O movimento LGBT contra a sociedade civil

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Para fechar a série sobre como o movimento LGBT tem sido um dos motores do atual genocídio cultural contra os cristãos no Brasil (ampliando uma prática de escala mundial, a não ser na Rússia), seguem alguns frames.

Antes, para quem quiser rever os cinco textos anteriores, aqui está:

Agora, estamos prontos para seguir.

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Uma sociedade civil é aquela na qual os indivíduos e grupos proferindo ideias e argumentos sobre questões públicas podem expor suas ideias e argumentos sem ter medo de sofrer violência física, intimidação fascista, violação de direitos humanos e coerção a partir de grupos que aparelham o estado. Quando alguém faz uma charge sobre Maomé e islâmicos radicais depredam meio mundo, vemos pessoas que renegaram os contratos de uma sociedade civil. Quando o movimento LGBT decide quebrar as leis para intimidar oponentes que lancem argumentos contra eles, também renega os contratos de uma sociedade civil.

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Heterossexuais podem criticar o comportamento gay. Homossexuais podem criticar o comportamento heterossexual. Ateus podem criticar teístas. Teístas podem criticar ateus. Isso é legítimo, e faz parte de uma sociedade civil. Enquanto não ocorrer crime de difamação, opção pela violência física ou qualquer outra forma de coerção por causa de divergência de ideias, ainda estamos tratando de uma sociedade civil.

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Logicamente, ateus e teístas, heterossexuais e homossexuais, brasileiros e não brasileiros, homens e mulheres, brancos e negros… todos fazem, a princípio, parte do “jogo da sociedade civil.

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Assim, se devemos buscar a rejeição social para o gayzista, isso não significa buscar rejeição social aos gays. Pois um gay, que não seja um gayzista, a princípio entende o conceito de uma sociedade civil. Discordar de um gay, mesmo no que diz respeito ao seu comportamento sexual (derivado de uma orientação inerente ou não), não se tonar uma ameaça à sua integridade física ou moral.

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Meu argumento sugere que temos que lançar a rejeição social aos inimigos da sociedade civil. Estes inimigos incluem religiosos radicais (que beiram a religião política) e religiosos políticos. Obviamente, neste último grupo, temos os membros da Al Qaeda, assim como os membros do movimento LGBT. Eles são inimigos da sociedade civil por que não se dispõem a discutir suas ideias de forma racional. Ao rejeitar o debate racional quando são questionados em seus cânones, tornam-se intimidadores. Quando estão no poder, tentam usar a violência ou qualquer outra forma de coerção na busca de seus intentos. É por isso que se tornam uma ameaça à democracia.

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Há quem diga que os gays são uma minoria, e por isso o movimento gay não pode ameaçar a integridade física e moral dos cristãos. Mas isso não é verdade. O fato é que os gays realmente são uma minoria, e os gays que pertencem ao movimento LGBT uma minoria menor ainda. Mas independentemente disso, eles ainda conseguem eco em todos os outros grupos militantes da extrema-esquerda. Aí já falamos de um contingente de radicais fundamentalistas da esquerda bastante volumoso.

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Em uma sociedade civil, também nos acostumamos a respeitar os direitos dos outros. Com isso, entendemos que as pessoas devem viver suas intimidades e particularidades de forma respeitosa. Isso não significa que devemos respeitá-los de forma injustificada quando quisermos emitir críticas. É por isso que seria moralmente lícito que o movimento gay criticasse o ato de alguém ir a um culto, mas é extremamente imoral e anti-democrático irem em um culto atazanar os religiosos.

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Se um crente religioso (ou até mesmo um ateu conservador) disser “A homossexualidade é abominável”, um gay poderá dizer: “A religiosidade é abominável”. Nada disso é problemático para uma vida em sociedade. Mas a partir do momento em que um dos lados criticados acha que pode quebrar a lei contra seu crítico, então coloca-se em uma posição em que suas ideias não são passíveis de debate. A partir desse momento, ele acabou de lançar o debate em questão sob um amontoado de trevas. Para dissipa-las, devemos denunciar o comportamento antissocial deles por terem bloqueado o debate.

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Alguns adeptos do movimento gay dizem que rejeitar a sociedade civil é lícito, por que, segundo eles, alguns religiosos “já fizeram isso no passado”. Mas isso não atenua nada o ato esquerdista. Pelo contrário, o agrava. Se a ótica de quem afirma uma “vingança contra os que cristãos fizeram no passado” fosse aceitável, comunistas deveriam ser executados, por terem cometido tantos genocídios no século passado. Enfim, a ótica de “dívida histórica” é amoral por renegar todos os avanços que tivemos em termos de sociedade civil.

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Quando um dos lados, de forma deliberada, resolve lançar um caminhão de fraudes intelectuais a fim de bloquear o debate, também está agindo contra a sociedade civil. Isso por que a sociedade civil pressupõe que as ideias sejam discutidas livremente. Quando um dos lados bloqueia o debate pelo ato contínuo de fraudes intelectuais, não quer mais que as ideias sejam sequer discutidas. Isso é tanto imoral quanto antissocial.

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Muitos criticam a esquerda e seus movimentos radicais (inclusive os gayzistas) pelo fato de terem ideias delirantes. Isso é problemático, mas nem de longe se compara ao fato de se comportarem em oposição a vida de pessoas sadias em uma sociedade civil. Razão para este argumento: se um grupo aceita as regras da sociedade civil, mas possui ideias delirantes, então vai ser questionado por suas ideias delirantes. Mas um grupo que não aceita as regras da sociedade civil poderá agir de forma fascista para coagir seus críticos. E este é o maior problema da esquerda. Assim, além de suas ideias delirantes, eles se opõem à vida em sociedade civil, que, como já disse, pressupõe que as ideias possam ser discutidas livremente, e que pessoas não possam ser coagidas por criticar uma ideia ou um grupo de pessoas de forma argumentativa.

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Sinto ter que ser repetitivo, mas que fique bem claro: qualquer ação discursiva (verbal ou não) de qualquer esquerdista é julgada por este que vos escreve de acordo com os paradigmas de uma sociedade civil. Quando perdemos este paradigma, recuamos séculos em termos civilizacionais. Uma vez que já conhecemos os riscos de um grupo político deliberadamente ignorar as regras de uma sociedade civil, devemos ser assertivos ao criticar especialmente este comportamento.

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A maior parte dos críticos do movimento gay erra ao defender demais seus princípios particulares, e esquecem-se de que a maior instituição pela qual deviam lutar é a sociedade civil, que lhes permitirá ter liberdade de consciência e liberdade de expressão, sem serem coagidos por exercer essas liberdades de forma civilizada.

***

Quando gayzistas foram importunar Marco Feliciano em um vôo, e levaram suas lésbicas para se beijar em um culto onde ele estava, estavam na verdade sub-comunicando que não aceitam participar da sociedade civil, e que, exatamente por isso, se tornam perigosos à democracia.

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Cristãos aprenderam, com o tempo, a serem criticados. Um exemplo é a bateria de ataques que eles sofreram dos neo-ateus. Não se vê atos de violência física e intimidação contra neo-ateus por causa destes ataques. Os gays devem forçar o movimento gay a aprender com isso. Não é a discordância intelectual de um oponente (mesmo que este oponente possa ser criticado por falta de lógica ou coerência em seus argumentos) que dá o direito a um grupo de atingir seu oponente de forma fascista.

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Querem um teste para ver qual grupo ainda não está preparado para viver em uma sociedade civil? É aquele que quebra os contratos sociais mais básicos quando é criticado em seus comportamentos ou crenças mais adorados.

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Por isso, o foco da crítica deveria estar mais no comportamento antissocial dos adeptos do movimento gay (quando alguns deles se recusaram a discutir a questão de maneira civilizada, passando a promover crime contra os cristãos; e inicindo vários atos de vandalismo em público) do que na prática dos gays. O problema não está no beijo gay (que, no caso de vilipêndio a culto, foi um crime que merecia punição), mas sim na rejeição às regras de uma sociedade civil quando um opositor critica o comportamento gay.

***

Creio que já está claro que, no ambito político, não há um problema a ser resolvido com os gays, mas sim com o movimento gay. E este é o problema central deles: a teimosia em não aceitar as regras básicas da sociedade civil.

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27 COMMENTS

  1. Bons frames luciano…

    só um adendo:

    ” Se a ótica de quem afirma uma “vingança contra os que cristãos fizeram no passado” fosse aceitável, negros poderiam escravizar brancos por que seus antepassados negros foram escravizados por brancos no passado.”

    Os movimentos afro brasileiros não raro estão aderindo à temática da guerra racial a muito tempo — a desumanização do homem branco está a todo vapor, e o irônico é que se eu que sou mestiço (como a maioria dos brasileiros) posso claramente ver isso, por que outros não?

    http://www.obviorelativo.com/2012/11/racismo-reverso-esta-conversa-e-sobre.html

    http://www.youtube.com/watch?v=1uC_a0lskfY&feature=player_embedded#t=218

    Agora imagine por um breve momento SE TUDO ISSO QUE FOI DITO NO VÍDEO FOSSE DITO POR UMA BRANCA .

    Brancos também são pobres? e brancos também moram em favela? Sem contar que os mestiços, ou são classificados como negros (para propósitos esquerdo-ideológicos) ou simplesmente são IGNORADOS como seres humanos….É só ver o que está a ocorrer nos rincões do nosso Brasil, através do movimentos indianista, que tem desapropriado famílias (de mestiços) de maneira ILEGAL.

    Enfim o frame não me parece muito adequado pois embora os brancos tenham tido sua participação na escravidão, está foi primariamente iniciada pelos islâmicos, e praticada pelos próprios negros. A escravidão excede em princípio a noção de raça, embora direcionada posteriormente.

    Então um frame mais apropriado e assertivo sera:

    …se a”a ótica de quem afirma uma “vingança contra o que os cristãos fizeram no passado” fosse aceitável, COMUNISTAS deveriam ser executados, por terem cometido genocídio no século passado”.

    Fica aí a dica. 🙂

    • Ainda sobre mestiços transformados em negros para engrossar estatística que valide dialética marxista, repasso aqui as bomas que o pessoal do Nação Mestiça deixou no colo dos marxistas-humanistas-neoateístas:

      1) Primeiramente, a desancada que eles deram na antropóloga Maria Eunice de Souza Maciel por ela ter dito que os gaúchos seriam filhos do estupro de índias, algo que ela disse em matéria do G1 e que, como sabemos, é expediente para gerar vergonha de ser mestiço em quem o é, como se todas as pessoas deste mundo não tivessem algum antepassado estuprador que fosse em algum ponto de sua árvore genealógica e como se isso fosse prova de que toda mestiçagem é estupro e como se a mestiçagem brasileira fosse igual àqueles lances de escravas sexuais coreanas no Japão ou o estupro usado como arma de guerra nos Bálcãs;

      2) A outra foi a história de descerem a lenha no deputado Edson Santos (PT-RJ) que, após a trollagem de Mathias Abrahmovic no processo seletivo do Itamaraty, defende que a cota seja restrita a critérios de cor e aparência, o que na prática criaria tribunais raciais ou coisas parecidas como as tentativas nazistas de definir se alguém era judeu com base em proporções corpóreas.
      E, como sabemos, isso muito lembra o que aconteceu com os Mischlinge (pessoas com alguma ancestralidade judaica) na Alemanha nazista, em que alguns fizeram parte do exército alemão (vide livro Os Soldados Judeus de Hitler) e outros, mandados para campos de concentração (aqui podendo incluir os que contestavam o regime nazista, que tinham sua condição de alguma ancestralidade judaica transformada na totalidade de seu ser e somada à dissidência política). Logo, aqui poderíamos ter algo parecido, quando um mestiço poderia ser considerado racista, traidor da raça, branco (vide caso Zimmerman nos EUA, em que um latino multiétnico foi transformado em “branco hispânico” pela mídia local, mesmo tendo sido comprovado que ele matou Trayvon Martin em legítima defesa e anteriormente tenha movido mundos e fundos para que um vizinho negro não fosse vítima de injustiça) ou outras coisas caso não aceitasse as cotas, mas rapidamente transformado em “negro” caso aceitasse as cotas e outras legislações racialistas, mesmo que transformar mestiço em “negro” gere a distorção de a altamente indigenizada região Norte passe da noite para o dia a ser o lugar onde mais se mate “negros” no país, mesmo que na prática a maioria das pessoas lá assassinadas sejam mestiças de branco e índio, provavelmente sejam mortas por outros mestiços de branco e índio e aquele seja um dos lugares culturalmente mais distantes da africanização, que vemos mais forte no Brasil que vai da Bahia para baixo, justamente onde há mais pessoas de origem africana.

      Porém, como se pode ver pelo que disse Edson Santos, há o desejo de que o brasileiro que se identifique como mestiço seja transformado em negro para efeito de engrossar contingentes que só existem para efeitos MHNs de conquista de poder mas, caso não tenha uma determinada aparência ou cor, seja sumariamente desprezado para efeitos das tais cotas, mesmo que seja tão pobre e vítima de preconceito quanto outro mestiço que se encaixe mais nos tais tribunais raciais. Deixei a pergunta sobre o que viria a ser aparência de negro, uma vez que na África temos etnias com lábios carnudos, rosto arredondado e narizes mais largos do que compridos (quenianos, zulus e outros) e outras com rostos mais angulosos, narizes mais compridos do que largos e lábios mais finos (etíopes, por exemplo) e dei o exemplo de alguém poder ser descendente de um progenitor de ancestralidade 100% africana com feições mais etíopes e que carrega gene de albinismo e outro de origem 100% europeia e acabar carregando o gene de albinismo do lado africano e gene normal do outro, o que significaria que tem cor europeia e aparência mais puxando para o europeu por ter ancestralidade de alguém de origem africana cujos traços faciais não são os de um queniano, zulu ou outra ancestralidade. Pelo raciocínio de Edson Santos, essa pessoa não teria direito a cotas por não ter determinada aparência africana;

      3) Mais esta outra que fala sobre essa tentativa de transformar mestiço (que é chamado no Censo do IBGE de “pardo”, categoria que pode envolver mestiçagens sem ancestralidade africana, como a de alguém filho de branco e índio, índio e japonês ou branco e japonês) em “negro”.

  2. Luciano, já mudando o assunto, olha a pérola que eu vi:

    http://i.imgur.com/QwEUR9J.jpg

    Seria interessante ver o que as feministas iam falar disso. Elas por um lado falam que a “sociedade machista” onde vivemos glorifica o estupro, mas ao mesmo tempo elas dizem que as mulheres tem direito a serem sexualmente livres.

    • A maior pérola: “Se fosse feio eu consideraria estupro”…e é bem isso..só se fosse feio mesmo, se é um cara bonito pode falar o que quiser na rua,chamar de gostosa, passar a mão, agora se é feio, aí sim o feminismo entra em ação.
      Que dó viu? Foda é ser mulher e elas dizerem que me representam nas ruas..vergonha.

  3. Já tô divulgando ‘págeráu’ esse compêndio destruidor! Isso tem que ser entendido e assimilado por todas as pessoas de bem, de boa vontade o quanto antes.

    Só uma coisa:

    “[…]se um grupo aceita as regras da sociedade civil, mas possui ideias delirantes, então vai ser questionado por suas ideias delirantes. Mas um grupo que não aceita as regras da sociedade civil poderá agir de forma fascista para coagir seus críticos. E este é o maior problema da esquerda.”

    Uma dessas regras sociais, Luciano (e aos outros leitores) não seria o esforço em adquirirmos com o tempo certa maturidade moral e intelectual para podermos viver com relativa coerência e equanimidade nessa sociedade civil?

    Geralmente pessoas adultas que vivem para vilipendiar a razão e a lógica humana, brincando com a própria inteligência e gastando fosfato com ideias delirantes, tendem a não se sentirem “confortáveis” em assumir responsabilidades pessoais- e públicas- sobre seus atos e divagações.

    Acho que uma coisa (ideias delirantes) tende a levar a outra (incapacidade para viver de forma saudável numa coletividade).

    PS: uma curiosidade: vc já foi convidado pelo Blog Reaçonaria (do qual até gosto)? Acho que tá faltando esse tipo de ‘reação’ por lá.
    Valeu.

    Abs

    • Anderson

      Geralmente pessoas adultas que vivem para vilipendiar a razão e a lógica humana, brincando com a própria inteligência e gastando fosfato com ideias delirantes, tendem a não se sentirem “confortáveis” em assumir responsabilidades pessoais- e públicas- sobre seus atos e divagações.

      Em especial gente que se mascara para protestar.;)
      Você acabou por apresentar um aprimoramento do frame contra os mascarados, embora eu já tenha usado um frame semelhante em uma discussão sobre o mídia sem máscara e o mídia ninja. Lembro de ter escrito que a diferença entre ambos inicia-se no nome e se arrasta por todo o comportamento a partir deste.

      Blog Reaçonaria (do qual até gosto)? Acho que tá faltando esse tipo de ‘reação’ por lá.
      Valeu.

      Eu gostei + ou -.
      O reaçonaria acaba seguindo a mesma retórica do mises.org, libertarianismo e outros que partem pra uma discussão teórica e nada mais. O paradigma aqui está em outra escala. Aqui a atuação é teoria e prática (dinâmica social) argumentativa, assertiva e desmascaratória — e por fim a ridicularização como cereja do bolo (um castigo para a falta de moral do esquerdista).

      Portais como os citados, ainda pensam que há um debate. Geralmente o esquerdista aparece por lá, solta a fraude e a discussão dura dias EM CIMA DE UMA FRAUDE. Enquanto eles usam luva de pelica, os esquerdistas usam taco de beisebol. São bons para conhecimento teórico (artigos), mas ainda INcompletos no sentido de fornecer um modus operandi da atuação fraudulenta de esquerdistas, e também não fornecem medidas de apontamento e assertiva das fraudes.

      http://www.youtube.com/watch?v=FUFsiy6lZDY

      texto original:

      http://www.olavodecarvalho.org/semana/070620dce.html

      Uma amostra de desmascaramento e controle de frame:
      https://www.youtube.com/watch?v=DpvuOLHY_bc&feature=player_embedded

      Apesar de algumas derrapadas ( como quando cita os professores em geral não foi tão ruim). O melhor controle de frame é demonstrado no desmascaramento do discurso de ódio contra as “zélites”. Nesse assunto ele demonstrou um frame excelente para aqueles “idiotas úteis” doutrinados pelo marxismo cultural, mas que ainda possuem possibilidade de reversão do esquerdismo.

      • Pecador,

        “Você acabou por apresentar um aprimoramento do frame contra os mascarados,[…]”

        Não tinha focado nesses revolucionários danoninho. Quando escrevi isso pensava na ‘classe falante’ das faculs de Humanas (professores, pedagogos, cientistas sociais…), na ‘classe midiática’ (dos jornalistas renomados e muito bem remunerados para exercerem a mitomania coletiva) e na ‘classe artística’ (fruto dessas duas classes falantes). Estava a tratar dessa ‘esquerda caviar'(esse termo é perfeito!), tão prestigiada pelos desavisados quanto mais esta se esforça em abandonar a maturidade moral e intelectual no lixo coletivo para exercerem a indigência cultural (e a ingerência política e social no seu próprio país).

        Mas valeu pelo insight.

        Abs

  4. Luciano, você ria com Tom & Jerry? Pois a dupla está envolvida nesta história envolvendo o Cartoon Network, que vai te fazer rir não com o gato e o rato, mas com os marxistas-humanistas-neoateístas de matiz gramscista que querem tirar do ar um desenho que divertiu e diverte pessoas de todas as idades. Se for ler os comentários, verá que alguém fala de quererem proibir o desenho, mas permitirem outros desenhos em que um personagem arria as calças e simula o ato sexual;

    • Cidadão, inclusive há um desenho do Cartoon Network (A Turma do Bairro) que circula em torno de uma “guerra” travada por crianças contra … os adultos (!), seus pais, amiúde. Os adultos são sempre mostrados em cores sombrias, são feios, antipáticos e malvados, pois querem transformar as crianças em … meninos e meninas respeitosos e educados (!!!!)

      Outro desenho transmitido pelo canal é sobre uma dupla formada por um pirata moralmente perverso e um garoto. Não é paranóia, mas é difícil não ver em todos os episódios insinuações de homossexualismo, neste caso, pederastia. E tudo é mostrado dando a entender a concordância dos autores, posto não haver nunca uma voz dissonante nem neste nem no desenho apontado acima.

      • Cidadão & Eduardo Araújo,

        Esse lance da manipulação comportamental nos desenhos animados (e HQs) não é algo tão novo assim (seu Disney que o diga). Mas uma coisa que me chamou muito a atenção recentemente foi esse desenho de enorme sucesso chamado ‘Naruto’ (não sei se conhecem ou já viram).

        Primeiro que a tempos não assistia um animê- estruturado em milhares de capítulos- com tamanha qualidade técnica (deve ter custado uma fortuna).

        Segundo, a maneira DISSIMULADA de colocar a TEMÁTICA GAY (acrescentando até uma suposta relação pedófila na trama). Falo da jovem personagem ninja mascarada em forma de MENINA-MOÇA que na verdade era MENINO-MOÇO. O tal Naruto, percebi que o tempo todo chamava aquela figura OBVIAMENTE FEMININA (na voz, trejeitos, roupas, feições…) de GAROTO (sem que antes tenha ficado bastante surpreso, pois ele mesmo no começo achava que se tratava de uma GAROTA). Depois vi que todos agiam da mesma forma. O tal “garoto” ainda vivia isolado com um guerreiro adulto malvadão (tb mascarado) que o criou desde pequeno (huummmm… Aí tem. Ou não tem? Aqui há outras tramas paralelas que levam a esse tipo de relação, caso do menino- com cara de Boy George- que carrega um vaso-de-barro nas costas).

        Qual o objetivo de fazer uma criança olhar para um desenho animado com EVIDENTES características femininas e fazê-lo entender- PELOS OUTROS PERSONAGENS DA TRAMA- que está diante de um “homenzinho”??

        Eu até então nunca tinha visto algo parecido em termos de manipulação psicológica num desenho japonês, e, a partir daí, entendi que essa questão do movimento gay é BEM MAIOR do que supunha minha vã filosofia.

        Fora o fato dos alunos ninja NÃO RESPEITAREM seus sanseis, ENSINANDO o estímulo para a QUEBRA DE HIERARQUIA (o Naruto chega a chamar um deles de ‘VELHO TARADO’, o que- para uma mente adulta é realmente muito engraçado aquela situação da exposição das fraquezas do mestre diante de um rabo-de-saia e tal, mas nada pedagógico e estimulante para o desenvolvimento das virtudes em nossas crianças). E tôme nudez, satanismo descarado…

        Exagero?

      • Anderson Silva,
        Mas aí já não dá pra estabelecer parâmetro, porque os animes — de origem oriental — SEMPRE foram providos da temática pagã, ou mesmo religiosa das pessoas daquela área do continente. Por exemplo existem desenho japones PORNÔ (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hentai), onde é REGRA mulheres serem estrupadas…..em muitos deles estrupadas por demônios.
        Em outros dsenhos são ensinados, que demônios, não são tão ruins e podem fazer o bem.
        Os animes e mangás bons, existem, mas eles não são maioria.

        “Eu até então nunca tinha visto algo parecido em termos de manipulação psicológica num desenho japonês, e, a partir daí, entendi que essa questão do movimento gay é BEM MAIOR do que supunha minha vã filosofia.”

        Talvez tenha visto só não tenha percebido. Quando a coisa é muito escancarada até o cérebro desacredita. Mas ela NUNCA foi escondida, inclusive se tornou cultural.

        ‘Naruto” ainda é um desenho que pega leve (em relação aos outros) porque tem ampla comercialização no ocidente. Em suma a maioria dos mangás e animes, são repletos da temática ocultista, temática sexual escancarada, ou apenas sugestiva. Inclusive lá no japão existem até genêros de hq para público homossexual – os mangás bara http://pt.wikipedia.org/wiki/Bara_%28g%C3%AAnero%29 , ou seja a dissimulação a qual você se refere é só no ocidente, pois no oriente além de aceita, é amplamente divigulgada, além de se espalhar a outros genêros como os Shōnen ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Sh%C5%8Dnen ) e Bishōnen (http://pt.wikipedia.org/wiki/Bish%C5%8Dnen).

        Qual o objetivo de fazer uma criança olhar para um desenho animado com EVIDENTES características femininas e fazê-lo entender- PELOS OUTROS PERSONAGENS DA TRAMA- que está diante de um “homenzinho”??

        Garantir a normatização do comportamento. A repetição é mãe da retenção.
        A ampla divulgação e aceitação destas temáticas, é a simples constatação de que o mundo está passando por um processo de paganismo, não mais sutil, mas escancarado e culminante a uma perseguição do cristianismo, costumes e tradições do ocidente.

  5. Luciano, já te falei em PVT que não e deve jamais e em hipótese alguma definir gays como casais e dar status de relacionamento a eles.
    Deve-se combater a normatização de tal conduta.
    Gays e lésbicas formam duplas, pares e etc.
    Jamais os defina como CASAIS.
    Isto é jogar do lado da esquerda e repetir o canto da sereia.

    • Eric Fernando,

      Com o intuito de me atualizar, poderia explicar melhor (ou vc mesmo Luciano) porque não se deve jamais e em hipótese alguma definir gays como casais e dar status de relacionamento a eles. Deve-se combater a normatização de tal conduta ?

      • Este não é único motivo:

        http://pt.wiktionary.org/wiki/casal
        ———————-
        1.um homem e uma mulher unidos por casamento
        2.duas pessoas, do sexo oposto

        Ex:Carlos e Renata formam um belo casal de namorados.

        3.duas pessoas do mesmo sexo, que mantêm entre si um caso amoroso e/ou sexual

        Ex: Casais homossexuais lutam por direitos do parceiro. (Folha de São Paulo/ Folha Online, 13 de junho de 2004)

        4.qualquer par de seres, um do sexo masculino e outro do feminino
        ———————-

        Como um substantivo pode definir a si,E O SEU OPOSTO ao mesmo tempo???
        1, 2 e 4 são muito claros em definir a Heterogeneidade.
        É muito obvio que 3 é inserção POSTERIOR.
        Essa novilíngua!!!

        http://www.dicio.com.br/casal/

  6. Luciano, sempre vemos por aqui comentários sobre os black blocs e o fato de estranhamente eles estarem em estados governados por opositores do PT ou, no caso do Rio, com interesse de eleger governadores petistas (algo que também vale para São Paulo, ainda que neste caso governado por oposicionista). Pois bem, eis que acabou de ser noticiado no Jornal da Globo, ao que complemento passando a página de um evento organizado pelo Black Bloc Porto Alegre, em que vimos protestos em um estado governado por petista, mas que teve aquele script básico que conhecemos (pessoas vestidas de preto e encapuzadas e depredações de patrimônios público e privado, mais clima de praça de guerra quando a polícia chega). Achei um padrão meio estranho em relação àquilo que costumamos ver, mas que valeria a pena ver o porquê de ter acontecido.

  7. Não tem nada a ver com teu post, mas tenho que compartilhar isto: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/menino-de-6-anos-obtem-autorizacao-na-argentina-com-interferencia-de-cristina-kirchner-para-virar-menina-e-o-bebe-de-rosemary-do-sindicalismo-g/

    O que é isto meu Deus? Este mundo está perdido de vez. Medo de onde tudo isso pode chegar. Uma criança de 6 anos sabe o que sobre sexualidade? E estes país precisam mesmo de acompanhamento psicológico, são malucos!! Deveriam perder a guarda desta criança..que doença.

    • E os movimentos esquerdistas amam a notícia, mas vai dizer que esse menino pode ser preso… “que absurdo! Ele não tem a mente formada, ele não é responsável por suas ações.”

  8. Luciano, você viu que os militantes gays querem um boicote em massa à Barilla pelo simples fato de o presidente do fabricante de macarrão ter dito que jamais poria no ar um lar homossexual em um comercial. Ele também disse ser contrário à adoção de crianças por homossexuais e disse o óbvio: se gays não gostam da Barilla, podem ir comer outra marca de macarrão.
    Aí um tuiteiro chamado Maso Notarianni (que é marxista-humanista-neoateísta de matiz gramcista, como se pode ver pelo resto de seu perfil de Twitter) postou uma fotomontagem com imagem da Barilla e o seguinte dizer: “Barilla – 206 tipos de massa, nunca ouviu falar de diversidade” (aliás, seria bom destrinchar o rótulo “diversidade” e adicioná-lo àquela listinha que já tem, por exemplo, “defensor dos direitos humanos”):

    https://twitter.com/masonotarianni/statuses/383289588044685313

    Aí Guido Barilla meteu o rabo entre as pernas e se desculpou (“Peço muitas desculpas por ter ofendido a sensibilidade de tantos.Tenho o mais profundo respeito por todas as pessoas sem distincão. Guido Barilla.”):

    https://twitter.com/Barilla/statuses/383211835341537281

    Coisa que foi reforçada na página do Facebook da marca:

    “Com referência à minha declaração feita ontem na La Zanzara, peço desculpas se minhas palavras têm gerado controvérsia ou mal-entendido, e se elas têm ofendido a sensibilidade de algumas pessoas.

    Para maior clareza, gostaria de salientar que tenho o mais profundo respeito por todas as pessoas, sem distição alguma.

    Eu tenho o maior respeito por homossexuais e pela liberdade de expressão de qualquer um.

    Eu também disse e repito que respeito o casamento das pessoas de mesmo sexo.

    Barilla em suas propagandas têm sempre escolhido representar a família porque este é o símbolo da hospitalidade e carinho para todos.

    Guido Barilla.”

    Tudo isso também foi noticiado pela Exame. Se formos pensar na Barilla em si, ela pôr família tradicional em seus comerciais não só pode ser entendido pelo fato de a cultura italiana valorizar isso como também, em nível mundial, é uma empresa de amplo público, o que significa ter de trabalhar com aquilo que seja mais universal no planeta. Se ela joga em cima do que é mais geral no mundo, evita de se identificar com algo que seja muito específico. Pessoas que inconscientemente propagam gramscismo irão dizer que é uma gafe daquelas do Guido em questão, mas não notam que só virou “gafe” porque alguém MHN assim achou que o era por poder notar que dava para capitalizar em cima. Quem eventualmente se ofendeu com a Barilla poderia consumir macarrão da Divella, por exemplo, mas aqui caímos naquele lance de querer obrigar as pessoas não só a terem uma convivência pacífica com os militantes gays, mas prestar-lhes obrigatoriamente reverência.

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