma espécie de Síndrome de Estocolmo potencializada por postulados MHNs;

    7) E finalmente saiu o Provocações com o Jean Wyllys. Tudo bem que Abujamra é MHN e na prática só levantava bolas para o deputado cortar, mas ainda assim pode valer uma análise:

  5. siguinte truta kem tivé iscrevendo esse site jah ta comessando a enxe o sacu. vo fala soh uma ves para de iscreve contra nois serto mano

  6. Luciano, mais uma para dar uma analisada e demonstrando que a escalada do combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo já está gerando medo nos marxistas-humanistas-neoateístas: esta postagem desce a lenha no Escola sem Partido, como se fosse obrigatório que todo o ensino fosse MHN para ser considerado efetivo.

  7. Essa cena mostra uma realidade mais repugnante!

    Repare que o ator que faz o jornalista politicamente correto não dá a minima para o corpo da vítima que está ali do lado dele e ao mesmo tempo perturba o personagem do Stallone frescamente dizendo se era necessário matar o bandido.

    Provavelmente existem muitos, mas muitos jornalistas esquerdistas como esse personagem.

  8. Eu tenho quase certeza de que o título desse video foi influenciado pelos vários videos que mostram o jornalista Alborghetti falando que o “pessoal dos direitos humanos” são na verdade “esquerdistas defensores de bandidos”.

    Da mesma maneira que está na moda fazer videos contra instituições religiosas, os videos do Alborghetti fazem muito sucesso entre a rapaziada (em sua maior parte desinformada) e eles meio que criaram um jargão de internet. Acho que foi daí que surgiu o estigma de que “defensores dos direitos humanos” são “defensores de bandidos”.

  9. Luciano, vamos a mais uma ronda de assuntos que podem render comentários:

    1) Como você deve saber, os médicos daqui estão protestando contra a vinda de cubanos (ainda mais que há circunstâncias suspeitas a respeito de seis mil médicos vindos de um país que forma 300 por ano) e contra a precariedade no interior. Marxistas-humanistas-neoateístas vieram com um papo de que eles estariam protestando porque o SUV deles não cabe na garagem e a balada estaria custando R$ 100 para sorrir lá dentro. Eis que um publicitário em Natal fez isso e começou a reclamar das respostas que recebeu após xingar muito no Twitter. Nas redes sociais, ficaram reclamando sobre estarem supostamente ameaçando o cara, mas ninguém notou que o cara que começou a coisa toda na prática agiu como Mr. Smith do gramscismo e poupou caraminguás que custariam um monte se houvesse uma censura oficial (e o gramscismo sabe bem que censura branca é muito mais barata, pois só demanda otários que não notam estar na prática fazendo o serviço sujo que no marxismo clássico caberia ao Estado).
    Aqui acabamos caindo naquela prova de que os marxistas-humanistas-neoateístas estão se contorcendo de raiva quando veem outros irem às ruas protestar (já na fase dos protestinhos em vez de protestões) de maneira contrária às intenções deles, logo chovem críticas de que seriam boyzões sem nada o que fazer (além de cotidianamente curar as pessoas). Porém, desta vez alguém usou aquela alegação decorada que outros usariam, achando que nada iria acontecer com ele como não aconteceu com outros e agora notou que não. Caímos aqui naquele lance típico de MHN de ficar atiçando, atiçando, atiçando e, quando o atiçado responde, dizer que o mesmo está desrespeitando seus direitos. Enquanto isso, temos cidades que não têm médicos ou hospitais;

    2) Como sabemos bem, leis altamente subjetivas são um meio que o marxismo-humanismo-neoateísmo possui para se propagar nem que às custas de demonizar determinados grupos e presumir que seus indivíduos são culpados desde o dia em que nasceram e precisariam ser educados para não fazer uma série de coisas graves (aqui podendo se resumir que os mais prejudicados seriam os supostamente privilegiados homens heterossexuais brancos, cristãos e de classe média, pois sintetizam aquilo que o MHN tem como maior bastião de resistência a sua implementação). Porém, veio de um juiz com certa inclinação MHN (como se pode provar quando ele vem dizer que distinções entre homens e mulheres são construídas) a anulação da condenação de Dado Dolabella pela lei Maria da Penha. Francis Piovani, mãe de Luana, não acreditou na decisão, ao que não devemos esquecer que as provas apresentadas não permitiam objetivamente provar que Luana foi de fato agredida pelo filho de Pepita Rodriguez e Carlos Eduardo Dolabella. Além de Francis, que obviamente iria defender a própria filha, tivemos Sakamoto também defendendo a atriz em questão. Porém, quando vemos os comentários, alguns perguntaram por que raios ele não se pronunciou quanto uma dentista (que não deixa de ser mulher por causa disso) foi queimada por latrocidas (todos eles homens) e Yoani Sánchez (que igualmente é mulher) foi agredida por uma claque (com significativa presença de homens) em sua vinda ao Brasil.

    Pelo que diz o desembargador que anulou a decisão, o senhor Sidney Rosa da Silva, diz que Maria da Penha não é aplicável à Luana em questão porque ela não estaria em situação de opressão ou subjugada aos caprichos de um homem. Observe-se que em momento algum ele deixa de trafegar pelo terreno do MHN, mas é um MHN perfeitamente utilizável no combate ao MHN. O voto, cujo PDF aqui se encontra, explica que não pode se aplicar tal lei porque não foi em ambiente doméstico nem se considerou estável a relação entre eles dois. Para qualquer dúvida, segue o vídeo da briga entre eles dois:

    http://www.youtube.com/watch?v=p9xi7-F_NGs

    E as versões de cada um para o caso:

    http://www.youtube.com/watch?v=sTZWPJKDysE

    http://www.youtube.com/watch?v=WMPSvo_aAvY

    Observe-se que até mesmo Marília Gabriela, que MHNiza bastante, perguntou se Luana não estaria consciente de com quem lidava. E observe o tipo de resposta que ela deu.
    Não esqueçamos que a lei, cujo cunho era MHN em sua origem acabou sendo desmarxistada, desumanistizada e desneoateizada com as jurisprudências que permitiram proteger um homem de uma mulher, um homem homossexual de outro homem homossexual e uma mulher homossexual de outra mulher homossexual, baseando-se no princípio da isonomia que se encontra em nossa Constituição. Dado poderá ser julgado, mas pelo Código Penal por lesão corporal, caso isso se comprove, mas não mais pela Maria em questão.

    Porém, o principal da coisa toda é ser mostra prática de que MHN pode ser usado no combate ao MHN, mesmo que o MHN que esteja emitindo seu MHN não esteja notando que na prática combate o MHN. Aqui, quem combate MHN poderia inclusive falar que seria melhor combater toda forma de violência sem recorte sexual (ou de cor e outras coisas) e tornar os meios legais mais acolhedores a todos independente da situação justamente para que haja a igualdade jurídica de fato.

    • Cidadão, eu sempre escrevi isso aqui: “Usar o esquerdismo contra os próprios esquerdistas.”

      Eu até brinquei uma vez falando que esse é o meu slogan.

Deixe uma resposta