Como ridicularizar fácil o ex-padre maluco que exige na Justiça retornar à Igreja Católica (mesmo odiando todos seus dogmas)

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Fonte: Folha de S. Paulo

Impulsionado pelas declarações do papa Francisco sobre homossexuais, o padre Beto, excomungado em abril deste ano após declarações de apoio a gays, decidiu recorrer à Justiça para tentar anular sua exclusão da Igreja Católica.

Roberto Francisco Daniel, 48, conhecido como padre Beto, contratou advogados e protocolou na segunda-feira uma medida cautelar contra a Diocese de Bauru (329 km de São Paulo). Questiona a forma como foi expulso da igreja, num tribunal em que, segundo ele, compareceu sem saber do que se tratava e sem direito à defesa.

Ele estudava a possibilidade de ir à Justiça desde a época do excomunhão, mas diz que a postura do papa Francisco o estimulou ainda mais. No final de sua visita ao Brasil, o papa fez a mais ousada declaração de um pontífice sobre o homossexualismo. “Se uma pessoa é gay e busca Deus, quem sou eu para julgá-la?”, disse.

A ação judicial tramita na 6ª Vara Cível de Bauru. O religioso alega que tratado assinado entre o Vaticano e o governo brasileiro determina que o sistema constitucional e as leis brasileiras sejam seguidos pela igreja. Beto afirma que, além de não ter tido direito de defesa, a decisão foi publicada no mesmo dia em que foi tomada, no site da diocese.

“Fui tratado como um adolescente. Fui exposto publicamente”, diz. “Essa ação judicial é também para que todo brasileiro entenda que nenhuma instituição pode fazer isso com uma pessoa”.

O ex-padre disse que acreditava que seu processo de excomunhão não estivesse encerrado e ainda teria de ser assinado pelo Vaticano. Ao estudar o caso, descobriu que a decisão da Diocese de Bauru é definitiva na igreja. Por isso resolveu tentar revertê-la na Justiça.

“Não movo uma ação contra a Igreja Católica. Existe igreja e igreja. A ação é contra a diocese”, ressalta.

Antes da excomunhão, Beto havia decidido pedir um afastamento temporário de suas funções. Isso aconteceu depois que o bispo de Bauru, Dom Caetano Ferrari, 70, determinou uma retratação por causa de entrevistas em que o religioso falava sobre os homossexuais e questionava o conservadorismo da Igreja Católica.

A Diocese de Bauru ainda não se manifestou sobre a ação judicial. O argumento oficial para a excomunhão foi que Beto “negou categoricamente a cumprir o que prometera em sua ordenação sacerdotal: fidelidade ao Magistério da Igreja e obediência aos seus legítimos pastores”.

Depois da excomunhão, Beto seguiu dando aulas em universidades, concedeu entrevistas para programas de TV e escreveu o livro “Verdades Proibidas – ideias do padre que a igreja não conseguiu calar”, lançado esta semana.

Meus comentários

Eis um perfeito exemplo do marxismo cultural, e do por que esse tipo de doutrinação leva ao comportamento bizarro. Observamos essas pessoas e muitas vezes não conseguimos compreender como elas perdem tanto a dignidade, mas esse fenômeno tem uma explicação.

O marxista cultural, especialmente se for um intelectual orgânico (nas palavras de Gramsci, não é aquele que preza pelo intelecto, mas pela formação de opinião de massa), age orientado por sua submissão à causa de culto ao estado. A partir daí, ele não segue mais padrões lógicos de discurso (por isso odeiam a lógica aristotélica), nem mesmo a noção de contrato social (por isso odeiam o direito romano), e, claramente, tem a família tradicional como sua maior inimiga.

Vamos ao meu exemplo. Eu sou ateu, e portanto não pertenço à Igreja Católica. Não concordo com os dogmas da Igreja Católica, e defendo o direito ao aborto e a eutanásia. Mas, ainda assim, não vejo motivo para desrespeito e agressão covarde aos católicos, como as vadias fizeram.

Não faz o menor sentido para um ateu como eu entrar na Igreja Católica e exigir que a Igreja passe a negar a existência de Deus. Por que a Igreja deveria fazer isso? Obviamente, as regras dela exigem que seus clérigos pratiquem o celibato e acreditem em Deus. E ainda mais: que acreditem nos dogmas defendidos pela Igreja. Obviamente, eu estou fora. Além de não ser uma carreira que me interesse.

Minha mente consegue entender a noção básica: se a Igreja Católica não se coaduna com meus princípios, então eu não vou fazer parte dela. Esse entendimento, comum a todas pessoas mentalmente sadias, só é possível por que eu não sou um marxista cultural.

O marxista cultural, por outro lado, por renegar a lógica aristotélica e o direito romano, resolve atacar as organizações de que faz parte e finge que as organizações são dele. Talvez isso surja por que ele não consegue pensar fora de coletivismos abstratos que sua mente aceitou, além de não aceitar o conceito de propriedade.

Uma pessoa normal pensaria: “Mas se esse ex-padre Beto não gosta dos dogmas da Igreja, por que entrou lá?”. Mas essa concepção só é possível a uma mente não convertida ao marxismo cultural. Nós entendemos o direito de propriedade e os contratos sociais. Eles não absorvem esse conceito.

Mas vamos rever alguns exemplos de doenças mentais iguais às do Padre Beto, de um post que fiz tempos atrás (Qual a doença mental do ex-padre Beto?):

  1. Um sujeito é obcecado por fazer sexo anal, mas arruma uma namorada que não admite liberar o brioco por motivo algum. Ao invés de se conformar ou trocar de namorada, ele se diz injustiçado por que sua namorada não quer abrir a porta traseira para ele.
  2. Outro sujeito consegue um emprego como gerente sênior em uma organização, mas as regras de lá dizem que ele deve usar terno enquanto estiver no recinto da empresa ou em clientes. Ele decide ir trabalhar todos os dias de bermuda e chinelo, e, ao ser demitido, processa a empresa.
  3. Mais uma envolvendo relacionamentos amorosos. Um sujeito tem uma namorada que odeia baratas, e que só admite um namorado que a proteja desses insetos. Então, ele consegue um vidro cheio de baratas e joga-as em cima dela. Ela decide terminar o namoro. Ele diz que isso é uma injustiça e que está sendo vítima de preconceito.
  4. Um sujeito entra na torcida organizada do Corinthians, e todos estão cantando a música “Aqui tem um bando de louco, louco por ti Corinthians”. Ele começa a cantar “Quando surge o Alviverde Imponente…”. Ele é expulso e chama um jornalista para reclamar da “intolerância da torcida corintiana”.
  5. Outro entra na comunidade Richard Dawkins Brasil e exige postar vídeos de apologética, especialmente aqueles elogiando William Lane Craig. Ao ser “kickado”, protesta dizendo que foi vítima de intolerância.
  6. Um direitista entra no PCdoB, e pede para que o partido faça uma campanha contra o MST e a favor da redução de impostos a um quinto do que é hoje. É desfiliado. Liga para um jornalista e diz que o PCdoB precisa mudar…

Vocês podem, por exemplo, criar memes mencionando “O Mundo conforme o ex-Padre Beto”, mostrando as situações ridículas de alguém que jamais se adapta aos seus contratos sociais, e, ao contrário, faz birrinha quando as pessoas querem os contratos cumpridos. Exemplos iguais os seis padrões acima, todos similares ao comportamento do ex-padre Beto diante da Igreja Católica, podem ser criados aos milhares.

Imaginem, por exemplo, a situação de um gerente de projetos que está doido para participar no novo projeto da área Contábil, mas, depois que entra no projeto, começa a reclamar querendo que o projeto seja de Faturamento. Ele é expulso do time de projetos, por não estar adequado ao projeto, e depois processa a empresa querendo retornar ao projeto. Este é o tipo de ação desse sujeito ridículo.

Que a mídia ainda dê espaço para alguém com comportamento tão baixo e abjeto também não surpreende, pois o tal Beto não foi ridicularizado em quantidade suficiente. E motivos para isso existem de sobra.

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56 COMMENTS

  1. PUTA QUE PARIU
    PUTA QUE PARIU

    fonte dos devaneios http://sexismoemisoginia.blogspot.com.br/2012/02/o-capitalismo-e-por-inerencia-anti.html

    “Quem sente alguma perturbação e mal-estar com a injustiça e a desigualdade social tem dificuldade em olhar com simpatia para o regime capitalista; até pode perceber que ele apresenta algumas vantagens, mas não aceita que sirvam para justificar todo o arsenal de injustiças que comporta.
    Todavia, para além desta reação emocional, uma feminista também percebe ou pressente que o capitalismo é por inerência anti-feminista. Constata que o regime patriarcal e o regime capitalista sempre conviveram muito bem, e por vezes alimenta a esperança de que o derrube deste implique o desaparecimento daquele. Mas atenção não há nenhuma garantia de que a falência do capitalismo – difícil de prever no atual contexto – implique a implosão do sistema patriarcal.

    É certo que o capitalismo lucra com a situação de opressão em que a vida da maior parte das mulheres continua a decorrer:

    (1) Tem à sua disposição mão-de-obra barata, descartável na primeira oportunidade, encontrando então bons argumentos para a dispensar.
    (2) Pode legitimar os baixos salários que na generalidade dos casos auferem, ao considerar que de alguma maneira as mulheres são inferiores.
    (3) Pode isentar a estrutura económica de um encargo de peso e permitir-lhe que contabilize lucros, de outra maneira bem inferiores, ao considerar que tomar conta das crianças e da casa, atividades imprescindíveis para a existência de qualquer sociedade, são tarefas das mulheres que “naturalmente” não devem ser pagas.

    Portanto, deixemo-nos de panos quentes: o capitalismo tem tudo a ganhar com a continuação da opressão das mulheres. Mas a história tem-nos mostrado que a opressão das mulheres não favorece apenas o sistema capitalista, favorece também a metade masculina da humanidade e, dado o caráter predatório da natureza humana, temos boas razões para supor que o problema não será resolvido com uma mudança na estrutura económica da sociedade.”

  2. Ai meu sacooooooo

    “O QUE MUSEU TEM A VER COM EDUCAÇÃO?”
    Quando um ministro da educação pergunta isso, você pode prever o futuro da educação do país.

    A pergunta foi feita pelo ministro da Educação, Aloízio Mercadante, o mais queridinho dos… 39 ministros da presidente Dilma.

    Há perguntas que, para além de ofensivas, definem o autor.

    Sugiro ao Sr. Mercadante ler o site do Instituto Brasileiro dos Museus que, além excelente e bem elucidativo, poderá esclarecê-lo sobre essa dúvida espantosamente primária.

    Se assim mesmo não entender, sugiro que se crie um museu Aloízio Mercadante.

    Colocar lá dentro o quê? Nada.

    O site do Instituto Brasileiro dos Museus, órgão governamental, http://www.museus.gov.br/

    Fontes: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/06/14/que-museu-tem-ver-com-educacao-por-leonel-kaz-500033.asp

    http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/leonel-kaz-responde-a-espantosa-pergunta-do-ministro-aloizio-mercadante-sobre-o-que-e-que-museu-tem-a-ver-com-educacao/

  3. Ótima dica do Zé Osvaldo na página do FB do Luciano

    “Deram pênalti porque fiz falta na área.
    Não concordo com essa regra aí.
    Vou recorrer para o tribunal desportivo.”

  4. “Comprei um ingresso para o show da Madonna.
    Entrei e o Pet Shop Boys não era atração principal.
    Quero meu dinheiro de volta”

  5. O presidente do PT, Rui Falcão , revela que Pablo Capilé e o coletivo Fora do Eixo, berço do Mídia Ninja, fazem militância política para o PT e que são responsáveis pela difusão e mobilização de apoiadores nas redes socias…

    http://www.youtube.com/watch?v=7wZqi2RcmSE

    O Luciano está certo ao reparar isso… empolgados, eles confessam seus crimes.

  6. Deviam perguntar pro Betinho o que ele acha a respeito do que as vadias fizeram na JMJ. Ele provavelmente vai dizer que uma Igreja que não tem cultos de vadias enfiando crucifixos no toba de amigos gays não deve existir.

  7. Luciano, seguem cenas do protesto paulistano desta terça, que teve a Rebouças como palco principal e algumas ações de black blocs, como o apedrejamento de uma concessionária Chevrolet (observe que eles estão indo sempre contra essa marca, que é americana, e não outras, como a igualmente americana Ford), quebraram os vidros de uma agência do Santander, espalharam lixo na via e fizeram outras coisas.
    Ainda assim, houve hoje menos vandalismo que na manifestação anterior. Estima-se que eram 300 pessoas e dez delas eram black blocs. Foram presas 20 pessoas e há protestos em frente à 91ª DP.

    Obviamente que black blocs (que agora usam o eufemismo de serem protetores dos manifestantes para escamotear seu ímpeto de dizer que vandalismo seria ação válida) irão atiçar a polícia até que ela faça o que eles desejam. Pelo que ouvi, nesta manifestação tivemos a presença da Rota, algo que não ocorreu nas anteriores. Se a polícia não tomar cuidado com a maneira como usa as armas de dispersão, fornecerá argumentos para que a acusem de truculência. Já cheguei a ver relatos de que atiraram bomba (não sei se de gás lacrimogêneo ou de efeito moral) dentro de um ônibus, o que é uma tragédia daquelas.
    Ainda assim, há coisas que suspeito que possam ter vindo de manifestantes, como esta foto, que fica meio indefinida sobre se é rastro de rojão ou se é da carga de pólvora de alguma arma da polícia. Veja que estão mandando para o alto, de maneira a descrever uma parábola, em vez de na horizontal (como os black blocs lançam os rojões). Porém, não descartaria nenhuma das duas possibilidades.

    Segue também foto que está na página do Black Bloc SP e também segue um link em que há acusação de que o Black Bloc estaria de conluio com a operadora Oi. Há um link lá que tentei acessar, mas deu erro 508 (ataque de sobrecarregar o servidor com acessos), mas que pode ser visto no cache do Google procurando-se por este endereço na barra de busca. Claro que é uma denúncia que não tem muitas provas para sustentá-la e diz o Black Bloc SP que resolveram não atacar a Oi porque tinha gente dentro, tendo evitado também atacar o McDonald’s da Henrique Schaumann pelo mesmo motivo.
    Porém, outra tese que o link que lhe passei fala pode ter algo importante: ao falar “fora Cabral” em São Paulo, estariam poupando o Haddad de embaraços. No Rio, falar “fora Cabral” seria uma forma de fortalecer Lindbergh Farias, igualmente petista (sendo que o Rio nunca teve governador eleito do PT, só a Benedita assumindo como vice após a renúncia de Garotinho). Observe-se que na manifestação de hoje, que partiu da estação Faria Lima, a pauta era “Fora Alckmin”, o que já indica uma guinada para algo que interessa ao PT (uma vez que é de interesse de tal partido ganhar a eleição estadual de 2014).

    Naquele mesmo link que passei, assustou-me este comentário dado em um pequeno debate sobre se devem vandalizar só bancos e patrimônio público ou outra coisa:

    tem que esplodir trens e queimar metro e onibus e delegacias e todas lojas grandes

    Sim, isso mesmo que leram e alguns aqui irão se lembrar dos atentados em Londres e Madrid, bem como outros irão se lembrar que existem grupos terroristas de cunho marxista (como os maoístas Tigres Tâmeis no Sri Lanka). Esperamos que seja só mais um comentário sem noção (como aquele do cara que falava de fazer bombas com panelas de pressão em junho), mas todo cuidado é pouco.
    Em 7 de setembro, fala-se de fazer uma manifestação que teria cunho que pode ter alguns pontos de contato com o marxismo-humanismo-neoateísmo, mas que também tem certos cunhos direitistas. Para esse dia, os black blocs avisam que farão uma equivalente em todos os lugares chamada “Badernaço – ‘Sem Violência’ é o Caralho!”, o que pode denotar alguma disposição não só para enfrentar autoridades como também pode significar riscos para os manifestantes pacíficos caso estes reivindiquem aquilo que porventura os black blocs considerarem “fascista” (que pode ser qualquer coisa ou qualquer coisa que não agrade a quem eles os ajuda, caso estejam a mando de alguém). Lembre-se daquele meu medo de que por aqui os antifas tornem-se na prática algo como os neonazistas, apenas trocando-se a ideologia para MHN.

    Em relação aos protestos de hoje, seguem vídeos. Atenção para o tanto de bandeiras prestas do anarquismo (ou pretas e vermelhas, igualmente de anarquismo). Veja-se também os caras tocando o terror nas redondezas e um grito que parece urro de bugio (“uh, uh, uh, uh”). Note-se também que pode ter havido aquilo que os marxistas-humanistas-neoateístas querem (que a polícia desça o pau em pessoas que podem ser inocentes para depois acusarem a corporação de atirar primeiro e perguntar depois):

    http://www.youtube.com/watch?v=N5LfYK6VHNg

    http://www.youtube.com/watch?v=09ruO0l3mbI

    http://www.youtube.com/watch?v=EvUn2OjVdj0

    http://www.youtube.com/watch?v=ra64KtY43Gw

    http://www.youtube.com/watch?v=YHXwb9Vnp34

    http://terratv.terra.com.br/Default.aspx?cid=480107

    PS: Viu no vídeo do Terra um EcoSport novinho pichado? De quem é esse veículo? Com certeza de alguém que gastou uma grana para tê-lo e que pode estar enforcado em prestações e agora terá de gastar com funilaria.

  8. Não é “porque ele não foi ridicularizado o suficiente”; É porque ele está totalmente condizente com o atual clima cultural, no qual o gayzismo pode tudo, e as instituições tradicionais não podem nada, mesmo que estejam com a razão. A razão é o que menos importa nesse momento, e por mais ridícula que seja a atitude de alguém ou de um grupo, será apoiada se estiver em consonância com os parâmetros de “modernização e revolução”. E, nesse caso, para quem aponta o ridículo, o irracional e o insano desses parâmetros, para esses sim sobra a ridicularização e não é dado nenhum espaço, a não ser para ser tachado de “retrógrado”, “reacionário”, “hipócrita” e outros nomes mais.

    Ridicularizar ainda é inútil, e não gera resultado político concreto, a não ser a gritaria de alguns gayzistas de internet, ateuzistas de internet e outros moleques que não contam pra valer.

    O momento é de pessimismo total.

    • Mas o “clima cultural” existe exatamente por que a esquerda sabe jogar o jogo e a direita ainda está aprendendo.

      Por exemplo, você ainda liga demais para como você vai ser “tachado” pelo oponente. Eu não dou a mínima. Na verdade, quanto mais o oponente atacar, melhor eu devo usar isso…

      Na guerra política, devemos nos preocupar com aquilo que PODEMOS CONTROLAR. Esse é nosso universo de ação.

      Se você não viu esse vídeo, recomendo. É essencial: http://lucianoayan.com/2013/07/26/como-lidar-com-os-bullies-da-esquerda-por-ben-shapiro/

      Não é “porque ele não foi ridicularizado o suficiente”; É porque ele está totalmente condizente com o atual clima cultural, no qual o gayzismo pode tudo, e as instituições tradicionais não podem nada, mesmo que estejam com a razão.

      Pois é. E uma pessoa só (Olavo de Carvalho) resolveu divulgar conteúdo há 15 anos, denunciando o Foro de São Paulo, e hoje muita gente já consegue reagir contra ele. (ainda com efeitos parcos, evidentemente)

      A questão é que no ataque a maior arma é a ridicularização. Pergunta: temos ridicularizado eles o suficiente? Não, não temos. Não surpreende que eles estejam vencendo…

      A razão é o que menos importa nesse momento, e por mais ridícula que seja a atitude de alguém ou de um grupo, será apoiada se estiver em consonância com os parâmetros de “modernização e revolução”.

      Mas esse apoio de mídia é o que deve ser ridicularizado. Isso o PT sabe fazer bem. Veja como eles atacam a mídia, MESMO QUE ELA OS APOIE. Então, se grupos X, Y e Z apoiam gayzistas e as vadias, ataquem esses grupos tb, oras…

      E, nesse caso, para quem aponta o ridículo, o irracional e o insano desses parâmetros, para esses sim sobra a ridicularização e não é dado nenhum espaço, a não ser para ser tachado de “retrógrado”, “reacionário”, “hipócrita” e outros nomes mais.

      Isso é o que eles fazem melhor. E vão fazer em ainda mais quantidade se pegarmos leve com eles…

      Ridicularizar ainda é inútil, e não gera resultado político concreto, a não ser a gritaria de alguns gayzistas de internet, ateuzistas de internet e outros moleques que não contam pra valer.

      Desculpe-me… Ridicularizar o oponente é essencial e é a maior arma da guerra política. Não há nada que gere mais resultado político concreto que isso. Mas é preciso manter a pressão.

      Mas… vamos pensar de outra forma.

      Realize a situação atual. Você diz que usar a melhor estratégia da guerra política (ridicularizar o oponente) é inútil.
      E seu oponente fatalmente irá vencer se você ou seu grupo nada fizerem.
      Qual sua proposta?

      Abs,

      LH

      O momento é de pessimismo total.

  9. Eu estava vendo hoje a liga, e o Cazé entrevistava tanto os participantes da JMJ quanto as “vadias” e os gayzistas que desrespeitaram e profanaram ícones religiosos. A cada comentário ou pergunta feita para os anti-católicos havia uma mensagem ou um tom de apoio e elogio, e a cada vez que se falava com um católico, geralmente indignado, horrorizado ou totalmente sem ação, o tom do entrevistador era de chacota, de provocação e de ironia.

    Tá cada vez mais difícil.

    • Eu vejo por outra ótica. Se o Cazé faz isso, cada vez temos mais sanção moral para dizer “Ué, não era uma minoria?”. Essa é a maior arte na guerra política: saber lidar com o fluxo de eventos.

      Outro exemplo. Se o Cazé apoia as vadias… basta citar o exemplo, com imagens rápidas em um vídeo e mostrar… “Ué, cadê as oprimidinhas? Quem recebeu apoio a mídia?”

      Esse é o pensamento… Aquilo que vc entende como “tá mais difícil” eu entendo como “mais munição que dão para a gente”.

      Lembre da frase do Alinsky: “Poder não é apenas o que você tem, mas o que o adversário PENSA que você tem”.

      Nós “desanimamos” fácil, pois eles conseguem que desanimemos fácil.

  10. “Um direitista entra no PCdoB, e pede para que o partido faça uma campanha contra o MST e a favor da redução de impostos a um quinto do que é hoje. É desfiliado. Liga para um jornalista e diz que o PCdoB precisa mudar…”

    Como resposta a um ato contrário, seria uma estratégia possível na guerra política? Não sei, algo como: alguém da esquerda processando alguma instituição por ser contra suas regras, alguém da direita poderia fazer o descrito e entrar em guerra de processos para chamar a atenção e depois dizer o quanto a situação era absurda?

  11. Eu me pergunto se o padre Beto não agiu com essa inconsistência lógica propositalmente. Claro, tomando como princípio algo que eu não posso provar e levanto apenas como uma hipótese, ele poderia ter, desde o início, entrado no clero com a intenção de desviar os fiéis sob o seu cuidado da doutrina tradicional da Igreja. Mas ele não teria feito isso como um fim em si mesmo (ou como o único fim), e, sim, porque sabia que cedo ou tarde poderia ser excomungado, tendo a chance de fazer um escândalo de “denúncia de conservadorismo” da Igreja e de aparecer no Fantástico e vender um livro que, como vemos na Folha, já conta com anúncio grátis da imprensa.
    É óbvio que há inconsistência acusar a Igreja de “conservadorismo” quando se sabe que a doutrina católica (e demais ramos do cristianismo) é um dos pilares das ideias de muitos pensadores do conservadorismo, e que essa mesma doutrina é uma condição de admissão ao clero. Mas, vendo o alarde que se fez, me pergunto se não houve um pingo de vontade do padre nessa história. Como eu disse, é só uma hipótese que levantei (que poderia ser quem sabe até um tipo de estratégia esquerdista para atacar instituições adversárias).

  12. O serviço público está cheio de pessoas que passam em um concurso federal e quando são transferidos para o outro canto da federação entram na justiça para não serem removidos.

  13. Luciano, em acréscimo ao seu texto lembro que a excomunhão é uma punição religiosa, aplicável somente à religião, no caso a Igreja Católica. E mais: é uma pena medicinal, ou seja, não se trata de mandar fulano aos quintos dos infernos, mas de dar a ele a oportunidade, não participando da comunhão, de refletir sobre sua fé e decidir se concorda ou não em ser católico.

    Daí, o mais completo absurdo dessa ação judicial contra uma decisão puramente religiosa. Não tenho formação em direito mas questiono se uma ação dessa natureza deveria, sequer, ser acolhida. Como foi, resta saber se terá andamento processual rumo a prosperar. Aí, neste momento, indago com toda a inocência: cadê os laicistas furiosos, repetidores histéricos do clichê “o Estado é laico”? Sim, porque laicidade deve valer nas duas mãos e, assim, implica em não intromissão do Estado em assunto total e unicamente religioso.

  14. “O marxista cultural, por outro lado, por renegar a lógica aristotélica e o direito romano, resolve atacar as organizações de que faz parte e finge que as organizações são dele. Talvez isso surja por que ele não consegue pensar fora de coletivismos abstratos que sua mente aceitou, além de não aceitar o conceito de propriedade.”

    Esquizofrenia.

    Luciano,

    Acredito que isso tem a ver tb com o conceito de HIERARQUIA (algo que incomoda inclusive muitos ateus, e não sei se a carapuça encaixa Rsss) .

    Revolucionário não consegue resolver isso na cachola. Luta pra derrubar “O SISTEMA” (fincado sempre numa hierarquia de valores e representatividade) e quando consegue seu intento passa ele mesmo a ser o Poder (criando uma nova hierarquia social, política, econômica, jurídica…).

    Desconfio que esse desgosto pela autoridade (fundamentada nessa hierarquia) que já vem desde o Iluminismo, pesa fundo nas nossas almas, e faz dos movimentos revolucionários (monopolizados na esquerda do mundo) o principal combustível pra uma juventude naturalmente rebelde (e recalcada) dessa autoridade (a começar pela dos pais).

    O mundo vive preso nesse ‘caldo de onda’ a 200 e tantos anos. Pra parar isso e tirar esse mundo pós-pós-moderno desse estado febril, teremos que reconhecer e obedecer aquilo que mais repudiamos: um sistema hierárquico.

    O mundo clama por mudanças e ineditismos; voltar atrás na História, rever os insights que foram abandonados precipitadamente pelo “bloco da mudança”, recuperar o que ainda está vivo e gera frutos suculentos, … aí, nem pensar.

    abs

  15. Parabéns pelo texto, Luciano. Nele você demonstra, de maneira límpida e cristalina, a total e completa aberração do comportamento do tal padre. Após ler o post em comento, consegui perceber claramente a imensa e agigantada contradição ex sacerdote lunático, que não concorda com as regras da Igreja, contraria seus dogmas, mas quer a ela pertencer. Realmente, o vigário expulso tem um cérebro deteriorado.

  16. Tem aquela frase tb, né que resume bem esse lance da técnica da ridicularização:

    “A FRAQUEZA ATRAI A AGRESSIVIDADE” (essa vai pra minha lápide).

    É impressionante como isso realmente funciona.

    Quando vc se mostra fraco, isto é, não reage diante de algo repugnante, injusto, claramente ofensivo, vc DESPERTA raiva e desprezo nas pessoas (isso tb pode ser exemplificado na conduta do bajulador e do politicamente correto); quando vc se mostra forte (detalhe que aqui não há a necessidade de vc estar convencido disso e nem de precisar ter o porte do Hulk ou a agressividade do Wolverine) vc alimenta a reverência, e até o respeito bajulador (em alguns casos até admiração genuína).

    Já testei isso comigo. É impressionante.

  17. Luciano, deixo aqui três comentários, o primeiro sobre o assunto do ex-padre Beto. Tenho a impressão de que a Justiça arquivará o caso dele sem análise de mérito e aqui o motivo é o… estado laico! Sim, aquele mesmo que marxistas-humanistas-neoateístas só dizem que é verdadeiramente laico se for ateu. Não há mais nomeação de sacerdotes por parte do governo brasileiro e, estando sacramentada a separação dessas duas instituições, não há por que se falar de obrigações do governo perante a nomeação de sacerdotes, ainda mais que a natureza desse cargo é diferente da de um trabalho normal. Logo, não consigo ver como ele seria readmitido na Igreja após ser excomungado, e menos ainda conseguiria ver uma possibilidade de ele ser readmitido na Igreja por via da justiça comum. Logo, poderíamos dizer que estado laico no dos outros é refresco.
    A outra coisa que falo é que após vídeos de Marco Feliciano com falas pinçadas, anteontem surgiu no YouTube este com Silas Malafaia:

    http://www.youtube.com/watch?v=ZDQ9mV4WJGk

    Hoje saiu no Pragmatismo Político e obviamente veremos muitos marxismos-humanismos-neoateísmos posteriores, uma vez que a Igreja Católica está com boa moral após a Jornada Mundial da Juventude (aquele tal lance de milhões de católicos espontaneamente irem às ruas só provar que movimentos MHNs de uma meia dúzia de gatos pingados só sobreviverem por receber verbas de parceiros endinheirados e só terem visibilidade porque suas ações atraem uma mídia com igual inclinação MHN e anticlerical).
    Como já comentei outras vezes, a Igreja Católica suporta mais pancada que as denominações evangélicas por ser bem maior que todas elas somadas. No caso de Malafaia, ele deu uma batatada recente ao comentar a fala do papa ao dizer que ele estaria deixando de condenar o ato homossexual, quando na realidade ele apenas não está condenando o pecador, mas o pecado, em um artigo intitulado “Papa Francisco cede a lobby gay”, que saiu do ar no Verdade Gospel, mas está acessível no cache do Google. Logo, vamos dizer que o pastor não está tão por cima da carne seca quanto da vez em que promoveu a manifestação pacífica dos 70 mil em Brasília, mas ainda assim tem ainda um bom capital no geral.

    O próprio Silas já havia dito que iriam partir para cima dele e tudo indica que ele esteja preparado para responder sobre o que se está falando, que eu vi e não me parece ser uma tentativa de impor uma omertà aos fiéis da Vitória em Cristo nem aos evangélicos em geral, mas sim um alerta para se evitar que as pessoas caiam em ondas de denúncias sem provas. Como sabemos bem, o Pragmatismo Político é algo a que temos de atentar bem, uma vez que ligado a tendências MHNs que estão no poder. E, como sabemos, interessa aos MHNs no poder o voto dos evangélicos, ainda que estes estejam agora distantes e sentindo-se traídos pelos tais MHNs em quem possam ter votado em 2010. Logo, uma estratégia de gerar cizânia dentro desse grupo de pessoas (aproveitando a independência das denominações) poderia gerar algum efeito, nem que pela transição de pessoas das denominações mais alinhadas a Malafaia e Feliciano para aquelas mais chapa-branca.
    Para 2014, não devemos esquecer que aos MHNs no poder há dois belos obstáculos: o primeiro é o tal sucesso da Jornada Mundial da Juventude com a sagacidade do papa Francisco em ter recusado assinar acordos com Dilma que na prática a promoveriam. Esse é um problema bem difícil de resolver. O outro, mais fácil, é o tal lance de partir contra os evangélicos, uma vez que agora nesse caso não há Igreja Católica para que eles “voem por baixo do radar”. Não está adiantando bater no Feliciano, pois as pessoas olham essa história e dizem um “vamos falar agora de Tekpix”, fora a Comissão dos Direitos Humanos ter mexido em pautas que eram ignoradas pelas gestões anteriores (como o tal lance dos contaminados por chumbo em Santo Amaro da Purificação). Logo, sobrou o Malafaia, que ainda não sabemos como terá suas falas editadas no programa Na Moral a ser exibido amanhã.

    Meu último comentário diz respeito ao que vi no Opera Mundi. Continuação do que foi falado neste texto, é mais uma mostra de que os MHNs estão sentindo os efeitos da contestação que vem surgindo a eles e ainda estão tentando usar a estratégia de usar da espiral de silêncio, sendo que não está dando mais tão certo quanto outrora.

    • Malafaia está numa situação complicada, quer manter a parte religiosa e a política e acaba perdendo de um dos lados, não precisava ter ido contra o papa agora, o papa foi pouco objetivo na sua fala (e analistas de fora também falaram sobre isso) mas o ataque tem que ser à imprensa desonesta (como o Feliciano fez) para aproximar os católicos (eu diria que mais os que não entendem a situação política, mas mesmo os que entendem ficam ressentidos quando ele fala tão duramente contra o papa).

      Acho que o momento é entender que a guerra é política e se focar nessa guerra, são dois pastores e um padre com repercussão engajados em guerrear contra a esquerda (Prs. Malafaia, Feliciano e Pe. Paulo Ricardo), e estão se aproximando, esse é o momento de focar nessa guerra, existem muitos pastores e padres fazendo sua parte religiosa, se estes quiseram participar da guerra política tem que procurar não cutucar uns aos outros, de preferência que só o católico critique a Igreja e só os protestantes critiquem protestantes.

      Vou aproveitar e dar um exemplo de como esquerdistas querem dividir a direita religiosa (ou impedir que os protestantes se alinhem mais à direita): Existe um vídeo no youtube “Olavo de Carvalho – Marco Feliciano é burro, despreparado e soberbo”, tudo normal, o Olavo falou isso e alguém postou, mas ai que vem o detalhe, quem postou (http://www.youtube.com/user/juniorbocelli) finge ser a favor do Olavo e de suas ideias, mas só postou três vídeos do Olavo e nos três ele desce a lenha em líderes protestantes, o sujeito é católico? Negativo, quais são os outros envios dele? Centenas de vídeos com o reverendo esquerdista Caio Fábio (importante porta-voz da teologia da missão integral – versão protestante da teologia da libertação- e grande inimigo de Silas Malafaia e Julio Severo) e alguns com Marina Silva. O que tiramos disso? O cara é um esquerdista que tenta afastar os protestantes pentecostais e neopentecostais do restante da direita (uma grande jogada, o vídeo crítica o Feliciano com a inteligência do Olavo, ou seja: Ou o cara concorda e deixa de apoiar o Feliciano na guerra contra os gayzistas ou se sente ofendido e nunca mais assiste o Olavo, se mantendo sem entender o contexto político atual). (vou até postar esse parágrafo no blog do Júlio Severo)

    • Deixa ver se eu entendi:

      Se um pastor for comprovadamente um pedófilo, o fiel não pode denunciá-lo? Tem que deixar tudo na mão de Deus?

      Se eu entendi errado, alguém por favor me ajude.

    • @PastorMalafaia 31 jul
      Um vídeo todo picotado,montado para me denegrir.A arma dos incompetentes é a calunia,difamação,xingamento e montagens.Só posso kkkkk

      @PastorMalafaia 31 jul
      A coisa é tão estúpida ,q mesmo o vídeo montado ñ diz o q eles dizem q falo,para os crentes protegerem pastores ladrões.Tenho q kkkkkk

      e o vídeo já saiu do ar, Malafaia parece preparado para tudo. kk

      • Para acabar com a dúvida se era montagem ou não, era só procurar na internet o vídeo na integra: Achei o vídeo na integra em cinco minutos.

        Isso mostra a malandragem do Malafaia. O cara é malandro.

        Por que o vídeo saiu do ar?

      • Eu nem tinha visto o vídeo antes, mas quanto à parada de “montagem” eu sabia que estava falando do fato de ser apenas um fragmento.

        No contexto ai ele estava falando das pessoas que falam mal de pastores, o cara está na igreja X e fica falando mal, ele sugere que somente mudem de igreja. Não faz pouco sentido ai não, ainda mais que ele estava falando de boatos, afinal se você tem certeza que o pastor é ladrão você pode denunciar à justiça e ficar calado enquanto ela decide se ele é culpado, mas se você acha, ou ouviu falar, que ele tem muito dinheiro e está tirando muito da Igreja pode achá-lo “ladrão” e não ter onde provar crime e começar com boatos.

        Ele poderia deixar mais claro oque queria expressar porque sempre tem gente cortando os vídeos e tirando do contexto geral, você ainda piorou a parada com esse negócio de “pedofilia”, hein?! kk

        E acho certinho ele tirar o vídeo do ar, usar o recurso legal que tiver quando aprontam com ele.

      • “ele sugere que somente mudem de igreja.”

        Daniel, o malandro Malafaia, é assim que vou me referir a esse senhor, não só sugere isso não!

        Em relação a pedofilia, eu não exagerei. Se existir caso de crianças abusadas por pastor será que o fiel não ficará intimidado em denunciar?

      • Sim, sugere, se você é incapaz de entender o problema é seu.

        Ele estava falando de casos em que acham que o pastor é “ladrão” (casos em que o pastor tem muito dinheiro com uma igreja de poucos recursos – isso é simplesmente óbvio), depois mudou de assunto para a moça que ofendeu um pastor.

        Fazer vídeos ou comentários na internet (o assunto de onde ele partiu) não é uma denúncia, denunciar é ir até a justiça e deixar que ela investigue.

        É óbvio que se um pastor está com muito dinheiro (e não há como provar nenhum crime dentro de como funcionam instituições religiosas) o cara tem que procurar os superiores dele e o denunciar, agora você consegue entender que ele não quer isso, quer que a pessoa se cale totalmente e em seguida o rotula de “malandro”, pô, se um cara que tá implantando um monte de igrejas no país com pastores debaixo da ordem dele realmente quisesse dizer isso ele não seria malandro, seria um verdadeiro mané.

        Ele começa falando de caras que “…chegaram agora, na internet julgado pastor” isso é a abertura do assunto, é dessa base que parte toda a explanação, depois ele fala “ladrão”, provavelmente no sentido que eu disse ali em cima (bem, você pode dizer que qualquer interpretação que não for ao pé da letra não vale, então é daquele time que acha que o Silas tem que ser preso por mandar os padres irem com porretes baterem nos gays, ai eu nem preciso continuar gastando tempo), depois disso ele diz da moça que xingou o sogro dele (se não me engano). Nada disso é descrição de fatos ou denuncia de crime, é boato/difamação, que ele diz para que não façam. Ele poderia falar algo mais com relação a outras situações, mas ficou por ai, acho que quem estava lá entendeu bem, provavelmente eles tem capacidade de entender o que ele falou, não é possível que tiveram o intelecto tão deteriorado pelo marxismo cultural assim.

      • Daniel,você viu a malandragem do Malafaia no programa do Bia? Eu vi depois no youtube, pois não vou dar ibope para a Globo e nenhuma emissora.

        Eu vou colocar aqui o que disse em outro comentário para você ver a malandragem do Malafaia:

        “Reparou que no programa os protestantes também usam dos mesmos artifícios que os ateus para tirar os crucifixos e imagens cristãs (na linguagem politicamente correta virou “imagens religiosas”) das repartições públicas, o tal “estado laico”?

        Reparou que o protestante disse ter sido ameaçado, mas a “ameaça” foi um grupo de católicos que fizerem manifestação usando crucifixos na frente da Assembléia?

        Reparou como os protestantes usam as mesmíssimas táticas dos “gramsciasistas” para atacar a Igreja Católica?

        Reparou como o malandro Malafaia tentou mostrar-se imparcial em relação ao crucifixo, mas fica obvio que ele não é?”

        O cara é malandro. Você tem toda a liberdade de discordar de mim.

      • Não, não vi o programa, então não dá pra comentar essas questões com muita certeza.

        “Reparou como os protestantes usam as mesmíssimas táticas dos “gramsciasistas” para atacar a Igreja Católica?”

        Ai nós temos dois pontos, gramscianos conscientes são os protestantes esquerdistas, ou seja, protestantes em duplipensar. No mais, existe uma tendência natural de confronto entre protestantes e católicos que é acentuada pelas ações externas (como descreve o Yuri Bezmenov), ou seja, é natural um certo confronto ou rivalidade. Por exemplo, já vi católicos falando coisas como criar altos impostos sobre todas as igrejas protestantes porque todos os pastores são ladrões, isso é algo totalmente esquerdista, mas pra mim isso não é uma técnica gramsciana é uma confrontação natural que se acentuou sobre influência dos MHN’s.

        “Reparou como o malandro Malafaia tentou mostrar-se imparcial em relação ao crucifixo, mas fica obvio que ele não é?””

        Ai você diz que ele disse uma coisa e você tirou outra, se ele falou que é imparcial, ponto pra ele, isso é suficiente por ora. Eu entendo uma dificuldade dele em se postar desse modo, ele foi educado num regime gramsciano como a maioria de nós, tendemos a achar que a sociedade tem que ter regras de acordo com nossas opiniões (o primeiro passo é esse, depois formam nossas opiniões – acho que onde falham mais). A transição para a visão conservadora de manter a cultura e mudanças lentas não é fácil. Creio que os resquícios sempre permanecem e o Malafaia é novo nessa visão, dá pra ver claramente que a melhora do entendimento dele nas questões políticas está sendo bem lenta.

      • ” No mais, existe uma tendência natural de confronto entre protestantes e católicos que é acentuada pelas ações externas (como descreve o Yuri Bezmenov), ou seja, é natural um certo confronto ou rivalidade. Por exemplo, já vi católicos falando coisas como criar altos impostos sobre todas as igrejas protestantes porque todos os pastores são ladrões, isso é algo totalmente esquerdista, mas pra mim isso não é uma técnica gramsciana é uma confrontação natural que se acentuou sobre influência dos MHN’s.”

        Já vi vários protestantes, muitos deles pastores, pedindo que a Igreja Católica desse a “sua fortuna” para os pobres. Esquerdismo puro.

        É claro que existe confronto. Então, quando o Malandro Malafaia usar de malandragem contra a Igreja Católica, vai levar pau.

      • Pois é, como eu disse: são coisas que surgiram na esquerda e são inseridas nessas classes, é apenas a esquerda gramsciana acentuando os confrontos potenciais, não vejo tanta consciência nessas ações, tanto um quanto outro ouvem os MHN’s falarem isso e acham razoável, não sabem que estão trabalhando contra a nossa sociedade, é mais inocência que qualquer outra coisa.

  18. Só quero deixar minha breve opinião : O Padre Beto vai se meter na política futuramente e vai usar de coitadinho , como está fazendo em alguns programas de TV . Só acho que a Igreja devia tomar uma posição forte em relação ao ex-padre , ela devia reagir a altura e acabar de vez com esse assunto.

  19. Aceitar o retorno desse padre será um dos grandes erros que a ICAR poderá cometer, pois já está ciente das opiniões dele e só estará concordando com o mesmo. Ele retornará e continuará a fazer doutrinação esquerdista. Nesse momento católicos e evangélicos deveriam se unir em repúdio ao pe. Beto e em um futuro próximo, caso ele se meta na política, advertir o povo sobre os perigos de eleger ele.

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