Por que a direita poderia lutar por um Bolsa Família muito mais recheado(!)?

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Quando direitistas são confrontados pela esquerda em debate, o óbvio não raro acontece, especialmente por que a esquerda domina estratégias políticas e a direita não. Geralmente o direitista acaba exposto para o público como se fosse alguém “contra os pobres”, enquanto o esquerdista convence a platéia do contrário. O debate acaba exatamente neste momento, com a vitória do esquerdista.

O problema é que a esquerda jamais foi “a favor dos pobres”, mas sim a favor do inchaço estatal, e, para inchar o estado, fingem que lutam pelos pobres. Quem perdeu sua ingenuidade política, entende que essa regra é clara como a neve.

Ainda assim, em discussões sobre o Bolsa Família, a esquerda capitaliza dizendo que “o Bolsa Família é um sucesso”. A direita cai na armadilha e diz que o bolsa família deveria ser extinto.

Para compreendermos como a esquerda marxista capitaliza com o Bolsa Família, veja um texto de Paulo Moreira Leite (foto), que chama a luta contra o Bolsa Família de “luta contra os direitos do povo”. Ele diz que o Bolsa Família é “capaz de afastar 40 milhões de famílias da miséria mais dura”, sendo um que o “programa é uma forma do Estado cumprir seu dever de proteger quem não tem proteção”.

O problema é que, como todo conteúdo esquerdista, as verdadeiras intenções sempre são dissimuladas. Na verdade, não há problema (pelo contrário) no Bolsa Família, mas sim na falácia esquerdista dizendo que só é possível existir Bolsa Família a partir do uso do dinheiro estatal.

Há alguns frames que proponho para a direita como forma de mostrarmos a verdade sobre as intenções mais morais da direita na questão, ao passo em que podemos demonstrar a absoluta imoralidade da proposta da extrema-esquerda.

O Bolsa Família hoje é uma esmola, pois o valor é irrisório. Poderíamos aumentá-lo, mas para fazer isso deveríamos tirar essa obrigação do estado, e transferi-la aos esquerdistas que defendem o Bolsa Família. Sem a ação do estado, os impostos embutidos nos produtos podem ser reduzidos, e o poder de compra do cidadão pobre automaticamente aumenta. Essa redução dos impostos só pode ocorrer se o estado for desonerado dessa função de ceder o Bolsa Família.

Entretanto, tanto esquerdistas como direitistas devem ser motivados a procurar a doação voluntária. Os esquerdistas principalmente, que defendem o uso do dinheiro estatal, podem criar grandes ONG’s, como se fossem versões do Rotary e Lyons Club, para garantir as bolsas ao cidadão carente. Sem a interferência do estado, eles não precisam pagar estruturas estatais ineficientes para a distribuição dos recursos. Aliás, voluntários destas ONG’s poderiam fazer o serviço. Quem já assistiu eventos financiados por Rotary e Lyons Club, vê que todos ali trabalham em assistencialismo para os pobres e não recebem nem sequer salário.

Temos, então, o modelo de sucesso para um Bolsa Família muito mais recheado, e muito mais eficiente. Este modelo é mais eficiente pois o Bolsa Família deixa de ser uma compra de votos a partir do governo, mas uma ação voluntária. Se o Bolsa Família serve como compra de votos hoje, isso não dá nenhuma motivação ao estado atuar na resolução dos problemas sociais. Pelo contrário, quanto mais a miséria prosseguir, mais pretexto para continuar fornecendo o bolsa família. É preciso criar uma motivação para que tanto o estado como a sociedade resolvam o problema da miséria, e não com paliativos.

Imaginemos o Paulo Moreira Leite, por exemplo, doando 80% de sua renda para estas ONG’s sugeridas. Paulo Henrique Amorim, que recebe cerca de 700.000 reais por ano somente de financiamento público, poderia muito bem guardar 30.000 para si próprio, e depositar automaticamente 670.000 reais na conta desta ONG.

E por que uma ONG apenas? Poderíamos ter várias ONG’s.

A direita defende a caridade, mas não fala em “distribuição de renda”. Ok, não precisam distribuir sua renda. Mas a esquerda fala em “distribuição de renda”. Sendo assim, vamos forçá-los, moralmente, e desafiá-los publicamente a doarem suas rendas para estas ONG’s, que podem fornecer não só Bolsa Família, como Bolsa Estudo, Bolsa Creche, etc.

Como o dinheiro é de doação, e o estado está desonerado desta função, não podemos esquecer que a bolsa recebida a partir das ONG’s pode ser muito mais polpuda (por que não é preciso pagar um funcionalismo, e nem financiar a corrupção inerente a boa parte do sistema público), e ainda ter um poder de compra muito maior, por causa da desoneração do estado quanto a esta função, o que automaticamente deve reduzir impostos destinados a isso.

Por isso uma proposta de direita deveria ser não contra o Bolsa Família, mas contra a forma como ele tem sido usado pelo governo petralha, como uma forma de comprar votos, e não como uma forma de solucionar o problema da miséria, o que poderia ser feito de forma muito melhor com o desenvolvimento das áreas carentes, e com a bolsa sendo fornecida por iniciativa privada e/ou voluntária.

Usar uma bolsa destinada à população carente como um pretexto para inchar o funcionalismo, e garantir que as pessoas continuem na miséria, é uma ação extremamente imoral. Devemos optar por uma forma de bolsa muito mais moral, onde não a usemos como pretexto para transformá-la praticamente em um instrumento de compra de votos.

Sei que toda a argumentação acima é suficiente para demolir moralmente qualquer esquerdista petralha no debate, pois é muito fácil mostrar que nossos valores e princípios são muito superiores aos deles. Mesmo assim, os frames são complexos demais para que os comuniquemos ao cidadão comum. Neste caso, use um frame básico: “Sou totalmente a favor do Bolsa Família ou qualquer assistencialismo ao cidadão carente, mas sou totalmente contra à forma moralmente corrupta como o PT tem feito. A proposta do PSDB original talvez fosse melhor. Não sei. Mas do jeito que o PT administra o Bolsa Família, usando-o como compra de votos, e ainda transformando-o em praticamente uma esmola, temos uma situação insustentável”

Se o cidadão comum, ouvindo essa afirmação breve, pedir mais explicações, aí sim dê mais detalhes.

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14 COMMENTS

  1. O esquerdista que quer ajudar os pobres luta para arrancar dinheiro dos outros à força.
    O direitista que quer ajudar os pobres simplesmente tira dinheiro do próprio bolso.
    Simples assim.

  2. Luciano,

    Parabéns pelo texto, pois é algo que a esquerda usa e muito contra a direita. Gostaria de fazer alguns adendos: uma coisa também que a esquerda adora fazer (e que muitos de nós já sabemos) é alegar que qualquer crítica às minorias é racismo, nazismo, fascismo e outras coisas que estamos acostumados a ouvir.

    Ninguém é imune de crítica e nem mesmo as minorias e muitas vezes há crítica das pessoas, inclusive da própria esquerda mesmo, aos pobres, mas o que é criticado não é o fato das pessoas serem pobres e sim o comportamento de muitos pobres, que graças ao bolsa família e ao incentivo da mídia são estimulados a não fazerem nada, ocuparem áreas ilegais, perigosas, a não pagarem impostos, terem um monte de filhos para ganhar mais bolsa família ainda, a não buscarem ser alguém na vida, não estudar, procurar algum emprego, concurso ou algo assim e com isso acabam indo para o mundo do tráfico, do assalto, da bandidagem, máfia e outras coisas.

    Isso não é generalização nenhuma e sabemos que há muitas pessoas boas nas favelas, que sonham em ser alguém na vida, buscam estudo e empregos, e que muitas vezes sofrem nas mãos das pessoas que moram ao seu redor.

    É isso que se critica e acredito que até o maior dos esquerdistas no fundo sabe disso e procuram morar nos bairros mais lindos da cidade, ao lado da “classe média opressora” e passar longe das favelas.

    Achei interessante no site lá do Mr. X, esse post em que ele cita um acontecimento interessante em Detroit em que pessoas do gueto começaram a morar em bairros de classe média, devido a queda nos preços dos terrenos e muita gente começou a reclamar.

    Não há racismo nenhum, pois as pessoas desse bairro de classe média de Detroit são negras também. O problema é que acaba vindo o comportamento que muitos pobres tem: lixo nas ruas, assaltos, música altas horas da madrugada, baderna, tiros, etc.

    Ele cita até uma idéia do Sakamoto de dar moradia digna a todos (mas do jeito dele, é claro), ou seja: apartamentos caros alugados pelo Estado para os pobres no Centro da cidade, mas isso já foi tentado lá nos Estados Unidos e o resultado foi um desastre.

    O que tem que ser eliminado é o comportamento que infelizmente muitos pobres tem (sem generalizar), ensinando bons valores, os perigos de irem a um mundo ruim, da preguiça, colocar escolas técnicas que os ajudam a ser alguém, os elogiando quando fazerem coisas boas, pois a pobreza em si nem é muito o problema, mas sim o comportamento e existem pessoas pobres que colaboram e muito para a nossa sociedade.

    Detalhe para quatro comentários interessantes lá no Mr. X:

    Carlos Eduardo da Maia disse…
    Ninguém deveria morar em favela ou em gueto, todos deveriam ter acesso a moradia digna, mas a melhor forma de terminar com a favela é o governo fazer investimentos em habitação de qualidade. Ninguém gosta de morar ao lado de uma favela, primeiro porque o risco de violência aumenta consideravelmente e segundo porque desvaloriza o imóvel.

    Aqui em Porto Alegre o governo Yeda tentou privatizar uma área nobre e muito grande para formar um bairro, quase em frente ao estádio do beira rio, onde existe hoje uma favela para se fazer condomínios de classe média alta. Os moradores da favela seriam assentados para outro local com muito mais dignidade, às custas dos investidores e empreendedores que executariam a obra e poderiam vender os apartamentos. Um projeto que tinha tudo para dar certo.

    Mas foi uma gritaria geral, uma pressão imensa contra e a governadora Yeda desistiu de fazer o que era o certo.

    Esse investimento agregaria valor, geraria emprego, imposto, melhoraria a qualidade de vida da cidade, mas a ideologia venceu as boas idéias.
    (não concordo com o que foi dito nesse 1º caso sobre o governo investir em habitação de qualidade para acabar com a pobreza, mas o caso e outros detalhes contados são interessantes)

    Anônimo disse…
    Aqui em Florianópolis aconteceu algo assim.
    Na época em que Ângela Amin era prefeita, construiu alguns condomínios para o povão que vivia em favelas.
    Coisa boa, pequenos sobrados geminados, limpinhos, pintados de várias cores, coisa bonita e organizada. Para lá foram famílias que estavam a beira de rodovias movimentadas, encostas e outras favelas.
    Primeiro muitos protestaram que tinham sido “jogados” lá, e que onde moravam antes tinham seus pequenos comércios (catadores de lixo e desmanches), blábláblá. Até usaram isso na campanha adversária.
    Hoje voce passa por esse lugares e eles voltaram a ser grandes favelas. Puxadinhos pra tudo quanto é lado, cada um de um jeito, lixo por todo lado.
    Como diz o velho ditado: voce pode tirar a pessoa da perfieria, mas não tira a periferia da pessoa.

    (neste 2º comentário, embora não concorde com o último parágrafo, o caso contado também é muito interessante)

    Gunnar disse…
    A chave é essa: pobreza é conseqüencia, não causa. E é justamente o que os esquerdas nunca vão entender.

    Você fala pro petralha que o crime é uma escolha individual e não um fruto da “desigualdade social” e que o bandido é simplesmente um ser que fez uma escolha, e não uma “vítima da sociedade”. Aí vem aquela lenga-lenga de “ah, mas veja que a criminalidade é muito maior entre os pobres e bla bla bla”.

    Será que eles nunca páram pra pensar que o tipo de gente que se dispõe a virar bandido é muito provavelmente uma pessoa com preguiça de estudar, trabalhar, etc, e, portanto, POBRE, ué!

    Mas o que mais dói neles é quando você os acusa de preconceito social (pior palavra do mundo no alfabeto petralha), lembrando que a maioria dos pobres acorda cedo pra trabalhar muito e botar comida na mesa de forma honesta e que há muito rico bandido…

    Mr X disse…
    É o que eu digo, esquerdista gosta tanto de pobre, que quer que eles continuem pobres para sempre.

    • Muito interessante, esse exemplo de Detroit foi bem forte e quebra essa base esquerdista de querer culpar o dinheiro por tudo, as pessoas vão muito além do dinheiro.

  3. “Entretanto, tanto esquerdistas como direitistas devem ser motivados a procurar a doação voluntária. Os esquerdistas principalmente, que defendem o uso do dinheiro estatal, podem criar grandes ONG’s, como se fossem versões do Rotary e Lyons Club, para garantir as bolsas ao cidadão carente. ” Esta não é a ação que interessa a esquerda, como sendo a Bolsa Familia apenas um método de engrandecer o Estado, criar Ongs faria do Estado um calabouço de rapinas rapidamente. Vindo do Estado o Bolsa Família soa como o apoio do povo ao Governo. É muita ingenuidade, pois a esquerda quer implantar um Estado que se impõe, porque isso será a autoridade do partido. Sua ideia leva em conta que haja boas intenções na esquerda e ela não passa de métodos de apoio popular e trocas.

    • Não, Aijalom Wagner, minha idéia nao depende da boa intenção da esquerda. É o oposto: quando eu implementar a idéia no DISCURSO MEU, aí é que eu mostrarei par ao público o quanto o esquerdista é mal intencionado. O desafio é exatamente para forçar o esquerdista a duas opções:

      1. recusar o desafio, e então demonstrar minha tese (a de que o esquerdista só serve para inchar o estado)
      2. aceitar o desafio (o que duvido), e então provar que estou errado.

      Eu acho improvável que o item 2 ocorra. 😉

  4. Vamos ver se entendi, vamos supor que estou num debate com um esquerdista:

    – O esquerdista começa a falar sobre como a ajuda governamental e o bolsa família ajudam os pobres e contar as maravilhas do bolsa família;
    – Eu digo que a ideia não é ruim, mas o formato atual é uma péssima aplicação, que deveríamos criar ONG’s para ajudar as pessoas, reduzindo a burocracia e o inchaço estatal diminuindo assim os impostos e aumentando o poder de compra de quem recebe o benefício e facilitando com que outros optem por ajudar os que precisam através das ONG’s;
    – O esquerdista provavelmente vai falar que não seria suficiente, que as pessoas não ajudariam tanto se não fosse compulsório e que é necessário governo para organizar;
    – Eu digo que acredito que seria uma excelente opção e o brasileiro sabe ser solidário, que seria ainda mais com menos impostos e que adoradores do bolsa família como ele teriam a possibilidade de contribuir ainda mais para essas pessoas, além do que as administrações privadas são bem mais eficientes que as públicas;

    Acho que ai ele tentaria reforçar o ponto anterior e entraria num ciclo culminando nas rotulagens e fugas, e a mensagem fica entregue ao público. Sinceramente eu estava com muitas dúvidas quanto ao funcionamento antes de imaginar um debate, agora acho que dá pra causar um efeito na mente do público e colocar o esquerdista numa situação para o qual ele não estaria preparado, fico grato se tiver algum frame a acrescentar.

    Abs

    • Daniel,

      Excelente, vocÊ ter postado o debate simulado.

      Acho que ai ele tentaria reforçar o ponto anterior e entraria num ciclo culminando nas rotulagens e fugas, e a mensagem fica entregue ao público. Sinceramente eu estava com muitas dúvidas quanto ao funcionamento antes de imaginar um debate, agora acho que dá pra causar um efeito na mente do público e colocar o esquerdista numa situação para o qual ele não estaria preparado, fico grato se tiver algum frame a acrescentar.

      Tem um frame a mais, na resposta à sabonetada que ele poderia dar abaixo.

      – O esquerdista provavelmente vai falar que não seria suficiente, que as pessoas não ajudariam tanto se não fosse compulsório e que é necessário governo para organizar;

      Se o esquerdista fala isso para mim no debate, ele está destruído…

      Eu vou pegar os dados de pesquisas mostrando que no mínimo 30% da população é esquerdista, e que, portanto, temos pessoas em quantidade suficiente para, se doassem a MAIOR PARTE DE SUA RENDA, resolverem todo o problema do assistencialismo.

      Ele poderia retrucar que esses 30% estão na população pobre, mas isso não é verdade, pois pesquisas também mostram que a classe média alta tem tendencia esquerdista, por causa da doutrinação escolar.

      Então, se ele quer a atuação COMPULSÓRIA, então o esquerdista será obrigado a reconhecer que aquilo que ele defende não passa de PRETEXTO para inchar estado e garantir totalitarismos que só vão prejudicar os pobres.

      Abs,

      LH

      • Obrigado pela resposta Ayan, o conjunto de frames que você apresentou nessa questão do assistencialismo é bem interessante, acho que é um dos refúgios do esquerdista, se perdem o controle de qualquer assunto, correm para o bolsa família.

        Abs

  5. Luciano,
    Dizem por aqui que “o peixe morre pela boca”.
    É o que eu estou esperando para a esquerda brasileira com seu bolsa voto.
    Eu estou apostando no seguinte cenário:
    1. Lula é reeleito.
    2. Todo o cenário inflacionário criado pelo governo PT chega ao ponto de ruptura e não pode mais ser contido. Temos uma crise econômica e um salto inflacionário.
    3. As bolsas voto de que tanto se gabam os esquerdistas são corroídas pela inflação, deixando uma legião de eleitores-mendigos furiosos.
    4. Há clamor popular unindo todas as classes do país, diferente das manifestações recentes.
    5. O molusco sai do congresso por impeachment e responde a seus crimes.
    6. Depois de aprender na pele (ou no bolso) o que significa acreditar no PT, os bolsistas se tornam receptivos à outras propostas, inclusive reacionárias, e chega afinal nossa oportunidade.
    As evidências em favor desse cenário são, entre outras: a insustentabilidade do modelo esquerdista, a obstinação insana e messiânica dos esquerdistas e o histórico de quebra de compromisso do poder público brasileiro com seus cidadãos, como foi o caso recente do preço mínimo do trigo.
    Quando o governo subitamente rebaixou o preço mínimo do trigo alguns anos atrás, nós ficamos chocados com sua “falta de palavra”, mas os mais velhos não. Eles apenas disseram: “é assim mesmo” e citaram outras deslealdades semelhantes.
    Se existe algo que eu creio é desejável deixar a grandiloquência da esquerda fluir solta é quanto à suas bolsas voto, por que quando elas não valerem mais nada será justamente essa a maior decepção dos bolsistas.
    Desde que estejamos prontos para aproveitar os acontecimentos em nosso favor.

    Abs.

    • Uma das formas de se vencer a esquerda no poder é deixar ela se consumir por si própria e aproveitar no momento.

      Na Europa, alguns partidos de direita estão fazendo isso.

      O negócio é como você disse: temos que aproveitar os acontecimentos em nosso favor.

      Abs,

      LH

      • Luciano e Guerreiro,

        Justamente essa situação descrita pelo Guerreiro foi a opinião unânime num recente debate entre amigos e com um pessoal da velha guarda presente.

        Pessoas de direita, cultas, muitas de origem simples, trabalhadoras e que hj tem 60 /70 anos, sempre souberam no que ia dar se o pete chegasse ao poder, concluiram que o povo vai ter de sentir a casa cair, ou seja, só vão acordar diante de um colapso econômico.

        Espero q estejam errados, mas faz sentido.

        Voltando ao Bolsa Família Luciano, acho oportuno mais munição contra a esquerda nesse assunto principalmente nesse ano, eleitoral com tantos debates.

        Entendo sua ideia acima, mas o que dizer como outro dia, uma defensora do estado babá disse : – Esta na Constituicao q mundo tem direito a alimentação.

        Então se está escrito q é dever só estado a simulação acima não funciona.

        Escreva mais.
        E parabéns pelo trabalho. Obrigada !
        Abraço

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