Da série “Contradições do Feminismo”: Mulheres carregam saco de cimento de 50kg, passam mal em concurso e propagam mimimi

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Fonte: G1

Candidatas em um concurso público para a Prefeitura de Tambaú (SP) passaram mal, neste domingo (11), após ter que carregar um saco de cimento de 50 quilos em um percurso de 60 metros. O edital previa que o aprovado para a função de ajudante geral deveria ajudar a armazenar materiais como cimento e cal. Nem a empresa que organizou o concurso, nem a administração municipal quiseram comentar as reclamações.

Mesmo indignados, mais de 100 candidatos (entre homens e mulheres) compareceram à prova prática. “Serviços gerais não é carregar sacos de cimento, é limpar rua, lavar banheiro, limpar uma escola. Carregar sacos de cimento é para servente de pedreiro”, disse a candidata Cristiane de Oliveira Vicente.

A prova estava marcada para as 9h, mas uma confusão atrasou o início dos testes. A organização tirou os candidatos do local e quis impedir que os familiares assistissem a atividade realizada em uma praça pública.

“Uma pessoa autorizou a gente a ficar, mas um rapaz, em tom meio agressivo, exigiu que todos saíssem. Mas como é um local público eu achei que poderíamos ficar”, disse o ceramista Gilberto Marcolino, que foi acompanhar a neta.

A polícia foi chamada e depois de muita discussão a prova começou com três horas de atraso. Teve gente que desistiu mesmo sabendo que seria desclassificado. “É humilhante, eu acho que isso não deveria ocorrer”, desabafou uma candidata.

Uma senhora não aguentou o peso e deixou o saco de cimento cair. Outra mulher completou o percurso com muita dificuldade, mas saiu chorando e foi amparada pelos familiares. “Isso é um abuso, tem que processar e as mulheres serem indenizadas”, disse a candidata Dercilene Silva.

Meus comentários

Lembrando algo que já tratei em meu post anterior (sobre a escravidão dos médicos cubanos), uma sociedade carcomida pelo esquerdismo torna-se engraçada por criar tantas contradições que podemos claramente tornar o estudo do comportamento humano algo similar a assistir uma comédia de erros.

O primeiro problema está em pessoas aceitarem participar de um concurso, para o qual sabem as regras, e, no meio dos testes de qualificação, reclamarem dos testes. Mas quem disse que as pessoas são obrigadas a aceitar essas regras? Quer dizer, criou-se uma geração onde o vitimismo virou uma doença, e os proponentes deste discurso nem percebem que bastaria terem seguido uma regra básica: “Se não quiser participar, não participe”.

O segundo problema lógico surge pelo fato de que os esquerdistas adoram o discurso feminista, mas, quando mulheres reclamam de seguirem as mesmas regras que os homens nos testes de resistência, estão nos dizendo que as funções dadas aos homens não podem ser feitas pelas mulheres. Ou seja, carregar sacos de cimento. Mas, se os processos devem ser lançados por causa de mulheres não poderem carregar sacos de cimento, por que não podem no caso de homens? Não seria preconceito?

A diversão é total.

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16 COMMENTS

  1. Realmente a diversão é total. É óbvio que o teste de resistência deveria ser proporcional ao sexo (suponhando que os homens sejam, em média, 30% mais fortes que as mulheres, então o saco de cimento para a mulher carregar deveria ser 30% mais leve). Mas já que as companheiras feministas querem “direitos iguais”, divirtam-se aí passando mal.

    • Na verdade não Andresa, o teste do cimento é porque o serviço requer grande capacidade física. A regra é simples: não é capaz de segurar as pontas, não faz, tanto faz se é homem ou mulher. A não ser que a mulher tenha o direito de não ter que fazer o esforço físico requerido pela vaga mas mesmo assim ganhar o mesmo salário. Em todo o caso, configura-se discriminação pelo sexo.

    • Problema é que não existem “sacos de cimento masculinos e femininos”.
      Sacos de cimento costumam ter este peso mesmo.

      E mesmo que seja, o edital diz “carregar cimento e cal”. Por que não reclamou no dia do edital?

      De qualquer forma, concordo: quer direitos iguais, só quando interessa? Vá te catar!

      Aliás, um add-on: teve uma certa feita, nos tempos que a MTV não era um antro do boiolismo, em que os humoristas do Hermes e Renato propuseram às apresentadoras Marina Person e outra que não lembro direito (acho que era a Sara ou a Didi Wagner) viver uma semana fazendo serviço de macho – eletricista, consertar encanamento, trocar pneu… Elas sofreram!

      Mas o mais hilário foi a troca de pneus:

      – Agora coloca a calota de volta no pneu!
      – Mas não precisa, a calota é só para decoração.
      – Ah é? Então que tal tirar essas suas unhas postiças, esse esmalte, essa maquiagem, esse creminho do cabelo…

    • Andressa:
      Duvido sinceramente que um fabricante, faria sacos de cimento com 30% de cimento a menos, só para mulheres carregarem. Em tese sua afirmação está correta, pois para efeitos de teste poderia se retirar cimento do saco para as mulheres….porém em prática onde cimentos são fabricados em peso padrão, suas tese não se verifica.

    • Então elas deveriam ganhar 30% menos. Correto?
      Dá para ver claramente que as mulheres não são capazes de carregar os sacos de cimento (e aqui não estou nem dizendo carregar os sacos de cimento COMO OS HOMENS. É só carregar os sacos de cimento mesmo);
      Supondo que dois e homens e duas mulheres foram aprovados em um concurso e o trabalho deles seja carregar peso. Temos 100 sacos de cimento para carregar. Quem carregará estes sacos? Os homens ou as mulheres?
      Ou seja, de 25 sacos que cada homem teria que carregar, agora são 50. Enquanto isto as mulheres não fazem porra nenhuma e ficam só tomando cafezinho fofocando com os outros enquanto os homens estão trabalhando (e não adianta vir com conversinha de que elas estarão desempenhando outras atividades porque em primeiro lugar já vi isto acontecer e em segundo lugar o cargo que elas foram contratadas é para este). Ou presta concurso para o cargo de serviços gerais e desempenha o papel de serviços gerais ou então faz para outro.

    • Por essa lógica, uma mulher aprovada no concurso deveria ter um serviço 30% menor do que um homem, uma carga horária horária 30% e, consequentemente, um salário 30% menor. Opa, lembrei que não é só o saco de cimento que não tem dois pesos e duas medidas: esfregar o chão do banheiro, fazer comida e atender alunos malcriados não tem um medidor de “menos 30%”.

  2. Sabe o que é interessante, Luciano?
    Pegue todas as críticas que os esquerdistas gostam de fazer ao capitalismo, aplique a essa situação e veja como elas se encaixam perfeitamente.
    Só que os esquerdistas piram nessa aqui. Haha.

  3. [Feminista ON] Culpa da maldita cultura do carregamento de cimento, sustentada pelo machismo ainda presente em nossa sociedade patriarcal [/Feminista OFF].

    “Isso é um abuso, tem que processar e as mulheres serem indenizadas”

    A mentalidade vitimista colhendo seus frutos. Igualdade? Sim! Mas nem tanto…

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