Aluno corajoso se nega a fazer trabalho sobre Marx em sala de aula

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AntiMarx

Fonte: Direitas Já

Recebi um e-mail de um aluno universitário que encontra-se enojado com o tipo de ensino e doutrinação que ocorre nas universidades de todo o país. Quando obrigado pelo professor doutrinador a escrever um trabalho sobre Karl Marx, e sabendo que se realmente escrevesse sua opinião correria o risco de jamais passar na matéria e ver seu sonho de ter um diploma então ameaçado, resolveu escrever essa carta. Ainda que não lida pelo tal professor, serve como uma forma de desabafo e de conscientização para os que ainda seguem e veneram as doutrinas marxistas.

Segue abaixo o e-mail recebido:

Caro professor,

Como o senhor deve saber, eu repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e influências mundo afora. Quero começar falando sobre a pressão psicológica que é, para uma pessoa defensora dos ideais liberais e democráticos, ter que falar sobre o teórico em questão de uma forma imparcial, sem fazer justiça com as próprias palavras.

Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.

Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos. O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.

Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.

Para concluir gostaria de citar o decálogo de Lenin:

  1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
  2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
  3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
  4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
  5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
  6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
  7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
  8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
  9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
  10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

Obrigado, caro professor, pela compreensão.

João Victor Gasparino da Silva.

Nota: João Victor Gasparino da Silva é estudante do curso de Relações Internacionais da Universidade do Vale do Itajaí (Univali)

Meus comentários

Tirando a questão do Decálogo de Lenin, cuja fonte jamais encontrei associando-o de fato ao líder comunista, a postura de João Victor é surpreendente, principalmente por que vem de alguém de dentro de uma usina de doutrinação marxista.

Mais do que a capacidade de superar a lavagem cerebral que é feita em sua universidade, João Victor também deve ser citado por sua coragem.

Que pena que não vi a cara deste professor no momento da correção deste trabalho.

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19 COMMENTS

  1. Corajoso o rapaz.

    Mas infelizmente a cara do professor vai ser de um rancor colérico, enquanto “zera” a nota do heroico estudante. Espero estar errado, é claro.

  2. Luciano, vou repetir os comentários que postei na comunidade do Olavo de Carvalho ao debater o mesmo assunto. Só para constar, não considero ruim a atitude do aluno e até acho uma tentativa válida. Mas, ao fugir do debate acadêmico, ele “alimenta” a argumentação dos esquerdistas que dizem que seus “inimigos” não tem capacidade de debate e/ou argumentação.

    ___________________
    Coragem, apenas em partes. Se fosse realmente um bom estudante (nunca fui, faço um mea culpa), prezasse pelo seu desenvolvimento intelectual ou, pelo menos, quisesse demonstrar seu ponto, pelo menos, aos demais colegas, deveria ter feito o trabalho, buscando artigos acadêmicos ou livros que argumentassem contra os ditos de Marx (não sei o que foi pedido mas com um pouco de criatividade poderia explorar muitos assuntos para denegrir as nefastas conclusões marxistas).

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    Me lembra quando um professor de “Dinâmica das ideias sociais” pediu para fazer uma resenha crítica do filme “Sequestro do ônibus 174” à luz das ideias de Marx: “Os homens fazem a sua própria história, mas não a fazem arbitrariamente, nas condições escolhidas por eles, mas nas condições dadas diretamente e herdadas do passado”. Em suma, construí uma argumentação que mostrava que falar que “o homem faz sua história nas condições dadas pelo passado” é uma ideia reducionista do ser humano. Também construí um raciocínio falando que, se há grandes personalidades que saíram de condições sociais similares às do personagem do filme, a tentativa marxista para justificar as ações de um indivíduo não são aplicáveis a todas às ações humanas, sendo um argumento inválido.

    __________________

    • Muito bom pedro. Também sou um deses alunos que nunca se sujeitaram a doutrinação marxista, mas na minha época (ensino médio) a coisa era muito mais leve. Na universidade também não era muito forte.
      Mas ainda na universidade aprendi uma coisa importantissíma que já fazia e só vi ser transformada em método bem posteriormente por Olavo de Carvalo:

      Aprendi a estudar muito e nunca fugir do debate, na verdade a oportunidade de apresentar um trabalho perante a sala, é uma oportunidade única de confrontar as idéias dos doutrinadores (vulgo professores). O conhecimento do que é estudado, o conhecimento do que sequer foi mencionado, a conexão entre os dois conhecimentos e a realidade, bem como a apreço à verdade junto a uma retórica vibrante e oratória que se direcione a cada olhar atento, é fundamental para desestabilizar qualquer professor que espera que o aluno tenha um desempenho menos que mediano, ou que nem tenha lido a matéria (como é muito comum nos cursos universitários de atualmente).

      Em casos como esse o aluno ainda tem potenciais vantagens — conta com o elemento surpresa do professor, conta com o fato de saber e conhecer sobre o que está falando, aponta conexões lógicas que não serão facilmente desprezadas (a não ser através do método falacioso) e ainda se possuir carisma, conta com a aproximação de seus colegas, pois fala a mesma “língua” que eles, e é partícipe do mesmo ambiente — construindo a possibilidade de manter o assunto fora de aula (onde o doutrinador não terá meios de fraudar e capitalizar).

      Principalmente em apresentações orais, a falácia de apelo a autoridade já é em si suprimida, pois a voz é do aluno. Mas é importante que ele esteja atento às perguntas armadilha que lhe farão no decorrer da apresentação. Simular esses questionamentos antes da apresentação também é uma dica importante.

      • Pedro e Pecador, mandaram muito bem nessa. É isso aí!

        Só um adendo:

        “a falácia de apelo a autoridade já é em si suprimida, pois a voz é do aluno.”

        Essa falácia na verdade é suprimida por uma autoridade maior, que pode ser até aquela em que o próprio professor se baseia; a voz do aluno é só o veículo por onde aparece essa autoridade. Não é o professor em sala que está sendo questionado e sim os seus mestres, as suas referências intelectuais e morais. É Marx, Lênin, Adorno, Foucault, Rosseau (e etc) que estão sendo dissecados na frente dele.
        Isso eu aprendi com o Olavo: diante de qualquer questão que apareça numa discussão se atente- se foque- no que os grandes autores- já consagrados pelo tempo (PRO BEM E PRO MAL)- teriam a dizer sobre aquilo. Discuta, converse com esses (com os gigantes) e ignore- temporariamente- os que estão presentes a mesa (ou na sala de aula). ;¬)

        abs

  3. Luciano, mais uma para se ficar atento: alunos (leia-se “estudantes profissionais”) invadiram a reitoria da USP protestando por voto direto para reitor, pauta essa que estava entre as que seriam discutidas pelo conselho universitário. A notícia também pode ser vista no G1 e, como pode ver, usaram táticas dignas de black blocs para invadir o prédio, como o uso de marretas contra as portas e de placas de trânsito como aríetes.
    Algumas coisas a se prestar atenção:

    1) Você não acha que esta encenação de decapitação de reis na França pós-revolucionária está elaborada demais para ser só algo de protesto puro e simples? Eu achei e vou perguntar quanto gastaram com essas roupas e essa trava de cabeça para guilhotina, que por sinal também virou aríete e deve ser feita de madeira boa;

    2) Nesta foto há coisas a se notar além dos cartazes manuscritos em cartolina e papel marrom. Há cartazes de mão impressos (“Diretas para reitor”, que parecem ser impressos em plástico e obviamente têm um trabalho de criação e arte final em cima, fora estarem em um belo número), mas o destaque é para a grande faixa amarela atrás, em que se lê um “Juntos!” em vermelho, que remete a este site cujo domínio pertence a Luciana Genro, integrante do PSOL e filha de Tarso Genro. Como sabemos, o DCE da USP é dominado pelo PSOL, e isso porque há estudantes lá (do trio formado por PCO, LER-QI e MNN) que consideram o referido partido muito brando;

    3) Este manifestante diz muito, pois além de estar mascarado (análogo aos black blocs), segura um cartaz falando contra Geraldo Alckmin. Como sabemos bem, é de interesse do PT para o ano que vem ganhar a eleição para o governo estadual e não é difícil imaginar que tenhamos novas ofensivas coincidentemente a um ano do pleito;

    4) “Quem derrubou as tarifas, vai democratizar a USP” (sic)”. Logo, podemos aqui considerar que há articulação com o Passe Livre e que tenha havido significativo fluxo de gente de lá para esse novo protesto. Porém, como sabemos, as pessoas irão pagar bem mais do que mais R$ 0,20 por viagem para manter o preço congelado em R$ 3 (como promete Haddad para o ano que vem);

    5) Aqui é importante notar que há uma manifestante com camisa da UNE, o que meio que denuncia que a entidade que parou de protestar contra os governos federais esteja envolvida de alguma forma nessa história toda. Afinal, como já dito antes, é de interesse do PT ganhar o governo do estado de São Paulo;

    6) Se você olhar no canto superior direito desta foto notará que há uma bandeira do PSTU. Logo, podemos entender que há ação conjunta envolvendo PSOL e PSTU, fora vermos a UNE também;

    7) Aqui, vê-se o cara atacando uma porta de metal e vidro com uma marreta de construção civil (veja o tamanho) e tudo indica que a hora da ação foi inesperada, como parece sugerir o rapaz da esquerda apontando (algo como se fosse um ataque militar orientado por bandeira) e a cara de susto dos seguranças que tentavam conter os manifestantes. Há outra foto do momento em questão;

    8) Aqui, a atenção tem de ser dada aos dois cartazes manuscritos: “Reitor, só direto! Sem lista nem decreto!” e “Conselho universitário, só se for aberto!”. Em ambos, além do delírio de achar que alunos, que são a parte transitória de uma universidade, teriam de ter o mesmo direito a voto que docentes e funcionários que prestam concurso, bem como o governador que vê a lista tríplice, há uma inscrição chamada “Movimento Primavera”, em óbvia referência à Primavera Árabe mas também podendo significar algo organizado (e aqui podendo imaginar a participação de PSOL, PSTU, UNE e outros, como a Assembleia Nacional de Estudantes – Livre). É importante notar que os cartazes são todos na cor laranja, mesma cor de camisetas com tal menção (quem pagou o silk-screen?);

    9) Também perguntaremos quem pagou o pé-de-cabra que se vê nesta foto. Não me parece que pessoas que não sejam trabalhadores que lidam com caixas de madeira ou bandidos tenham um tão à mão assim;

    10) Nesta foto com pichações, que se note também que há um adesivo na mesma diagramação daqueles cartazes impressos. Quem pagou por isso?

    11) Por fim, que se veja que a marreta de pedreiro também foi usada para se tentar arrombar uma porta Mul-T-Lock, que parece ter resistido bem (diz o Jornal Nacional que não conseguiram invadir a reunião do conselho).

    Há coisas que precisam ser pensadas por ora, como o fato de invasões de reitoria da USP serem uma espécie de laboratório de manobras de massa. A história de o movimento do Passe Livre ter começado pelo preço da passagem para depois jogar o “não é por R$ 0,20” é análoga à última invasão da reitoria, em que aparentemente o protesto era em relação à prisão de dois usuários de maconha no câmpus e depois guinou para quererem combater o João Grandino Rodas, reitor que está para ser sucedido. Obviamente que fazer auê em sucessão de reitor é algo que interessa ao PT dentro do plano maior de conquistar o governo estadual, mas aí perguntaremos o que fazem no mesmo protesto PSOL e PSTU, ainda mais que estes são a oposição à esquerda do PT. Claro que a esses provavelmente interessa a conquista de posição dentro da reitoria, uma vez que as eleições diretas poderiam ser manipuladas com técnicas parecidas às que eles usam para ganhar sempre as eleições nos diretórios acadêmicos e centrais.
    Está bem na cara que é ação altamente organizada e coordenada, com direito a pagamentos de coisas caras que estudantes comuns não teriam como arcar, bem como vemos evidentemente algum caminho em comum traçado por PSOL, PSTU e UNE, com possibilidades de estarem nesse bolo também PCO, LER-QI e MNN, ainda que não esteja muito evidente. Do outro lado, fica a impressão de que Geraldo Alckmin está bem atento a esses movimentos que querem derrubá-lo ou enfraquecê-lo até a eleição e não permitirá que cedam aos desejos dos estudantes. Também tenho impressão de que sejam os mesmos que pediram “PUC laica” no primeiro semestre deste ano, o que pode significar conflagração de ação ampla em ambiente universitário de primeira linha com objetivos de expansão do marxismo-humanismo-neoateísmo no ambiente acadêmico.

  4. O Luciano tocou na questão de fontes para o chamado Decálogo de Lenin. Esse rol de mandamentos esquerdistas, de fazer corar um Maquiavel, goza de certa popularidade, mas, de fato, não se aponta uma fonte segura que o confirme.

    Alguém saberia?

    • Olavo de Carvalho afirma que o Decálogo não foi escrito or Lênin, mas é uma compilação válida das estratégias do ditador soviético.

  5. Sobre o Camboja trago um adendo. Embora os ideais comunistas tenham permitido que facínoras reprimissem milhões de pessoas ao longo do século XX, o filósofo Shang Yang trazia o Legalismo como base de sua doutrina e, nesta, infligia ao povo apenas a obediência absoluta às regras. Isso foi pensado no século 4 a.C. A lei seria o verdadeiro poder e o governante bom seria aquele que a usasse da maneira correta (segundo os pensamentos do filósofo), porém o Estado idealizado de Shang valorizava apenas dois trabalhos: a agricultura e a guerra. O resto era subvalorizado e, pior, taxado pesadamente como o comércio. Ou seja, além de não ser nada democrático e libertário, era bastante escravocrata e foi usado por alguns imperadores chineses a partir do século 3 a.C. Os cambojanos, vietnamitas e norte-coreanos usaram/usam o mesmo sistema como regra ainda que tenham forte base ideológica marxista.

  6. Esse Marxismo na universidade é uma m*. Eu fiz o curso superior na UFSC e durante a matéria de socialogia aplicada a Adminstração (que de aplicada não tinha nada) tivemos uma professora que tentava passar essa doutrinação ridicula. Passava videos de operarios justificando greves e até sequestro. Mostrava a violencia da policia em manifestações, etc, uma coisa ridicula que não me convenceria nem com 7 anos de idade. Bom, o meu mal é não ficar quieto e refutar tudo que a baranga dizia de absurdo…uma asneira pior que a outra. e o pior, ela falava de ética e tudo mais como ser capitalista fosse igual a não ter ética e socialista o oposto. O resultado: notas baixas pois não concordava com a ideologia dela. A nossa sorte era que ela não dava mais aulas nas quintas-feiras a noite, pois disse que precisariamos de um dia vago na semana para podermos ler o texto que ela passava, já que entendia que nós trabalhavamos… Bom, volltando ao conteúdo dado, em um dos texto, o autor passado, que não faço questão de lembra o nome, “metia o pal” na fundação do Bradesco pois o mesmo estava “doutrinando” os jovens para o mercado de trabalho….um absurdo atras do outro. Bom, qual foi minha surpresa que fiquei em recuperação na matéria da megera. Só para constar nunca fiquei em recuperação em qualquer outra matéria em toda a graduação ou pós graduação. Esperando a data para se marcar a recuperação, eu sou avisado na noite do dia anterior do dia da prova do local da prova hahah. Mais um ato de vingança da doutrinadora. Claro que eu não podia deixar barato….pesquisei o nome dela na internet e percebi que ela dava aula em uma outra universidade. Até ai tudo bem, nada de mais em uma comustazinha tentar conquistar o seu ganha pão…a surpresa (ou não!) é q a ladra dava aula nesta outra universidade todas as quintas-feiras a noite, no memo horário em que ela era paga para dar aula na universidade federal!!! Consequencias: processo nela e fóra de universidade pública para o resto da vida, além de ter todo o discurso de m* de ética jogado na lata de lixo!

  7. Seria realmente um ótimo texto, se ele não desse sinais de conservadorismo cristão, o que não é melhor, ou menos danoso a nossa sociedade que o socialismo.

    • Leandro,

      Mesmo que o conservadorismo cristão seja passível de crítica (a mania de alguns meterem o bedelho na vida íntima dos outros, por exemplo), não podemos comparar com o socialismo. Nem o islamismo radical é comparável ao socialismo. Basta fazer a contagem de corpos…

      Abs,

      LH

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