Jogo esquerdista: Coletivismo exacerbado

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Última atualização: 19 de agosto de 2013 – [Índice de Jogos] [Página Principal]

Acabei de ver no Facebook um sujeito de esquerda reclamando da PM ter jogado água em manifestantes que vandalizavam as ruas em protestos defendendo o partidão no poder.

Em uma mensagem ele disse que a PM do Rio de Janeiro “jogou água no povo”. Em seguida, disse que a PM lavou “os trabalhadores”. Engraçado que eu faço parte do povo, e não tomei banho da polícia. Até por que eu não sou do RJ, e não estava em nenhuma manifestação. Estava trabalhando. Aliás, por isso eu sou trabalhador, e não fui “lavado” pela PM.

Sendo assim como o sujeitinho pode dizer que a PM jogou água “no povo” ou “nos trabalhadores”? Esta é a doença do coletivismo exacerbado, na qual o esquerdista joga com abstrações para enganar a platéia.

Mas não se iluda, pois isso além de ser uma falha mental que impossibilita o raciocínio (já que não faz sentido atribuir vontades e responsabilidades a coletivismos artificiais – pessoas X, Y e Z agem, e não “o povo”), é também um truque para implementação do poder.

Por exemplo, o governo do PT pensa dia e noite em censura. Para isso, ele se junta às suas “entidades de classe”, movimentos sindicais e ONG’s, todas aparelhadas com dinheiro público, e cria um “conselho” para tentar tutelar a mídia (essa é a base das propostas deles). Em seguida, tentarão chamar este conselho de “a sociedade”. Tendo feito este truque, ele dirá que o “controle da mídia não é censura, pois é a voz da sociedade na direção da mídia”. É para forjar esse tipo de truque que a turma de Lenin implementou os sovietes na antiga Rússia.

Em suma: ao mesmo tempo que o coletivismo exacerbado é uma falha mental que impede um esquerdista funcional de elaborar o menor raciocínio lógico, também serve como recurso pelos esquerdistas beneficiários para obtenção do poder.

Realize a situação se isso ocorresse no mundo corporativo. Visualize-se como um gerente apresentando uma proposta de projeto, sendo questionado: “Esta é a melhor forma de tratar o risco 34 do projeto XPTO?”. Resposta: “Sim, pois esta forma de tratar o risco 34 representa a vontade do povo”. Quem quer que faça isso, já caminha em direção a um merecido chute no cu…

Por isso, seja duro com esquerdistas enquanto eles vierem com esse discursinho. Não tenha dó de lhes dizer: “Você não representa o povo, e não me representa. Seus grupinhos não representam a sociedade! Vá enganar outro, já que aqui ninguém cai mais nessa conversinha mole de coletivismo artificial!”

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2 COMMENTS

  1. O texto é bonito, mas não consigo ficar sem comentar.

    O que vemos nele é um coletivismo exacerbado. A autora usa muito “nós” e “eles” como se ela representasse uma coletividade e ousa fala por todas. Uma abstração para enganar uma platéia. O velho truque do coletivismo artificial para ganhar poder.

    O que existe, na realidade, são vontades e responsabilidades individuais.

    Se uma mulher quiser ser dona de casa e se sente bem assim, ela não está errada.

    A autora não representa A MULHER, mas se coloca como se representasse, induzindo seu pensamento (ou o pensamento de um grupo) e desconsiderando a liberdade individual.

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