Que tal derrubar de vez o fascista Breno Altman com um desafio?

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No post Os “crimes” de Olavo de Carvalho, o discurso psicótico de Breno Altman, a ópera imunda e o terror no bordel esquerdista, comentei a extrema humilhação sofrida por Breno Altman ao tentar defender o Foro de São Paulo de todos os questionamentos impiedosos feitos por Olavo de Carvalho.

Revejam a sequência do desastre que acomete Breno:

Meu post já citado comenta a trilogia acima.

Reinaldo Azevedo também desancou o petralha no texto Futuro carregador das quentinhas de José Dirceu revolve me atacar num texto em que defende os crimes do Foro de São Paulo… faço um desafio ao valentão.

Como se observa o sujeito é patético e ridículo até dizer chega, não tendo nem sequer a mesma rapidez de raciocínio de outros estrategistas da esquerda como Elio Gaspari e Emir Sader. Breno recebe cacetadas sutis e inteligentes, e devolve com xingamentos típicos de jardim da infância, dignos de briga campal no Facebook ou Orkut.

Em seu texto Neo-conservadores: a vanguarda liberal-fascista, ele segue remoendo seu recalque contra Olavo de Carvalho, Reinaldo de Azevedo e todos não-esquerdistas.

O nível é tão baixo que não vale a pena citar parágrafo por parágrafo, e vou me resumir ao “argumento central” dele, que é a defesa do rótulo liberal-fascismo. Para ele, essa bobagem é “válida”, mesmo que o termo já tenha sido amplamente ridicularizado tanto por mim como por Reinaldo, e devidamente esculachado nas redes sociais. Liberal-fascismo é o mesmo que chuva seca ou quadrado redondo.

Ele se defende dizendo: “O que foram as ditaduras militares da Argentina e do Chile, para citarmos dois casos notórios, que não uma fusão entre liberalismo econômico e fascismo político?”

O argumento dele professa que as ditaduras eram ao mesmo tempo “fascistas”, como também “faziam privatizações, defendiam livre-mercado e desregulamentação”. Se tirarmos as propagandas, o raciocínio dele é exatamente esse, que podemos transpor em forma de silogismo:

  1. Existem governos que fazem privatizações e usam práticas de livre-mercado, logo são liberais
  2. Existem governos que usam sistemas ditatoriais para controlar a patuléia, logo são fascistas
  3. Existiram na história governos que combinaram 1 e 2
  4. Logo, existe a ideologia “liberal-fascismo”

O fato é que existem vários truques no silogismo acima, e investigadores de fraudes intelectuais descobrem a primeira fraude logo na mudança de modo entre o terceiro passo e o quarto (a conclusão). Note que inicialmente se fala em “governo” mas em seguida há um salto para “ideologia”, de forma a confundir o leitor.

Supondo, a título de argumento, que de fato governos misturassem “fascismo” e “liberalismo” (o que não é o caso), ainda assim isso não demonstraria a existência de uma ideologia ou filosofia política chamada “liberal-fascismo”. Motivo: um governo inclui a aplicação de diversas linhas de pensamento.

É por isso que o governo brasileiro é de tendência marxista, mas, pragmaticamente, resolveu privatizar aeroportos. Isso não comprova que Dilma é uma “liberal-comunista”, mas sim que continua sendo uma comunista fazendo um governo com concessões a um sistema de que ela não gosta.

Outro ponto que implode a “defesa” de Breno é o fato que nos mostra que quanto mais fascista um regime é, mais próximo do socialismo ele está, e vice-versa. E quanto mais próximo dos dois, mais um sistema governamental é totalitário. Só que as ditaduras latino-americanas foram apenas reações a projetos de tomadas de poder por marxistas, e, portanto, foram menos totalitárias que os regimes projetados por seus oponentes.

Em suma, aquilo que Breno chama de governos “liberais-fascistas” na verdade são governos (e não filosofias, prestem atenção) “esquerdistas moderados, menos fascistas do que o que os marxistas queriam”. Para piorar, nem liberais esses governos eram, mas simplesmente eram esquerdistas-moderados.

O problema na mente marxista é que para ela tudo que não é marxista de tendência absolutista (como os países do Foro de São Paulo) é “liberal”. E todos os que não são marxistas, são “fascistas”, mas este é um truque que qualquer um que já leu “Fascismo de Esquerda”, de Jonah Goldberg, sabe que não tem mais valor algum, a não ser na mente do esquerdista. Hoje em dia não passa de xingação de parquinho e nada mais, e só merece ser desmascarada e ridicularizada. Qualquer esquerdista que venha chamando um liberal de “fascista” simplesmente está nos declarando que desistiu do debate racional.

Fascistas são defensores de estados inchados e totalitários, enquanto nós, da direita, estamos em oposição tanto a um como outro. Quanto menos poder um estado tiver, melhor. Quanto menos chance um governo tiver de implementar o totalitarismo, melhor. Ideologicamente, não há como existir “liberal-fascismo”. Mas, lembrando do livro de Jonah Goldberg, a esquerda usa o termo “fascista” não para se referir a um fato do mundo, mas para xingar alguém de que ele não gosta.

Um exemplo está no vídeo abaixo, do CQC, ilustrando como esquerdistas partem para chamar alguém de “fascista” sem nenhum motivo aparente para fazê-lo a não ser a vontade de xingar alguém de quem não gostam:


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Um exemplo do fascismo exacerbado de Breno aparece especialmente evidente quando ele protesta contra “os monopólios de comunicação”, que não existem. Por exemplo, só em redes de TV, temos Globo, SBT, Record e ainda os canais pagos, dentre outros. Em termos de jornais, temos vários. E o consumidor pode escolher qual quer ler. Mas ele mente dizendo que há “monopólio de comunicação”, usando rotinas típicas de petralhas que defendem o controle da mídia pelo uso de sovietes. Não há como ser mais fascista do que isso.

No fim, Breno demonstra qual a origem de seu ódio contra Olavo e Reinaldo. Segundo Breno, o problema não são os dois autores da direita, mas sim as pessoas que eles influenciam.  Sim, é verdade que ambos estão influenciando muitos jovens que tenham vontade de estudar e fugir da doutrinação marxista. O problema (para Breno e o PT) é que essa nova geração está entendendo que a luta é contra a esquerda como um todo, e isso inclui fascismo, marxismo e nazismo, dentre outros.

Como se nota, tudo que Breno quer é dar poder totalitário a seus machos-alfa do PT. Essa é sua serventia e nada mais. Não há mais dignidade nem honra nesta figura.

Mas ele não é tão funcional como parece. Breno também exerce seu lado beneficiário. Segundo o UOL, podemos ver que o site Ópera Mundi, do qual Breno é diretor, recebe por ano R$ 500.000,00 de verba estatal. O problema é que o site possui míseros 514.000 acessos por mês. Isso não dá 20.000 acessos por dia.

Em suma, não há nenhuma justificativa para o site dirigido por Breno receber toda essa verba a não ser o fato de ser uma publicação chapa branca, desonesta até a medula. Uma legítima integrante da BESTA, a blogosfera estatal.

A desonestidade de Breno também fica evidente no post do Mídia Sem Máscara intitulado Breno Altman de calças na mão. Neste post, sabemos que nos e-mails descobertos nos computadores de Raul Reyes (comandante das FARC), há um onde Breno confessa ser um elo de ligação para contatos secretos entre José Dirceu e Reyes. Isto é, desde 2008 a revista Cambio, da Colombia, já sabia que o Foro de São Paulo sempre foi envolvido em falcatruas, mantidas sob segredo. Inclusive o próprio Foro era mantido em segredo. Breno, ao contrário, quis nos enganar dizendo que o Foro “sempre foi público”. Na verdade, o Foro de São Paulo só é público agora por que a direita denunciou a existência do Foro…

Mas já que Breno é um “homem que luta pelo bem estar social, sempre contra a maldade da direita”, que tal colocar alguma pressão nele?

Sugiro que passemos a exigir que ele nos demonstre sua declaração de imposto de renda. Com isso, poderemos analisar o quanto é possível para um esquerdista aparelhado pelo estado obter resultados a partir deste aparelhamento. Em seguida, Breno poderá enfim ter sua redenção aceitando o desafio de fazer a doação pública da maior parte de sua renda, bem como de suas propriedades, em nome “da justiça social”, de forma voluntária.

Façam o teste e exijam isso de Breno. Em todos os que testei (incluindo Luis Nassif e Paulo Henrique Amorim), só vi esquerdistas preocupados com a renda que recebiam do governo, mas jamais em viverem de acordo com o que dizem acreditar.

Gente como Breno luta tanto pelo Foro de São Paulo por que sabe que isto se tornou um negócio para ele.

Mas quem sabe ele não consegue provar que estou errado aceitando o desafio…

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13 COMMENTS

  1. Luciano, você prestou atenção aos 4:28 do vídeo? Nota a marxistinha e veja como ela está constrangida de medo das piadas do CQC. Esquerdistas morrem de medo de serem ridicularizados, esta é a arma para atingi-los, pois eles perdem o controle.

    • Notei. Eles “travam” diante da ridicularização. É que eles levam a sério demais seus “ideais”. Os funcionais são os que mais sofrem com a ridicularização. O negócio é esmagá-los moralmente…

      • Alem disso são covardes, esperaram o reporter vira de costas para começarem a destilar seus cacoetes mentais, quando a camera estava na cara deles eles ficaram com carinha de bunda. Mais o pior é o CQC ir pedir ajuda pro midia ninja, o mesmo grupo que estimula esse tipo de reação radical. Alias esse programinha vive a puxar o saco de gente como Jean Wyllys por intermédio de pseudo-reporteres como essa Monica Iozzi. Como Yuri Besmenov disse: É isso que acontece quando vc encontra marxistas mais radicais que vc.

  2. A boçalidade de Breno Altman continua em alta. Tanto Augusto Nunes Como Reinaldo Azevedo rechaçaram o rosário de xingamentos do referido boçal com argumentos e até uma sofisticada ironia, o xucro apologista do Foro de SP apenas finge constrói um raciocínio reciclando as velhas arengas esquerdistas, cristalizadas em luta de classes e abaixo ao neoliberalismo. E ainda assim vemos os mesmos pastéis de vento elogiando as diatribes do referido boçal.

  3. Acredito que no fundo, no fundo mesmo o PT queria ter realizado essa privatizações que foram feitas no Gov. FHC. Vejamos com está a Petrobras o antes e o depois da era Lula e Petralhada….! Em relação a essa criatura, Breno Altman, ele quer está em evidência, nunca chegará aos pés do Reinaldo e muito menos do Pro. Olavo de Carvalho que está a anos luz distante. Suas pesquisas partem das suas convicções e são contaminadas pela vaidade do pensamento esquerdista.

  4. Luciano, você não entendeu o que o Breno Altman explicou, pois o raciocínio dele é muito sutil. Liberais são os que defendem o livre-mercado e a redução do tamanho do estado. No léxico marxista, fascistas são as pessoas que eles não gostam. Olavo de Carvalho e Reinaldo Azevedo são pessoas que Breno odeia e que ao mesmo tempo defendem livre mercado e redução do estado. Por isso, liberais-fascistas.

  5. Há mais de um ano:

    “Certa vez, num debate, ouvi um ilustre professor da USP exclamar “liberalismo é fascismo!”. Gentilmente pedi que a criatura citasse um exemplo – unzinho só – de governo fascista que não praticasse um rígido controle estatal da economia. Não veio nenhum, é claro. A palavra “fascismo”, na boca do distinto, não era o signo de uma ideia ou coisa: era uma palavra-gatilho, fabricada para despertar reações automáticas.”

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/13133-a-palavra-gatilho.html

    O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus continua numa boa…

  6. Ótimo post do Perzio Meneses

    “Depois que o arguto Breno Altman, escreveu um artigo no qual ele cunhou o conceito de “liberal-fascista”, decidi verificar se eu teria (sem fazer uso de psicotrópicos) capacidade de cunhar um conceito que fosse ainda mais sem sentido. Várias horas de árduo empenho e alcancei alguns, mas sinto que estou muito distante de atingir a “jêgnialidade” do “jornalista-petista”. Gostaria de contar com o auxílio de vocês. Vejam os que eu já fiz:

    – Subida-descendente
    – Quentura-gélida
    – Fogo-úmido
    – Idoso-recém-nascido
    – Afogado-por-desidratação
    – Canguru-egípcio-da-Groelândia

    Viram que bacana!? Alguém sugere mais algum??? Isso é só um “brainstorm”, então sua sugestão não precisa ser tão “fatality” quanto “liberal-fascista. Qualquer uma vale.”

  7. Continua “does not exist” o vídeo.
    Sempre encrenquei com essa história de “monopólio da mídia”!
    Vamos lá: Globo, Record, SBT, Band, Rede TV, várias nanicas aí pelo meio… Cadê o “monopólio”?
    Sou do tempo que “mono” é APENAS UM CANAL, Stereo são dois!
    Temos pelo menos quatro grandes canais de TV, centenas de revistas, dezenas de jornais. Pergunto de novo: cadê o MONOPÓLIO???
    Ah, tá lá em CUBA!!!!

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