A arte do controle de frame e o que Marco Feliciano deve aprender com o arquivamento do projeto de liberdade de escolha no tratamento psicológico

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Segundo o UOL, a Câmara retirou a proposta que permitia a liberdade de escolha no tratamento psicológico (chamada de “cura gay” pelo movimento LGBT) da pauta.

O pastor Marco Feliciano disse: “O PDC não foi arquivado, mas retirado, e pode voltar. E voltará na próxima legislatura quando teremos um número maior de deputados evangélicos […] Essa perseguição de parte da mídia e dos ativistas nos fortaleceu, e nosso povo acordou. Nos aguardem em 2015! Viremos com força dobrada”.

Entretanto, fiz questão de ler o PDC 234, e identifiquei alguns erros da bancada evangélica, que devem ser corrigidos caso queiram reapresentar a proposta.

O primeiro erro está no fato deles terem caído no jogo do CFP. O Conselho havia usado este trecho na Resolução nº 1/99 de 23 de Março de 1999: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

Por que será que os gayzistas da mídia não dizem que a bancada evangélica defendia o “tratamento gay”, mas apenas afirmaram que queriam “cura gay”?

Eis o jogo: ao usar as expressões “cura” e “tratamento” juntas, o CFP induziu os adversários ao erro, pois quando a bancada evangélica pediu a retirada deste parágrafo, os gayzistas disseram: “Está vendo? Eles querem a “cura gay”. Estão chamando os gays de doentes!”. Todo o “debate” da esquerda se reduziu a este truque e nada mais.

Ao invés disso, os deputados evangélicos deveriam ter proposto a modificação desse parágrafo do CFP, exigindo que a expressão “tratamento” fosse retirada, mas sem fazer nada em relação à expressão “cura”. Eis o motivo: pessoas podem tratar qualquer coisa, e tratamentos não se relacionam à doença, mas curas sim.

O segundo erro na proposta da bancada evangélica está no fato da proposta ser negativa, pedindo a supressão de um parágrafo que continha uma palavra codificada (“cura” ao lado de “tratamento”).

Uma proposta positiva seria focada, por exemplo, em “dar liberdade a todos no direito de escolha de tratamentos psicológicos”, e dar o direito aos psicólogos de fornecerem esses tratamentos.

Nessa proposta, deve-se focar no apoio ao CFP em rejeitar a “cura gay”, mas mostrar que todo comportamento pode ser passível de tratamento, sem ser doença. Nesse ponto, deve-se criticar duramente o CFP ao colocar “cura” e “tratamento” na mesma expressão. Por exemplo, alguém pode tratar sua timidez, que não é uma doença.

Ao tornar a proposta positiva, com foco no direito ao tratamento, fica muito mais difícil para alguém acusá-lo de “propor a ‘cura gay'”. Isto por que se a proposta faz a crítica a quem propõe a “cura gay”, mas defende o direito ao tratamento de qualquer um em qualquer situação, é possível para alguém processar quem tente difamá-lo com o uso de um rótulo pejorativo condenado por você.

Isso não era tão fácil nesta proposta arquivada, pois era pedida a supressão de um parágrafo inteiro (que incluía “cura” e “tratamento” juntos para confundir o leitor), e não o apoio a parte do parágrafo (condenação da “cura”), junto com a rejeição de uma expressão (“tratamento”, ao lado de “cura”), com foco na liberdade individual. Ao usar uma proposta negativa, em lugar de uma proposta positiva, o PDC 234 se tornou facilmente atacável por fraudadores intelectuais.

Eis os frames para aqueles que quiserem enfim emplacar uma proposta substituta do PDC 234:

  • Todos os seres humanos devem ter o direito de tratar seus comportamentos que considerem incômodos;
  • Todos os psicólogos devem ter o direito de tratar pessoas que estejam incomodadas com seus comportamentos, seja para convencê-las a não tentar mudar, ou para ajudá-las a mudar, e a decisão deve ser do paciente;
  • Assim como um cidadão pode querer abandonar sua heterossexualidade, um pode querer abandonar sua homossexualidade, abandonar sua religião, deixar o ateísmo, passar a gostar de futebol, abandonar o gosto por futebol, e daí por diante.
  • Nenhum comportamento deve ser isento de crítica (dos outros) ou auto-crítica (do praticante). Eximir um comportamento de crítica é um dogmatismo irresponsável.
  • Nos dias atuais, uma pessoa que queira abandonar sua heterossexualidade pode recorrer à ajuda psicológica, mas quem quiser abandonar a homossexualidade não tem o mesmo direito.
  • Isto ocorre por que o comportamento gay, em um ambiente politicamente correto, se tornou um comportamento sacrossanto, e as críticas a ele são encaradas como uma blasfêmia. Essa postura politicamente correta é um dano terrível e irreparável à democracia.
  • Com isso, homossexuais que estejam insatisfeitos com sua condição, são obrigados a sofrer sem o direito a ajuda psicológica em suas tentativas de transição. Isso é uma crueldade extrema e intolerável, incompatível com um país democrático e livre.
  • A mudança de comportamento é possível, e um símbolo desta mudança é Daniela Mercury, que era heterossexual, foi casada e teve duas filhas, e hoje se tornou homossexual e casou com uma mulher. Logo, a mudança de comportamento sexual é possível.
  • Se sabemos que a mudança de comportamento sexual é possível, por outro lado não temos evidência alguma de que o único comportamento imutável seja o comportamento homossexual.
  • Em sua jornada, caso queiram mudar, pessoas podem contar com ajuda profissional psicológica. Se a atual homossexual Daniela Mercury tem esse direito, por que um homossexual não pode ter o mesmo direito?
  • Isto não significa que homossexualidade ou heterossexualidade sejam “doenças”, muito pelo contrário. São comportamentos. Mas pessoas tem personalidades diferentes e metas diferentes, portanto o nível de incômodo ou felicidade com um comportamento reside no íntimo de cada um. Comportamentos podem ser tratados em prol de uma modificação. Por isso, podemos tratar comportamentos e pessoas em busca de mudanças em comportamentos. De novo: isso não significa que estes comportamento sejam “doenças”.
  • Quem se incomoda com sua condição (seja ela qual for) deve ter o direito de buscar ajuda psicológica.
  • Proibir psicólogos de fornecer este auxílio é um crime moral.
  • A atual resolução do CFP pertence, portanto, à era das trevas. Em uma sociedade civilizada, não há mais lugar para uma legislação tão arcaica quanto essa.
  • A proposta pela liberdade de escolha no tratamento psicológico é uma proposta que respeita todos os cidadãos, e não atribui nenhuma característica como negativa a priori. Ao contrário, dá ao cidadão o direito de definir se sua característica comportamental mutável é adequada a ele ou não.
  • Enfim, esta é uma proposta pela liberdade, e contra a ditadura. Pelo respeito ao indivíduo, e contra a sua aniquilação. Pelo direito de escolha, ao invés da imposição brutal do estado sobre ele. Pela luta por felicidade, ao invés da condenação de alguém à infelicidade por toda a vida. Pelo respeito à diversidade, ao invés da transformação de um comportamento em dogma. Pela liberdade de expressão, ao invés de um obscurantismo cruel.
  • Proibir a liberdade de escolha do tratamento psicológico é um ato de aversão e ódio contra homossexuais, pois estes são aqueles privados desta escolha na legislação atual. O movimento LGBT, o CFP e gente como Jean Wyllys e Toni Reis são, portanto, homofóbicos.

Enfim, estes frames constituiriam uma guinada de 180 graus na proposta atual, consertando os erros estratégicos da proposta anterior. Permitem também que seus proponentes possam ficar no ataque contra a esquerda,  que conseguiu arquivar uma proposta com um único frame dizendo “Essa turminha aí quer ‘cura gay’, mas ser gay não é doença, e eles estão chamando os gays de doentes!”

Os frames propostos, se usados em conjunto, aniquilam o frame gayzista, pois eles criticam a proposição de “cura gay” tanto quanto os esquerdistas.

Claro que estes frames estão abertos à crítica, e não só devem como podem ser contestados, e adaptados em um fluxo de melhoria contínua do debate de direita.

O que não se pode tolerar, no entanto, é a ingenuidade diante de um absoluto controle de frame feito pela esquerda atualmente, ainda que eles tenham argumento muito, mas muito piores.

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64 COMMENTS

  1. Eu concordo com todos os argumentos no que diz respeito à esquerda e seu “modus operandi”. No entanto, a celeuma em torno do projeto de lei não é apenas por conta do apelido “cura gay”, que com certeza é propositalmente polêmico, justamente para causar todo esse alvoroço.

    ENTRETANTO, há que se ver o seguinte: a sexualidade é uma das facetas da psique humana, sendo parte dela. É algo que NÃO pode ser mudado através de tratamentou ou aconselhamento psicológico. Não é possível um psicólogo, por mais bem intencionado que seja (e aí vem aquele ditado sobre o inferno e as boas intenções), fazer a reversão da homossexualidade, tanto quanto não é possível fazer um homem hetero passar a gostar de outros homens. O que um psicólogo pode fazer é induzir um gay a se auto-enganar, a se convencer, superficialmente, que virou hetero. Superficialmente e só. A reversão em si é IMPOSSÍVEL sob a ótica da psicologia.

    Assim, toda a revolta contra o projeto de lei apelidado de “cura gay” não deriva tão somente do nome, não é apenas uma questão de simples manipulação da opinião pública. É bem mais profundo que isso. Trata-se de uma revolta contra pseudo-psicólogos charlatães que querem ter o direito de fazer aquilo que lhes é impossível fazer, em nome do seu preconceito ou do seu fundamentalismo religioso. Trata-se de impedir que, a esses psicólogos, seja outorgado o direito de fazer experimentos com a sexualidade da população, como foi feito por psicólogos, psiquiatras e médicos do passado, sempre sem resultados, causando mais destruição na vida dessas pessoas do que ajudando-as.

    Trata-se, apenas, de uma batalha legislativa de ciência X curandeirismo. Tão somente isso.

    • Carlos Mendes
      ENTRETANTO, há que se ver o seguinte: a sexualidade é uma das facetas da psique humana, sendo parte dela. É algo que NÃO pode ser mudado através de tratamentou ou aconselhamento psicológico. Não é possível um psicólogo, por mais bem intencionado que seja (e aí vem aquele ditado sobre o inferno e as boas intenções), fazer a reversão da homossexualidade, tanto quanto não é possível fazer um homem hetero passar a gostar de outros homens. O que um psicólogo pode fazer é induzir um gay a se auto-enganar, a se convencer, superficialmente, que virou hetero. Superficialmente e só. A reversão em si é IMPOSSÍVEL sob a ótica da psicologia.
      Aí é que está o erro do seu argumento e onde é abatido mortalmente. Nos frames que eu adicionei aqui, inclui um mostrando que Daniela Mercury viveu uma vida prazenteira com um marido, e teve duas filhas. Era era heterossexual. Posteriormente, casou com uma mulher, e se tornou homossexual.
      Assim, a mudança de comportamento é possível, tanto quanto um ateu pode passar a gostar da opção de ser um religioso, e um religioso pode gostar da opção de ser ateu.
      Se comportamentos são mutáveis, e desejos também, falta saber qual o experimento científico demonstrando que o único comportamento IMUTÁVEL é o comportamento homossexual. Obviamente, a imutabilidade do comportamento homossexual é um dogma, um charlatanismo sem evidência alguma.
      Assim, toda a revolta contra o projeto de lei apelidado de “cura gay” não deriva tão somente do nome, não é apenas uma questão de simples manipulação da opinião pública. É bem mais profundo que isso. Trata-se de uma revolta contra pseudo-psicólogos charlatães que querem ter o direito de fazer aquilo que lhes é impossível fazer, em nome do seu preconceito ou do seu fundamentalismo religioso.
      É apenas uma questão da manipulação da opinião pública sim, tanto que veja como seus argumentos são frágeis.
      O reconhecimento de que comportamentos são mutáveis (e o exemplo de Daniela Mercury comprova o que eu digo) é uma constatação dos fatos. Charlatanismo é propor a teoria de que se um heterossexual pode virar homossexual, a outra via (de um homossexual virar um heterossexual) não é possível. Essa é a criação de um dogma não verificado em cima do homossexualismo. Logo, alegar que é impossível que um homossexual deixe de gostar de pessoas do mesmo sexo é uma alegação extraordinária, nem de longe provada. E, mais do que isso, é uma tese falseada com o exemplo de Daniela Mercury. Sim, é possível uma pessoa ser feliz com uma orientação sexual, e mudá-la e ser feliz com a nova orientação.
      Trata-se de impedir que, a esses psicólogos, seja outorgado o direito de fazer experimentos com a sexualidade da população, como foi feito por psicólogos, psiquiatras e médicos do passado, sempre sem resultados, causando mais destruição na vida dessas pessoas do que ajudando-as.
      Bobagem. Psicólogos devem ser estimulados a continuar seus experimentos, e as pessoas devem buscar os tratamentos que querem. Há várias pessoas alegando resultados destes tratamentos, e que precisdam de ajuda. Sua vontade é causar destruição na vida das pessoas que querem ajuda, como no exemplo aqui: http://lucianoayan.com/2013/07/01/a-crueldade-extrema-do-movimento-lgbt-ex-travesti-tem-dificuldade-de-conseguir-ajuda-de-psicologos/
      Talvez você não tenha empatia pelos gays que procuram reorientação, mas pessoas que possuem a capacidade de empatia precisam entender que tanto gays decididos como gays arrependidos são pessoas que merecem respeito. Negar tratamento aos que pertencem à segunda categoria é uma desumanidade extrema e abominável.
      Trata-se, apenas, de uma batalha legislativa de ciência X curandeirismo. Tão somente isso.
      E você está do lado do curandeirismo, ao propor a tese maluca e enlouquecida dizendo que a único comportamento humano imutável é o homossexualismo. Faltam provas tuas para isso.

      • > Aí é que está o erro do seu argumento e onde é abatido mortalmente. Nos frames que eu
        > adicionei aqui, inclui um mostrando que Daniela Mercury viveu uma vida prazenteira com
        > um marido, e teve duas filhas. Era era heterossexual. Posteriormente, casou com uma
        > mulher, e se tornou homossexual.
        > Assim, a mudança de comportamento é possível, tanto quanto um ateu pode passar a
        > gostar da opção de ser um religioso, e um religioso pode gostar da opção de ser ateu.

        Eu concordo em parte. É possível uma pessoa descobrir um gosto por uma coisa diferente. Eu nunca disse que isso é impossível. Conheço gays que transam com mulheres ocasionalmente, pois se sentem atraídos por elas. Dito isso, eu reconheço: é possível sim um gay se sentir atraído por uma mulher. Mas isso não tem a ver pura e simplesmente com a questão comportamental.

        O COMPORTAMENTO é quando, POR EXEMPLO, um gay decide sair de casa com vestido e usando batom. Ou quando ele fala todo afetado, soltando purpurina por aí com aquela voz de travesti. Isso é comportamento e pode, sim, ser mudado.

        O que NÃO é comportamento é o simples gosto por uma coisa ou outra. Se você é hetero, pode até sair no carnaval vestido de mulher e se comportar como uma mulher, mas não se tornará gay por conta disso, correto? Isso porque você NÃO GOSTA de homem. O comportamento não mudará seu direcionamento sexual, seu gosto por mulher, pois esse gosto não é determinado pelo seu comportamento. Pelo contrário: gostar de homem é o que faz os gays afeminados se comportarem assim. É uma questão de mostrar que “estão disponíveis”. Acredito que seja instintivo ou algo assim, sei lá.

        Entende o que eu falo? SER gay é gostar de homem. Já ser AFEMINADO, isso sim é comportamento. São duas coisas diferentes. A quantidade de gays que se comportam de forma absolutamente masculina, ao ponto de você jamais desconfiar que são gays, é enorme. Eu conheço gays do exército e da polícia (DEIC e BOPE) que você jamais diria que são gays. Esse é o comportamento deles: masculino. Mas eles gostam de homem. Novamente digo: o comportamento é uma coisa, o gosto pessoal, a sexualidade, é outra.

        Um psicólogo poderia sim ensinar um gay a mudar o COMPORTAMENTO. Esse gay passaria a ser um gay masculino, mas gay. Claro que, repito, esse gay um dia pode vir a gostar de mulher, mas não por causa de um milagroso tratamento psicológico e sim por outros fatores, tanto quanto um psicólogo não pode fazer um heterossexual gostar de homem. Claro, esse hetero pode vir a se relacionar com um homem — novamente nada impede isso, mas não por influência do psicólogo.

        Outro equívoco comum é chamar a homossexualidade de OPÇÃO sexual. Ninguém acorda, num belo dia, olha no espelho e diz: “já sei, eu quero ser gay”. Você não acordou um dia decidido a escolher se iria gostr de mulher ou de homem, correto? Pois é, ninguém escolhe isso. E ninguém em sã consciência quer ser gay de propósito, para ser alvo de chacota e de preconceito. Simplesmente acontece. “Eu gosto porque gosto”. Simples assim.

        Quanto à questão da AJUDA de psicólogos, eu mesmo procurei ajuda. Minha psicóloga jamais me disse o que escolher fazer, nem me disse se eu poderia ou não mudar. Ela apenas me ajudou a entrar em conflito comigo mesmo. Foi um processo muito doloroso, chamamos de “desconstrução”, é quando você coloca abaixo tudo em que acredita e começa a reconstruir o seu mundo. O psicólogo apenas ajuda nesse processo, mas ele não pode dizer, de forma alguma, que pode trocar sua sexualidade apenas alterando seu comportamento.

        Veja bem que eu estou desarmado aqui. Estou explicando o problema, conforme eu o vejo DE DENTRO PARA FORA. O problema maior que eu vejo é que as pessoas querem entender isso DE FORA PARA DENTRO. Ou seja, ninguém sabe direito como é e nem quer saber, apenas empurram suas próprias convicções, e os gays são obrigados a aceitar isso, o que não é correto. Já me disseram “não, você não é assim, isso não faz parte de você!!!”. Mas desde que me conheço por gente, em minhas primeiras memórias, eu já sabia que era diferente. Outros dizem que o gay fica assim por causa de algum trauma, mas minha infância foi maravilhosa e meus pais, fantásticos. E agora, o que dizer disso? Eu sinceramente não sei, não posso te dar uma explicação.

        Só sei de uma coisa, e sei porque eu estou do lado de dentro do problema: comportamento é uma coisa. Gostar de alguém do mesmo sexo é bem diferente. Por que alguém gosta de azul e não de amarelo? Vai saber… só se sabe que se gosta, e pronto.

        E desculpe se, no meu primeiro comentário, eu pareci de alguma forma arrogante, querendo fazer alguém engolir meus argumentos. Longe de mim. Só quero mostrar que a visão é bem diferente para quem vive isso do que para quem olha de fora.

      • Dito isso, eu reconheço: é possível sim um gay se sentir atraído por uma mulher. Mas isso não tem a ver pura e simplesmente com a questão comportamental.
        Eu não disse que tem pura e simplesmente a ver com questão comportamental. Um exemplo é religião. Há estudos dizendo que o ser humano é programado para a crença. Mas ele pode mudar e se tornar ateu. Então, comportamentos podem ser influenciados biologicamente. Isso é PARTE de meu argumento.
        O COMPORTAMENTO é quando, POR EXEMPLO, um gay decide sair de casa com vestido e usando batom. Ou quando ele fala todo afetado, soltando purpurina por aí com aquela voz de travesti. Isso é comportamento e pode, sim, ser mudado.
        Errado. Esse é apenas UM EXEMPLO de comportamento. Mas fazer sexo também é um comportamento. Comportamento é tudo aquilo que é REALIZADO por um agente. Comportamentos podem ou não ser influenciados biologicamente.
        O que NÃO é comportamento é o simples gosto por uma coisa ou outra.
        É sim. A ação humana derivada do gosto por uma coisa ou outra é comportamento, mesmo que possa ser influenciada biologicamente. Ouvir heavy metal é um comportamento. Há quem gostava de heavy metal, e deixou de gostar. E então passou a ter um outro comportamento: ouvir Bach. É possível.
        O comportamento não mudará seu direcionamento sexual, seu gosto por mulher, pois esse gosto não é determinado pelo seu comportamento. Pelo contrário: gostar de homem é o que faz os gays afeminados se comportarem assim. É uma questão de mostrar que “estão disponíveis”. Acredito que seja instintivo ou algo assim, sei lá.
        Gostos também podem mudar. A questão é: será que único desejo que não pode ser mudado é o desejo homossexual? Esta é alegação extraordinária.
        Entende o que eu falo? SER gay é gostar de homem. Já ser AFEMINADO, isso sim é comportamento. São duas coisas diferentes.
        Seu conceito de comportamento é bizarro. Comportamento é toda AÇÃO humana, e todo comportamento pode ser mudado. Não se pode mudar, por exemplo a cor de alguém, mas pode-se mudar um comportamento. O apreço por uma religião pode mudar, o apreço sexual, etc.
        Eis exemplo: http://www.verdadegospel.com/polemica-mulher-diz-que-deixou-de-ser-lesbica-apos-emagrecer-32kg/?area=3
        Novamente digo: o comportamento é uma coisa, o gosto pessoal, a sexualidade, é outra.
        Comportamentos derivados de gostos pessoais são comportamentos, comportamentos podem mudar, gostos também. É difícil entender algo tão simples?
        Um psicólogo poderia sim ensinar um gay a mudar o COMPORTAMENTO. Esse gay passaria a ser um gay masculino, mas gay.
        Você não sabe. Será que a Daniela Mercury é uma heterossexual ainda, mesmo tendo se casado com uma mulher? Já que se ela tinha o gosto por sexo com homens, então terá pelo resto da vida. Certo? Teu argumento é grotesco.
        Claro que, repito, esse gay um dia pode vir a gostar de mulher, mas não por causa de um milagroso tratamento psicológico e sim por outros fatores, tanto quanto um psicólogo não pode fazer um heterossexual gostar de homem. Claro, esse hetero pode vir a se relacionar com um homem — novamente nada impede isso, mas não por influência do psicólogo.
        Na verdade, com a PNL pode-se até mudar gostos, com catalização de prioridades, hipnose ericksoniana. Novos gostos podem ser descobertos, novos prazeres, etc. Não há limitações. A questão do gosto imutável é uma alegação extraordinária, e nem um pouco científica. Há história de gays que deixaram de ser gays, e héteros que deixaram de ser héteros. Logo, mudança de comportamento, mesmo que sejam comportamentos relacionados a gostos, podem mudar. Desejos também podem mudar.
        Outro equívoco comum é chamar a homossexualidade de OPÇÃO sexual. Ninguém acorda, num belo dia, olha no espelho e diz: “já sei, eu quero ser gay”.
        Você confunde opção com opção sem influência. Não existe isso. O ser humano é sempre influenciado por algo, incluindo sua biologia. Não muda o fato de ser uma opção. Um religioso tem opção de ir para a igreja, ou não ir.
        E ninguém em sã consciência quer ser gay de propósito, para ser alvo de chacota e de preconceito. Simplesmente acontece. “Eu gosto porque gosto”. Simples assim.
        Na verdade, não. Dependendo da profissão, ser gay ajuda. Exemplo é a profissão artística, ou mesmo aqueles que são cabeleireiros, etc. Além de tudo, os privilégios que querem fornecer aos gays podem ser um atrativo. Portanto, alguém pode desejar ser gay, ou deixar de ser.
        Quanto à questão da AJUDA de psicólogos, eu mesmo procurei ajuda. Minha psicóloga jamais me disse o que escolher fazer, nem me disse se eu poderia ou não mudar. Ela apenas me ajudou a entrar em conflito comigo mesmo.
        Não confunda a sua situação, com a de outros gays. Esta é uma mania esquerdista. Não olhar para indivíduos. Sua história não é a história de todos os gays, é a tua história. Logo, talvez o tratamento de mudança não seja bom para você, mas seria muito bom para pessoas como o Joide, da matéria que passei. Aprenda a respeitar a individualidade dos outros.
        Veja bem que eu estou desarmado aqui. Estou explicando o problema, conforme eu o vejo DE DENTRO PARA FORA. O problema maior que eu vejo é que as pessoas querem entender isso DE FORA PARA DENTRO. Ou seja, ninguém sabe direito como é e nem quer saber, apenas empurram suas próprias convicções, e os gays são obrigados a aceitar isso, o que não é correto.
        Onde você está vendo eu te obrigar a aceitar qualquer coisa que seja? Estou te obrigando a procurar tratamento? Favor ler meu texto de novo, pois seu comportamento aqui parece histeria. Preste atenção no que eu escrevi. Tratamento é uma opção, não obrigação. PQP…
        Gostar de alguém do mesmo sexo é bem diferente. Por que alguém gosta de azul e não de amarelo? Vai saber… só se sabe que se gosta, e pronto.
        “Só se sabe… e pronto”. Isso é dogma, é uma atitude irracional perante o mundo. Se você não quiser saber os motivos de seus comportamentos, sem problema. Outros gays poderão querer. Devemos respeitá-los também.

      • > Gostos também podem mudar. A questão é: será que único
        > desejo que não pode ser mudado é o desejo homossexual?
        > Esta é alegação extraordinária.

        Extraordinária sim, e não é minha. Eu nunca disse que isso não pode mudar. Eu disse que PSICÓLOGOS não podem mudar isso.

        Foi apenas isso que falei. Nada mais, nada menos.

        > Não confunda a sua situação, com a de outros gays.
        > Esta é uma mania esquerdista. Não olhar para indivíduos.

        Ei, calma lá, não precisa ofender! 🙂

        Eu não sou esquerdista… quem disse que eu sou? Eu sou liberalista e direita com orgulho. Não me decretei dono da verdade universal, estou apenas defendendo o meu lado, dizendo o que sei, o que conheço, o que vi ao longo de minha vida. Conheço todo tipo de pessoa. Mas sinceramente, todos os exemplos de “ex-gays” que vi, em minha vida, são pessoas que apenas passaram a anular o desejo homossexual — e não sem muito sofrimento. Achar injusta e incorreta a forma como as pessoas vêem, olhando de fora, uma situação que eu conheço intimamente não é ser esquerdista.

        Em tempo, eu acredito na sexualidade segundo Kinsey: uma miríade de sexualidades que podem se misturar ou mudar sim. Mas não acredito em mudança de sexualidade promovida por qualquer espécie de tratamento psicológico ou espiritual e vejo com muito ceticismo os que afirmam serem casos de sucesso. Talvez até eu esteja enganado, mas não vi ainda nada que provasse isso. Eu sei apenas o que eu vejo, o que eu conheço e o que eu vivo. Não há casos cientificamente comprovados de inversão de sexualidade, há? Não deve nem haver como aferir isso (um gayzômetro ou algo assim, hehehe). Aliás, acredito que ainda mal conhecemos o funcionamento disso, ainda. Tanto que há muita discussão e muitas teorias a respeito, mas nenhum consenso.

        Veja bem: eu não disse, em NENHUM momento, que a sexualidade não pode mudar. Eu disse sim que não acredito em mudança de sexualidade promovida por qualquer espécie de tratamento psicológico ou espiritual. Esse é o ponto que me incomoda nessa história toda.

      • Carlos
        Extraordinária sim, e não é minha. Eu nunca disse que isso não pode mudar. Eu disse que PSICÓLOGOS não podem mudar isso.
        Depende. Se a pessoa tiver, por exemplo, uma neurose, que faça ela ter um comportamento sexual oposto ao que deseja, sim, ela pode ser ajudada por um psicólogo.
        Eu não sou esquerdista… quem disse que eu sou? Eu sou liberalista e direita com orgulho.
        Eu não disse que vc é esquerdista, mas sim que é uma mania esquerdista, que infelizmente é enraizada em nosso senso comum, e devemos nos livrar dela. Começamos a achar que nossas experiências pessoais definem o mundo, mas não definem.
        Mas sinceramente, todos os exemplos de “ex-gays” que vi, em minha vida, são pessoas que apenas passaram a anular o desejo homossexual — e não sem muito sofrimento. Achar injusta e incorreta a forma como as pessoas vêem, olhando de fora, uma situação que eu conheço intimamente não é ser esquerdista.
        Por outro lado, existem vários casos de ex-gays que divulgam que sua vida é muito mais feliz hoje. Notou o enrosco? Esta é a questão da individualidade. Ao falar de sua homossexualidade, você fala de SUA homossexualidade, não dos outros. Ao citar os casos, você cita SEU círculo de relacionamento pessoal, e não o mundo.
        Em tempo, eu acredito na sexualidade segundo Kinsey: uma miríade de sexualidades que podem se misturar ou mudar sim. Mas não acredito em mudança de sexualidade promovida por qualquer espécie de tratamento psicológico ou espiritual e vejo com muito ceticismo os que afirmam serem casos de sucesso.
        Você deve ver com ceticismo os homossexuais que alegam sucesso na mudança, assim como eles devem encarar com ceticismo aqueles que alegam impossibilidade de mudança. Essa é a riqueza da vida em uma sociedade civil, onde as diversidades são congradadas. O que não podemos tolerar em uma sociedade civil é alguém querer PROIBIR os homossexuais que conseguiram mudar, com ajuda, não poderem nem sequer tentar. Até por que eles alegam que é plenamente possível. Não podemos delegar ao estado a gestão da vida de cada um.
        Talvez até eu esteja enganado, mas não vi ainda nada que provasse isso. Eu sei apenas o que eu vejo, o que eu conheço e o que eu vivo.
        Isso é o que chamamos de evidência anedotal. É um discurso típico da superstição.
        Não há casos cientificamente comprovados de inversão de sexualidade, há?
        Claro que há. Se eu citei o exemplo de Daniela Mercury, e há um outro exemplo linkado de uma mulher que era lésbica e abandonou após perder 32 kg… temos sim exemplos cientificamente comprovados.
        Não deve nem haver como aferir isso (um gayzômetro ou algo assim, hehehe). Aliás, acredito que ainda mal conhecemos o funcionamento disso, ainda. Tanto que há muita discussão e muitas teorias a respeito, mas nenhum consenso.
        Mas aí incorreríamos na falácia da ignorância. Algo como “eu não tenho certeza que o sujeito X realmente mudou, então não mudou”. Mas aí ele pode alegar a falácia da ignorância contra você. E aí, você acha que esse é um caminho argumentativo adequado? Acho que fica mais fácil para a maioria ganhar o jogo, bastando a maioria duvidar das subjetividades dos outros.
        Veja bem: eu não disse, em NENHUM momento, que a sexualidade não pode mudar. Eu disse sim que não acredito em mudança de sexualidade promovida por qualquer espécie de tratamento psicológico ou espiritual. Esse é o ponto que me incomoda nessa história toda.
        Ué, se sexualidade pode mudar, não faz sentido dizer que ela se torna mais difícil de mudar com a ajuda psicológica. Na verdade algumas mudanças podem ser facilitadas com a ajuda de um psicólogo.
        Assim, se existe possibilidade de mudança, a mesma possibilidade continua existindo se existir uma ajuda psicológica a alguém que deseja mudar.
        Desculpa a sinceridade, mas seu raciocínio parece mais emocional, do que um argumentação lógica.
        Vamos a um exemplo. Suponha que eu queira abandonar a área de TI, e ir para o jornalismo. Agora suponha que eu tenha ajuda psicológica nesta transição. Por que isso ficaria mais difícil? Não faz simplesmente o menor sentido.
        Assim, em quaisquer situações de mudanças comportamentais, ou tentativas de mudança, não faz sentido achar que o envolvimento de um psicólogo obrigatoriamente dificulte as mudanças…

      • Carlos, há casos em que a homossexualidade pode sim ser derivada de uma condição puramente biológica — nasceu assim e pronto — sendo talvez impossível de ser mudada, mas em nem todos os casos as pessoas seriam homossexuais “de nascença”. Querer restringir o fenômeno a uma única causa e dizer que ela se aplica a todo mundo, a ponto de proibí-los de sequer tentar mudar, é algo irônico, vindo de quem se diz defensor da diversidade.

      • > Depende. Se a pessoa tiver, por exemplo, uma neurose, que faça
        > ela ter um comportamento sexual oposto ao que deseja, sim, ela
        > pode ser ajudada por um psicólogo.

        Ah sim, concordo com você. E nesse caso, bem ironicamente, a reorientação sexual seria algo bem próximo do que poderíamos definir como uma “cura gay”…

        > O que não podemos tolerar em uma sociedade civil é alguém querer
        > PROIBIR os homossexuais que conseguiram mudar, com ajuda, não
        > poderem nem sequer tentar. Até por que eles alegam que é
        > plenamente possível. Não podemos delegar ao estado a gestão da
        > vida de cada um.

        Correto, fiquei sem resposta. Não absolutamente convencido, mas não tenho [o direito de] refutar isso.

        > Claro que há. Se eu citei o exemplo de Daniela Mercury, e há
        > um outro exemplo linkado de uma mulher que era lésbica e
        > abandonou após perder 32 kg… temos sim exemplos cientificamente
        > comprovados.

        Não, peraí… estou falando de ciência, de metodologia científica: observação, descrição, previsão, controle, refutabilidade, etc. Falo de casos cientificamente estudados, testados, experimentados e comprovados pela ciência da Psicologia. O que se passou com a Daniela Mercury, com sorte apenas ela sabe o que foi — e isso se ela souber. E o caso da tal mulher dos 32Kg é uma alegação dela. Como posso saber se ela mesma não está se enganando? Por exemplo, o próprio fundador do Grupo Moses, aquele movimento que dizia ser capaz de reverter a sexualidade, jogou a toalha e reconheceu que o trabalho era inútil, que as pessoas estavam apenas se enganando.

        Assim, eu repito: até onde eu sei, não existe um único caso cientificamente comprovado. O que temos hoje são experiências e pessoas mesmerizando pontos de vista (às vezes, quase apaixonadamente), sem que ninguém tenha comprovado — cientificamente — ser o dono da verdade nisso tudo.

      • Ah sim, concordo com você. E nesse caso, bem ironicamente, a reorientação sexual seria algo bem próximo do que poderíamos definir como uma “cura gay”…
        Não… é o tratamento de uma neurose, que resultou em um comportamento gay indevido (neste caso).
        Correto, fiquei sem resposta. Não absolutamente convencido, mas não tenho [o direito de] refutar isso.
        Mas esse é o centro de meu argumento.
        1. Comportamentos/orientações são mutáveis, incluindo o sexual
        2. A imutabilidade de comportamento/orientação gay é uma alegação extraordinária, não comprovada
        3. Pessoas podem buscar ajuda psicológica em sua busca, caso queiram.
        4. Não é moral que o estado crie uma situação de exceção.
        5. Não é científico dizer que a condição homossexual é a única imutável.

        Se você não refuta isso, meu argumento se mantém coeso.
        Não, peraí… estou falando de ciência, de metodologia científica: observação, descrição, previsão, controle, refutabilidade, etc. Falo de casos cientificamente estudados, testados, experimentados e comprovados pela ciência da Psicologia. O que se passou com a Daniela Mercury, com sorte apenas ela sabe o que foi — e isso se ela souber. E o caso da tal mulher dos 32Kg é uma alegação dela. Como posso saber se ela mesma não está se enganando? Por exemplo, o próprio fundador do Grupo Moses, aquele movimento que dizia ser capaz de reverter a sexualidade, jogou a toalha e reconheceu que o trabalho era inútil, que as pessoas estavam apenas se enganando.
        E a observação mostra vários casos de pessoas que mudaram sua orientação sexual. Cientificamente, este é o dado que temos, até que ele seja cientificamente refutada. Se eu disser “há 3 pedrinhas aqui” e mostrar as 3 pedrinhas, esta é a afirmação científica do momento. Mas se você me disser que as 3 pedrinhas existem apenas em uma realidade paralela, num mundo alternativo de Matrix, você deve apresentar a evidência científica para isso.
        Claro que a tal mulher dos 32 kg pode estar se enganando, como pode não estar. Você pode estar se enganando tanto quanto ela. Não há um indício científico para saber se ela está mais enganada ou não que o fundador do grupo Moses. Por isso, ainda validamos a congruência do comportamento com o discurso.
        Além do mais, não há evidência de idoneidade do fundador do Grupo Moses. Ele pode estar com raiva do tratamento ter dado errado ou mesmo tê-lo feito sofrer para ele e estar descontando isso nos outros. Mas o fato do tratamento não funcionar para ele, ou mesmo não servir para ele, não significa que não sirva para os outros.
        Assim, eu repito: até onde eu sei, não existe um único caso cientificamente comprovado. O que temos hoje são experiências e pessoas mesmerizando pontos de vista (às vezes, quase apaixonadamente), sem que ninguém tenha comprovado — cientificamente — ser o dono da verdade nisso tudo.
        Todas as mudanças comportamentais são casos cientificamente validados até o momento em que a ciência prove que eles não existiram.
        Eu também acho que ainda não temos um “dono da verdade nisso tudo”, mas quem diz que é impossível que um gay deixe de ser gay é que está fazendo uma alegação extraordinária, para a qual deveria apresentar evidências extraordinárias.

      • Só uma questão:
        Os cientificistas, assim como os esquerdistas, humanistas, comunistas, tratam a questão do “cientificamente comprovado” como dogma irrefutável.
        Todavia, quem conhece a ciência no sentido estrito, sabe que a prova só pode ser aceita do ponto de vista das ciências abstratas, como a matemática e a lógica. Mesmo porque, toda teoria científica só pode ser aceita, baseada em hipóteses que possam ser falsáveis. Assim, uma teoria só pode ser aceita se for falseável. Logo, pode admitir prova em contrário. Essa condição por si só coloca toda teoria existente, desde as leis de newton, como a teoria da evolução como dependentes de hipóteses que podem colocá-las por terra.
        Dessa forma, e isso eu vejo como um frame, rótulo, ou uma falácia de apelo à ciência (essa eu inventei), todo argumento de quem diz que certa coisa é “cientificamente comprovado”.
        A verdade é que à luz da ciência, essa entendida como método científico, nada é provado, e sim corroborado por hipóteses. Até que uma falseie a hipótese principal.

    • as sinapses cerebrais são uma demonstração de que um comportamento pode sim ser “esquecido”: quando determinado ato é deixado de ser realizado, a maioria das sinapses cerebrais ligado a este ato atrofiam. Se vc passar 10 anos sem realizar nenhuma questão de matemática do ensino médio, na hora de tentar fazer uma só vc vai se complicar. Se uma pessoa passa 10 anos sem comer carne, é possível que se um dia ela experimente novamente, ela não sinta a menor vontade de comer.
      Enquanto isso, fortalece-se sinapses ligadas as outras áreas. Práticas cognitivas como meditação, mantras e orações podem levar um individuo a completa abstinência sexual (vide os monges tibetanos). Ora, se pode levar a completa abstinência sexual, pode também levar o indivíduo à escolha, segundo parâmetros extra fisiológicos, a uma modalidade sexual desejada. Essa modalidade sexual pode ser, por exemplo, motivada por questões religiosas ou mesmo filosóficas (a ideia de que um homem e uma mulher possuem características complementares).
      Agora, chamar de charlatões estudiosos como Mario Bergner e Gerard Van Ardwig, entre muitos outros psicólogos, os quais prestam terapias de mudança de orientação comportamental, é um ad-hominen simplesmente baixo e fraudulento.

    • Carlos Mendes Martini

      Existem adultos que gostam de pornografia e colocar em prática seu gosto com sexo casual com diferentes parceiros. Se esse tipo de pessoa começar a se sentir incomodado com isso poderá procurar um psicólogo e manter consultas periódicas com ele.

      Imagine que um grupo de pessoas que gostam de pornografia se unissem a um lobby político vetando o acesso de todas as pessoas que gostam de pornografia de se consultarem em psicólogos. E tudo isso com o Conselho Federal de Psicologia decretando uma norma para que psicólogos não mais recebam clientes com a demanda de se ver livre da pornografia.

      Isso seria bizarro e desumano você não acha?

      E por que com a questão homossexual tem que ser diferente?

      O problema do lobby gay é querer monopolizar a homossexualidade somente em torno das experiências dos militantes da causa. Você mesmo fez isso no seu segundo comentário direcionado ao Luciano e fora refutado por ele logo em seguida.

      Transcrevo aqui:

      “Quanto à questão da AJUDA de psicólogos, eu mesmo procurei ajuda. Minha psicóloga jamais me disse o que escolher fazer, nem me disse se eu poderia ou não mudar. Ela apenas me ajudou a entrar em conflito comigo mesmo.”

      Não confunda a sua situação, com a de outros gays. Esta é uma mania esquerdista. Não olhar para indivíduos. Sua história não é a história de todos os gays, é a tua história. Logo, talvez o tratamento de mudança não seja bom para você, mas seria muito bom para pessoas como o Joide, da matéria que passei. Aprenda a respeitar a individualidade dos outros.”

      Vocês não reconhecem a existência de homossexuais que possuem histórias diferentes das suas histórias e que hoje, por motivos pessoais, enxergam a própria homossexualidade com incomodo e DESEJAM viver uma vida heterossexual, casar e ter filhos com seu conjugue.

      E quando essas pessoas se casam, passam a viver uma vida heterossexual e geram filhos, o que fazer com elas? Proibi-las de manter aconselhamento terapêutico ou consultas regulares a um psicólogo a fim de administrarem a vida que escolheram para si?

      Um psicólogo pode perfeitamente trabalhar nesse sentido, e não somente propondo um tratamento “X” a fim de que o indivíduo deixe de ser gay.

      E tudo é questão de escolha e liberdade. Vocês, militantes LGBT, não respeitam as escolhas pessoais dos indivíduos. Essa é a velha mania de querer pensar pelos outros e falar o que é bom e o que não é bom para eles.

      Nesse sentido a histeria gaysista por detrás do projeto maldosamente apelidado de “cura gay” é pior do que fundamentalismo religioso, posto que não aceita dissidentes no movimento e usa de meios políticos para atrapalhar a vida daqueles que optam por uma segunda via.

      • Sua argumentação faz sentido. Ainda assim, sou bastante cético quanto a qualquer possibilidade de mudança orientada por psicólogos. A própria OMS, entre outros órgãos ligados à saúde, bem como o CPF, jogaram a toalha, desistiram. E como eu disse em comentário anterior (que acho que não foi moderado ainda), não há comprovação dessa possibilidade no meio científico. Assim, eu prefiro me ater aos fatos: a sexualidade pode mudar, porque as pessoas estão em constante mutação. Como isso ocorre, para mim é um mistério. Mas eu mesmo, em tudo que sei e conheço, concordo com o meio acadêmico: não existe, pelo menos até o momento, método com eficácia cientificamente comprovada para a reversão da sexualidade.

        Veja bem: quando falo em “eficácia cientificamente comprovada” estou descartando completamente quaisquer fontes como sites gospel e outros, sem validade ou critério científico.

        Em tempo:

        1) Não sou esquerdista. Sou liberalista de direita. O fato de defender um ponto de vista não faz de mim um esquerdista. Pelo contrário, a esquerda é que costuma forçar as pessoas a pensarem todas do mesmo modo, punindo dissidentes.

        2) Não sou militante, até porque não simpatizo com a militância gay, que considero radical demais, quase xiita. Eu milito por mim mesmo. Como eu disse antes, milito pelo que sei, pelo que sou, pelo que conheço.

      • Carlos
        Ainda assim, sou bastante cético quanto a qualquer possibilidade de mudança orientada por psicólogos.
        Assim como sou bastante cético em relação a alegação de que psicólogos dificultam mudanças desejadas pelas pessoas.
        A própria OMS, entre outros órgãos ligados à saúde, bem como o CPF, jogaram a toalha, desistiram.
        Por favor, dar autoridade moral a órgãos aparelhados ideologicamente simplesmente é o ó do borogodó…
        O que OMS e CFP falam não se escreve…
        E como eu disse em comentário anterior (que acho que não foi moderado ainda), não há comprovação dessa possibilidade no meio científico.
        E não há comprovação de que homossexualismo é a única característica imutável humana no meio científico. Cientificamente, temos os fatos, mostrando que mudanças de comportamento e gostos podem ocorrer. Vemos isso todos os dias.
        Assim, eu prefiro me ater aos fatos: a sexualidade pode mudar, porque as pessoas estão em constante mutação. Como isso ocorre, para mim é um mistério. Mas eu mesmo, em tudo que sei e conheço, concordo com o meio acadêmico: não existe, pelo menos até o momento, método com eficácia cientificamente comprovada para a reversão da sexualidade.
        Ué… e precisa? Basta o desejo e a vontade de alguém em querer mudar. E, existindo essa vontade, o psicólogo pode orientar a pessoa a tornar seu desejo uma realidade. Não há um argumento para dizer que um psicólogo não consiga ajudar alguém nesse sentido. Não existe, até o momento, nenhuma tese que comprove cientificamente que surgiu o único comportamento/orientação imutável na face da terra: o comportamento gay. Essa é uma alegação absurda de tua parte.
        Veja bem: quando falo em “eficácia cientificamente comprovada” estou descartando completamente quaisquer fontes como sites gospel e outros, sem validade ou critério científico.
        Eu também estou descartando essas fontes, mas basta termos casos de pessoas que mudaram suas vidas e suas orientações, que já temos um fato sobre o mundo. Cabe a quem diz que tais fatos não podem acontecer apresentar um caso científico para isso, e você não tem isso.
        Por exemplo. Se eu uso terno, então este é um fato cientificamente comprovado. Mas se você quer dizer que enquanto eu uso terno, na verdade não uso, e estou em uma dimensão paralela onde apenas penso usar terno… é vc que tem que cientificamente provar sua afirmação.
        Héteros virando gays, e gays virando héteros… isso já temos na sociedade, são fatos cientificamente comprovados. A tese da impossibilidade da mudança no caso do comportamento gay é uma tese tua e do CFP, nem de longe provada cientificamente. É uma superstição.
        1) Não sou esquerdista. Sou liberalista de direita. O fato de defender um ponto de vista não faz de mim um esquerdista. Pelo contrário, a esquerda é que costuma forçar as pessoas a pensarem todas do mesmo modo, punindo dissidentes.
        Ué… que autor liberal de direita defende que o estado deve proibir psicólogos de ajudarem gays que querem mudar seu comportamento/orientação? Aliás, que autor liberal de direita defende que o estado deve se meter nisto?
        2) Não sou militante, até porque não simpatizo com a militância gay, que considero radical demais, quase xiita. Eu milito por mim mesmo. Como eu disse antes, milito pelo que sei, pelo que sou, pelo que conheço.
        É por isso que seus argumentos sempre recaem em pseudo-ciência, evidências anedota, e falácias da credulidade/incredulidade pessoal.
        No máximo, posso respeitar sua opção, mas não seus argumentos.

      • > Psicólogos devem ser estimulados a continuar seus experimentos,
        > e as pessoas devem buscar os tratamentos que querem. Há várias
        > pessoas alegando resultados destes tratamentos, e que precisdam
        > de ajuda.

        Concordei agora. Brilhante, achei irretocável esse ponto: os estudos deveriam continuar.

        Mas que fique bem claro que são EXPERIMENTOS. O psicólogo não pode, a exemplo do que fazem os psicólogos evangélicos, afirmar, peremptoriamente, que a reversão da sexualidade é possível. Não se sabe isso. E (re)explico o “não se sabe” mais abaixo.

        > Ué… e precisa? Basta o desejo e a vontade de alguém
        > em querer mudar. E, existindo essa vontade, o psicólogo
        > pode orientar a pessoa a tornar seu desejo uma realidade.

        Este são “OS” pontos nos quais discordamos, digamos, com mais intensidade:

        1) Mesmo com a vontade, muita gente não consegue. Acaba frustrados, deprimidos e há até casos de suicídios de pessoas que não aceitam como são e não conseguem mudar.

        2) Continuo abaixo…

        > quem diz que é impossível que um gay deixe de ser gay
        > é que está fazendo uma alegação extraordinária, para
        > a qual deveria apresentar evidências extraordinárias

        Novamente: eu NÃO disse isso. Não sei por que algumas pessoas ainda insistem em afirmar que eu digo coisas que não digo, na realidade.

        Eu sei que esse processo pode ocorrer naturalmente. No entanto, desconheço qualquer tipo de tratamento, acompanhamento ou aconselhamento capaz de produzir ou induzir tal efeito. Estou falando DO TRABALHO DO PSICÓLOGO e não DA SEXUALIDADE EM SI. Eu NÃO disse que a sexualidade não pode mudar, disse que ela não pode mudar COM A AJUDA DE PSICÓLOGOS (leia-se: não há métodos estudados e comprovados de fazer isso).

        A Psicologia é uma ciência diretamente ligada à saúde, ela precisa respeitar certas premissas e não pode afirmar ser capaz de tratamentos cuja eficácia não pode comprovar e nem pode fazer experiências com as pessoas sem que elas estejam conscientes que estão sendo cobaias em um estudo, a exemplo do que acontece nos experimentos médicos. A Psicologia funciona assim, a Medicina funciona assim, e por aí vai. E isso PRECISA ser assim: vidas podem ser destruídas por tratamentos médicos e/ou psicológicos errados.

        Eu já não entraria em debate, por exemplo, com um pastor (por exemplo) que dissesse que existe um tratamento espiritual (com jejum, oração e sei lá mais o que) capaz de, junto com a fé do indivíduo, executar mudanças no desejo sexual. Isso entra na esfera da fé e, embora eu duvide de “tratamentos espirituais”, isso é um problema de quem acredita. Prefiro não debater sobre isso. Também não vou debater sobre o monge tibetano que anula seus desejos sexuais em nome de sua fé. Isso é um problema dele.

        Vejam bem: eu estou falando da Psicologia Científica, terapêutica, de aconselhamento, e não da psicologia do senso comum, aquela que é usada para mobilizar e manipular indivíduos e grupos, que é de conhecimento de filósofos, administradores, até mesmo do povo, e etc. Estou contestando tão somente o assunto que reside no fulcro deste post do blog, a saber: conceder, aos Psicólogos cristãos, o direito de afirmarem que são capazes de ajuda as pessoas a mudarem algo que não se sabe mesmo se pode ser mudado com a ajuda da ciência da psicologia.

        Outro ponto importante: não se pode dizer que algo é uma verdade incontestável por ter sido cientificamente provado. Ok. Mas o contrário também não existe: não se pode dizer que algo é possível e colocar isso como verdade incontestável só porque não há provas científicas de que não é verdade.

        Por Glads:
        > Os cientificistas, assim como os esquerdistas, humanistas,
        > comunistas, tratam a questão do “cientificamente comprovado”
        > como dogma irrefutável.

        Não os verdadeiros adeptos da verdadeira ciência. Só fazem isso aqueles que querem usar de qualquer arma ao seu alcance para blindá-los contra argumentos contrários. Os esquerdistas são ótimos nisso, como você bem disse.

        A questão aqui é que estou fazendo exatamente o inverso: eu NÃO disse que alguma coisa é cientificamente comprovada, mas sim o contrário: que não há base científica para certos argumentos que foram usados aqui. E não há mesmo. O que há sim é muita suposição e muita teorização. E como eu falei acima, o fato de não haver refutação científica do “tratamento” (entre aspas) para transformar gay em hetero não faz com que esse “tratamento” (entre aspas) seja uma realidade, uma verdade absoluta.

        Por Glads:
        > Assim, uma teoria só pode ser aceita se for falseável. Logo,
        > pode admitir prova em contrário. Essa condição por si só coloca
        > toda teoria existente, desde as leis de newton, como a teoria
        > da evolução como dependentes de hipóteses que podem colocá-las
        > por terra.

        Sim, certamente! Uma teoria pode ser perfeitamente substituída por um arcabouço teórico mais consistente ou mais abrangente. Mas entre a teoria jogada para cima e a teoria comprovada por observação e experimentação, eu prefiro essa última. Há coisas com as quais não se deve brincar, como a saúde das pessoas.

        E certamente não há cientista acima da verdade. O próprio Newton já teve sua Teoria da Gravidade jogada para escanteio. Há quase 100 anos, Einstein mostrou para nós que a gravidade não é uma força e sim uma característica do espaço, criada pela deformação dele. E hoje, Einstein teorias mais abrangentes já começam a ameaçar a Gravidade Geral de Einstein. E assim caminha a humanidade…

        Por último: por favor, eu não sou “o inimigo”. Vejo pessoas aqui escreverem para mim de forma agressiva, hostil, até mesmo tentando ridicularizar meus argumentos com outros argumentos que são meramente teóricos, como se verdades universais fossem. Isso é combater falácia com falácia e dizer que uma falácia é melhor que a outra. Me desculpem, mas eu costumo ver isso em sites de esquerda (sou obrigado a “devolver a acusação” que senti que me fizeram antes, embora talvez eu tenha entendido mal). E se este aqui fosse um site esquerdista, eu nem teria perdido meu tempo em entrar para ler os posts. Por que perder tempo de argumentar com aqueles que se acham os senhores da verdade? Seria um desperdício de tempo e energia.

        O bom de entabularmos uma boa conversa com argumentação e base é justamente abrir caminho para idéias novas, e não massagear nosso próprio ego enquanto dizemos “olha só como sou bom, como sou O CARA, como sei mais que todo mundo”. Isso eu posso dizer na frente do espelho, sem precisar de platéia.

      • Carlos,
        A partir de agora vou misturar reconstruções de seus textos (a parte pífia do teu conteúdo) com refutações, pois seus truques já estão repetitivos.
        Reconstrução
        “Mas que fique bem claro que são EXPERIMENTOS. O psicólogo não pode, a exemplo do que fazem os psicólogos gayzistas, afirmar, peremptoriamente, que o comportamento homossexual é imutável. Não se sabe isso. E (re)explico o “não se sabe” mais abaixo.”
        Agora refutação.
        1) Mesmo com a vontade, muita gente não consegue. Acaba frustrados, deprimidos e há até casos de suicídios de pessoas que não aceitam como são e não conseguem mudar.
        É aí que o psicólogo poderia ajudar alguns. E você caiu no ato falho. Disse “muita gente não consegue” ao invés de “ninguém consegue”. Ué, se alguns conseguem, então você validou o tratamento, pois ele é proposto para os que querem e acham que vão conseguir.
        Se alguns gays ficam frustrados com o fato de outros gays conseguirem, e até pensarem em suicídio, então NÃO DEVEM PROCURAR TRATAMENTO PARA MUDAR COMPORTAMENTO. Devem procurar tratamento para durar depressão, oras.
        Eu sei que esse processo pode ocorrer naturalmente. No entanto, desconheço qualquer tipo de tratamento, acompanhamento ou aconselhamento capaz de produzir ou induzir tal efeito. Estou falando DO TRABALHO DO PSICÓLOGO e não DA SEXUALIDADE EM SI. Eu NÃO disse que a sexualidade não pode mudar, disse que ela não pode mudar COM A AJUDA DE PSICÓLOGOS (leia-se: não há métodos estudados e comprovados de fazer isso).
        Você é retardado? POIS ESCREVE FEITO UM…
        Se um sujeito procura um psicólogo PEDINDO AJUDA NA MUDANÇA COMPORTAMENTAL, muito provavelmente este processo JÁ COMEÇOU antes da AJUDA DO PSICÓLOGO. O psicólogo só entra como alguém AJUDANDO NO PROCESSO DE MUDANÇA.
        Não faz sentido dizer que a ajuda do psicólogo NESTE PROCESSO DE MUDANÇA, VAI IMPEDIR O PROCESSO DE MUDANÇA.
        Você se finge de burro… mas é o que Olavo de Carvalho chamou de estupidez astuta.

        Abaixo sempre o mesmo discursinho de sempre, de um sujeito que não sabe nem o que é ciência, mas finge um discurso para enganar platéia….
        A Psicologia é uma ciência diretamente ligada à saúde, ela precisa respeitar certas premissas e não pode afirmar ser capaz de tratamentos cuja eficácia não pode comprovar e nem pode fazer experiências com as pessoas sem que elas estejam conscientes que estão sendo cobaias em um estudo, a exemplo do que acontece nos experimentos médicos. A Psicologia funciona assim, a Medicina funciona assim, e por aí vai. E isso PRECISA ser assim: vidas podem ser destruídas por tratamentos médicos e/ou psicológicos errados.
        Esse é o tal “liberal”, que não dá o direito nem do sujeitoi procurar um “tratamento errado”.
        O sujeito acha que o tratamento de reorientação é para os gays retintos, mas quem falou disso? Só ele, para criar um espantalho para não argumentar absolutamente nada. E ainda vem fazer toda uma encenação querendo que nós acreditemos que ele “segue a ciência”. Claro que você é um inimigo da ciência e da liberdade.
        Atenção, “o liberal” (aliás, eu começo a duvidar que você seja liberal mesmo). O cidadão, na concepção liberal tem:
        • O direito de procurar tratamento para o que quiser (qual parte do “o que quiser” você não entendeu)
        • Mesmo que sejam tratamentos científicos, pseudo-científicos, alternativos. (e na verdade a afirmação de que comportamento homossexual é imutável é uma afirmação pseudo-científica tua)
        • O direito de colocar sua vida em risco nesse processo, desde que isso seja de sua vontade.

        Você realmente não entende o que é liberdade, certo?
        Agora volto para a reconstrução:
        Vejam bem: eu estou falando da Psicologia Científica, terapêutica, de aconselhamento, e não da psicologia do senso comum, aquela que é usada para mobilizar e manipular indivíduos e grupos, que é de conhecimento de filósofos, administradores, até mesmo do povo, e etc. Estou contestando tão somente o assunto que reside no fulcro deste post do blog, a saber: conceder, aos Psicólogos gayzistas, o direito de afirmarem que o único comportamento humano imutável é o homossexual, algo que não se sabe mesmo se foi comprovado como imutável nem pela ciência e nem pela psicologia.
        Outro ponto importante: não se pode dizer que algo é uma verdade incontestável por ter sido cientificamente provado. Ok. Mas o contrário também não existe: não se pode dizer que surgiu o único comportamento humano imutável e colocar isso como verdade incontestável só porque não há provas científicas de que não é verdade.”

        Mais
        A questão aqui é que estou fazendo exatamente o inverso: eu NÃO disse que alguma coisa é cientificamente comprovada, mas sim o contrário: que não há base científica para certos argumentos que foram usados aqui. E não há mesmo. O que há sim é muita suposição e muita teorização. E como eu falei acima, o fato de não haver refutação científica do “tratamento” (entre aspas) para transformar gay em hetero não faz com que esse “tratamento” (entre aspas) seja uma realidade, uma verdade absoluta.
        Mas você é que transformou o homossexualismo em um dogma, dizendo que este é o único comportamento/orientação humano imutável.
        As pessoas podem trocar de emprego, trocar de namorada, trocar de esposa, trocar de cidade, trocar de carro…mas não podem trocar a orientação sexual se esta orientação for homossexual. Você criou uma categoria de exceção absurda, e não trouxe uma evidência científica a favor disso. Entretanto, temos milhares e milhares de histórias mostrando as mudanças de orientação. Daí você surge com a distinção de emergência, fingindo que se, nessa etapa de mudança, alguém procurar um psicólogo, então a mudança deixa de ocorrer.
        Se tentar mais uma vez (uma vez que seja) nos explicar “como funciona o método científico” (aliás, eu dava aulas sobre isso para auditores), você terá que suportar a ridicularização, oras.

  2. “A mudança de comportamento é possível, e um símbolo desta mudança é Daniela Mercury, que era heterossexual, foi casada e teve duas filhas, e hoje se tornou homossexual e casou com uma mulher. Logo, a mudança de comportamento sexual é possível.”

    Daniela era hétero e virou homo ou sempre foi bissexual? Se era a segunda opção não houve mudança nenhuma e o argumento comprometido.

    • Se ela era casada e fiel, então por um longo período de tempo foi heterossexual. Se hoje ela se casou com uma mulher, é homossexual. A não ser que ela esteja, no curso de um dado período, tendo relações sexuais com homens e mulheres, o que não é o caso.

      O argumento segue válido. 😉

      • er… não
        Sexualidade não tem a ver com fidelidade, nem com a modalidade de compromisso escolhida (casamento, namoro, putaria generalizada…) e sim em relação a qual gênero sente-se atração.

        Assim como um hétero pode se casar com uma mulher e continuar “atraível” pelas outras mulheres, um bissexual pode estar com uma mulher e continuar atraível por outras mulheres — e homens. Não importa que ele fique a vida toda com essa uma mulher, ‘rotatividade’ num “dado período de tempo” (quanto é isso?) e ‘fidelidade’ não são critérios de sexualidade, e sim atração.

      • Algumas pessoas podem ser bissexuais, e outras não.

        Não faz sentido dizer que uma pessoa que mudou sua orientação sexual É BISSEXUAL.

        Vamos supor o caso de Daniela Mercury, que um dia pode ter considerado gostar só de homens, estava casada, e teve filhos neste relacionamento. Certo dia, resolveu dar um tapa na aranha, e MUDOU sua orientação sexual. Ela provavelmente não quer mais homens, mas sim mulheres. ela não é bissexual, mas homossexual.

        Assim, alguém pode se “converter” de homossexual para bissexual ou heterossexual. A opção bissexual existe também para o caminho inverso.

        A existência da bissexualidade não invalida o meu argumento.

      • “A existência da bissexualidade não invalida o meu argumento.”

        Não mesmo, mas usar um bissexual como exemplo de mudança de orientação (como se ele fosse hétero antes e agora seja homo), sim.

        “Vamos supor o caso de Daniela Mercury, que um dia pode ter considerado gostar só de homens,(…). Certo dia (…) MUDOU sua orientação sexual. Ela provavelmente não quer mais homens, mas sim mulheres. ela não é bissexual, mas homossexual.”

        “um dia pode ter”…, “provavelmente não quer mais…”

        Resolvi procurar alguma confirmação pra isso.
        Entrevista de Daniela à Veja:
        “Foi sua primeira relação homossexual?

        DM: Eu já tinha vivido outras, A primeira vez que me apaixonei por uma mulher foi em 1991. Depois, namorei outras. A relação mais séria foi com uma mulher com quem fiquei antes de me casar com o Marco (seu marido durante três anos). Com ela, não assumi publicamente a relação. E foi muito ruim. Vivia com medo do que a imprensa e os paparazzi pudessem fazer conosco. Veja, eu nunca neguei que tivesse estado com mulheres. Quem estava à minha volta, meus filhos, meus amigos, sabia. Só nunca tornei a coisa pública. Mesmo sobre os homens com quem me relacionei, só falei publicamente depois que a relação ficou sólida – caso dos meus dois casamentos com homens.”

        Fonte: http://www.umoutroolhar.com.br/2013/04/entrevistas-de-daniela-mercury-as.html

        Então, sim, ela sempre foi bissexual e não houve mudança nenhuma.

      • Fabrs,

        A coisa fica melhor ainda para o meu argumento.

        Pelo que ela conta, ela era homossexual, e se tornou heterossexual. E depois resolveu virar homossexual de novo.

        Não só a transição de comportamento/orientação ocorre, como também uma pessoa pode executá-la mais de uma vez na vida.

        Pelo que ela escreveu, não dá para dizer que ela tem tanta atração por homens como mulheres hoje.

        Abs,

        LH

      • “Pelo que ela conta, ela era homossexual, e se tornou heterossexual. E depois resolveu virar homossexual de novo. (…) Ela provavelmente não quer mais homens, mas sim mulheres. ela não é bissexual, mas homossexual. ”

        Não saiu na colagem, essa é a resposta seguinte dela:

        “A senhora diria que é bissexual?

        DM: Eu me apaixono por pessoas. Não separo por gênero. Se houvesse uns ETs charmosos por aí, eu ia querer conhecer também. Sou curiosa, sou aberta. Amor não escolhe o sexo. Acho que as pessoas se apaixonam, se amam e pronto.”

        Descontado o discurso mimimi sobre como é o amor até pros outros, no que diz respeito a ela isso é um “sim”, é bi.

      • Na verdade, a coisa não faz muita diferença, mas reconheço que realmente ignorei a bissexualidade dela, além da homossexualidade.

        Tecnicamente, ela é uma homossexual praticante, e bissexual em potencial.

        Ela opta por relacionamentos com um sexo específico por tempos determinados.

        É no mínimo interessante, mas ainda assim é um exemplo de que comportamentos podem mudar, e orientações também.

      • Devido aos critérios restritivos de nossa sociedade, onde se preza a fidelidade, é difícil exercer bissexualidade para aqueles que o sejam. Por isso, muitos são apenas bissexuais em potencial.

        Supondo que Daniela estivesse solteira, e resolvesse seu desejo sexual com prostituição, ela poderia contratar, por exemplo, 6 garotos de programa em um mês, e 6 prostitutas.

        Aí seria com certeza bissexual de fato, e não apenas bissexual em potencial.

      • Desde que sejam todos os 12 ao mesmo tempo, caso contrário ela ainda poderia ser um caso de “reorientações múltiplas”, em curtos espaços de tempo — caso que apenas reforça ainda mais seu argumento. Inclusive, durante o ato sexual, ela deve transar com eles em grupos de 2, sendo 1 de cada gênero, simultaneamente. Assim temos certeza de que ela realmente sente atração pelos 2 gêneros, e não que é homo quando está com as mulheres e hétero quando está com os homens, num caso de reorientação relâmpago. Creio que assim elimina-se qualquer controvérsia com a variável “um dado período de tempo” e prezamos pela boa técnica, com rigor objetivo.

        O fato de serem 12, o que dará 6 grupos de 2, é um toque de mestre pois dificulta a possibilidade de ela fingir 1 ou 2 vezes e se safar, tornando a coisa toda estatisticamente relevante — embora 10 grupos fossem facilitar as contas…

        Aí senti firmeza.

      • Sim. Um critério sensato para avaliar se uma pessoa é bissexual, isto é, se sente atração pelos dois gêneros, pode ser se ela a) já manifestou que sente atração por ambos os gêneros e b) se, dentro de suas possibilidades na vida, ela já exerceu essa atração dupla. A boa e velha congruência entre discurso e prática.

        Daniela passa tranquilamente pelos dois como bi, pois não só já se manifestou como bi como também já teve variados relacionamentos com cada um dos gêneros intercaladamente. Reorientação pode ser possível, mas a DM não é um exemplo disso.

        Não faz o menor sentido exigir que para ser bissexual a pessoa precise ser adepta de relacionamentos ‘poligâmicos’ com um gênero de cada, ainda mais num contexto social monogâmico. Hétero, homo ou bissexualidade têm a ver com a qualidade das pessoas por quem se tem atração, não com a quantidade delas. Também não faz o menor sentido dizer que uma pessoa “além de bissexual, é homossexual”. Quer dizer, ela “sente atração por homens e por mulheres e por mulheres”? Desse jeito daqui a pouco você me vem com a roupa “unissex feminina”, o “ambidestro destro”…

      • Fabrs,

        Há pontos interessantes em sua argumentação, mas mesmo assim ela foi capaz de ser fiel (ao que parece) em um relacionamento heterossexual por muito tempo, em que até teve filhos. Parece que ela foi feliz praticando a heterossexualidade por bastante tempo.

        Agora, devemos problematizar a relação de Daniela com sua parceira. Ela está casada, mas, mentalmente, sua parceira não atende a todas as suas expectativas sexuais? Isso por que ela não tem um penis. Tudo bem que a outra poderia usar um “strap-on”, mas não sei se é a mesma coisa.

        Acho que você confunde “pessoa que sente atração” com “pessoa que já sentiu atração”, e a questão do tempo verbal é fundamental.

        A linguagem é fantástica se formos estudar ceticismo político.

        Abs,

        LH

  3. Luciano, como sabemos bem, a “marcofobia” está à solta, mas depois que vi isto, fiquei extremamente preocupado. Na cabeça dos marxistas-humanistas-neoateístas, cabe comparar Malafaia e Feliciano com Ku Klux Klan, mesmo quando sabemos que a Vitória em Cristo tem fiéis de todas as cores e origens e o Marco da discórdia tem ancestralidade negra pelo lado materno e é enteado de um padrasto negro.
    Sim, meu caro, estão querendo associar cristianismo com racismo nem que a marretadas (e mesmo com o apóstolo Paulo dizendo que para Deus não existem judeus, gregos ou outras nações). Irão alegar que seria coisa de “fundamentalista”, mas até agora não apresentaram uma prova sequer de que Malafaia e Feliciano querem uma teocracia cristã no país, mas apresentaram essa que é uma acusação extremamente grave. Que o Malafaia saiba e processe o cara que cometeu essa calúnia e o Feliciano faça o mesmo.

    • A dona desse texto acusatório também é uma religiosa. Se você for até o perfil dela, verá páginas de espiritismo e algumas de candomblé (ou umbandismo, não tenho muito conhecimento dessas coisas). Me disseram há alguns meses que isso estava se tornando muito comum em muitas pessoas dessas religiões, eu não acreditei muito no início, mas vejo que a tese procede de alguma forma.

  4. Eu acredito que o Luciano queira demonstrar o debate como forma de aprendizado para os leitores de seu blog. Mas também acho que há um limite para a tolerância de besteiras faladas por pseudos esquerdistas e militantes da causa gayzista.

    Uma importante lição a se aprender aqui é que o sr. Carlos Mendes Martini, apresenta as rotinas clássicas…

    Rotina: “Sou cético” — nas seguintes citações:

    ” Não é possível um psicólogo, por mais bem intencionado que seja (…) fazer a reversão da homossexualidade”…”sou bastante cético quanto a qualquer possibilidade de mudança orientada por psicólogos……não há comprovação dessa possibilidade no meio científico.”

    Nesse caso, deveríamos segundo tal lógica, extirpar esse campo de estudo da sociedade, pois na impossibilidade da reversão de qualquer comportamento, ela é inútil. Inclusive a existência do CFP é inútil.

    O ceticismo do sr. nesse caso vai à lona, pois é muito óbvio que o sr, crê que apenas o comportamento homossexual é imutável, ou o sr. pretende mesmo afirmar que a psicologia é inútil na mudança comportamental? Pois essa seria uma afirmação tão mais extraordinária, que apenas afirmar que o homossexualismo não pode ser mudado.

    Por outro lado, a ausência de qualquer comprovação científica da homossexualidade como oriunda de fator genético, (segundo sua mesma lógica) implicaria automaticamente que a homossexualidade é comportamental.
    ————–

    Rotina: “Sou representante da ciência” – quando exige o rigor científico na seguinte citação:

    “estou falando de ciência, de metodologia científica: observação, descrição, previsão, controle, refutabilidade, etc. Falo de casos cientificamente estudados, testados, experimentados e comprovados pela ciência da Psicologia ”

    Não pude deixar de notar o sr. citar a psicologia como ‘ciência’ — nesse caso sua afirmação é conflituosa, levando-se em consideração o seu ceticismo pela mudança comportamental. Isso demonstraria que seus ceticismo só compreende a questão da homossexualidade.
    Mas é muito fácil usar esse tipo de argumento quando sabemos que há uma proibição de qualquer estudo com respeito à reversão da homossexualidade em específico.

    ————–

    Rotina “Minha experiência pessoal, determina minha visão de mundo” — nas seguintes citações:

    “Talvez até eu esteja enganado, mas não vi ainda nada que provasse isso. Eu sei apenas o que eu vejo, o que eu conheço e o que eu vivo(…) Mas eu mesmo, em tudo que sei e conheço(…)milito pelo que sei, pelo que sou, pelo que conheço.

    essa rotina, em particular muito usada por esquerdistas.

    Mas a discussão mesmo, o debate ACABOU quando Kinsey foi citado:

    “eu acredito na sexualidade segundo Kinsey: uma miríade de sexualidades que podem se misturar ou mudar ”

    Pra quem exige tanto rigor científico é uma incoerência “acreditar” em Kinsey, visto que o mesmo não tinha background de pesquisa em comportamento humano (leia-se psicologia), sendo sua áreas de formação outras (sim, estou usando de “apelo a autoridade” porque o senhor Carlos, apelou ao método científico, e pelo mesmo método científico, Kinsey não era qualificado para realizar tal estudo….isso só pra começar.

    Em outro fator mais adjacente, mas nem por isso menos importante, Kinsey é tão amado pelas militâncias sexualistas, porque ele é precursor de um movimento que injustificadamente se alega científico e visa dar aceitação à pedofilia não apenas em campo científico mas também político — os ‘estudos’ de Kinsey, envolviam a sexualidade infantil — qualquer associação com a frase “deixem as criancinhas brincarem em paz” e os partidos políticos apoiadores da ‘pedofilia consentida’ não é mera coincidência.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ativismo_pr%C3%B3-pedofilia

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Martijn

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u96477.shtml

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/06/060601_leiholandamp.shtml

    É aqui que eu e Luciano, pelo menos nesse debate diferíamos — na minha avaliação moral do interlocutor que cita Kinsey — eu logo adotaria a postura de OC — denuncia-se o ardil e nem se discute a questão. Embora o sr. Carlos Mendes tenha a liberdade de acreditar em Kinsey, assim como um religioso crê em Deus, outras pessoas tem a liberdade de analisar esse fato antes de aprofundar qualquer questão com este indivíduo.
    A crença em Kinsey, para mim se enquadra como mero fanatismo, pior ainda vindo de alguém que afirma ser cético com relação a psicologia em termos de mudança comportamental, mas ao mesmo tempo dá valor à uma concepção de sexualidade montada por alguém que não era psicologo, era militante de uma provável ‘causa própria’ e que usou crianças em seus testes para a afirmação da sexualidade infantil, que hoje é norma argumentativa da pedofilia científica e política.

    http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com.br/

    http://www.youtube.com/watch?v=VC9w-jk4q5Q

    Resenha sobre o documentário “os pedófilos de Kinsey”
    http://herickvanmor.blogspot.com.br/2010/07/historia-secreta-os-pedofilos-de-kinsey.html

    documentários “Os pedófilos de kinsey”.
    http://www.youtube.com/playlist?list=PL9F3D32C52031FB8B

    No fim este também é um exemplo muito claro de que muitos liberais, estão acostumados a dar autoridade moral para todo tipo de desconstrução e imposição da retórica esquerdista, mesmo quando afirmam que são de direita, o que é contraditório na raiz da própria questão.

  5. Em tempo / mudando de assunto com respeito a este tópico / mas ainda relacionado a tópicos recentes:

    Existem pessoas que estão obviamente mapeando as agendas sexuais militantes a algum tempo:

    http://judithreisman.blogspot.com.br/2009/05/uma-odisseia-pessoal-ate-verdade-parte.html
    http://pedofilianauniversidade.blogspot.com.br/2011/08/por-que-aumenta-o-envolvimento-de.html

    ——-

    Não é necessário ter uma mente extremamente lógica, ou ser um ás do conhecimento para conectar os pontos e as relações entre as militâncias que o uso da mesma fonte injustificadamente ‘científica’….

    http://alfredkinsey-brasil.blogspot.com.br/2011/08/anarquia-sexual-o-legado-homossexual-e.html

    —–

    Estendendo e conectando a informações iniciadas pelo leito Márcio neste link: http://lucianoayan.com/2013/06/26/marco-feliciano-fala-tudo-da-cura-gay/#comments

    E continuadas pelo Luciano neste link:
    http://lucianoayan.com/2013/06/30/olavo-de-carvalho-a-racionalidade-ingenua-da-direita-e-a-estupidez-astuta-da-esquerda/

    Eu venho agora complementar a informação sobre o tema com os seguintes vídeos….

    O primeiro deixa bem claro a situação de Uganda, que determina o contexto dos vídeos que foram postados pelo Márcio.

    http://www.youtube.com/watch?v=HbjAFUGQ3Xg&feature=youtu.be

    E o segundo, é uma análise crítica de informações científicas sobre anatomia humana, gostaria de saber se alguém o refutou, ou refutará da mesma maneira científica a qual ele foi apresentado. E já faço um pré-adendo….o vídeo se refere a sexo anal, praticado por homossexuais e heterossexuais. Um cristão não terá a menor dificuldade em ligar os pontos entre esses dois últimos vídeos…pois por meio do respeito ao sexo como ele foi definido pelas próprias estruturas biológicas, e a moral como o controle do desejos e guia da ação benéfica — evita-se o acúmulo de doenças diversas oriundas desse ato, que de sexual não tem absolutamente nada (essa é minha opinião).

  6. LUCIANO: “Aí é que está o erro do seu argumento e onde é abatido mortalmente. Nos frames que eu adicionei aqui, inclui um mostrando que Daniela Mercury viveu uma vida prazenteira com um marido, e teve duas filhas. Era era heterossexual. Posteriormente, casou com uma mulher, e se tornou homossexual.”

    EU: NAS ENTREVISTAS DE DANIELA, ELA NUNCA AFIRMOU SER UMA HÉTERO QUE SE TORNOU HOMO. ELA É BISSEXUAL E ASSIM POSSUI A AMBIVALÊNCIA DE CANALIZAÇÃO NO SEU OBJETO DE DESEJO, MESMO ASSIM NÃO CONTROLADO POR ELA. NÃO CONHEÇO ENTREVISTA DA DANIELA EM QUE ELA MENCIONA QUE FEZ TERAPIA PARA SE TORNAR HOMOSSEXUAL. VOCÊ CONHECE?

    LUCIANO: “Errado. Esse é apenas UM EXEMPLO de comportamento. Mas fazer sexo também é um comportamento. Comportamento é tudo aquilo que é REALIZADO por um agente. Comportamentos podem ou não ser influenciados biologicamente.”

    EU:PERGUNTA: UM HOMEM JOGA FUTEBOL, COSPE NO CHÃO, COÇA O SACO, VAI À IGREJA, SE COMPORTA COMO UM MACHÃO, MAS NÃO TRANSA COM MULHERES PORQUE NÃO CONSEGUE, NEM COM HOMENS PORQUE ACHA PECADO. ELE É HOMOSSEXUAL OU NÃO?

    LUCIANO: “Gostos também podem mudar. A questão é: será que único desejo que não pode ser mudado é o desejo homossexual? Esta é alegação extraordinária.”

    EU: QUE FAÇAM DEMONSTRAÇÕES EMPÍRICAS DA REORIENTAÇÃO ENTÃO: QUE TAL OS REORIENTADOS SE SUBMETEREM A UMA EXAME? POR EXEMPLO, COLOCAR UM UM “EX-GAY” OU UMA “EX-LÉSBICA” DIANTE DE SITUAÇÕES HOMOSSEXUAIS PROVOCANTES E MEDIR O NÍVEL DE EXCITAÇÃO DELES?

    • EU: NAS ENTREVISTAS DE DANIELA, ELA NUNCA AFIRMOU SER UMA HÉTERO QUE SE TORNOU HOMO. ELA É BISSEXUAL E ASSIM POSSUI A AMBIVALÊNCIA DE CANALIZAÇÃO NO SEU OBJETO DE DESEJO, MESMO ASSIM NÃO CONTROLADO POR ELA. NÃO CONHEÇO ENTREVISTA DA DANIELA EM QUE ELA MENCIONA QUE FEZ TERAPIA PARA SE TORNAR HOMOSSEXUAL. VOCÊ CONHECE?
      Pelo que ela disse na entrevista, era homossexual. Tornou-se heterossexual depois e depois tornou-se homossexual de novo. Além do mais, eu não disse que ela fez terapia para se tornar homossexual, mas sim que pode mudar de uma condição heterossexual para homossexual e a mudança é possível. Favor ler o texto antes de simular falso entendimento, que esse truque não cola mais, ok?
      EU:PERGUNTA: UM HOMEM JOGA FUTEBOL, COSPE NO CHÃO, COÇA O SACO, VAI À IGREJA, SE COMPORTA COMO UM MACHÃO, MAS NÃO TRANSA COM MULHERES PORQUE NÃO CONSEGUE, NEM COM HOMENS PORQUE ACHA PECADO. ELE É HOMOSSEXUAL OU NÃO?
      Não sei. Ele pode ser tanto um homossexual, como um heterossexual com alguma neurose. Ele deve se auto-avaliar e buscar a ajuda que quiser.
      EU: QUE FAÇAM DEMONSTRAÇÕES EMPÍRICAS DA REORIENTAÇÃO ENTÃO: QUE TAL OS REORIENTADOS SE SUBMETEREM A UMA EXAME? POR EXEMPLO, COLOCAR UM UM “EX-GAY” OU UMA “EX-LÉSBICA” DIANTE DE SITUAÇÕES HOMOSSEXUAIS PROVOCANTES E MEDIR O NÍVEL DE EXCITAÇÃO DELES?
      Nonsense! Pessoas não são obrigadas a validar empiricamente suas escolhas. Além do mais, tal teste seria uma violação brutal dos direitos humanos, independentemente do resultado. Cientificamente, o que podemos fazer é testar a congruência entre o discurso e o comportamento.

    • Esse tipo de teste existe, e pode ser feito, e aí a coisa passa do empírico para o científico. Eu acredito ser a melhor forma de tirar todas as dúvidas que circundam esse assunto que, como eu disse para o Luciano, é pouco estudado. Não há muito material científico sobre isso, talvez por ser um tema meio que tabu, por conta das reações [muitas vezes exageradas] que provoca na militância gay.

      Eu particularmente só acredito naquilo que é teorizado, testado, medido, e é ou não refutado segundo métodos científicos, em ambiente estritamente controlado. Todo o resto não passa de achismos e de acreditar cegamente (ou quase) nas opiniões ou declarações de pessoas que podem estar mentindo — e geralmente mentem sim, por conta de ideologias ou convicções morais ou religiosas.

      Aqui mesmo nos comentários há muito disso, de pessoas que simplesmente decretam a verdade sobre esse assunto, colocando suas opiniões como verdades incontestáveis, sem qualquer comprovação ou validação científica. Antes que falem de mim mesmo, eu não coloco minhas opiniões como verdades, pois posso estar errado. Apenas contesto veementemente idéias que são baseadas apenas em teorias, em ideologias e em depoimentos pouco confiáveis, sem absolutamente nenhum tipo de comprovação.

      • Carlos Mendes, agora vou me divertir um pouco
        Esse tipo de teste existe, e pode ser feito, e aí a coisa passa do empírico para o científico.
        Favor disponibilizar na Internet o teste que você fez, para que realmente todos possam saber se você é gay mesmo ou é alguém fingindo ser gay. Quer levar a coisa para o “científico”?
        Eu acredito ser a melhor forma de tirar todas as dúvidas que circundam esse assunto que, como eu disse para o Luciano, é pouco estudado.
        Mostre o teste que você fez, e voltaremos a falar.
        Eu particularmente só acredito naquilo que é teorizado, testado, medido, e é ou não refutado segundo métodos científicos, em ambiente estritamente controlado. Todo o resto não passa de achismos e de acreditar cegamente (ou quase) nas opiniões ou declarações de pessoas que podem estar mentindo — e geralmente mentem sim, por conta de ideologias ou convicções morais ou religiosas.
        Como eu acredito que o discurso de falar “só acredito naquilo que é teorizado, testado, medido…” é geralmente marketing pessoal e fraude intelectual (Olavo de Carvalho mostrou isso na tese da paralaxe cognitiva), cabe a você agora demonstrar que sua homossexualidade está cientificamente comprovada. Atenção: você não tem mais o direito nem de dizer que é gay se não provar que a SUA homossexualidade está cientificamente comprovada.
        Aqui mesmo nos comentários há muito disso, de pessoas que simplesmente decretam a verdade sobre esse assunto, colocando suas opiniões como verdades incontestáveis, sem qualquer comprovação ou validação científica.
        Segundo a declaração de ex-gays, que dizem viver felizes, muitos gays militantes dizem que é impossível a conversão. Alegam esses gays que a homossexualidade está “dentro deles”. Vamos então transformar essa hipótese em ciência. Falta os gays militantes provarem que a homossexualidade está dentro deles próprios.
        http://lucianoayan.com/2013/07/05/ex-gays-querem-comemorar-o-mes-do-orgulho-ex-gay-pela-primeira-vez-em-julho/
        Aliás, o teste do vídeo não prova nada, pois alguém pode assistir um vídeo com uma imagem, e pensar em outra coisa para obter uma ereção. Quero o teste científico provando que a homossexualidade está dentro de um homossexual de forma COMPROVADA.
        Antes que falem de mim mesmo, eu não coloco minhas opiniões como verdades, pois posso estar errado. Apenas contesto veementemente idéias que são baseadas apenas em teorias, em ideologias e em depoimentos pouco confiáveis, sem absolutamente nenhum tipo de comprovação.
        É por isso que estamos agora contestando você. Quer fazer o jogo do rótulo de “representante da ciência”. Aguente agora a pressão por tentar um joguinho político que já foi refutado por este blog há muito tempo.
        Prove agora que sua homossexualidade de fato existe, e é comprovada por um experimento científico que demonstre que não apenas você é homossexual, como também que este é o único comportamento/orientação humana que não pode ser mudado.
        Atenção: sua afirmação de “só acredito no que é cientificamente comprovado” VAI SER DESTRUÍDA se você não passar no teste.

  7. Sempre que se trava um embate nos comentários o post ganha um complemento especial. É ai que podemos ver na prática o Luciano desmontando os truques argumentativos, pois nem sempre o truque ou a falácia vem pronta, cada qual a apresenta de um modo diferente, sendo dificultoso para um principiante enxergar e descobrir onde encontra-se as falhas lógicas ( propositais ou não ) e ai o Luciano descasca os argumentos e os expõe como de fato são perante seus leitores.

    Me parece que o Carlos apresenta seus argumentos honestamente ( mesmo errado ), posso estar equivocado, mas pareceu-me que ele estava sendo sincero em seu discurso, e que talvez agora com a brilhante refutação do Luciano ele passe a enxergar esse questão de um outro modo.

    E citar o Kinsey foi de fato horrível.

    • Desculpe, mas enquanto não houver uma comprovação CIENTÍFICA de que a psicologia, ENQUANTO CIÊNCIA, pode sim promover ou provocar a reversão da sexualidade, afirmar isso não passará da defesa de uma idéia. Sim, eu sei, eu também não apresentei argumentos incontestáveis e tudo que eu disse não deixa de ser apenas as MINHAS idéias e a MINHA vivência, e nisso tenho que concordar com o Luciano. Mas NADA do que ele disse é verdade científica, absoluta e incontestável.

      Veja bem, a Psicologia Científica — aquela que o profissional de Psicologia, o Psicólogo exerce, é uma ciência e, como tal, ela é regida pelas mesmas leis do método científico. Além disso, ela trata diretamente da saúde mental dos indivíduos. Assim ela NÃO PODE, assim como a medicina, se arriscar a afirmar que pode alterar esse ou aquele processo na mente de uma pessoa sem um estudo sério, científico, desse objetivo. Da mesma forma que um médico não pode simplesmente dizer que é capaz de alterar algo na forma de um ser humano, como por exemplo, mudar a cor dos olhos, sem que para isso seja feito um estudo minucioso, documentado e comprovável, e seguindo a metodologia da ciência, o Psicólogo não pode simplesmente se dizer dono do poder ou conhecimento para fazer modificações de um aspecto da psique humana que nem se quer são totalmente compreendidos ainda.

      Muito se tentou a reorientação da sexualidade, inclusive com o uso de remédios, tratamentos hormonais e até procedimentos invasivos (o nazismo foi campeão nisso), mas jamais — veja bem, JAMAIS — se conseguiu chegar a um consenso sobre isso, a um método estudado, testado e cientificamente comprovado de fazê-lo.

      Assim, me desculpe, mas o Psicólogo que diz que pode fazer isso, sem que A CIÊNCIA jamais tenha comprovado, é sim um curandeiro e não um profissional sério.

      • Carlos Mendes, estamos no jogo já.
        Reescrevendo seu parágrafo:
        “Desculpe, mas enquanto não houver uma comprovação CIENTÍFICA de que a psicologia, ENQUANTO CIÊNCIA, pode sim garantir que o único comportamento humano que não pode ser mudado é o homossexual, afirmar isso não passará da defesa de uma idéia. Sim, eu sei, eu também não apresentei argumentos absolutos, e apresentei os fatos do mundo, que podem ser refutados por fatos novos. Mas NADA do que Carlos disse é verdade científica, absoluta e incontestável.
        Veja bem, a Psicologia Científica — aquela que o profissional de Psicologia, o Psicólogo exerce, é uma ciência e, como tal, ela é regida pelas mesmas leis do método científico. Além disso, ela trata diretamente da saúde mental dos indivíduos. Assim ela NÃO PODE, assim como a medicina, se arriscar a afirmar que existe um comportamento humano inalterável sem um estudo sério, científico, desse objetivo. Da mesma forma que um médico não pode simplesmente dizer que uma força mística criou um comportamento humano inalterável, como por exemplo, comparar a vontade de assistir futebol (com a perda dessa vontade) com o nascimento de asas em um humano (algo impossível), sem que para isso seja feito um estudo minucioso, documentado e comprovável, e seguindo a metodologia da ciência, o Psicólogo não pode simplesmente se dizer dono do poder ou conhecimento garantindo ser impossível a mudança de um comportamento relacionada a um aspecto da psique humana que nem se quer são totalmente compreendidos ainda.
        Muito se tentou proibir reorientação da sexualidade, inclusive com o uso de discursos fraudulentos do CFP, propagandas militantes, e até paralaxes cognitivas, além de uma propaganda sujíssima (o nazismo foi campeão nisso), mas jamais — veja bem, JAMAIS — se conseguiu chegar a um consenso sobre isso, a um método estudado, testado e cientificamente comprovado mostrando que surgiu o único comportamento/orientação humano inalterável.Enquanto isso temos gays que deixaram de ser gays, e héteros que deixaram de ser héteros. O ônus da prova científica tua é violentíssimo.
        Assim, me desculpe, mas o Psicólogo que garante que o comportamento homossexual é o primeiro comportamento humano inalterável, sem que A CIÊNCIA jamais tenha comprovado, é sim um curandeiro e não um profissional sério.”
        Manda mais um parágrafo com frames de falsa representação da ciência que eu o reescrevo.
        Vamos fazer este jogo agora?
        Eu achei divertido.

    • Só para fins de honestidade, isso aconteceu em uma espécie de Parada Gay de lá, o que pode fazer surgir argumentos como: “eles não deveriam estar ali, mereceram ser hostilizados”.

  8. LUCIANO: “Pelo que ela disse na entrevista, era homossexual. Tornou-se heterossexual depois e depois tornou-se homossexual de novo.”

    EU: ELA É BISSEXUAL. SIMPLES ASSIM.

    LUCIANO: “Além do mais, eu não disse que ela fez terapia para se tornar homossexual, mas sim que pode mudar de uma condição heterossexual para homossexual e a mudança é possível.”

    EU: VOCÊ DISSE “Em sua jornada, caso queiram mudar, pessoas podem contar com ajuda profissional psicológica. Se a atual homossexual Daniela Mercury tem esse direito, por que um homossexual não pode ter o mesmo direito?”
    VOCÊ RELACIONA O DIREITO DE UMA PESSOA CONTAR COM A AJUDA PROFISSIONAL COM O DIREITO DA DANIELA MERCURY DE EXPRESSAR SUA BISSEXUALIDADE. VOCÊ CONFUNDE O LEITOR COM O SEU JOGO DE PALAVRAS. (NÃO COLOCA O COMPLETO NOMINAL PARA O SUBSTANTIVO “DIREITO” E AINDA POR CIMA USA O PRONOME DEMONSTRATIVO “ESSE” QUE SE REFERE A ALGO QUE JÁ FOI MENCIONADO)

    LUCIANO: “Favor ler o texto antes de simular falso entendimento, que esse truque não cola mais, ok?”

    EU: OPS! QUEM ESTÁ SIMULANDO FALSO ENTENDIMENTO SOBRE CAPACIDADE AMBIVALENTE DO BISSEXUAL COM DIREITO À PROCURA DE TERAPIA DE REORIENTAÇÃO É VOCÊ.

    LUCIANO “Não sei. Ele pode ser tanto um homossexual,”

    EU: ENTÃO PODE EXISTIR HOMOSSEXUAL SEM COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL, CERTO?

    LUCIANO: “como um heterossexual com alguma neurose.”

    EU: A NEUROSE SERIA A HOMOSSEXUALIDADE? ESCLAREÇA-NOS POR FAVOR.

    LUCIANO: “Ele deve se auto-avaliar e buscar a ajuda que quiser.”

    EU: COMO SERIA ESSA AUTOAVALIAÇÃO?

    LUCIANO: “Nonsense! Pessoas não são obrigadas a validar empiricamente suas escolhas.”

    EU: DESDE QUE VOCÊ DEMONSTRE QUE SÃO ESCOLHAS, CONCORDO…

    LUCIANO: “Além do mais, tal teste seria uma violação brutal dos direitos humanos, independentemente do resultado.”

    EU: POR QUE, SE O RESULTADO DESSE POSITIVO, NO CASO, DEMOSNTRASSE QUE O DISCURSO DE REORIENTAÇÃO SEXUAL É BALELA, SERIA UMA VIOLAÇÃO BRUTAL DOS DIREITOS HUMANOS?

    LUCIANO: “Cientificamente, o que podemos fazer é testar a congruência entre o discurso e o comportamento.”

    NÃO! PODERÍAMOS TESTAR SE A PESSOA ESTÁ MENTINDO SIM. VOCÊ ESTÁ CONFUNDINDO O VERBO “PODER” COM O VERBO “DEVER”.
    ESPERO SUA EXPLICAÇÃO DE QUE NÃO DEVERÍAMOS TESTAR O DISCURSO DOS REORIENTADOS PORQUE SERIA UMA VIOLAÇÃO BRUTAL DOS DIREITOS HUMANOS.

    • Acho mais divertido, demolir os xiliquentos

      EU: ELA É BISSEXUAL. SIMPLES ASSIM.
      Ainda assim, mudou comportamento. Mudança é possível. Ponto.
      EU: OPS! QUEM ESTÁ SIMULANDO FALSO ENTENDIMENTO SOBRE CAPACIDADE AMBIVALENTE DO BISSEXUAL COM DIREITO À PROCURA DE TERAPIA DE REORIENTAÇÃO É VOCÊ.
      O fato de Daniela Mercury ser bissexual não significa que todos que mudaram sejam bissexuais. Se podem mudar, podem ter ajuda neste sentido. Ponto.
      EU: ENTÃO PODE EXISTIR HOMOSSEXUAL SEM COMPORTAMENTO HOMOSSEXUAL, CERTO?
      Não. Pode existir alguém com uma tendência a homossexualidade, sem comportamento homossexual. Assim como pode existir alguém com tendência a pedofilia, sem comportamento pedófilo.
      EU: A NEUROSE SERIA A HOMOSSEXUALIDADE? ESCLAREÇA-NOS POR FAVOR.
      A neurose poderia resultar em uma prática comportamental que vá contra os instintos dela. Nesse caso, pode ser tanto homossexualidade, como coprofilia, zoofilia ou outras manifestações.
      EU: COMO SERIA ESSA AUTOAVALIAÇÃO?
      A mesma que qualquer ser humano usa para avaliar se deve ou não mudar de apartamento, se deve ou não trocar de emprego, ou se deve ou não trocar de carro. Tudo tão simples, não sei como vcs complicam…
      EU: DESDE QUE VOCÊ DEMONSTRE QUE SÃO ESCOLHAS, CONCORDO…
      Sempre são escolhas. Independente das tendências e desejos, comportamentos são escolhas.
      EU: POR QUE, SE O RESULTADO DESSE POSITIVO, NO CASO, DEMOSNTRASSE QUE O DISCURSO DE REORIENTAÇÃO SEXUAL É BALELA, SERIA UMA VIOLAÇÃO BRUTAL DOS DIREITOS HUMANOS?
      Independentemente do resultado, este não é o teste adequado para validação. O melhor teste é a congruência entre comportamento e discurso. Você mesmo não foi obrigado a fazer teste empírico para ser homossexual, foi? Por que alguém deveria fazer teste empírico para ser heterossexual? Sua proposta é ridícula, amadora e doentia.

      NÃO! PODERÍAMOS TESTAR SE A PESSOA ESTÁ MENTINDO SIM. VOCÊ ESTÁ CONFUNDINDO O VERBO “PODER” COM O VERBO “DEVER”.
      ESPERO SUA EXPLICAÇÃO DE QUE NÃO DEVERÍAMOS TESTAR O DISCURSO DOS REORIENTADOS PORQUE SERIA UMA VIOLAÇÃO BRUTAL DOS DIREITOS HUMANOS.

      Por que estaríamos ferindo o direito de isonomia e estabelecendo um preconceito. Homossexuais não são obrigados a testar sua orientação, por que pessoas deveriam ser obrigadas a testar sua reorientação? Além do mais, testes “de vídeo” não comprovam muita coisa, pois as pessoas poderiam pensar em outras coisas enquanto assistissem os vídeos. A forma mais segura de teste é a observação de congruência entre comportamento e discurso, que não gera violência alguma para as pessoas.
      Homossexuais tem o direito de serem homossexuais e viverem suas homossexualidades sem serem “validados”, logo ex-homossexuais também tem esse direito.
      A única evidência válida para a militância gayzista seria COMPROVAR, com filmagem, que todos os ex-homossexuais estão praticando relações homossexuais após a reorientação.
      Sem essa evidência, você não tem absolutamente nada, lamento.

  9. Carlos Mendes Martini

    Sua argumentação faz sentido. Ainda assim, sou bastante cético quanto a qualquer possibilidade de mudança orientada por psicólogos.

    Então isso significa que o CFP deveria proibir qualquer tipo de tratamento que visa a mudança de determinado comportamento de um indivíduo ou isso só vale para a homossexualidade? Vamos supor que o sujeito gosta de comer tijolos (isso acontece). O gosto por comer tijolos o leva ao comportamento de comer tijolos. O psicólogo deveria ser proibido de estudar a fundo esse caso e receber em seu consultório um cliente que se sente incomodado com esse comportamento e que gostaria de mudar?

    Eu acredito que você responderá um não, que ele não deveria ser proibido, mesmo não existindo um método “X” que caso aplicado na pessoa “Y” com o problema “Z” vai gerar resultado “W”.

    A psicologia não é uma ciência exata. Conheço pessoas depressivas que se consultam a anos no psicólogo e continuam depressivas, algumas já até desistiram do tratamento da depressão com psicólogos. E eu não vejo ninguém querendo proibir psicólogos de receber clientes depressivos em seus consultórios sob o argumento de que existem pessoas que não deixaram de ser depressivas após anos e anos de tratamento.

    “A própria OMS, entre outros órgãos ligados à saúde, bem como o CPF, jogaram a toalha, desistiram”

    Se alguém afirma que pés de laranja não podem frutificar melancias e defende isso como verdade absoluta terá sua alegação sustentada como verdade pelo fato de que todos os pés de laranjas existentes no mundo nunca frutificaram melancias. Ninguém nunca viu um pé de laranja frutificar melancia. A alegação acima se torna verdadeira na medida em que ninguém presenciou um fenômeno que diga o contrário. Mas basta UM ÚNICO PÉ DE LARANJA frutificar uma melancia para que a alegação “pés de laranja não podem frutificar melancias” caia por terra como uma verdade absoluta. Na questão da homossexualidade é notório a existência de sujeitos que antes se declararam homossexuais e que hoje se declaram como heterossexuais (sendo inclusive pessoas casadas e com filhos).

    Se isto existe (e de fato existe) a alegação de que a orientação sexual de um indivíduo é imutável não passa de um embuste. Por qual razão então deve-se proibir diferentes campos da ciência de estudar o fenômeno?

    “Como isso ocorre, para mim é um mistério. Mas eu mesmo, em tudo que sei e conheço, concordo com o meio acadêmico: não existe, pelo menos até o momento, método com eficácia cientificamente comprovada para a reversão da sexualidade.”

    Para a reversão da calvície também, e ninguém teve a “brilhante” idéia de proibir carecas descontentes em procurar alternativas para cobrirem a cuca com cabelo de verdade ou mesmo com uma peruca.

    “Veja bem: quando falo em “eficácia cientificamente comprovada” estou descartando completamente quaisquer fontes como sites gospel e outros, sem validade ou critério científico.”

    Esse seu argumento não se aplica à psicologia. Não é necessário um tratamento com “eficácia cientificamente comprovada”para que o psicólogo possa trabalhar visando atender o seu cliente em determinada demanda.

    Por exemplo: Não existe nenhum tratamento psicológico com “eficácia cientificamente comprovada”para coibir a ação de pessoas que tem tara excessiva em colecionar insetos. Se um dia um colecionador compulsivo de insetos procurar um psicólogo a fim de trabalhar essa questão ele não ouvirá do profissional algo do tipo “não posso atende-lo pois ainda não desenvolvemos um tratamento com eficácia cientificamente comprovada para pessoas que tem compulsão em colecionar insetos”.

    Se a psicologia dependesse de possuir tratamentos com “eficácia cientificamente comprovada”para sobreviver enquanto parte do conhecimento humano não existiria nenhum psicólogo atuando no mercado e tal ciência seria hoje colocada no mesmo time da astrologia ou da leitura na borra de café.

    Em tempo

    1) Não sou esquerdista. Sou liberalista de direita. O fato de defender um ponto de vista não faz de mim um esquerdista. Pelo contrário, a esquerda é que costuma forçar as pessoas a pensarem todas do mesmo modo, punindo dissidentes.

    Se você realmente é um liberal de direita o convido a defender o nosso ponto de vista que aponta para a liberdade. Um sujeito é livre para procurar tratamento psicológico a fim de trabalhar sua questão homossexual e um psicólogo deve ter liberdade para auxiliar o seu cliente em sua demanda.

    Tem certeza que você é um liberal de direita defendendo um conceito que atenta contra a liberdade individual?

  10. Carlos Mendes Martini

    Antes de iniciar me desculpe pelo texto longo.

    Lendo os seus comentários eu tenho notado que o ponto central do seu argumento reside no fato de que não existe nenhum tratamento eficaz cientificamente testado e comprovado para re-orientação sexual. Disto você conclui que psicólogos devem ser proibidos de receberem em seus consultórios clientes homossexuais que desejam ter sua orientação sexual alterada.

    Na sua concepção deveria existir um tratamento “X” para re-orientação sexual que ao ser aplicado em determinado número de pacientes daria um resultado plenamente eficaz e satisfatório. Essas pessoas que tiveram sua orientação sexual alterada seriam então submetidas a mais um teste controlado a fim de comprovar que sua orientação sexual fora realmente mudada (aquele papo de colocar as pessoas em um ambiente fechado conectados a diversos sensores visualizando imagens de sexo homossexual e heterossexual a fim de “medir” a excitação do sujeito a cada imagem).

    Feito o teste final caso o conjunto de “ex-homossexuais” masculinos que alegaram eficácia do tratamento psicológico terem apresentado nenhuma excitação com imagens gays e terem ficado excitados com imagens de mulheres nuas poderemos então validar o tratamento “X”.

    Tudo isso não passa de uma tremenda bobagem. Se o seu raciocínio estiver correto a psicologia enquanto parte da ciência e do conhecimento humano estaria falida, consultórios de psicólogos seriam fechados no mundo inteiro e a psicologia seria comparada à astrologia ou coisa do tipo.

    E para provar que a sua demanda não faz sentido dentro da psicologia imagine se psicólogos fossem proibidos de oferecer tratamento para pessoas viciadas em sexo ou viciadas em pornografia e que se sentem incomodadas por nutrirem tal comportamento e que DESEJAM mudar somente por que não existe tratamento eficaz cientificamente testado e comprovado para esses casos?

    Você conhece algum tratamento “X” eficaz e cientificamente testado e comprovado para diminuir a libido de um viciado em sexo ou extinguir a tara que um sujeito tem por pornografia?

    No ano passado eu assisti um documentário em um canal de televisão a respeito de pessoas com transtornos sexuais diversos (não me lembro o canal). O documentário apresentou o drama dessas pessoas e a dificuldade delas em mudar determinados vícios, mesmo com aconselhamento terapêutico e tratamento psicológico. Conforme você mesmo disse, devido à falta de eficácia nesses tratamentos, muitas dessas pessoas resolveram “jogar a toalha”.

    Isso é uma realidade na vida de muitas pessoas com distúrbios sexuais ou comportamentos sexuais que incomodam aqueles que os possuem, embora não possam ser considerados como distúrbios. Interessante é que ninguém NUNCA cogitou proibir psicólogos de tratar casos de pessoas com distúrbios sexuais ou que simplesmente se incomodam por possuir determinado comportamento sexual e que queiram mudar (a única exceção nesse caso é o comportamento homossexual).

    Por vias lógicas você não consegue justificar a proibição de psicólogos em tratar casos de clientes homossexuais que desejam viver uma vida heterossexual sem se sentirem incomodados com impulsos e desejos homossexuais.

    Se o psicólogo é proibido de tratar esse tipo de caso sob a lógica central do seu argumento (a falta de tratamento eficaz coisa e tal…) deve também ser proibido de tratar milhares e milhares de outros casos que envolve desejo de mudanças compartimentais ou de gostos pessoais por determinadas coisas.

    Se você acha isso um absurdo mas continua sustentando a ideia de que o psicólogo não deve tratar de casos de homossexuais que desejam mudar fica provado que você não esta se orientando pela lógica, pela verdade e pelo bom senso mas sim pelo próprio na defesa de uma regra do Conselho Federal de Psicologia que atenta contra liberdades individuais, apesar de você se considerar como um “liberal de direita”.

    E para finalizar:

    Vamos fazer campanha para que o tratamento de calvície seja terminantemente proibido por Lei? Afinal de contas você conhece algum tratamento eficaz cientificamente testado e comprovado para calvície?

  11. Porque será que o sr. Carlos mendes ignorou minhas afirmações sobre a prova genética CIENTÍFICA da homossexualidade, que na ausência implica diretamente em comportamento……além de não falar mais nada sobre Kinsey????? Há um problema moral a ser tratado aqui, pois este senhor me aparece aqui citando um mais do que provável pedófilo.

    “O fato de defender um ponto de vista não faz de mim um esquerdista”

    Defender que uma pessoa que deseja modificar seus comportamento sexual seja proibida de procurar ajuda de um psicólogo…é um ponto de vista altamente esquerdista….atenta contra a liberdade individual….atenta contra uma classe de profissionais….e logo atenta contra os direitos humanos. Defender que o CFP e OMS detém a palavra final nesses assuntos, sem qualquer margem de erro, ou alienação ideológica é CONFERIR AUTORIDADE MÁXIMA AO ESTADO de interferir nas decisões pessoais de indivíduos que pagam seus impostos.

    O sr. É ESQUERDISTA….está fingindo ou apenas não foi informado disso.

    Liberal de direita????? Faça a gentileza de não se basear nesses testes mixurucas de internet. Sua pauta desde que apareceu aqui é de esquerda, com argumentos e rotinas de esquerda. E obviamente está sendo tratado como esquerdista….não adianta espernear.

    “Apenas contesto veementemente idéias que são baseadas apenas em teorias, em ideologias e em depoimentos pouco confiáveis, sem absolutamente nenhum tipo de comprovação.”

    Aproveitando o ensejo de sua rotina “representante da ciência”….PROVE CIENTIFICAMENTE QUE VOCÊ É REAL e EXISTE… porque de direita já teorizamos que o sr. não é.

    Sr. André Hóginus….
    Daniela, sendo a princípio hétero, homo ou bissexual, e quisesse por qualquer motivo modificar qualquer comportamento que lhe seja incomodo….(por exemplo, deixar de ser hétero)…..e quisesse pedir ajuda a um profissional da mente, este direito lhe deveria ser garantido, mesmo que o TRATAMENTO não funcionasse.

    O que sempre esteve em voga, é a LIBERDADE INDIVIDUAL e não a eficácia do tratamento. VOCÊS (Sr. Carlos mendes e Sr. André Hóginus) estão incorrendo em FALSA DICOTOMIA:

    “Como não sabemos se o tratamento funciona, logo o individuo não deve ter direito nem acesso a este tratamento”

    “A homossexualidade é uma condição inata do individuo logo, ele não pode desejar alterá-la, e mesmo que quisesse um profissional não poderia ajudá-lo”

    O fato do tratamento funcionar ou não é independente de ceder o direito humano a qualquer pessoa que deseje essa ajuda. Além do mais se o tratamento não ocorre, não há como testá-lo, a proibição do estado interfere na liberdade individual e profissional desde o início. Obviamente há demanda para este tipo de tratamento. Mas vocês são esquerdistas….logo não podem lidar com isso.

    Mas em que dados científicos os senhores se baseiam para afirmar que o homossexualismo é uma condição inata que não permite a mudança comportamental????….testes científicos….postulados, teorizados e PROVADOS, com margem de probabilidade(?!)…será que vão me aparecer aqui com os “estudos” (sem teoria, sem postulado, sem probabilidade) que dizem que o homossexualismo começa na gestação????? putz….

    Qual a resposta das militâncias gayzistas para esse tipo de situação da demanda??????….TORNAR TODOS OS HOMOSSEXUAIS QUE DESEJAM MUDAR SEU COMPORTAMENTO SEXUAL EM….. HOMOFÓBICOS. Eles chamam de ‘homofobia internalizada”, ou seja NA VERDADE (dos esquerdistas) a pessoa não deseja mudar seu comportamento…ele tem que ter ajuda pra assumir sua homossexualidade (como se os esquerdistas soubessem melhor que a própria pessoa, o que é melhor pra ela). Logo imagino um paciente com TOC, aparecendo no consultório e recebendo a singela resposta: — Não, você não deseja livrar-se desse comportamento….na verdade devemos incentivá-lo ao máximo, para você aceitá-lo de uma vez por todas.”

    É isso gente…lógica, não é assunto para esquerdistas mesmo. Para eles não há demanda…quando há demanda, eles dizem: o paciente não quer mudar ‘na verdade’…..se o paciente bater o pé e quiser mudar mesmo, aí os esquerdistas dizem: Mas o tratamento não funciona, e como não há prova científica qualquer de que funcione (inclusive porque não foi nem testado), VOCÊ NÃO TEM ESSE DIREITO…..se mesmo assim o paciente quiser, os esquerdistas o prenderão como homofóbico de si mesmo. Que lindo!

  12. ** provocações de parquinho editadas **

    Ótimo, criei um blog então

    Ela simplesmente se manteve no comportamento classificado como bissexual, ou seja, aquele que sente atração por ambos os sexos.

    Mas você usou o exemplo dela com símbolo dessa mudança.

    Então a suposta terapia só mudaria o comportamento, não o desejo, certo?

    Talvez por você simplificar demais a questão, você não entende patavina. Dizer que um neurótico se autoanalisar é o mesmo que refletir se deve ou não trocar algum bem material é uma piada.

    Não estou falando de comportamentos, mas de desejo. No caso do teste empírico que propus, ele seria feito com pessoas que afirmaram não serem mais gays. Aliás um teste similar feito com homofóbicos e muitos deles, mesmo não apresentando comportamento homossexual, ficaram excitados. Eles escolheram ficar de pau duro durante o teste?

    Errado! Se há de se propor um tratamento, há de se ver que ele é cientificamente eficaz. E, no caso, para ver se há congruência entre comportamento e discurso, como obteríamos o comportamento de um “ex-gay”? Por meio de uma câmera oculta estilo BBB? Conheço diversos casos de pessoas que se casaram, deram testemunho nas Igrejas de que foram libertadas e foram pegos no flagra com pessoas do mesmo sexo…

    Fui sim. Depois de passar por diversas terapias oficiais e religiosas para parar de desejar homens e até mesmo me submeter a “exorcismos” pensei: “ah, talvez eu não goste”. Tive que provar da fruta e adorei!

    Eu não disse que “alguém deveria fazer teste empírico para ser heterossexual”, você modificou meu texto para confundir seu leitor […] Eu disse que as pessoas que foram reorientadas (por meio de um tratamento psicológico, deveriam se submeter a um teste empírico) para validar o tratamento.

    Sim, desde que os ex-homossexuais não afirmem que for devido a uma tratamento psicológico, caso contrário o tratamento precisa ser validado. Caso contrário é questão de fé no discurso do outro, o que pode ser algo perigoso, vide exemplo de ex-pedófilos que afirmam não sentir mais atração por crianças.

    Nem você, Luciano, tem a evidência de que todos os ex-homossexuais não estão praticando relações homossexuais por debaixo dos panos. Lamento.

    • De novo o xiliquento…

      Ótimo, criei um blog então

      Problema teu! Mas aqui não pode fazer spam de blog de esquerda, sorry.

      Ela simplesmente se manteve no comportamento classificado como bissexual, ou seja, aquele que sente atração por ambos os sexos.

      Não temos certeza se ela mantém. Poderíamos exigir evidências dela de relações homossexuais na infância. Mas, mesmo que ela seja bissexual, ela ainda adota hoje um comportamento homossexual. E parece que ela está gostando.

      Mas você usou o exemplo dela com símbolo dessa mudança.

      Posso usar vários outros, como por exemplo o Joide.

      Então a suposta terapia só mudaria o comportamento, não o desejo, certo?

      Eu falei que é xiliquento mesmo. Estou sugerindo que pessoas que estejam com confusão em seus desejos procurem terapia. Mas isso é irrelevante pro meu argumento. Basta que todos tenham o direito de procurar tratamento para o que quiserem.

      Talvez por você simplificar demais a questão, você não entende patavina. Dizer que um neurótico se autoanalisar é o mesmo que refletir se deve ou não trocar algum bem material é uma piada.

      Qualquer pessoa pode identificar se está em conflito, por alguma neurose, ou ao menos suspeitar disso. Basta você provar que alguma neurose incapacita alguém de tomar uma decisão.

      Não estou falando de comportamentos, mas de desejo. No caso do teste empírico que propus, ele seria feito com pessoas que afirmaram não serem mais gays. Aliás um teste similar feito com homofóbicos e muitos deles, mesmo não apresentando comportamento homossexual, ficaram excitados. Eles escolheram ficar de pau duro durante o teste?

      Esse é o tal “teste do vídeo” que falei, mas que não passa de fraude. Primeiro, que os tais excitados são homofóbicos de fato, pessoas com alguma obsessão por homossexuais. É disto que estamos falando, e não de Felicianos da vida, que apenas discordam da homossexualidade filosoficamente: http://lucianoayan.com/2013/01/21/al-pacino-em-um-filme-sobre-a-verdadeira-homofobia-e-as-consequencias-devastadoras-do-aceite-de-uma-rotulagem-injusta-e-criminosa/

      Segundo, que a mesma exigência não é feita em cima dos gays praticantes. Por que isso? Obviamente, é um patrulhamento de gays em cima de ex-gays.

      Errado! Se há de se propor um tratamento, há de se ver que ele é cientificamente eficaz.

      Você distorceu tudo que falei. Estamos falando em pessoas que mudam comportamentos/orientações e busquem ajuda psicológica neste processo.

      E, no caso, para ver se há congruência entre comportamento e discurso, como obteríamos o comportamento de um “ex-gay”? Por meio de uma câmera oculta estilo BBB? Conheço diversos casos de pessoas que se casaram, deram testemunho nas Igrejas de que foram libertadas e foram pegos no flagra com pessoas do mesmo sexo…

      Você filmou todas? Quantos % isso representa do universo dos que declararam abandonar a homossexualidade? Sem evidências, desculpe, mas você não tem nada. Até por que esquerdista gosta de mentir mesmo. E você sabe disso.

      Fui sim. Depois de passar por diversas terapias oficiais e religiosas para parar de desejar homens e até mesmo me submeter a “exorcismos” pensei: “ah, talvez eu não goste”. Tive que provar da fruta e adorei!

      Então para você evidência científica e teste científico é uma declaração dizendo “adorei”? hahahahahah…

      Não sabe nada mesmo do que é método científico.

      Eu não disse que “alguém deveria fazer teste empírico para ser heterossexual”, você modificou meu texto para confundir seu leitor […] Eu disse que as pessoas que foram reorientadas (por meio de um tratamento psicológico, deveriam se submeter a um teste empírico) para validar o tratamento.

      Eu sei que você não disse, e é por isso que estou cobrando o tratamento isonômico. Se em seu mundo socialista, os ex-gays devem trazer um ‘certificado’ para poderem ser ex-gays, eu sugiro que os gays também devam ser forçados a apresentar as mesmas provas. Não faz sentido você cobrar só ex-gays disso.

      Sim, desde que os ex-homossexuais não afirmem que for devido a uma tratamento psicológico, caso contrário o tratamento precisa ser validado. Caso contrário é questão de fé no discurso do outro, o que pode ser algo perigoso, vide exemplo de ex-pedófilos que afirmam não sentir mais atração por crianças.

      Nada disso. Pedofilia é perigosa para os outros, homossexualidade não. Portanto, o mais lúcido é confiarmos na declaração tanto de um gay como de um ex-gay, e testar se o comportamento é congruente com o discurso. E, em seu processo de mudança comportamental (plenamente possível), se contaram com a ajuda de psicólogos, ótimo. Se você vem com a hipótese de que a presença de um psicólogo inviabiliza mudanças, então tem que apresentar a evidência da alegação extraordinária.

      Nem você, Luciano, tem a evidência de que todos os ex-homossexuais não estão praticando relações homossexuais por debaixo dos panos. Lamento.

      Onde eu fiz tal alegação? Você praticou aqui a falácia do espantalho. Na verdade eu disse que não há evidências de que todos os ex-gays estejam praticando relações homossexuais por debaixo dos panos. Se você tiver, traga as evidências. Não quero sua declaração de “eu vi na noite”, pois você pode estar mentindo, ok?

  13. *** provocações de parquinho editadas ***

    [sobre xilique] Comportamento da minha sexualidade! Não consigo escolher outra forma…

    EU Sim, assim como podemos exigir evidências dos que se dizem ex-gays…

    E todos não tem esse direito? Agora, se existe solução para a demanda que levam à terapia, a história é outra…

    Geralmente quem possui algum tipo de transtorno de personalidade não procura terapia, mesmo porque os transtornos são raramente curados, no máximo controlados por meio de terapia cognitivo-comportamental. Na maioria dos casos, é a família, o cônjuge ou alguém muito íntimo, depois de um sério problema enfrentado pelo neurótico, é que vai incentivá-lo a procurar ajuda. Mesmo assim, sem garantia nenhuma.

    Eu não estou falando de Felicianos. Estou falando da possibilidade de alguém se tornar hétero por meio de terapia, considerando o exemplo de Daniela Mercury, que foi o seu argumento.

    EU: uai, não fazem porque não querem. Aposto que os verdadeiros gays vão adorar participar da experiência. Eu já me prontifico a ser um dos voluntários.

    Conheço diversos casos, pois participei da Êxodus Internacional. Admito que não filmei nem sei quantos %, por isso sugiro um teste empírico. Caso contrário, será questão de fé no depoimento do outro.

    Não tenho nada? Como sabe? Sou gay, participei de terapia na Êxodus Internacional, depois com uma psicóloga de uma igreja batista daqui de BH. Devido a isso conheci dezenas de casos. Além do mais, quem você acha que tem mais probabilidade de conhecer com mais amplitude a questão, você ou eu?

    Eu não me enquadro. Seja como for, como você sabe o que eu sei? Como você sabe que esquerdistas gostam de mentir?

    A declaração veio depois do teste. Deixe-me lhe contar: foi assim, conheci um cara e só de vê-lo, eu ficava excitado (aliás, tudo nos homens me excita: a voz, o jeito, a barba, enfim, devem ser os feromônios…). Achei que chegou a hora de eu ver se o trem era bom ou não. Fomos a um motel, estava com tanta tesão que parecia que ia gozar antes da hora H entendeu. Beijamo-nos, abraçamo-nos, trepamos e eu gozei horrores. Acha que preciso de mais algum teste? Qual?

    Mas, de acordo com você, não precisamos do método científico, não é mesmo. Só minha declaração basta.

    eu também não disse que ex-gays devem trazer certificados para poderem ser ex-gays. Por mim pode falarem o que quiserem. Eu disse que aqueles que afirmaram passar por uma terapia que os reorientaram devem validar o método.

    Para isso, você terá que conseguir gays que afirmam terwm passado por uma terapia para se tornarem tal… Conhece algum hétero que fez terapia para se tornar gay?

    Depende do que você considera “perigoso”. Quantas pessoas são prejudicadas pelo depoimento de ex-gays? Jovens com homossexualidade reprimida em uma igreja? Mulheres (ou homens que se casam com bissexuais) e moram com cônjuges que levam uma vida dupla?

    EU: ok, vou na sua onda: qual comportamento deve estar congruente? Dê exemplos minuciosos.

    EU: sim, eu entendi. Apenas disse que também não há evidência de que não estejam praticando relações homossexuais debaixo dos panos ou debaixo dos crânios hehehe.

    Mas se eu disser que era hétero, que passei por uma terapia para virar homo, a história muda de figura.

    • [sobre xilique] Comportamento da minha sexualidade! Não consigo escolher outra forma…

      Pq não consegue? Ter um comportamento digno e sociável não é coisa de homos? Vc é homofóbico? heheheh.

      EU Sim, assim como podemos exigir evidências dos que se dizem ex-gays…

      Por isso a dinâmica social sugere o teste avaliando o comportamento X discurso.

      E todos não tem esse direito? Agora, se existe solução para a demanda que levam à terapia, a história é outra…

      Existem pessoas satisfeitas com o tratamento. Em um mundo livre, já é o suficiente.

      Geralmente quem possui algum tipo de transtorno de personalidade não procura terapia

      Dê a evidência científica disso.

      mesmo porque os transtornos são raramente curados, no máximo controlados por meio de terapia cognitivo-comportamental. Na maioria dos casos, é a família, o cônjuge ou alguém muito íntimo, depois de um sério problema enfrentado pelo neurótico, é que vai incentivá-lo a procurar ajuda. Mesmo assim, sem garantia nenhuma.

      Não preciso dizer que vc não possui evidência alguma do que diz, certo?

      Eu não estou falando de Felicianos. Estou falando da possibilidade de alguém se tornar hétero por meio de terapia, considerando o exemplo de Daniela Mercury, que foi o seu argumento.

      vc mente feito psicopata, como é típico de esquerdista.

      meu texto diz que daniela teve o DIREITO de ter ajuda em sua mudança comportamental. eu não disse que ela procurou.
      disse que pessoas mudam comportamentos e até desejos, e PODEM ter ajuda em sua mudança.

      O resto é mentira de tua parte, mostrando sua falta de caráter.

      EU: uai, não fazem porque não querem. Aposto que os verdadeiros gays vão adorar participar da experiência. Eu já me prontifico a ser um dos voluntários.

      Este truque é velho. Propor algo inviável, que ninguém vai fazer. Por exemplo, cada cidadão validar empiricamente a esposa. E depois sair fingindo que “não aceitou fazer o desafio”. Não caio neste truque.

      Mostre gays que obtiveram certificados de viadagem COMPROVADOS CIENTIFICAMENTE, e depois falamos…

      Conheço diversos casos, pois participei da Êxodus Internacional.

      Evidencia anedotal, amostra irrelevante.

      Admito que não filmei nem sei quantos %

      Problema teu! Vá filmar e trazer suas evidÊncias…

      por isso sugiro um teste empírico.

      Olhem a proposta do energúmeno. Ele quer um teste empírico para ex-gays pois foi incompetente ao coletar as “evidências” de que os ex-gays TODOS procuram relacionamentos homossexuais. rs.

      Caso contrário, será questão de fé no depoimento do outro.

      Por enquanto é vc que depende de fé…

      Não tenho nada? Como sabe? Sou gay, participei de terapia na Êxodus Internacional, depois com uma psicóloga de uma igreja batista daqui de BH. Devido a isso conheci dezenas de casos. Além do mais, quem você acha que tem mais probabilidade de conhecer com mais amplitude a questão, você ou eu?

      Você está emocionalmente envolvido e tem agenda a defender. Não importa o quanto vc conheça, vc pode estar mentindo. E muito provavelmente é mentira mesmo. Por isso, vc tem que trazer provar, e não trouxe.

      Eu não me enquadro. Seja como for, como você sabe o que eu sei? Como você sabe que esquerdistas gostam de mentir?

      Eu faço testes com eles aqui neste blog, como estou fazendo com vc. Vc nem percebe quantas mentiras já disse…

      A declaração veio depois do teste. Deixe-me lhe contar: foi assim, conheci um cara e só de vê-lo, eu ficava excitado (aliás, tudo nos homens me excita: a voz, o jeito, a barba, enfim, devem ser os feromônios…). Achei que chegou a hora de eu ver se o trem era bom ou não. Fomos a um motel, estava com tanta tesão que parecia que ia gozar antes da hora H entendeu. Beijamo-nos, abraçamo-nos, trepamos e eu gozei horrores. Acha que preciso de mais algum teste? Qual?

      Isso me parece uma historinha pornô que vc deve ter pego em algum site gay. Não comprova sua vida, não comprova seus desejos, e não comprova nem que vc de fato não seja um heterossexual com neurose, e portanto tendo relações gays para se punir.

      <Mas, de acordo com você, não precisamos do método científico, não é mesmo. Só minha declaração basta.

      É o exato oposto. Precisamos da avaliação do comportamento em congruencia com o discurso.

      eu também não disse que ex-gays devem trazer certificados para poderem ser ex-gays. Por mim pode falarem o que quiserem. Eu disse que aqueles que afirmaram passar por uma terapia que os reorientaram devem validar o método.

      Besteira. Basta que tenham mudado o comportamento, já está validada a MUDANÇA. Se nesta mudança, contaram com a ajuda de um psicólogo, ótimo.

      Para isso, você terá que conseguir gays que afirmam terwm passado por uma terapia para se tornarem tal… Conhece algum hétero que fez terapia para se tornar gay?

      Besteira. Vc comete o truque da ampliação indevida. PAra meu argumento, basta alguém ter MUDADO O COMPORTAMENTO. E, é claro, nesta mudança, contar com a ajuda de um psicólogo.

      Depende do que você considera “perigoso”. Quantas pessoas são prejudicadas pelo depoimento de ex-gays? Jovens com homossexualidade reprimida em uma igreja?

      Esses gays aí precisam de tratamento para parar de colocar as culpas nos outros dos problemas deles próprios.

      Mulheres (ou homens que se casam com bissexuais) e moram com cônjuges que levam uma vida dupla?

      E estes também devem ter o direito de procurar tratamento para virarem gays de uma vez por todas, oras…

      Notou que minha proposta é pró-liberdade é a tua é injustificadamente ditatorial?

      EU: ok, vou na sua onda: qual comportamento deve estar congruente? Dê exemplos minuciosos.

      1. Sujeito vira ateu. Espera-se que ele não vá para igrejas.
      2. Ateu vira religioso. Espera-se que ele não professe Dawkins por aí mais.
      3. Gay vira hétero. Espera-se que ele não dê a bunda por aí…
      4. Hétero vira gay. Espera-se que ele não pegue a mulherada por aí…

      Tão simples. Avaliação de discurso X comportamento. Isso é dinamica social.

      EU: sim, eu entendi. Apenas disse que também não há evidência de que não estejam praticando relações homossexuais debaixo dos panos ou debaixo dos crânios hehehe.

      Assim como não há evidÊncias de que você não está praticando relações heterossexuais debaixo dos panos ou debaixo dos crânios… Seja lá o que vc queira dizer com isso.

      Mas se eu disser que era hétero, que passei por uma terapia para virar homo, a história muda de figura.

      Como todo esquerdista, vc mente feito psicopata.

      Na verdade, o gay que se reorientará no fundo é um hétero confuso, ou um bissexual que tem mais vontade de relações heterossexuais do que homossexuais. AS mudanças podem ocorrer ou não, e, neste caso, alguém PODE procurar ajuda. Se um gay estiver querendo se aceitar, também PODE procurar ajuda psicológica.

      Este é meu argumento, e não tem nada a ver com a ampliação indevida desonestíssima que vc tentou.

      Em tempo. Tome vergonha na cara, vá buscar tratamento psicológico urgente para corrigir seu fanatismo gayzista, intolerante com os que querem viver suas individualidades.

      Vc não tem condições de viver em sociedade.

    • O xilique pode ser de sua natureza….por outro lado é de nossa natureza apontá-lo.
      —-

      “Geralmente quem possui algum tipo de transtorno de personalidade não procura terapia”

      “Geralmente”? baseado em que você afirma isso?
      —-

      “mesmo porque os transtornos são raramente curados”

      Prove sua alegação cientificamente.

      “Agora, se existe solução para a demanda que levam à terapia, a história é outra…”

      Que história??? A questão é simples….ou eles são atendidos quando procuram ajuda, ou não. Mas na opinião de esquerdistas, a resposta é não. O reconhecimento da demanda, é prova da necessidade do tratamento, e a prova do desrespeito ao direito de recebê-la.

      “Na maioria dos casos, é a família, o cônjuge ou alguém muito íntimo, depois de um sério problema enfrentado pelo neurótico, é que vai incentivá-lo a procurar ajuda. Mesmo assim, sem garantia nenhuma .

      Sorte do neurótico, pois sendo incentivado a procurar ajuda, mesmo que essa ajuda não dê garantia, esta lhe é fornecida…e seu direito a recebê-la é amplamente respeitado…. não é caso de simplesmente depositar fé no depoimento alheio, mas receber ajuda para a tentativa, que lhe cabe em seu direito. O mesmo não se dá com os homossexuais, caso procurem o mesmo tipo de ajuda.
      Isso demonstra que quem defende a limitação do direito individual está contra os homossexuais.

      “Eu disse que aqueles que afirmaram passar por uma terapia que os reorientaram devem validar o método.”

      Ora…vamos submeter todas as pessoas que passam por algum tipo de transtorno e passaram por terapia, a validar os diversos métodos. Caso contrário, vamos proibir TODOS eles. ahhhhhhh….só que a palavra do paciente não vale ok??? que ironia. Já estou vendo a psicologia sendo jogada no lixo.


      ” Conhece algum hétero que fez terapia para se tornar gay?”

      Você pode afirmar que não existe???? Um hétero confuso que poderia manisfestar desejo e comportamento homo, mas não vivenciado a experiência até buscar auxílio psicológico…..MASSSS…….É indiferente…eles (héteros) tem total LIBERDADE de procurá-la pois este é um direito garantido a eles, e aos profissionais. O inverso não se verifica.

      “Mas se eu disser que era hétero, que passei por uma terapia para virar homo, a história muda de figura.”

      Porque mudaria? Se um hétero aparece no consultório alegando que exista a possibilidade de ser homo, não há impedimento algum em proceder à reorientação caso constatado que esse SEJA O DESEJO DO PACIENTE. E sendo o desejo do paciente NÃO HÁ IMPEDIMENTO DO PROFISSIONAL para realização do método. O inverso não se verifica.

      “Quantas pessoas são prejudicadas pelo depoimento de ex-gays?”
      Porque alguém seria prejudicado com o depoimento de ex-gay.????…..ah tá….porque na sua concepção ex-gay não existe. Essa é outra alegação extraordinária. Então os ex-gays em sua concepção esquerdista…são religiosos mentirosos, ou estão se auto enganando.

      Entendo….é como eu disse anteriormente, os esquerdistas acham que sabem os desejos, orientações e sentimentos melhor do que as próprias pessoas. Por isso o impedimento deles exercerem seu pleno direito….inclusive de relatar seus depoimentos….pra isso existe a Pl122, para calá-los de uma vez.

      Vou devolver a pergunta…quantas pessoas são prejudicadas pela militância e suas marchas infames???
      TODOS, principalmente aqueles que pagam imposto, e depois são obrigados a ver esse dinheiro desperdiçado com aqueles que não representam os homossexuais. Mas mesmo os militantes tem direito a liberdade de expressão, sendo assim ex-gays devem exercê-lo plenamente, posto que não é crime — ao contrário da pedofilia.

      Há propósito…sua afirmação velada sobre religião não passou desapercebida.Nesse blog, estamos acostumados às rotinas esquerdistas.

      “Jovens com homossexualidade reprimida em uma igreja? Mulheres (ou homens que se casam com bissexuais) e moram com cônjuges que levam uma vida dupla?”

      Todas essas pessoas podem procurar ajuda profissional caso queiram…o que não ocorre para homossexuais que desejam reorientação.

      Você se prendeu a um argumento do Luciano com respeito a Daniela…e está se agarrando a ele como o último bêbado másculo da balada ….. Só que com respeito ao direito e a demanda….aí você diz que é “outra história”.

      Esquerdistas não apenas mentem, mas apresentam dissonância cognitiva….como sabemos disso? observando o comportamento deles, que é não só incongruente ao discurso….mas também à realidade 🙂

      PS: Luciano…desculpa aí eu me adiantar.

      • Eu faço isso de propósito com eles.

        Quero que eles se alonguem demais colocando como cláusulas pétreas do discurso deles pontos irrelevantes que não refutam meu argumento central, que é:

        1. Pessoas mudam comportamentos e/ou gostos
        2. Nessa mudança, podem ser ajudados por psicólogos
        3. Não há evidência de que o comportamento comportamento/orientação imutável é o homossexual
        4. É imoral proibir o direito de pessoas que se encaixem em (1) procurarem ajuda psicológica

        O caso da bissexualidade de Daniela Mercury não modifica em nada meu argumento.

        Abs,

        LH

  14. ** com provocaçoes de parquinho editadas sobrou muito pouco do coitado…

    -mas uma pessoa pode estar satisfeita com qualquer coisa, sem que essa coisa tenha sido validada pela medicina
    – [luciano devia provar que] que a psicologia possui um método que ajuda nessa transformação hétero/homo;
    – Quem tem falta de caráter é você, que o diga seu post sobre Corporativismo Cético
    – como, especificamente, você sabe que NINGUÉM vai fazer? Pelo visto você conhece a comunidade GLS melhor do que eles mesmos.
    – parece que a maioria não requereu isso dos gays. Quando isso se tornar uma questão importante, tenho certeza de obterão um grande número de voluntários.
    – EU: Irrelevante para você. Para mim e para a Êxodus Internacional não. Tanto é queeles fecharam as portas pedindo desculpas aos que fizeram terapia anti-gay com eles.
    – depois que você trouxer as suas [evidencias].
    – Quem tem fé no discurso de um ex-gay é você e não eu. Eu desconfio: ou que o cara seja bissexual ou que a figura está mentindo. Até prova ao contrário.
    – Estou empaticamente envolvido. O que é bom. Nas diversas ONGs tipo AA e afins, os que conhecem de fato a questão tem mais condições de serem levados a sério e ajudar os outros.
    – Qual comportamento indicará que existe incongruência? Como será avaliado?
    – Quem coloca a culpa é a igreja auxiliada por testemunhos de ex-gays
    – Todos tem direito a tratamento, contudo, o tratamento não é da forma que você vende aqui no site, tipo: quero me tornar um obsessivo compulsivo para me ajudar na minha profissão de cientista…
    – a sua que é ditatorial, pois que forçar uma ciência a usar um método que não existe.
    – EU: E você acha que os gays saem falando “hoje dei a bunda” ou mostrando fotos do ato para você fazer o teste de congruência?
    – Então não foi um gay que se reorientou, foi um hétero confuso ou um bissexual que tem mais vontade de (ter) relações hetero do que homos =))).
    – EU: concordo. Está melhorando, Luciano.
    – Dear, já faço terapia com um dos melhores psicólogos de BH há quase 4 anos.

    • mas uma pessoa pode estar satisfeita com qualquer coisa, sem que essa coisa tenha sido validada pela medicina
      Se alguém resolveu mudar de emprego e se diz satisfeito, tem que validar pela medicina? Se resolveu mudar de religião, tem que ser validada pela medicina? mais blá blá blá sem sentido…
      Seu truque é distinção de emergência…
      [luciano devia provar que] que a psicologia possui um método que ajuda nessa transformação hétero/homo;
      Psicólogos podem ajudar quaisquer pessoas em quaisquer mudanças que essas pessoas queiram…
      Quem está criando a regra de exceção é você, não eu…
      Quem tem falta de caráter é você, que o diga seu post sobre Corporativismo Cético
      Que chantagem emocional ridícula. Quer enganar a quem? Meu post fala de um fato da vida corporativa, e dá duas opções ao leitor: (1) jogar o jogo, (2) não jogar o jogo. Que há de amoral nisso? Absolutamente nada.
      como, especificamente, você sabe que NINGUÉM vai fazer? Pelo visto você conhece a comunidade GLS melhor do que eles mesmos.
      Mostre então quem fez teste de validação de sua homossexualidade hehehehe..
      parece que a maioria não requereu isso dos gays. Quando isso se tornar uma questão importante, tenho certeza de obterão um grande número de voluntários.
      Aguardo seu retorno com suas evidências.
      <strong:EU: Irrelevante para você. Para mim e para a Êxodus Internacional não. Tanto é queeles fecharam as portas pedindo desculpas aos que fizeram terapia anti-gay com eles.
      Vejam a falácia. Flamengo é time de futebol. Flamengo fecha as portas. Logo, times de futebol devem fechar as portas.
      Qual a falácia? (aproveite e treine um pouco de guia de falácias, que é um método do ceticismo político)

      depois que você trouxer as suas.
      Desculpa para esconder o fato ridículo. Vc não tem provas da “multidão de reorientados que não se reorientaram” certo?
      Quem tem fé no discurso de um ex-gay é você e não eu. Eu desconfio: ou que o cara seja bissexual ou que a figura está mentindo. Até prova ao contrário.
      Quem tem fé que os ex-gays todos continuam gays é vc, não eu. Eu desconfio dos gays: provavelmente os caras estão forçando para justificar algum trauma por não gostar de mulher. Até prova em contrário.
      Quer jogar com falácia da incredulidade pessoal? Aí é fácil e eu ganho.
      Estou empaticamente envolvido. O que é bom. Nas diversas ONGs tipo AA e afins, os que conhecem de fato a questão tem mais condições de serem levados a sério e ajudar os outros.
      Quem disse que vc conhece ‘de fato’ a questão? Até agora não provou nada… só tem agendinha a defender. RS.
      Qual comportamento indicará que existe incongruência? Como será avaliado?
      Gravação em vídeo de um comportamento incongruente com o discurso é suficiente.
      Ex. sujeito diz “não traio a mulher”. Um vídeo dele traindo é uma evidência de comportamento incongruente com discurso.
      Não creio que tenho que explicar coisa tão óbvia…
      Quem coloca a culpa é a igreja auxiliada por testemunhos de ex-gays
      Pera aí…
      Se tiver um grupo de ex-gerentes de projeto, eles farão os atuais gerentes de projetos se sentirem mal? É claro que isso é um problema mental teu.
      Todos tem direito a tratamento, contudo, o tratamento não é da forma que você vende aqui no site, tipo: quero me tornar um obsessivo compulsivo para me ajudar na minha profissão de cientista…
      Na verdade, hábitos novos podem ser criados, gostos novos podem surgir…
      a sua que é ditatorial, pois que forçar uma ciência a usar um método que não existe.
      Qual método não existe? Um psicólogo ajudar pessoas em mudanças comportamentais que elas queiram fazer? Heheheh…
      EU: E você acha que os gays saem falando “hoje dei a bunda” ou mostrando fotos do ato para você fazer o teste de congruência?
      O teste de congruência é feito por um OPONENTE. Se você se opõe a um ex-gay, deve testá-lo, filmando a vida dele, oras.
      Então não foi um gay que se reorientou, foi um hétero confuso ou um bissexual que tem mais vontade de (ter) relações hetero do que homos =))).
      E como ninguém nasce gay, isso não faz diferença.
      EU: concordo. Está melhorando, Luciano.
      Isso por que eu disse: ”AS mudanças podem ocorrer ou não, e, neste caso, alguém PODE procurar ajuda. Se um gay estiver querendo se aceitar, também PODE procurar ajuda psicológica. Se um gay estiver querendo trocar de condição, por desejar trocá-la, também PODE procurar ajuda“
      Não “está melhorando”, este é meu argumento desde o início. Vc é que está com histeria.
      Dear, já faço terapia com um dos melhores psicólogos de BH há quase 4 anos.
      Parece que o tratamento não funciona.
      Peça para ele te ajudar a aceitar diferenças, como suportar o fato de nem todos os gays quererem seguir na gayzisse. Conforme-se com isso. Deve ser igual aceitar o fato de gostar de heavy metal e ver outro fã de heavy metal abandonar o gosto por esse tipo de música, MAS NÃO SE INCOMODAR com isso. Vc tem um problema mto sério e precisa se tratar.

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