A vida boa dos esquerdistas beneficiários: Ministério da Cultura libera captação de R$1,5 milhão para documentário sobre José Dirceu

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Fonte: Folha Política

Nesta semana, o Ministério da Cultura aprovou a captação via Lei Rouanet de verba para o projeto de um documentário batizado de José Dirceu, sobre o ex-ministro.

A responsável é a produtora Tangerina Entretenimento, com sede em São Paulo e que tem como representantes as cineastas Tatá Amaral, de filmes como O Céu de Estrelas, e Caru Alves de Souza. O montante autorizado é de 1,5 milhão de reais. Procurada desde terça-feira, Tatá Amaral disse que não conseguiria atender o blog dentro do prazo de publicação para explicar a quais passagens da vida e da carreira do político se refere o trabalho.

A assessoria de imprensa de Dirceu diz que ele está sabendo do documentário, mas também não ofereceu detalhes.

Meus comentários

Dificil existir maior moleza na vida do que ser um esquerdistas beneficiário. Basta ter uma aliança com o partidão no poder para obter uma série absurda de mamatas, tudo com o dinheiro público.

É por isso que esquerdistas funcionais gastam tanto esforço para aumentar o tamanho do estado. Claro que os funcionais não ficarão com nenhuma parte da bolada, que é destinada aos poucos beneficiários.

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4 COMMENTS

  1. Luciano, você viu esta mostra de que marxistas-humanista-neoateístas não são muito diferentes dos nazistas em seu ódio àquilo que não for puro nas etnias humanas? Sim, meu caro, exatamente isso que você está vendo e desta vez o pessoal do Nação Mestiça tomou porrada. Segue o primeiro vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=9EL_Wkn5FG4

    Abaixo, a descrição do mesmo para que situemos melhor:

    Após propostas para caboclos e outros mestiços serem todas excluídas, não respeitando leis do Estado do Amazonas, por militantes do PT e PCdoB, com a conivência da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SEJUS), a presidente do Nação Mestiça e do Conselho Municipal de Direitos Humanos de Manaus, Helderli Castro, foi agredida durante a III Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas (III CEPPIR-AM), no dia 30/06/2013.

    Tentativas de excluir delegados mestiços

    Durante o evento, grupos mestiçofóbicos tentaram retirar os crachás dos delegados mestiços.

    Delegados provenientes do interior do Estado tiveram suas vagas para inscrição reduzidas de 40% para 30% e os que chegaram ao evento tiveram sua inscrição posta em risco no momento do credenciamento por novas exigências de documentação.

    O grupo de trabalho onde havia delegados mestiços, após diversos atrasos e longa paralisação, foi cancelado pelo representante da SEJUS, sem qualquer votação pela plenária da conferência, de forma a não constar qualquer referência a mestiços no Relatório Final do evento.

    PT e PCdoB defendem enegrecimento oficial dos mestiços

    A existência da etnia mestiça vai contra a política racial do governo federal. Para o Partido dos Trabalhadores e para o Partido Comunista do Brasil, que comandam o governo federal, pardos não são mestiços, são negros e não devem ter políticas específicas. O Estatuto da Igualdade Racial, de autoria do senador negro Paulo Paim, do PT do RS, impõe aos pardos a identidade negra.

    A representante da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) presente ao evento apoiou a legislação federal.

    E o segundo vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=UlgoFHa3Ids

    Exatamente isso que você está vendo: no Amazonas, estado que o Censo demonstra ter a maior porcentagem de pessoas de origem mestiça (pardos), excluíram propostas que contemplam mestiços (salvo se eles se declarassem negros) e também maquinaram a redução da participação da população do interior da maior unidade federativa de nosso país, população essa majoritariamente de origem euro-indígena. E por que isso? Obviamente por eles se recusarem a deixar de serem vistos como caboclos e oriundos de uma cultura que juntou elementos europeus e indígenas e que pode também ter absorvido alguns elementos africanos, mas que se vê e quer ser vista como algo completamente diferente dessas três ancestralidades, mas uma síntese delas, sem puxar para este ou aquele lado.

  2. Luciano, olha isso aqui

    http://www.diariopernambucano.com.br/noticias/medicos-cubanos-trabalharao-para-o-fora-do-eixo-e-receberao-em-cubo-card/

    “A questão salarial era o elemento mais controverso que rodeava a contratação dos médicos cubanos por parte do Ministério da Saúde. Acreditava-se, até então, que o Brasil faria os pagamentos ao governo cubano, que repassaria uma parte do valor para o médico. O Ministério da Saúde desmente a informação errônea e assegura que os médicos serão administrados por Pablo Capilé, dono do Fora do Eixo, uma rede de coletivos atuando na área da cultura e saúde em todo o Brasil, e serão pagos com Cubo Cards, dinheiro invisível e metafísico da organização, através do programa batizado de “Médico por vocação, não por remuneração”. “Assim como os meus artistas, os médicos cubanos trabalharão por puro amor. Amor é vida. Trabalho é vida. Dinheiro, não! Beleza pura, ilê-aiê. A realização do humano opera em dimensões e instâncias rizomáticas hiperbólicas, remetendo o valor-trabalho a uma proto-ressignificância social expansiva. Por isso, é muito mais coerente que o trabalho-amor dos médicos cubanos seja remunerado em Cubo Cards ou, mais especificamente, em Cuba Cards, que podem ser convertidos em outros devires-produtos, como serviços de design gráfico, curtidas no Facebook, horas em lan houses e vidas no Candy Crush. A economia social viabilizada pelo Fora do Eixo é capaz de dar um giro midialivrista de 180 graus na concepção cristalizada da profissão que é propagada pelo CRM, que, por sua vez, se mostra acorrentado ao caquético rancor capitalista. Na realidade, o médico é apenas um duto para a rede e tem que trabalhar de graça! Transubstanciando-se em alternativa para a economia do governo com gastos sociais. A parada é memética, tá ligado?”, afirmou Capilé.”

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