Duas lésbicas se beijam em culto evangélico e são expulsas: como prever (sem medo de errar) os próximos passos da esquerda na guerra política contra Marco Feliciano

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Fonte: UOL

Duas estudantes foram expulsas da quinta edição do Glorifica Litoral, que ocorreu na noite de ontem (15) em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, após se beijarem em protesto contra o deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que pregava no palco do evento gospel. Em seu Twitter, Feliciano comparou o ato com “baderna”.

De acordo Daniel Galani, o advogado de Joana Palhares, de 18 anos, e Yunka Mihura, de 20, houve abuso por parte da Guarda Civil Militar, que teria agredido as jovens, na hora de retirá-las do público, a pedido do pastor. “Após terem sido tiradas à força e algemadas por pelo menos seis guardas, elas foram para a delegacia. No caminho, (as jovens) foram agredidas pelos guardas”, disse Galani.

Joana e Yunka estavam com um grupo de aproximadamente 20 pessoas, que protestava no local pelos direitos dos homossexuais e contra a postura do deputado — que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara–, com apitos e cartazes. O beijo entre as estudantes chamou a atenção do deputado. “A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando no meio de um culto. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas”, disse aos fiéis, que aplaudiram as palavras do pastor.

Tapas no rosto

“Eles tiraram a gente do meio do povo. Quando levaram a gente para debaixo do palco, me jogaram de canto na grade, deram três tapas na minha cara e começaram a torcer meu braço”, disse Joana.

Yunka afirma que, no local, casais heterossexuais também se beijavam. “Foi completamente injusto e horrível”. À reportagem do UOL, as jovens disseram ser amigas e que estão “ficando há sete meses”.

Galani disse que vai abrir uma ação para apurar os responsáveis pela agressão. “A gente vê que foi uma situação que fugiu completamente do controle. A gente sabe que existiam dois direitos em conflito: um é a liberdade de expressão e o outro a liberdade do ato religioso. Os dois direitos são constitucionais e estão previstos para que as pessoas possam fazê-los”.

Ainda segundo o advogado, ele e as jovens irão abrir representação contra o deputado na Comissão de Ética da Câmara, por quebra de decoro parlamentar. “Entraremos também com um processo no Supremo Tribunal Federal. Aqui (em São Sebastião), iremos responsabilizar os guardas municipais por abuso de autoridade e lesão corporal”, finaliza.

Desabafo na rede social

Nesta tarde, em seu Twitter, o pastor comentou o caso, comparando-o com um jogo entre Brasil e Argentina. “Final de Copa, Argentina e Brasil, 4 argentinos tendo sua arquibancada vêm sentar entre os brasileiros, e começam a xingá-los, imagine. Ou são loucos e necessitam de tratamento mental urgente, ou são baderneiros que querem 5 minutos de fama ou querem briga”, declarou.

Ele disse ainda que as jovens tumultuaram o evento. “O Código Penal Brasileiro no seu artigo 208 diz: Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena: detenção, 1 mês a 1 ano ou multa (…)”, disse.

Segundo ele, ainda na rede social, “toda vez que indivíduos adentram o local de culto, seja onde for, e atentam sem pudor contra nossos princípios, ferem nossos direitos (dos evangélicos)”. “(Após a invasão), desrespeitam crianças, idosos, agridem as autoridades, chutam os policiais, e por fim dizem ser vitimas?”, disse em mais uma postagem.
De acordo com o pastor, este tipo de ação contra evangélicos ocorre porque eles seriam “pacatos” e da “paz”. “Mas não somos trouxas! A lei será empregada sempre que ferirem nosso direito”, concluiu.

O Glorifica Litoral é considerado o maior evento gospel do Brasil e integra a semana sócio-cultural evangélica de São Sebastião desde 2009. Nesta última edição, cerca de 100 mil pessoas participaram.
Resposta sobre as agressões

Em nota, a Prefeitura de São Sebastião informou que abriu uma investigação para apurar se houve excessos por parte dos guardas que estavam no local de plantão. No inicio da manhã desta segunda-feira, o caso começou a ser averiguado na ouvidoria e na corregedoria da Guarda Civil Municipal.

Segundo a prefeitura, a GCM agiu inicialmente conversando com as manifestantes na tentativa de retirá-las do local com segurança.

Ainda segundo informações da administração municipal, as “duas mulheres foram encaminhadas ao 1º Distrito Policial e lá o delegado de plantão decidiu registrar a ocorrência apenas como averiguação”.

No inicio da manhã desta segunda-feira, o caso começou a ser averiguado na ouvidoria e na corregedoria da GCM que já está apurando se houve excessos por parte dos guardas que estavam no local de plantão.

Meus comentários

Há um lado positivo em se conhecer como funciona a guerra política: a capacidade de prever os próximos passos de seus adversários políticos. Infelizmente, também há um lado negativo: quando pessoas para quem você torce não conseguem perceber o jogo, e chegamos a ficar com vergonha alheia deles por isso.

É evidente que os esquerdistas estão jogando para cima de Marco Feliciano, tentando constrangê-lo. Claramente o objetivo é ter pessoas gritando “preconceito, preconceito” em um ambiente dedicado a evangélicos. A regra é clara: arrumar um motivo para posarem como vítimas, mesmo que não houvesse nenhuma necessidade de uma dupla de lésbicas se beijar em um culto evangélico.

Realizemos. Qual a necessidade de um corintiano ir no meio da torcida do Palmeiras? Ou de um pastor declarando o quão pecaminoso é o homossexualismo ir na Parada Gay? Ou mesmo duas lésbicas se beijarem em um culto evangélico? O motivo em todos os casos será exatamente o mesmo: buscar constranger um oponente e se fingir de vítima para capitalizar.

O próximo passo, naturalmente, será a manifestação em ritmo bate-estaca do movimento gay declarando que “a religião é opressora”, apenas por que as lésbicas foram expulsas de um culto evangélico. Note que não há um argumento lógico para justificar o motivo pelo qual o culto evangélico deve tolerar o comportamento delas por lá, mas lógica é o que menos importa para os esquerdistas neste momento. O que importa é o efeito psicológico.

Incapazes de entender que tudo faz parte de um jogo extremamente maquiavélico (no pior sentido deste termo), uma boa parte dos evangélicos ficará na defensiva, o que, por si só, já será suficiente para dar vantagem política ao movimento gay radical.

Outro truque que os esquerdistas usarão será o fato de associar uma suposta (mas não provada) brutalidade dos guardas para simular que a agressão foi feita por evangélicos. Assim, quando uma dupla de gays for se beijar na casa de um evangélico, e a polícia expulsá-los de lá, vão poder se fingir de agredidos pelo evangélico. Alguém poderia achar que isso seria indigno demais, mas não há como eles fugirem disso: doutrinados a se fingirem de vítimas, eles sempre vão achar alguma oportunidade. O objetivo neste caso será o mesmo: constranger o oponente e fazê-lo ficar na defensiva.

Aparecerão também as instâncias da inversão de sujeito-objeto, onde não apenas o ato ofensivo das duas lésbicas será omitido, como também será dada ênfase apenas à suposta agressão policial. Isto é, se alguém invadir um culto e ofender as regras daqueles que estão em um ambiente particular e privado, a culpa será atribuída aos evangélicos, mas jamais aos ofensores. Em termos de guerra política, a estratégia é ainda mais potente: sub-comunicar para a plateia que os evangélicos estão desumanizados, a ponto de não merecerem o mesmo respeito que os outros cidadãos. Isto é, invadir uma passeata gay não pode. Mas invadir um culto evangélico para ofendê-los não apenas pode, como também pode-se transformar em vilão todo aquele que tentar impedir isso. A mensagem é devastadora e poderosíssima, em termos de marcação de espaço na cabeça campo-de-guerra da patuléia: uma classe de seres humanos não merece mais respeito.

Para prever todas essas ações a serem praticadas pela esquerda gayzista, sendo uma ação mais amoral e abominável que a outra, é preciso do mesmo senso de previsão que usamos para prever que um time irá colocar um centroavante alto para tentar fazer gols de cabeça quando precisar reverter um placar e tem a opção de jogar por chuveirinho.

Conhecer o jogo permite-nos conhecer os próximos passos, e a arquitetura destes passos. Resta agora a direita, seja ela teísta ou ateísta, começar não só a prever, como entender que faz parte de um jogo no qual o adversário joga de maneira extremamente torpe e desonrada.

Se não houver reação a isso, eles já garantem a vitória de lavada. Esta é a política como ela é.

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27 COMMENTS

  1. eu gosto de resumir bastante essa questão quando acusam os cristãos de intolerância ao expulsar, sem dó, os homossexuais que se beijam em suas mediações:
    Eu não vou vender churrasquinho de vaca em templo hindu
    Tão pouco distribuir feijoada num sinagoga.
    Não vou cantar o hino do são paulo na quadra da gaviões
    e não vou pregar o Evangelho em plena balada GLS.
    Se querem ter seu espaço respeitado, que respeitem os espaços dos outros,
    Luciano, não sei se esse conjunto de frases se configuram ou não em frames. Pode me responder?

      • “Marco Feliciano disse que a atitude das jovens é um desrespeito ao culto religioso, ministrado por ele. ‘Aquilo é desrespeito. Com isso eles me fortalecem e se enfraquecem, porque qualquer pessoa de bem sabe que em um ambiente religioso não é lugar de fazer o que aquelas pessoas fizeram. […]”

        Deixando de lado a polêmica dos dois direitos constitucionais em conflito (qual deles prevalecerá no futuro?), quero chamar atenção para um detalhe apenas: Aquilo era culto ou show? Assisti ao vídeo postado na internet e fiquei, como direi?, estarrecido com a “música” apresentada antes da entrada de Feliciano no palco. Um cantor (não o conheço) vociferava ao microfone (se quiser ver o vídeo, clique aqui. Note como o portal Terra também se posiciona ao chamar de “meninas” as mulheres de 18 e 20 anos). Com a voz estridente, o cantor animava a plateia a gritar, erguer as mãos e aplaudir. Exatamente como num culto pagão, as emoções sobrepujavam a razão. Era um clima de balada, de rave, de sei-lá-o-que. Tava mais para adoração ao bezerro de ouro do que para culto a Deus. Leia a Bíblia de capa a capa e você não vai encontrar entre o povo de Deus (quando estava com Ele) esse tipo de algazarra. Há, sim, menção de alegria, júbilo e música no louvor, mas não de gritaria e explosão descontrolada de emoções sem um pingo de reverência.

        Aquilo podia não ser a casa da mãe Joana, mas que parecia um show de rock, parecia. As pessoas pulavam, erguiam os braços, gritavam e dançavam. Naquele contexto, sinceramente, beijos nem pareciam algo tão estranho… Fosse um culto ordeiro, racional e decente (como orienta o apóstolo Paulo em Romanos 12:1 e em 1 Coríntios 14:40), a atitude das moças (e de outros) ficaria em gritante contraste. Fosse outro o ambiente, talvez elas nem tivessem coragem de fazer o que fizeram. Talvez até fossem “tocadas” pela pregação da Palavra, pela música apropriada, com mensagem. Mas, com aquele barulho, a gritaria e a agitação toda, sem a solenidade que deve caracterizar o culto, as duas se sentiram motivadas – não a entregar a vida a Jesus. E deu no que deu.

        Com todo o respeito aos irmãos sinceros que tomam parte nesse tipo de culto, não posso deixar de falar sobre essa incoerência que vem ganhando força nos últimos anos no mundo gospel. As igrejas estão imitando estilos profanos de música com o intuito de “ganhar” os jovens, mas o que conseguem com isso? Perdem o respeito. São alvo de chacota e mantêm em seus rebanhos uma juventude que está ali mais pelo show, pelo entretenimento do que pelo comprometimento com a Palavra de Deus. Exatamente como os baladeiros, recebem doses de adrenalina e dopamina. Ficam viciados nesses cultos-show. E para por aí.

        As duas consequências de acontecimentos como esse protagonizado pelo pastor, pela polícia e pelas “meninas” lésbicas, são, de qualquer modo, negativas: (1) os evangélicos são perseguidos, criticados e debochados pelo motivo errado (não pela fidelidade a Deus) e (2) os gayzistas ganham força ao demonizar e desumanizar o opositor e posar de vítimas dos “fundamentalistas” fanáticos. Basta notar como a Globo e o Terra, por exemplo, já escolheram seu lado na história.

        http://www.criacionismo.com.br

  2. Luciano, você viu que o Mulheres contra o Feminismo resolveu jogar no ventilador e deu uma exposição legal a feministas que desejam que mulheres não feministas sejam estupradas e agredidas por simplesmente serem contra o braço rosa do marxismo-humanismo-neoateísmo? Parte da coisa aconteceu nesta postagem sobre o que houve na Marcha das Vadias carioca em pleno último dia de Jornada Mundial da Juventude e há também esta postagem no Face.
    A coisa fica interessante quando pensamos que são essas mesmas feministas que vão às ruas dizer que mulheres em geral não devem ser estupradas e que homens supostamente seriam estupradores em potencial por regra e, por isso, devendo ser educados (ou seria adestrados?) para não estuprarem.

    Veja também as mesmas feministas dizendo que casar e namorar é coisa de traidora de todo um gênero (e isso porque muito provavelmente a maior parte dessas revoltadas é filha de uma família normal, com pai e mãe casados e que criaram a duras penas. Logo, leia-se que elas podem estar chamando a própria mãe de traidora sem terem prestado atenção a isso). Observe também as mesmas falando de “milhares de mulheres que morrem em clínicas clandestinas de aborto” (quando as estatísticas claramente mostram que são apenas umas centenas por ano), fora terem chamado as donas da página em questão de “vadias” (e aqui vamos pensar por onde anda o Gardenal dessas feministas quando elas próprias organizam Marcha das Vadias e ficam falando coisas como “se (insira aqui algo marxista-humanista-neoateísta ou MHNizável) é ser vadia, então somos todas vadias”).
    Note também uma coisa: elas falam das críticas a Lola e Simone de Beuvoir como se fossem lavados cerebrais de seita querendo defender o liderzinho deles. Lembra quando te falei na época das denúncias sobre o Fora do Eixo que podemos estar vendo em alguns núcleos MHNs a transcendência da religião política para a seita política, essa última sendo muito pior? Pois é o que está parecendo aqui.

    Por fim, para dar umas risadas, eis que temos uma menina de 17 anos que fala das feministas e que elas defenderiam as mulheres (ainda que aqui possamos considerar um pouco retórica de máfia, tal qual black blocs fazem com o manifestante comum para que este aceite os encapuzados em suas fileiras) “deste sistema opressor que existe faz 4,54 mil milhões de anos” (sim, se pensarmos que mil milhões são um bilhão, isso significa que a Terra oprime as mulheres desde antes de fêmeas da espécie Homo sapiens existirem. Aliás, seria um sistema opressor em um nível inclusive abiótico, uma vez que falamos de 4,5 bilhões de anos. Além disso, se ela comemora que professores se comportem como Che, então ela deve estar muito mal orientada, pois o argentino em questão era racista e homofóbico. Logo, pergunto: se as feministas defendem as mulheres, por que estão atacando e desejando estupro, agressões e assassinato àquelas que não concordam com o feminismo? Seria o ser feminista condição obrigatória para alguém ser mulher? Acho que não, pois mulher é a fêmea da espécie Homo sapiens, sendo caracterizada por dois cromossomos X, característica essa do genótipo que gera fenótipo característico (mais características orgânicas, hormonais e cerebrais próprias de tal sexo e diferentes das do masculino), não havendo como uma ideologia ser determinante (por mais que Simone de Beuvoir dissesse que não se nasce mulher, mas torna-se mulher).

    • O mais engraçado é que em uma dos prints que tiraram de uma postagem das feministas elas falam que “Estamos dominando e seguindo o que Marx pregou”.
      A pergunta que eu me faço é se essas feministas se deram ao trabalho de ler pelo menos uma única linha de Marx e entender o que ele falava das mulheres.que as mulheres no final da revolução seriam coletivizadas? Ou seja, que no final da revolução todas as mulheres se tornariam em objeto dos homens.

    • Discordo!

      Elas não são vagabundas. São idiotas úteis. Um Idiota Ùtil pode ter 17 e 18 anos, como elas, ou 71, como o Caetano Veloso, embora neste último caso a idiotice seja quase imperdoável.

      Elas são vítimas, sim! Não vítimas da violência policial, como querem fazer parecer (afinal, como está mais do que bem explicado, elas foram lá por que quiseram), mas vítimas de uma ideologia amoral e assassina, que há décadas tomou de assalto as nossas escolas e moldou nossa juventude mediante uma doutrinação maciça feita por seus professores-sacerdotes-do-comunismo, doutrinação que os deixou indefesos e vulneráveis, à mercê dos ataques de políticos demagogos, como os atuais políticos de esquerda, e midiáticos irresponsáveis e oportunistas, mal resolvidos, como o próprio Caetano e atrizes velhas que se beijam na boca.

      • Embora vc tenha apresentado todos os motivos válidos que quem é contra a esquerda conhece….VC AINDA É INGÊNUO…MILITANTES TAMBÉM PODEM TER 17 18 E 71…….a ação dessas garotas É PROPOSITAL E FAZ PARTE DE UMA AGENDA, elas são tudo menos vítimas.
        O conhecimento necessário para sair do esquerdismo está ao alcance de um click de mouse. É preciso mais do que um orientador para nos levar à esse conhecimento, é necessário o mínimo de caráter.

  3. Espera um pouco… Faremos uma analogia dos fatos: Primeiro fato: As garotas infringem a lei, pois ultrajar culto é um crime; Segundo fato: Marco Feliciano presta uma queixa aos guardas que estavam presentes; Terceiro fato: Feliciano em momento algum incitou a acusada pelas “meninas” violência por parte dos guardas que cumpriam o seu dever; Quarto fato: Podemos analisar nas imagens duas questões sobre a possível violência acusada pelas “jovens” que protagonizaram o ato delinquente. Devemos observar qual o esteriótipo físico, tanto das jovens quanto dos guardas. Ao observarmos isto, veremos que as jovens possuem um físico bastante inferior ao dos guardas, no entanto ao anunciar a prisão por terem infringido a lei ultraje a culto, as jovens resistem e se debatem na tentativa de fuga, ou até mesmo chamar a atenção para uma impressão de agressão ou excesso de forças dos guardas; Quinto fato: As jovens apresentam um machucado no braço, percebemos logo com um pouco de raciocínio lógico que o machucado foi causado por conta da tentativa de resistência a prisão. Pois se tais agressões acusadas fossem verdade, contactaríamos que haveria mais machucados, até mesmo pelo esteriótipo físico, qualquer excesso causaria maior dando. E mesmo se houvesse algum tipo de excesso policial, Feliciano não seria o culpado disso,pois ele apenas prestou queixa,não cometeu nenhum ato criminoso ou delinquente.

  4. Luciano, tenho algumas questões fora do tem e queria ouvir sua opinião. A inexistência de Deus leva ao existencialismo necessariamente? Neste sentido, existe alguma razão para um homem realizar um empreendimento cujos benefícios só serão visíveis após sua morte? Para o Darwinismo Social a existência de Deus seria um mecanismo de preservação da espécie?

  5. Só tenho lido hipocrisia por parte dessa esquerdalha. Querem respeito, sem respeitar, querem liberdade privando os outros. Leio uma notícia dessas e não sei se sinto vergonha alheia ou vontade de dar uns tapas nas caras dessas gurias e falar “filha, quando você vai amadurecer?”.
    Ainda querem se fazer de vítimas… Mas Deus avisou que tudo isso iria acontecer, tá na Bíblia.

  6. Sou relativamente novo aqui no seu blog, mas quero dar seu parabéns, sou cristão mas principalmente sou um anti-socialista de carteirinha, e vejo que voce como ateu sabe separar as coisas, e não cai como muitos ateus com quem eu já debati no jogo esquerdista de tentar acabar com os valores cristãos como tática deles

  7. Luciano, neste caso como podemos reagir e o que devemos fazer para reverter o jogo, estudar psicologia?
    é obvio que quem arquitetou e arquiteta isto hoje é psicólogo, sendo o lugar da batalha a psique das pessoas.

  8. Sou contra violência…Mas nesse caso vejo com uma afronta a Deus,se foce no tempo de Moisés essas teria recebido o castigo merecido..M’t,quem quer se respeitado tem, tem que respeita,não é assim que funciona na legalidade?sem medo de erra!se não para com essa baderna infame vai a ver muitas mortes e prisões.
    Meu conselho é!fuja do pecado…O diabo é que esta gostando disso tudo..Jesus veio Pra dar Vida e vida abundancia

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