Maquiavel Pedagogo ou o Ministério da Reforma Psicológica

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Mais um vídeo para fechar a trilogia de vídeos para hoje.

Agora, temos o excelente trabalho da professora de história Ana Caroline, que já foi mencionada nas páginas deste blog por irritar muito os esquerdistas doutrinadores demonstrando para seus alunos que o nazismo sempre foi um sistema de esquerda. Por falar a verdade, ela fez a esquerda radical espumar de raiva.

Agora, ela explica de forma brilhantemente sintética (pouco menos de 25 minutos) o conteúdo do excelente livro “Maquiavel Pedagogo: ou o ministério da reforma psicológica”, de Pascal Bernardin, que fala sobre as técnicas de manipulação psicológicas utilizadas para facilitar a lavagem cerebral de alunos em esquerdismo e humanismo nas escolas atuais.

Como ela nos mostrará, o jogo de doutrinação escolar é sujo e baixo até não poder mais, e quem quer que tenha sido vitimado por isso torna-se, na maioria dos casos, incapaz de pensar por si próprio, resultando naquilo que John Dewey sempre ambicionava: para pensar de forma coletiva, a pessoa tem que perder o apreço por ter idéias próprias e por sua individualidade.

Por isso que digo que resta a nós entendermos que tipos de comportamentos padronizados as pessoas que saem das usinas de doutrinação escolar vão ter, e explicar para o público esse padrão, sempre fraudulento, ridicularizando seus discursos.

O livro de Bernardin apenas mostra que a estratégia gramsciana de criação de zumbis se tornou um empreendimento de larga escala, e, por isso, requer ainda mais trabalho em termos de desmascaramento.

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7 COMMENTS

  1. Hitler mamou em Marx. NAZISMO (Nacional SOCIALISMO) = COMUNISMO como já está mais do que provado.
    Veja o discurso de Hitler:
    “Não sou apenas o vencedor do marxismo, sou seu realizador. Aprendi muito com o marxismo e não pretendo escondê-lo. O que despertou interesse nos marxistas e me forneceu ensinamentos foram seus métodos. Eu, simplesmente, levei a sério o que essas mentes de pequenos comerciantes e secretárias haviam vislumbrado timidamente. Todo o nacional-socialismo lá está contido. Veja bem: os grêmios operários de ginástica, as células empreendedoras, os desfiles monumentais, os folhetos de propaganda redigidos em linguagem de fácil compreensão pelas massas. Esses novos métodos de luta política foram praticamente inventados pelos marxistas. Eu só precisei me apoderar deles e desenvolvê-los para conseguir assim os instrumentos de que necessitávamos.”
    -Fonte: “Hitler m’a dit” (1939)

  2. Hitler disse certa vez: “Eu não preciso socializar indústrias e casas: eu socializo PESSOAS”. Ele estava certo. Este é um método mais eficaz de tomada do poder sem entrar em atrito desnecessário. Sun Tzu dizia, em A arte da guerra: “Há que deixar uma saída a um exército cercado. Mostra-lhes uma maneira de salvar a vida para que não estejam dispostos a lutar até à morte, e assim poderás aproveitar para atacá-los. Não pressiones um inimigo desesperado. Um animal esgotado seguirá lutando, pois essa é a lei da natureza.” Você PENSA que tem alguma liberdade de escolha, de ser ou não do partido nazista, de ter alguns direitos, de ser um cidadão autônomo, mas a MALHA onde você se movimenta já está toda tomada em setores-chave pelo Estado, que lhe monitora e lhe observa. Essa técnica (levada a perfeição pelos nazistas) vem sendo utilizada por todos os governos ditatoriais e os que têm pretensão de permanecer pra sempre no poder.

  3. Hitler era socialista, não no conceito original de socialismo. Leiam o seu livro.
    Ele se apoderou do partido, fez durante anos um jogo duplo (similar ao Lula?), com declarações que poderiam ser interpretadas de várias formas (socialista ou capitalista), beneficiou-se da penetração do partido nas mais diversas camadas sociais (nessa época o socialismo estava dominando corações e mente na Europa) e por fim dividiu o partido, expulsando a “metade socialista” (e fundadora!! como aconteceu com Helio Bicudo, Domingos Dutra, Erundina ?) do partido Nazi. Enquanto a conversa pro povão era uma, ele negociava secretamente com ricos industriais (vide o exemplo de Eike Batista?). Os industriais não se arrependeram. Com a subida de Hitler ao poder, eles puderam lucrar à vontade, inclusive contando com a mão-de-obra escrava dos judeus, eslavos, ciganos e todos aqueles que eram contra o partido. Industriais do ferro, como Thyssen e Krupp (cujas empresas se juntaram depois e podem ser vistas na marca de Elevadores ThyssenKrupp), da construção civil, química (A IG Farben, da qual faziam parte a BASF e a BAYER, usava mão-de-obra de Auschwitz III) e até mesmo do setor de tecidos (Hugo Boss fazia roupas para os soldados da SS Nazista, com mão-de-obra escrava) prosperaram e muito com uma economia que dispunha, cada vez mais, de mão-de-obra gratuita (o que me faz pensar se os tais campos de concentração – denominados de “campos de trabalho” – eram um “capricho” dos nazistas ou uma requisição da indústria).
    Nunca a elite lucrou tanto no governo do PT.

  4. Há o socialismo de estilo soviético (bolchevista), o socialismo de estilo alemão (nazista) e o socialismo brasileiro (petista). Fixar preços é uma forma de ataque à propriedade privada, pois retira dos produtores as opções que eles teriam no livre mercado para aplicar seus recursos. Controle de preços é um decreto estatal que, na prática, proíbe os proprietários de investirem seus recursos onde bem quiserem.

    Os nazistas praticaram controle de preços, controle de salários e arregimentaram toda a produção. A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas era o governo quem decidia o que deveria ser produzido, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.

    Os petista também praticam controle de preços (via controle das tarifas pública, combustíveis, tarifa alfandegária e impostos), controle de salários (através do salário mínimo e pressão dos sindicatos) e arregimentaram toda a produção (participação acionária dos fundos de pensão e influência via empréstimos do BNDES, Caixa e Banco do Brasil). A propriedade dos meios de produção continuou em mãos privadas, mas é o governo quem decide o que deve receber incentivos para a produção, em qual quantidade, por quais métodos, e a quem tais produtos seriam distribuídos, bem como quais preços seriam cobrados, quais salários seriam pagos, e quais dividendos ou outras rendas seria permitido ao proprietário privado nominal receber.

    Isso é socialismo.

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