Ministro autoriza manifestantes a chegar perto de palco da JMJ… eis a tese petralha da “mistura legal”

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21jun2013---o-ministro-da-secretaria-geral-da-presidencia-da-republica-gilberto-carvalho-afirmou-que-o-pais-deve-estar-preparado-para-realizar-a-jornada-mundial-da-juventude-sob-protestos-da-populacao-1371827086644_300x3

Fonte: UOL

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, interveio, nesta sexta-feira (26), para que manifestantes que protestam contra o governador Sérgio Cabral (PMDB), pelas ruas de Copacabana, no Rio de Janeiro, pudessem chegar perto do palco onde o papa Francisco havia acabado de assistir uma encenação da Via Sacra.

“Eu acho uma mistura legal isso aí. Uns gritando ‘é a juventude do papa’ e outros gritando outras coisas”, afirmou.

O protesto começou por volta das 16h30, na praça Cardeal Arcoverde.Depois seguiu para a praia de Copacabana. O grupo, de aproximadamente 200 manifestantes, exibiam cartazes contra o governador Sérgio Cabral (PMDB) e contra os gastos públicos usados na Jornada Mundial da Juventude.

Meus comentários

Alguém poderia perguntar algo incômodo para o Sr. Carvalho, usando a técnica de Saul Alinsky pela qual devemos fazer o adversário sucumbir pelo seu livro de regras.

Segundo Carvalho, é uma “mistura legal” em um evento religioso ter inimigos dos religiosos por lá gritando. Se for assim, então é uma “mistura legal” habilitar manifestações contra os gays na Parada Gay?

Atenção: eu não sou um moralista contra as manifestações. Meu papel aqui é usar a lógica: se a “mistura legal” deve ocorrer, então que ocorra para todos, pois grupos gregários devem ter garantia de direitos, e não privilégios.

Se o Papa Francisco e os religiosos católicos não tem o direito de ficarem livres de manifestações oponentes, por que outro grupo gregário deve ter esse direito?

Cabe ao Carvalho se explicar agora…

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8 COMMENTS

  1. Em relação à Presidência e as manifestações, nunca podemos esquecer do seguinte episódio quando do jogo de abertura da Copa das Confederações, no qual também tem vídeos falando a respeito:

    http://www.youtube.com/watch?v=5DTm5ssqPLo

    Lembremos que é livre o direito de manifestação, mas veda-se que duas manifestações sejam realizadas em um mesmo lugar, por razões mais do que óbvias. Em relação a Gilberto Carvalho, que se leia o que o Reinaldo fala a respeito dele.

  2. Luciano, falando em Jornada Mundial da Juventude, veja o que ocorreu na Marcha das Vadias. Aliás, está bem na cara que as vadias marchantes estão de pura provocação, pois receberam cusparada de peregrino que ficou injuriado com gritos de ordem como “Papa levanta o seu vestido, quem sabe aí embaixo está o Amarildo?”, o que pode configurar falta cavada. Leia a matéria do UOL e veja o tanto de blasfêmias que estão soltando contra o papa e a Igreja, com direito a cruz com preservativos colados e insinuar que o nome papal (que na prática indica qual será o teor do papado) seria o mesmo que nome de guerra de travesti.
    Pode ser que estejamos vendo a longa memória vingativa do marxismo-humanismo-neoateísmo, uma vez que em 8 de junho a Diocese de Guarulhos teve jogada de mestre para evitar que seu culto em memória a Nossa Senhora da Conceição, padroeira do município, realizado todo dia 8 de cada mês, fosse conspurcado em sua edição de junho. Rezou-se missa fora da matriz do município, usando-se de sistema de som potente o suficiente para cobrir o barulho das palavras de ordem e no dia 26 de maio já se havia pedido que a polícia fizesse a segurança do lugar (como de costume), bem como se pediu que as manifestantes não ficassem desnudas. Quem visse aquela história inclusive notou que a Diocese de Guarulhos não cerceou em momento algum o direito de as vadias marcharem, sugerindo que fizessem em outro lugar (dentro da lei que proíbe duas manifestações em um mesmo lugar e prevenindo-se de novas pichações, uma vez que a matriz havia sido pichada quando de uma greve).

    Segue também o álbum de fotos do ocorrido e dá para ver o quão inconveniente é fazer Marcha das Vadias no mesmíssimo lugar onde está sendo realizada a JMJ. Observe-se que os peregrinos podem de repente ter cuspido em manifestantes, mas em um grande número de pessoas é possível que houvesse gente mais exaltada e sem noção das estratégias marxistas-humanistas-neoateístas. É de se perguntar se isso é a “mistura legal” a que Gilberto Carvalho se referia, uma vez que MHNs odeiam a Igreja Católica e no passado chegaram a, por exemplo, matar um enorme número de padres e freiras na Guerra Civil Espanhola.

      • Só para lembrar que peregrinos já haviam sido vítimas de neoateísmo por parte dos acampados em frente ao apartamento de Sérgio Cabral. Observe-se que eles simplesmente tiveram curiosidade de ver quem eram aquelas pessoas acampadas e logo foram recebidos à base de rosnados por parte dos manifestantes, que gritavam “não é procissão, é manifestação” e “inha, inha, inha, viva a camisinha”, ao que os peregrinos responderam “esta es la juventud del papa”, talvez até para mostrar que não estavam com fins bélicos.
        Porém, que se observe o quanto que os marxistas-humanistas-neoateístas estão com ódio dos cristãos por eles simplesmente serem cristãos. Logo, na prática, odeiam uns 90% da população brasileira não só por simplesmente crerem no que eles não creem, mas porque aquilo em que eles creem ser uma forte barreira para o cumprimento de suas agendas.

        Outra coisa interessante: enquanto os comerciantes estavam tranquilos com os milhões de peregrinos que foram à Jornada, até por verem que eles vieram com espírito desarmado, veja o medo (justificado) que eles têm com pouco mais de mil mascarados. E para mostrar o quanto que gatos-pingados MHNs praticantes são mais danosos que milhões de católicos praticantes, que se veja a que ponto geográfico do Rio conseguiram chegar manifestantes de diversos matizes durante a JMJ. Observe-se que, a exemplo dos que estavam protestando contra Cabral, também hostilizaram peregrinos e, neste caso, com diversas blasfêmias.
        Já que o assunto desta postagem é Gilberto Carvalho, podemos considerar que na prática aconteceu a tal “mistura legal” que ele tanto queria?

    • Luciano, só para continuar o desrespeito a símbolos religiosos, veja o que fizeram com uma imagem de Fátima. Sim, exatamente isso e reforça minha suspeita de que estão querendo se vingar do ocorrido em Guarulhos por meio de outra das aparições de Maria. Em relação a isso, diz o dono da página chamada Anti-Ateísmo (Luciano, veja o estrago que os neoateus fizeram com a imagem dos ateus no imaginário popular, ainda que o dono da página fale de neoateísmo claramente) que descobriu a identidade de quem fez isso. Segue também outro flagrante de desrespeito a imagens religiosas, como isto.
      Outro detalhe que dá para ver em um álbum que encontrei do evento é que boa parte dos slogans são exatamente os mesmos daquele ocorrido em Tucumán em que católicos foram cuspidos e pichados por simplesmente defenderem a basílica local, mesmo com a bunda mole do bispo local. Vejo outro álbum e novamente não deixo de me surpreender com pais que levam crianças para tal tipo de evento, como se pode ver aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. E crianças, como sabemos, sequer têm condições para consentir com coisa tão pesada como sua inclusão na massa de vadias marchantes. Só fico pensando o que um pequeno desses poderá pensar no dia em que for maior e souber que levaram para um evento com frases como “meu cu é laico”, “meu útero é laico”, “quem apoia pisca o cu”, “chupai-vos uns aos outros”, “habemus vadixs (sic) na xota-m-xota” (em óbvio preconceito com o modo que um argentino pronunciaria o jota em português e aqui podemos inclusive pensar que eles também estão sendo preconceituosos com as feministas da Argentina, só para pôr uma lenha na fogueira) e outras coisas.

      Entre as fotos, tem uma de um cartaz que é um tiro no pé daqueles: “ensine seu filho a não estuprar e não sua filha a temer o estupro”. Novamente, elas seguem com a ideia de que um homem viria de fábrica com o ímpeto de estuprador e que isso teria de ser domado. Logo, quem segura o cartaz está dizendo que por sermos homens, somos estupradores e teríamos de ser ensinados a não fazer algo que seria inevitável. Porém, o tiro que acerta pela segunda vez é “e não sua filha a temer o estupro”. Se eu vou ensinar minha filha a não temer o estupro, terei de ensiná-la a que em relação ao estupro? A apreciá-lo? A não se prevenir de estupro evitando andar sozinha nos mesmos lugares onde ela também poderia ser assaltada (assim como um filho poderia ser assaltado e estuprado, caso se deparasse com uma gangue de curradores)? Ensinaria essa filha a não temer o estupro dizendo para ela que é tudo OK ela se embebedar, usar drogas e ficar perto de drogados que podem ficar agressivos e estuprá-la sem que ela tenha medo desse ato? Ensinaria essa minha filha que ela não precisa temer o ato que um Maníaco do Parque da vida pode fazer? Se ensinaria minha prole a temer assaltos, sequestros e tentativas de homicídio pelo próprio bem dessa prole e para que ela saiba identificar com rapidez situações que possam levar a tais coisas, por que não ensinaria uma filha minha a temer o estupro para que ela também fique bem ligeira em relação a isso? O mundo lá fora não é um castelinho da Disney e quem não for prevenido está mais propenso a se tornar alvo preferencial de malfeitores. Obviamente que devemos lembrar que estupro é um crime tão, mas tão, mas tão odiado pela sociedade que inclusive os piores bandidos odeiam estupradores e fazem com eles aquilo que bem sabemos que fazem quando um estuprador está na mesma cela.
      Outro tiro no pé está aqui, no cartaz que diz que “‘vadia’ é pura expressão de recalque sexual”. Se é isso mesmo, podemos dizer que as que marcham e dizem que “se (insira algo aqui) é ser vadia, então somos todas vadias” são recalcadas sexuais? Se formos pegar os significados de “recalque”, temos que tal substantivo é o comportamento de uma pessoa que se sente ameaçada ou insegura e critica os supostos responsáveis por mazelas a seu ver. Logo, se uma vadia é uma recalcada, podemos dizer que ela se sente ameaçada ou insegura e critica quem não é adepto de sair trepando com todo mundo. Outro significado de “recalque” é o de uma ideia que alguém considera absurda e tenta esquecer e reprimir, mas que volta na forma de males psíquicos. Logo, se “vadia” é pura expressão de recalque sexual, poderíamos dizer que a vadia considera absurda uma vida sexual regrada, tenta esquecer e reprimir isso, mas acaba por se tornar um problema psíquico em sua vida, que poderia se traduzir em sair dando por aí, nem que às custas de pegar DSTs das mais diversas (uma vez que camisinha não protege de HPV e herpes genital, apenas reduzindo a área de exposição a tais vírus). Segundo Freud, “recalque” é um mecanismo psíquico inconsciente que faz a pessoa esquecer experiências traumáticas e ter resistência a situações que evoquem tais lembranças. Logo, talvez a promiscuidade sexual pudesse ser um mecanismo para esquecer tais experiências e a menção a evitar múltiplos parceiros ou pensar nos aspectos psíquicos que uma relação sexual pode gerar seria algo que a pessoa com recalque resistiria por evocar lembrança de que não gosta. Logo, pela teoria do cartaz, a mulher que marcha e diz que ela e todas as outras são vadias seria alguém com a mente transtornada por causa daquilo que faz em quatro paredes. Como podemos observar, aqui poderíamos inclusive pôr na conta da tendência autodestrutiva do marxismo-humanismo-neoateísmo.

      Para reforçar a impressão de caso muitíssimo pensado inclusive na data da Marcha, que vem a ser o penúltimo dia da Jornada Mundial da Juventude, vejam este e este outro cartaz (que repete o preconceito com o modo que um argentino falaria português para insinuar lesbianismo na JMJ).
      Porém, como tivemos quebra de imagens religiosas, eis que a organização tenta dizer que aquilo não estava programado pela organização, com outro usando argumento parecido com aquele de que vandalismo não seria depredar patrimônio, mas andar em ônibus apertado. Se a quebra de imagens, alguém nua sentar em cima de uma delas e a posteriori introduzir uma cruz no ânus alheio não era algo programado, podemos considerar que estava programado que alguém fizesse tanga com crucifixo? Também estava na pauta do dia pendurar calcinhas e camisinhas em uma outra cruz? Também estava fora do programa este cartaz com terços fazendo silhueta de pênis? Também estava na ordem do dia o escárnio ao papa e o paramento como Maria para defender o aborto?

      Segue o G1 falou sobre a Marcha das Vadias deste sábado. Como a JMJ está terminando muito bem-sucedida e com um monte de gente simpática ao novo papa, podemos dizer que se ele de fato está fazendo a engenharia reversa do gramscismo, como suspeito ao ver seu passado de enfrentar com galhardia o bolivarianismo-kirschnerismo, pode ser que essa vitória tenha sido amplificada por algo com que ele e ninguém contava, que foram esses excessos da Marcha das Vadias, cuja realização foi tresloucada o suficiente para que fosse em dia em que a vibe está altamente católica, perto de lugar de realização de evento e com horário incrivelmente próximo àquele em que já havia programação. Observe-se que quem organizou aquelas manifestações com vandalismo black bloc no Leblon ao menos teve o cuidado de fazê-las em horário em que não havia mais nada da JMJ, fora em seus assuntos ter passado ao largo do novo papa. Logo, vou considerar mais uma derrota das vadias marchantes, com direito inclusive ao cara da página Anti-Ateísmo falar algo interessante: “Você vê como católico é intolerante: 3 milhões de pessoas reunidas e nenhum arranhão nas vadias. Agora, tente imaginar o contrário: 3 milhões vadias e alguns católicos fazendo vigília”. Aqui acabou sendo aquele lance da estar irritantemente calmo a ponto de deixar o oponente soltando fogo pelas ventas, fogo esse que se traduziu em profanação de imagens religiosas a torto e a direito e sendo muito possível que pessoas que simpatizassem com a Marcha das Vadias agora terem profundo repúdio a ela.

      E olha que o papa só volta para a Itália neste domingo…

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