A bunda e o poder

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Uma dos maiores aviões da atualidade, Andressa Urach está participando da edição atual de A Fazenda, na Record. Ao lado de Nicole Balhs e Joana Machado, temos aí uma das maiores máquinas dentre as “celebridades” atuais. (Aviso: este post será considerado machista por esquerdistas ou algumas feministas)

Em uma matéria publicada em um dos grandes sites da Internet (O Globo ou UOL, mas não me lembro), falava-se de uma briga entre Andressa e Aryane Steinkopf, também bonitinha, mas sem o mesmo “talento” de Andressa.

Como era o ápice das manifestações de junho, um dos comentaristas escreveu: “Que ridículo. Todos aqui comentando a bunda de Andressa, e se esquecendo de coisas mais importantes, como as manifestações atuais para mudar o Brasil”.

Na ótica deste comentarista, a bunda de Andressa  e o debate político pertencem a universos diferentes. Só que na verdade pertencem ao mesmo universo, e estão mais correlacionados do que ele imaginaria.

Sabemos que uma parte das mulheres perfil “máquina” selecionam seus parceiros pelo status. Não todas, é verdade, mas uma boa parte delas. Assim, a chance de um sujeito com maior status conseguir uma mulher como Andressa é maior do que a de um sujeito com menor status.

Existem várias formas de alguém conseguir status, incluindo o sucesso na área artística, se tornar um craque de futebol, ou mesmo um empresário de sucesso. Mas todas essas formas não passam de “fichinha” se comparadas ao status de empresários que se aliam aos estados inchados (exemplo: Eike Batista) e os políticos que tomam conta destes estados.

A manifestação do passe livre, que pedia a redução do preço da passagem, era apenas mais um pretexto para inchar estado, logo, para dar mais poder aos que tomam conta destes estados.

Essas pessoas ingênuas do MPL não lutavam por bundas top class, e nem sequer tinham a noção da funcionalidade de seus atos.  Mas, sem querer, lutavam para dar o máximo de status possível aos detentores de poder em estados inchados. Aliás, alguém já viu as esposas de Aecio Neves e Michel Temer?

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Antes de tudo, nada contra quem conquiste status. Como exemplo, temos o caso de Neymar, que hoje namora uma das mulheres mais bonitas do Brasil. A diferença é que o status de Neymar foi conquistado com esforço e talento, e ele não precisou do dinheiro obtido dos outros por coerção estatal.

O caso de Neymar não é o caso dos políticos de estados inchados, que conseguem usar o estado como forma de lobby, a ponto de multiplicar radicalmente suas fortunas (isso quando não praticam a corrupção direta). Quem cria esse estado naturalmente, são os esquerdistas.

Enfim, qual a relação entre a bunda e o poder? Tudo é uma questão de status. E os esquerdistas funcionais vivem sempre lutando para inchar o estado de forma a dar status para seus líderes. Seriam seus machos-alfa, melhor dizendo. A vida de um esquerdista, portanto, não passa da subserviência abjeta a machos-alfa, na figura dos detentores de poder nos estados inchados. Estes últimos são os esquerdistas beneficiários.

Eles realmente merecem tudo do bom e do melhor, e sem precisar gerar qualquer tipo de valor aos seus discípulos funcionais. Não é só a beleza de algumas mulheres, mas todos os demais símbolos de status são aqueles que esses detentores de poder podem escolher.

Já aos funcionais, por outro lado, resta a ilusão de que estão “criando um mundo melhor”. Só se for para os esquerdistas beneficiários…

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5 COMMENTS

  1. Gostei da ligação factual que há entre a psicologia evolutiva e o MPL. Quem dera 10% destes manifestantes zumbis soubessem um pouquinho da relação que há.

  2. Luciano, viu este texto do Mauro Santayana para a Carta Maior? Observe o tamanho da mistura que ele faz para criar o conceito de “hitlernauta”. O cara fala de Edward Snowden e depois tenta igualar a nazismo inclusive as organizações ultraconservadoras católicas. Observe também a mistureba que ele faz entre neonazistas e black blocks, bem como quer jogar na conta desses supostos neonazistas as depredações ocorridas nos protestos de junho (sendo que elas são muito mais imputáveis aos black blocks). E, guinando para os gritos de “sem partido”, observe-se que ele tira de não sei onde militantes do PSDB que teriam sido agredidos nas passeatas, sendo que só vimos bandeiras de PT, PSOL, PSTU e PCO, fora a tentativa de em São Paulo guinar os protestos contra o PSDB, tentativa essa que foi rechaçada tanto pela jogada de xadrez de deixar os depredadores arrombarem o portão do Palácio dos Bandeirantes em frente à mídia para ter provas concretas das razões de uma ação da polícia, bem como os próprios manifestantes da enorme massa terem rejeitado os partidos e notado o que eles queriam fazer.
    Veja também que para ele alguém ter ficado sem externar muito suas opiniões (até porque o ambiente gramscista cria medo naqueles que pensam diferente, por causa da turba que se forma automaticamente) e só agora encontrar ambiente favorável é algo ruim. Note-se também a tentativa de fazer o público confundir marxismo cultural com o clássico, na tentativa de justamente esconder o processo gramscista em curso. Note também a tentativa de imputar nos tais “hitlernautas” que seriam muitos a conta de uma marcha que só reuniu cem pessoas, bem como a tentativa de impor medo ao comparar com as primeiras marchas das SA e dizer que esses uns poucos que foram vistos obrigatoriamente degringolariam em um fenômeno da magnitude do nazismo.

    Nos nove comentários do artigo, um de neutralidade em relação ao que Santayana disse me pareceu interessante:

    Nome: Hudson Moraes
    Tendência: [indiferente] Neutro
    Comentário: Olha, não exagera. A Alemanha onde Hitler ascendeu ao poder era um país sob forte crise social. Outra: o regime lá era parlamentarista. Aqui, além de presidencialista, existe o segundo turno. São situações bem diferentes.

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