Mente socialista: Garoto de 9 anos lê 373 livros em cinco anos e é criticado por diretora de biblioteca

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Fonte: Livros e Pessoas

Um garoto de nove anos, estudante do ensino fundamental em uma cidade do estado de Nova York, foi criticado pela diretora de uma biblioteca pública por… ler demais.

Tyler Weaver, que já foi cinco vezes campeão em um concurso de leituras da biblioteca pública de Hudson Falls, foi alvo de comentários por parte de Marie Grandon, a diretora do estabelecimento. Segundo informações do portal Huffington Post, ela contou a um jornal local que achava ser hora de o menino abdicar de seu trono e dar chance a algum outro.

A biblioteca organiza um concurso anual de leitura, no verão. Nele, as crianças que leram pelo menos dez livros são convidados para uma festa no final da estação. O participante que ler o maior número de livros é o vencedor. Nos últimos cinco anos, Tyler leu um total de 373 livros para o concurso, segundo a publicação local Post-Star.

O jornal procurou a biblioteca para, originalmente, produzir uma reportagem sobre o garoto e seu índice impressionante de leituras. Porém, para a diretora, a dedicação do menino não é motivo para comemorações.

Para Marie, Tyler “contamina” o concurso. Por isso, ela quer mudar as regras, de modo que o vencedor seja sorteado, e não mais conquiste o prêmio pelo total de livros que leu. Para ela, a capacidade do menino de ler obras desanima os outros concorrentes de participar, porque ninguém consegue acompanhá-lo.

Em defesa do filho, a mãe de Tyler, Katie Weaver, disse que nem ela nem o menino ficaram satisfeitas com os comentários da diretora.— Quando ele ouviu o que a diretora disse, ficou bastante irritado. Ele nunca pensou que ser bom em leitura pudesse ser uma coisa negativa. E ele não deveria [pensar isso]. Ele entendeu que a diretora está errada.

Katie disse que ficou furiosa quando ouviu o que a diretora da biblioteca disse que espera por um pedido de desculpas.— Acho que Tyler merece desculpas. Quero que ele saiba que mesmo que alguém discorde, se é algo que ele quer alcançar, acho que ele deve seguir em frente. Ele aprendeu uma grande lição sobre ignorar a negatividade.

Em entrevista à emissora de TV local WTEN, o garoto disse esperar que a diretora da biblioteca não mude as regras do concurso.— Ela [diretora] disse que para cada dez livros, você tem de colocar o seu nome em um trecho dele. Mas se algum garoto ler dez livros e vencer, isso não é justo. Ele não se esforçou o suficiente para isso.

O presidente do conselho de curadores da biblioteca, Michael Herman, divulgou uma nota em que diz que “infelizmente, alguns comentários infelizes ofuscaram as realizações de Tyler Weaver e de todos os participantes do nosso programa”. Mas ele admitiu que o conselho vai rever as regras do concurso.

Meus comentários

O problema dessa diretora escolar é uma doença mental que atende pelo nome de esquerdismo. Só uma mente que vive arrumando falsos opressores contra falsos oprimidos teria uma ideia tão energúmena.

Claro que o ato de Tyler ler 373 livros deveria ser um mérito, e ele deveria ser homenageado. Ao invés disso, a diretora pensou naqueles que iriam se desanimar ao ver alguém tão virtuoso na arte da leitura.

E assim caminha o esquerdismo, promovendo o ódio à virtude e a paixão pela inveja.

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24 COMMENTS

  1. Esses esquerdistas são amantes da mediocridade.
    Isso me lembra uma vez que eu disse para meu professor de matemática (5ª série) que tinha feito todos os exercícios de casa, daí ele me chamou de CDF!

    Na época não tinha conhecimento para chegar à conclusão de que ele sofria de esquerdismo, mas conclui que ele só podia ser maluco
    pra passar deveres de casa e depois ofender quem fez o que ele próprio mandou.
    Acho que ele esperava que ninguém jamais fizesse tudo, pois isso representa o império da mediocridade que os esquerdistas adoram.

  2. Sei lá Luciano, mas me senti “na pele do menino”. Na época de escola, uma professora mais o coordenador me pediram para não ser tão boa aluna, pois os outros alunos se sentiam diminuídos, também pediram para evitar divulgar minhas notas aos colegas de classe porque isso era exibicionismo. E, quando na faculdade, pensei que isto acabaria, eis que fui reprovada (um zero bem redondo como dizem) em minha monografia de graduação. Justificativa? A monografia estava boa demais em comparação às demais, estava no nível de mestrado ou doutorado, o que significava que eu havia comprado o trabalho. Fala sério!

    • Fernanda, muita gente passou por isso. Eu e outros colegas também vivemos situações parecidas. Certa vez um colega meu me recomendou repetir de ano como todo mundo. Respondi que não gostava tanto assim da escola para querer ficar mais um ano lá, e que seria um esforço enorme repetir de ano, uma vez que em média tínhamos 10 páginas de caderno escritas em cada disciplina, coisa que meia hora por dia, você poderia aprender tudo que foi passado em sala de aula e mais um pouco.

      E claro, esse mais um pouco, também rendia muitas críticas até dos professores. Mas eu sempre os ignorava, para o delírio deles. Eu tinha uma colega que estudava sozinha para o vestibular e sempre estava contra abaixo-assinados para ir mais cedo para a casa ou para refazer provas que todos rodavam (menos ela e alguns poucos, claro). Quando a professora se recusava, apontado-a como exemplo, não faltava espertinhos dizendo que ela não tinha vida, era CDF, etc. Ela não se importava, por que fazia o que todo mundo fazia, namorava, praticava esportes, ia a festas. Mas se organizava pra estudar. Dela aprendi a lição de não me importar com a opinião dos outros e seguir meus interesses.

      Isso não vai melhorar na faculdade, muito menos no mercado de trabalho. Eu sou desenvolvedor de software e te digo que são poucos que estudam as novas tecnologias, novas soluções, etc. A maioria não quer nem saber das novidades, só falam que não se ganha dinheiro lendo livros, o que me parece muito estranho, por que antes de ganhar tem que saber fazer alguma coisa, e não tem outro jeito a não ser estudar.

      Brasileiro é assim mesmo, não adianta você querer combater isso, que vai parecer que você está brigando com o mundo. A solução é você continuar sozinha e procurar na internet pessoas que buscam o mesmo que você e que não optaram pela ignorância chique que impera nesse país.

      • Verdade Eduardo. CDF e achar que você não tem vida social é o minímo que as pessoas criticam. Nunca me importei com as críticas destas pessoas. Tanto que quanto mais me criticavam, mais eu tirava notas melhores e fazia questão de mostrar a todos. Foi depois disso que passaram a cortar notas minhas, com a justificativa de que ninguém é perfeito para tirar 10. Nestas horas é que me lembro de Os Bruzundangas: hoje em dia, uma análise ótima da sociedade brasileira. Dá para ver direitinho o Lula, a Dilma, o Mantega e outros personagens da política brasileira.

        Um adendo, há 20 anos eu ainda criança percebia como a educação estava em nível descrecente (tanto que implorei aos meus pais para me colocar em uma escola melhor). Na época as pessoas diziam que se mudássemos algo, seria cruel com minha geração por ela estaria sendo perdida. Ok. Minha geração se perdeu e a atual também está no mesmo caminho. Aí, quando você diz “precisamos mudar o sistema, implementar novamente a meritocracia etc”, dizem que isso seria prejudicar a geração atual, pois a próxima seria privilegiada. Não sei se me fiz entender, mas nesta toada vamos piorar a cada geração para que a próxima não melhore.

    • Existem profissionais menos competentes em todas as áreas, desde a medicina (o que é muito perigoso) até a educação. É uma imaturidade querer ser aceito quando se é muito diferente, é preciso tolerar que nem sempre somos bem aceitos em um lugar. Se sua faculdade não está pronta para você, procure universidades melhores, procure fora do país se necessário. Quem é bom no que faz encontra seu lugar e não se decepciona.

      Outra coisa é saber ter uma boa noção de convívio social, coisas como mostrar notas ou sempre responder ao professor sem dar espaço para os demais colegas é algo que pode ser irritante, pelo fato de monótono e repetitivo, sem necessariamente causar inveja. Não adianta nada ser um excelente profissional se não sabe conviver bem em grupo.

    • Já tive problemas parecidos, mas só agora elaborei que era tudo esquerdismo. Na infancia mesmo concluindo com melhores notas que os demais tentaram impedir que avançasse na escola e na musica. No fundamental a escola publica começou a dar aulas de ingles de pessima qualidade quando já falava e inclusive tinha concluido curso particular tradicional e, muito criança na epoca. não questionei porque fui submetido a recuperação (inexplicavel). Na faculdade menos experiencias por sorte, tive um relatorio que discuti analiticamente e criteriosamente o tema e fui elogiado deveras pelo docente e o relatorio foi adiante e para minha surpresa voltou com a critica de que não queriam um trabalho tão criterioso (como?). Conhecendo melhor o pensamento e postura politica (graças ao facebook) vejo agora que os “responsaveis” são todos esquerdistas, alguns desses tem até fotos com lula e dilma. Como são fracos só conseguem mostrar poder descredenciando a meritocracia.

  3. Mas que diretora energúmena! Se ela não quer desanimar as outras crianças, deveria criar um prêmio “hors concurs”, porque esse menino é de um talento imenso, que merece ser reconhecido!

    • Concordo, o garoto merece “hors concurs”, mas é bom incentivar os demais alunos a competir. Não achei motivo de irritação em nenhuma das partes. O que vi foi imaturidade e falta de compreensão. Uma situação tão simples, por que isto irrita vocês ou eles? O aluno simplesmente deve seguir para um nível acima, ele é além dos padrões, é demais; o programa também deve mudar as regras para poder incentivar os outros que são igualmente importantes.

  4. A diretora é UMA IDIOTA, mas ao contrário, da maioria dos idiotas esquerdopatas é uma IDIOTA INÚTIL mesmo. Ela morre de medo da competência da capacidade individual…

  5. Duvido que a diretora tenha lido tantos livros quanto o garoto. Ela está com medo de perder o cargo dela para uma criança.
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    Mania de perseguição na mente esquerdista 🙂

  6. Alguém tem que dar “A Revolta de Atlas” para esse menino ler. Assim ele terá condições de entender melhor o quão imbecil e criminosa é essa diretora.

  7. Coloca essa diretora em uma selva pra caminhar junto com um Índio local e a dupla tem um tempo para chegar a determinado local, quem não chegar, morre e é devorado pelos outros índios, quem chegar no local na hora ou antes, será premiado com ouro e diamante e terá de volta a sua liberdade.O Índio, parceiro da Diretora, vai se foder – se o raciocínio dela predominar – e ela também, pois, não tem a habilidade que o índio tem. O Índio vai abandonar a parceira,pois, senão o fizer, vai ser devorado junto com ela. Qual é a moral disso tudo…você não pode ter muita habilidade, inteligência, não pode se destacar muito na sociedade, pois, senão irá deprimir os outros e humilha-los. Marx fez aquela porcaria de obra esquerdista, pois, era um frustrado, pinguço, abandonou o próprio filho – queria que as pessoas que não tinham capacidade de acompanhar outras mais capazes, se igualassem a estas, por isso, foi um dos criadores do socialismo que é nada mais nada menos do que igualar os desiguais.Isto foi implantado na URSS e na revolucão de 1917, os primeiros que morreram foram os intelectuais, cientistas,advogados, pois sabiam mais do que os proletários, se destacavam sobre os demais, e isso era inadmissível era contra a Revolução, é um perigo para o sucesso da revolução , tinham mais sede do saber e talento para ler livros e compreende-los. Este é o espírito do Socialismo, Comunismo, INVEJA!

  8. Revoltante a ditadura da igualdade comunista e o coletivismo exacerbado.
    Quer dizer que se um garoto que nunca leu um livro na vida, não gosta de ler livros, não gosta de estudar, se ele for sorteado, deve ser premiado da mesma forma que o menino? ORA, PORRA!!!!
    O garoto que lê 375 livros em 5 anos é fonte de inspiração para outras crianças, jovens e adultos.
    Se isso virasse mania, talvez a esquerda saísse prejudicada. E por isso quer cortar o bem pela raíz.
    Pois só através da ignorância ela (a esquerda) reinará.

  9. A propósito Luciano, parabéns pelo novo visual do site. O menu logo abaixo do título deu um ar mais agradável ainda.
    O formato das letras e as cores neutras me fazem lembrar uma revista de entretenimento (tipo a “MAD”).

  10. Luciano, você viu esta notícia sobre o FEMEN? Por incrível que pareça, quando do fim do FEMEN Brasil a Sara Winter já havia falado desse cara, que estava em tudo quanto é reunião do grupo em questão.
    Logo, na prática as ucranianas e as integrantes das outras nove operações do grupo na realidade estavam sendo inocentes úteis daquelas de um cara que tem alguma noção de como fazer algo como se fosse uma empresa, o que deu eficiência a esse grupo superior à de outros (veja-se aí o motivo de feministas odiarem o referido grupo). E também acaba sendo uma mostra de que o tal papo de empoderamento das mulheres na prática é a retirada de poder do homem comum e o aumento de poder dos homens ricos em um grau que jamais teriam se não concedessem uma parcela de poder que não prejudica o poder prático dos mesmos a mulheres marxistas-humanistas-neoateístas que influenciam as mulheres comuns. Logo, podemos considerar novamente que o feminismo jamais pensou nas mulheres, mas sim as usa de cavalo para a carroça que querem que seja puxada.

    E, quem diria, aquela tiazinha que vende cocada no tabuleiro é mais senhora de seu destino do que aquelas que se desnudam com cartazes que nos acusam de estupradores que precisam ser educados para não praticarem tal atrocidade.

  11. Acjo que o menino deve ser homenageado e incentivado a continuar lendo mais livros, até mesmo para motivar os demais. Mas em certo sentido a preocupação da diretora é válida no sentido de dar oportunidade a outros que estão em, nível abaixo de leitura para que também desenvolvam a leitura, mas numa competição que possa ter alguma chance. Se o menino alcançou um nível muito superior, talvez coloca-lo como jurado ou garoto propaganda do projeto, seria uma forma de compensa-lo por seu esforço mas sem tirar do outros a oportunidade de competir com os que estão no mesmo nível. Porém, a forma infeliz como a diretora colocou as coisas exige mesmo um pedido de desculpas, e talvez fazer um ajuste nas regras possa evitar futuras dificuldades. De qualquer forma, o garoto está de parabéns… que ele continue sempre assim. Deus o abençoe!

  12. Luciano, leio seu site há algum tempo mas nunca comentei. O layout moble ficou muito bom!

    Essa notícia me lembrou a figurinha falaciosa sobre “igualdade pra direita e esquerda”, que você já deve ter visto no Facebook:

    sphotos-f.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-prn1/75589_10151592996287571_858446382_n.jpg

    Eu sempre quis contestar a figura mas não sabia como; a notícia me revelou o modo. Para a esquerda, o objetivo não é “colocar mais caixas embaixo do menor” mas sim “cortar as pernas do maior, enquanto todos continuam mais baixos que a cerca”. É isso que a diretora está fazendo: cortando a habilidade do menino sem incentivar os outros a melhorarem.

    Quando sentar na frente do note vou editar a imagem no photoshop, mas se tiver alguém com mais disponibilidade, fica a sugestão.

  13. Quando comecei a ler a matéria, pensei que a diretora estava preocupada com o menino, que possivelmente poderia deixar coisas importantes também de lado, como brincar, praticar exercícios, etc. Agora que li a reportagem, fiquei abismada.

  14. A questão, que ninguem aqui percebeu é uma só: a motivação da critica pela bibliotecária é RACIAL! Se o garoto não fosse branquinho, estaria tudo certo e sendo destaque em toda a mídia e só elogiado. Puro RACISMO, mas sendo contra branco, pode…

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