Como tratar um esquerdista em seu blog, Twitter ou página de Facebook

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Muitas pessoas de direita se sentem “derrotadas” ao criarem conteúdo nas redes sociais, devido ao fato dos esquerdistas vandalizarem suas páginas, exigindo direito de arena, ao mesmo tempo em que são desonestos e ofensivos. Muitos caem em um dilema no qual possuem medo de serem chamados de “anti-democráticos”, e então, sem querer, perdem o controle de suas páginas para o esquerdista, que irá dominar o território à vontade.

Eu me solidarizo com essas pessoas, pois já fui vítima do mesmo problema. É raro encontrar alguém de direita que não tenha sido vítima das chantagens emocionais dos esquerdistas, pois esta é uma arte que eles dominam. Com “peninha”, você abre caminho para sua derrota, e vitória automática do esquerdista.

Todos os dias neste blog eu mando para a lixeira 2 ou 3 posts de esquerdistas na caixa de comentários, todos eles com provocações de parquinho e propaganda enganosa. Minutos atrás eu deletei (sem publicar) um post no qual um dizia: “Vocês nunca mais chegarão ao poder! Estão desmoralizados! Já acabaram!”. Ué, se estamos tão “acabados” (embora estejamos apenas no começo da redescoberta do pensamento de direita no Brasil), por que ele se esforça tanto para nos dizer isso? Está claro que não há diferença da postura dele para as provocações de parquinho que ocorrem no futebol. Enquanto estamos debatendo, o esquerdista nesse caso usa dois truques de propaganda: Efeito Dominó e Inevitabilidade.

Essa é a chave para entender o desejo absurdo de participação que o esquerdista tem em páginas de oponentes. Ele precisa participar para ter espaço de fazer propaganda, que sejam as mais baixas possíveis. Se ele consegue fazer isso na página de um adversário, melhor ainda. É um espaço de graça que ele conseguiu, apelando, em muitos casos, à chantagem emocional. Ele dirá, muitas vezes, que “vocês não são democráticos, ao não permitirem a expressão alheia”. Não caiam nesse truques!

O truque que ele faz para te confundir é ressignificar o termo “democracia”, que fala da participação de todos na escolha de seus políticos, com o uso de espaço privado para prática de propaganda adversária. É por isso que só tem obrigação de implementar a democracia quem comanda um estado, o que não é o meu caso. Por exemplo, na comunidade Karl Marx Brasil, quem quer que entre lá e use o mesmo tom provocativo de um esquerdista atuando em páginas de direita, será expulso imediatamente. Se ocorrer de um esquerdista assumir o comando de uma comunidade de larga escala, como de uma universidade, por exemplo, ele fará o possível para retirar participantes de direita de lá. Sendo assim, por que aos esquerdistas deve ser dado salvo conduto em páginas da direita?

Isso ocorre pelo fato de muitos de nós, da direita, ainda termos muita dificuldade em pensar estrategicamente. O esquerdista sabe que o domínio de um espaço (com limitação do espaço aos oponentes) é um marco em seu programa de conquista de poder. É o que ele chama de guerra de posição. O direitista, por outro lado, muitas vezes ainda cai nos jogos de intimidação psicológica e chantagem emocional e acha que precisa dar “espaço” aos seus oponentes.  Mas se for assim, por que as pessoas da direita não fazem barganhas?

Por exemplo. Se você tiver uma página de Facebook, com 10.000 “likes”, e um esquerdista quiser participar, usando idéias contundentes, exija que ele garanta a sua participação na página da UnB ou USP, por exemplo, onde você possa usar o mesmo tom provocativo e ofensivo. Isso é uma barganha. Ele teria que dar algo em troca do direito de arena que está sendo fornecido a ele. Se sua comunidade tiver 10.000 “likes”, exija uma comunidade de esquerdistas que tenha histórico de não dar arena a pessoas da direita e que tenha no mínimo 20.000 “likes”. Até por que é o esquerdista que está pedindo espaço, então você já está negociando. Ele poderia ser obrigado a visitar esta comunidade esquerdista, contatar o dono e negociar seu direito de participação, oras.

Outra coisa que exijo de participantes de esquerda é que eles sejam extremamente polidos, se adequando às regras que eu criei. Portanto, exijo de um esquerdista que ele se comporte feito um lorde inglês. Na menor provocação de parquinho, eu me atribuo o direito de expulsá-lo, sem explicação sumária. Sim, eu posso fazer isto pois esta é uma página minha, cujos custos são pagos por mim. Se no Facebook você não investe dinheiro, ao menos investe tempo para produzir conteúdo e realizar a administração do espaço. Tornar um local que você criou automaticamente um lugar onde o esquerdista pode colar seus “banners” de propaganda desonesta (enquanto a esquerda não te dá o mesmo espaço nos territórios deles) é desvalorizar o seu trabalho.

Deixe claro para o esquerdista que o máximo que ele tem em suas páginas é um privilégio, que pode ser revogado por mau comportamento. Se ele reagir histericamente, não tenha medo de dar um puxão de orelha explicando-lhe: “Sua participação aqui é um privilégio, e não um direito. Democracia tem a ver apenas com questões relacionadas ao estado, e minha página não é o estado, se você ainda não percebeu ainda. Como recebedor de um privilégio, você tem regras de boa conduta que será obrigado a cumprir, e na menor falta de educação ou uso de truques sujos, incluindo retórica diversionista e propaganda desonesta, você será excluído!”. Não tenha medo de usar esse tom, pois eles sabem que merecem.

Mas no fundo a maior mudança para se livrar de zumbis da esquerda é a autoconscientização. Você precisa, enfim, valorizar seu próprio trabalho. Dar arena para desonestos significa desvalorizar seu esforço. Ao dar arena ao desonesto, você mostra que não dá tanto valor aos visitantes de direita de sua página, que estão lá para buscar conteúdo, e não para serem ofendidos e/ou vitimados por um caminhão de truques sujos do oponente. Você precisa também saber que o esquerdista só precisa disso: espaço para fazer propaganda desonesta. É assim que muitos deles utilizam aulas, onde ganham salário, para fazer propaganda marxista. Mas a conscientização mais profunda é saber que o esquerdista depende de sua vulnerabilidade diante de chantagens emocionais para conseguir espaço em território oponente. Caso sua ingenuidade perca para a esperteza dele, o esquerdista já terá ganho.

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9 COMMENTS

  1. Eis um artigo que merece ser compartilhado no facebook e principalmente com donos de página de direita e também de sites. Acho q vou compartilhar com meu amigo Luciano e… ops. Hehe.

  2. Este artigo merece ser compartilhado no facebook para conscientizar geral. Acabo de compartilhar no meu face. Mas também seria legal compartilhar com donos de páginas e de sites. Aliás, tenho um amigo que tem um site. Ele se chama Luciano Ayan e… ops. Hehe.

  3. Mais um pequeno apanhado:

    1) Ontem foi 9 de julho e Sakamoto não poderia deixar de expor o comportamento-clichê de odiar São Paulo. Diz ele que viu uma criança com a bandeira do estado mais rico da Federação ao lado de sorridentes pais e que teve vontade de chamar o Conselho Tutelar. Fico pensando o quanto de vezes que ele tem tais surtos quando vê crianças usando a camisa do Corinthians, cujo distintivo tem a bandeira de São Paulo e cujo nome tem o adjetivo “Paulista”, isso sem falar do São Paulo Futebol Clube, que tem o nome desse estado alvo dessa particular manobra de incentivo a ódio que marxistas-humanistas-neoateístas brasileiros costumam praticar. Já te disse, caro Luciano, que seria excelente fazer uma postagem falando desse lance de incentivar ódio a São Paulo (tanto cidade quanto estado) que os MHNs daqui têm feito nos dias atuais.
    Na postagem em questão, vale a pena também ver os comentários, pois até mesmo sakamotistas ficaram contrários a ele e desceram tanta ou mais lenha do que antissakamotistas costumam descer. Pergunta o blogueiro se paulistas foram condicionados a se achar melhores do que os outros e poderíamos responder se o paulista que odeia São Paulo que escreve o tal blog foi condicionado por MHNs a achar que ele possui alguma culpa pelo infortúnio de estados coronelizados e que historicamente se acomodaram por ter o poder federal mais próximo deles do que de São Paulo;

    2) Saltou-me à vista esta coluna de Nádia Lapa, a blogueira dos cem homens em um ano. Vem ela querer bater na velhíssima tecla de que a sociedade diz que mulheres provocam o próprio estupro e que essa mesma entidade abstrata e sem vida própria, mas feita por pessoas, estaria indiferente. Ela também recicla aquela história de que a maior parte dos estupros é cometida por pessoas conhecidas da vítima, uma distorção que Christina Hoff Sommers já explicou ser um mito criado por distorção de estatísticas coletadas em universidades americanas em que se considerou uma relação consensual da qual a mulher não gostou ou se arrependeu como estupro.
    Aliás, acabei assistindo também à entrevista dela em De Frente com Gabi:

    http://www.youtube.com/watch?v=mKuR6Etd134

    Programa esse que teve a seguinte refutação do xará de sobrenome Medeyros do dono deste blog:

    http://www.youtube.com/watch?v=qUtBpptKlB4

    O que posso dizer em relação à entrevistada é que me chamou a atenção o quão sem vida é o olhar dela e o quão estranhas são certas coisas que ela narra;

    3) Mais uma prova de que minorias perante o marxismo-humanismo-neoateísmo são apenas um meio de se semear o caos e que, quando não interessa, elas devem ser bloqueadas a todo custo. Foi o que aconteceu com Belo Monte, em que a Força Nacional foi autorizada a ficar por lá indeterminadamente, de maneira a que índios e ativistas ambientais não cheguem perto.

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