Lésbica finge ser vítima de campanha de ódio para obter os benefícios que o esquerdismo pode lhe prover

9
45

300x300

Fonte: O Homossexualismo

Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica – Lexi Pennell – depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.

Tudo começou em Março último quando Lexi disse que “alguém” tinha o hábito de enfiar por baixo da porta do seu dormitório recados ameaçadores contra ela precisamente por ela ser homossexual.

Ela disse:

Recebemos alguns recados com mensagens derrogatórias centrados na nossa orientação sexual.

Para tornar as coisas ainda mais ridículas e falsas, Pennell conseguiu reunir centenas de otários estudantes da mesma universidade numa manifestação feita em seu apoio devido aos seus esforços contra o alegado ódio. Infelizmente, e como é normal no activismo homossexual, o espectáculo baseava-se em mentiras e dados falsos:

A polícia afirmou que colocou câmaras ocultas no corredor do dormitório e capturou a Lexi a colocar os recados no seu próprio dormitório. A polícia afirmou que tudo não passou duma grande mentira.

Num mundo controlado pelo esquerdismo militante tu avanças na vida não através do teu esforço e dedicação mas sim se sentires pena de ti mesmo. No entanto, se os activistas homossexuais são genuínas vítimas de “homofobia”, há algum motivo para inventar ódio onde ele manifestamente não existe?

Meus comentários

Essa palhaçada já passou dos limites.  O marxismo cultural, por ter levado o truque central do marxismo às últimas consequências, tem prejudicado a vida civilizada na atual sociedade civil.

O truque de que falo é a criação de falsos oprimidos contra falsos opressores, com a simulação de que se está do lado do “oprimido”. Se no marxismo original, o truque era dizer que os proletários eram os oprimidos, e os burgueses os opressores (e os marxistas, obviamente, estariam do lado dos proletários), a partir do marxismo cultural passou a se criar qualquer guerra de classes de forma arbitrária: negros X brancos, índios X “o homem branco”, mulheres X homens, gays X heterossexuais, ateus X teístas, e a coisa caminha em direção ao infinito, de acordo com a criatividade do marxista cultural em criar instâncias do jogo.

O resultado, como não poderia deixar de ser, é que temos pessoas pertencendo à classe dos falsos oprimidos usando e abusando do direito de se fingirem de vítimas. Isto por que, em uma sociedade carcomida pelo marxismo cultural, as pessoas não são julgadas somente pelos seus atos (e os atos dos outros em relação a elas), mas sim pela “classe” a que pertencem, e a definição dada à classe: se “opressora” ou “oprimida”.  Este tipo de mentalidade trabalha com inocentes e culpados apriori.

Quem consegue convencer a patuléia de estar na classe “oprimida”, vai pedir, é claro, direitos especiais, e então usar o vitimismo como forma de obter benefícios. Tudo com o endosso contínuo dos marxistas culturais.

Não é por outro motivo que nos Estados Unidos a esquerda fez um escândalo pela absolvição do mexicano Daniel Zimmerman por ter matado, em legítima defesa, Trayvon Martin. A partir do momento em que a esquerda começou a alegar que Zimmerman não matou Martin em legítima defesa, o show de vitimismo começou. A partir daí é a choradeira previsível de sempre.

A farsa de Lexi Pennell não é apenas fruto de sua falta de caráter, como também de uma cultura esquerdista que orienta pessoas a se fingirem de vítimas para que obtenham benefícios temporários, mas principalmente para que seus líderes obtenham uma paga política.

Anúncios

9 COMMENTS

  1. “Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica – Lexi Pennell – depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.”

    Perplexidade? A ignorância desse pessoal da CCSU ou é fingimento ou é ingenuidade mesmo. Depois do marxismo cultural, tudo o que Lexi Pennell não passa de previsível.

    Excelente post!

  2. Toma, cadela! Essa foi uma derrota da esquerda, e devemos sempre expor publicamente quando eles fizerem presapadas do mesmo naipe, sempre com seu afã de construirem estados obesos para sobrepujar a liberdade do indivíduo.

  3. O Brasil não é homofóbico. Em qualquer lugar do mundo, todos que se comportam diferente da maioria das pessoas, são, as vezes, criticados ou ridicularizado por outros. Veja que estou falando de comportamentos. Se uma pessoa se veste diferente, ou tem hábito de se enfeitar demasiadamente, seja com pinturas ou adornos, ela, com certeza será, pelo menos uma vez na sua vida, motivo de chacota. Quem nunca sofreu algum tipo de “bulem”? Temos que ter consciência de que, se optarmos por nos comportar de maneira diferente da maioria, seremos, mais cedo ou mais tarde, ridicularizado por alguém. Isso é inerente ao ser humano. Isso ocorre não só com os comportamentos. Quem já não presenciou alguém ser menosprezado por estar mal vestido e outro, que está bem trajado, ser bem tratado? No mundo em que vivemos corremos todo tipo de risco, porém depende mais de nós, do que dos outros, minimizarmos esses riscos.

  4. Não dá para conversar com esquerdista. Olha só:

    Um diz: “ALEXANDRE FROTA UM SUJO. TA GANHANDO DINHEIRO PARA , DENEGRIR A IMAGEM ILIBADA, DO PASTOR MARCOS FELICIANO.”

    Esquerdista responde: “Ué e tal “liberdade de expressao” q vcs tanto defendem?”

    O que tem a ver alguém criticar a mentira de um com proibir a liberdade de expressão? É, Luciano, está certo ensinar às pessoas que esquerdista só serve para fraudar o discurso quando abre a boca pra falar ou começa a escrever qualquer coisa.

  5. Parabéns pelo blog! Já tentei participar de grupos gays, mas logo percebi que era tudo empulhação; vitimismo para ganhar simpatia da opinião pública e dividendos políticos. Fui o primeiro a desmascarar as estatísticas do sr. Luiz Mott, acreditando que a verdade liberta, que o movimento não poderia ser mantido com base em números manipulados. Acabei sendo expulso do grupo, junto com mais uma porção de gente.

  6. Luciano, precisávamos de uma análise do discurso do Malafaia no programa do Pedro Bial, onde debateu com o Sottomaior. Ao meu ver, Malafaia cometeu uma falha grave. Falou que os massacres ocorridos nos regimes comunistas foram consequências desses regimes seres “estados laicos”, e se bem estou certo, escorregou feio ao falar contra a laicidade do Estado. O próprio Bial tratou de corrigi-lo, dizendo “mas isso não é estado laico, e que o estado laico promove a liberdade religiosa”, e mesmo assim ele não se corrigiu, e perdeu uma grande oportunidade de deixar o Sottomaior no chão.

    • Manoel:
      Também estou no aguardo das análises de frame, feitas por Luciano.
      Mas já me adiantando…cabe dizer aqui que em linguagem corporal percebe que malafaia estava MUITO apreensivo desde o início do programa, e que o neo ateu ao seu lado parecia estar em uma colônia de férias. Essa postura do malafaia não se altera até o fim do programa, e se alterou muito pouco com o passar dos anos….o que poderia ser o diferencial, agora que ele adentra de vez o cenário do debate político.

      Tal postura de malafaia se explica (pelo menos nessa situação), pela óbvia sensação de estar em território inimigo — ciente do jogo político e das desonestidades intelectuais cortes e edições — tanto que o programa teve seu horário de exibição reduzido.

      Sobre a falha de malafaia, é importante dizer — ele não cometeu uma falha em termos de refutação e apresentação de dados….mas erro em afirmar que o ateísmo era ‘a base’, quando sabemos que a base era o comunismo, e comunismo tem como premissa o ateísmo. Mas é até compreensível, pois malafaia não teria tempo de fazer a diferenciação….e sottomaior poderia afirmar — “mas eu não sou comunista”…e isso levaria a outro curso de ações. Do jeito que ficou não acho que foi tão ruim.

      Outra oportunidade perdida de malafaia foi a demonstração clara da ressignificação desonesta que neo ateus fazem entre estado laico e estado ateu….o neo ateu fala em estado laico, mas suas afirmações despencam para o estado ateu (e consequentemente esquerdista)…..se o interlocutor não apontar isso — ocorre o que ocorreu com malafaia….fica parecendo que ELE confundiu os termos, e no fim esse é outro joguinho feito por um outro neo ateu em debate ( o próprio mascarado pedro bial….que aliás começou o programa como um típico esquerdista, falando das maiorias oprimidas que lutam por seus direitos de agora submeter as maiorias às suas vontades, sejam elas quais forem).

      Após ser mal sucedido em aplicar a primeira desonestidade intelectual sottomaior já ciente da condição psicológica de seu adversário, faz um ATAQUE direto à teologia da prosperidade e aos pastores…..aí é quando malafaia, que já deveria estar preparado para isso, perde a linha, e consequentemente o frame. Apesar usar da técnica de rotulagem (chamando o neo ateu de preconceituoso), ele falhou em manter a linha de raciocínio em cima da COMPROVAÇÃO da afirmação do neo ateu — um simples PROVE — já teria uma efeito melhor que “coloque seu imposto de renda na internet pra comparar com o meu” — que foi rapidamente aceito e ridicularizado por sottomaior. Malafaia também perdeu uma oportunidade de recuperar o frame acerca do enriquecimento dos pastores, tanto na questão de se provar a informação, como também do fato de que pastores podem enriquecer como qualquer outra pessoa….deveria ter apontado que a possibilidade de enriquecimento existe para ateus e jornalistas…afinal pedro bial não é nenhum coitado.

      Nesse debate aconteceu algo inusitado à malafaia….mas não à nós que estamos acostumados ao jogo político… foi o convite à marcha da liberdade religiosa feita pelo ubamdista. Aqui malafaia perdeu totalmente o controle de si mesmo no debate…enrolou…enrolou…falou de política e ficou muito claro que ele estava fugindo do convite. Ao meu ver a questão era até mais simples….a questão de marcharem juntos não se justifica simplesmente por questões TEOLÓGICAS….mas é óbvio que se malafaia falasse isso de cara, ficaria caracterizado para os LEIGOS, o preconceito religioso. Malafaia portanto deveria além de ter falado tudo que falou a cerca dos complôs políticos, deveria ter imposto uma condição ao aceite da proposta….e aí é onde entraria o que o luciano chama de “neo-esquerdismo”:

      “Eu aceito seu convite da marcha pela liberdade religiosa, se o sr. e todas as entidades espíritas filiadas se juntarem a uma marcha contra a opressão da liberdade de expressão religiosa acerca do homossexualismo, e contra o esquerdismo do governo do PT, que tem depredado nosso país por 10 anos. Faremos nossa marcha primeiro.”

      Ou seja, malafaia usou a política como desculpa para não participar, mas deveria ter usado a política para fazer seu adversário sucumbir pelo próprio livro de regras….e esse adversário uma vez que se fez de representante da liberdade religiosa falar contra os verdadeiros depredadores da mesma (neo-esquerdismo).

      Malafaia ainda tem muito o que aprender sobre seus adversários, seus frames, sua retórica e suas possíveis desonestidades não só para prevê-las, mas também para induzir o adversário ao erro
      Em suma…A globo possui um novo (velho) tipo de jornalismo, onde mesmo que a maioria dos debatedores sejam religiosos, a atmosfera do programa consegue ser anti-religiosa…putz….cara, coisa do capeta….credo.
      .

  7. Não esqueçamos de gente que teve certa perspicácia de usar o gramscismo para promoção pessoal. Lembram-se do fuzuê de quando se descobriu a tal Geisy Arruda após aquele episódio na Uniban? Pois bem, naquela ocasião, houve feminista querendo capitalizar em cima do episódio, mas logo notaram que era a Geisy que estava capitalizando em cima das marxistas culturais e as mesmas, após verem que foram feitas de otárias (uma vez que inocentes úteis já são e ser inocente útil é só uma forma diferente de ser otário), acabaram recuando, enquanto a moça do vestido rosa conseguiu obter o que queria.
    Talvez fosse importante no combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo que se conseguisse ter uma habilidade parecida com a de Geisy Arruda e usar as próprias estruturas dele não só em combate ao mesmo como também usar a propensão a ser inocente útil para que eles acabem por promover coisas que combatem o marxismo-humanismo-neoateísmo, até um ponto em que quando virem que foram feitos de otários, já se conseguiu o impulso desejado.

Deixe uma resposta