Polícia vai enquadrar vândalos em nova lei de organização criminosa. E nós devemos enquadrar intelectuais orgânicos e políticos de extrema-esquerda como criminosos morais.

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vandalismo

Fonte: O Globo

RIO – A Polícia Civil anunciou mudanças no combate a atos de vandalismo. A partir de agora, grupos, como os Black Blocs, que promovem quebra-quebra durante e após manifestações de rua serão enquadrados na Lei de Organização Criminosa (12.850), aprovada em agosto e posta em prática no fim de setembro. A Polícia Civil informou que passará a investigar as ações com base neste novo dispositivo.

A nova lei prevê que a reunião de quatro ou mais indivíduos, formal ou informalmente, através de qualquer meio, para a prática criminosa seja interpretada como organização criminosa. Dessa forma, os vândalos poderão pegar penas mais severas, que chegam a até oito anos de prisão. Enquanto isso, um casal preso em São Paulo por envolvimento em atos de vandalismo foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional.

Noite de vandalismo

O Rio voltou a assistir cenas de vandalismo na noite de segunda-feira. Após uma passeata pacífica que reuniu milhares de professores e simpatizantes da causa da educação, um grupo de vândalos tentou invadir a Câmara do Rio por meio da entrada da Rua Evaristo da Veiga. Coquetéis molotov foram lançados contra o Palácio Pedro Ernesto, e vândalos tentaram derrubar a porta com placas de sinalização.

O conflito, então, se espalhou por outras ruas do Centro. Um ônibus foi incendiado na Avenida Rio Branco e diversas agências bancárias foram depredadas. As fachadas dos prédios do Consulado de Angola e dos Estados Unidos também foram atingidas.

Meus comentários

O movimento Black Bloc só existe e atua de forma tão pedante por que há uma série de indivíduos de extrema-esquerda, tanto na mídia como na política profissional, dando endosso a esse tipo de atividade.

Veja, por exemplo, o comportamento de Marcelo Freixo em 12 de setembro, dando total apoio aos manifestantes do Black Bloc, inclusive se rebelando contra a tentativa de proibição do uso de máscaras em manifestações:

Aqui, uma líder dos professores na manifestação mostrou sua aliança com os Black Bloc, que já era anunciada desde 4 de outubro:

Enfim, temos os professores em uma manifestação que aceitaram a coalisão com uma organização terrorista (Black Bloc), que inclusive tem apoio de políticos da extrema-esquerda. Agora, os professores (da manifestação, que fique bem claro) não podem se dizer “injustiçados”.

Quando temos um político como Marcelo Freixo, e uma líder do Sindicato de Professores, em aliança com criminosos, significa que para vários grupos políticos as regras da sociedade civil já não valem mais.

Para piorar, um editorial do Globo também mostra um inadvertido endosso ao crime:

Episódios de lamentáveis provocações nas ruas têm transformado Rio e São Paulo em praças de guerra. Na berlinda, os chamados black blocs, grupos de arruaceiros especializados em se infiltrar em manifestações, descaracterizá-las de seu conteúdo reivindicatório e promover vandalismo. Destituídas de sentido político, são, tão-somente, demonstrações de barbarismo juvenil que se traduzem em violência pela violência, criminalidade, ameaças ao estado de direito e à democracia que precisam ser contidas.

Espere aí, vamos com calma.

Quer dizer que as manifestações violentas são lícitas quando “existe um sentido político”? Mas se cada um pode atribuir o sentido político que quiser para qualquer coisa, então a cronista acima diz que basta alguém dizer que há um “sentido político” para o quebra-quebra que tudo está a priori justificado.

Entretanto, em uma sociedade civil sabemos que não há justificativa para o uso de terrorismo em manifestações, existindo um “sentido político” ou não nelas. Ao dizer que, “existindo um sentido político, tudo bem”, a cronista acima dá endosso para qualquer violência em manifestações.

Eduardo Guimarães, no Brasil247, também comete atos falhos em seu texto “Vandalismo de jovens mostra perda de fé na democracia”. O mais desavisado poderá achar que o texto de Guimarães é uma crítica ao vandalismo, quando na verdade é uma sucessão inacreditável de paralaxes cognitivas onde o autor adota uma posição ambígua em relação ao assunto.

Na verdade, Guimarães sabe que, por ser da extrema-esquerda do jornalismo de Internet, sempre endossou atos de vandalismo em manifestações, desde que tivessem o “sentido político” adequado, isto é, que fossem do lado do PT. Por exemplo, a violência utilizada por gente do MST é sempre aplaudida. Se for contra Alckmin, também é aplaudida. Se for contra Dilma, é vaiada. Esse é talvez o tal do “sentido político adequado que justifica manifestações violentas”. Mas, como as manifestações do Rio de Janeiro foram contra Cabral, que é aliado de Dilma, Guimarães está indignado.

Mas veja o que ele diz:

Vendo a honestidade das manifestações daqueles jovens que comemoravam o caos e o descaminho da democracia – pois naquela Casa legislativa que foi atacada é que deveria ocorrer o embate, mas não físico e sim de ideias –, reflito que nós, os maduros, estamos perdendo essa juventude para a desesperança na única força que pode nos salvar. De quem é a culpa? É minha e sua, que, como eu, tem idade para ser pai ou mãe desses jovens. Não soubemos legar-lhes um pais melhor ou educá-los de forma a que entendessem que a nossa geração lutou para que Casas legislativas funcionassem e não para que fossem depredadas. Sim, julgo que estão equivocados. Mas não têm culpa. Aliás, por que ocorreu aquele tumulto? Porque os professores que educam tantos daqueles jovens são pisoteados pelo Estado, que finge que os paga enquanto fingem que ensinam, até por não terem condições mínimas de fazê-lo após jornadas exaustivas e até desumanas de trabalho mal pago.

Ele começa rotulando os manifestantes de honestos. Ora, se são honestos, qual o problema? Mas depois diz que há um problema em ocorrer um quebra-quebra. Pode ser que isso já não seja tão “honesto”. Depois ele lembra que ocorreu “embate físico”, que deveria ser o de ideias. Mas em seguida ele diz que eles “não tem culpa”. Mas de novo: se não há “culpa” em atos de crime, qual o problema? Daí, usando o truque socialista de sempre, diz que a culpa é da sociedade.

Como se nota, para qualquer pessoa em sã consciência, o discurso de Guimarães é a eterna litania de fraudes intelectuais focando em dizer que a culpa jamais é dos criminosos, mas da sociedade. Tudo, é claro, para que eles possam arrumar pretexto para inchar o estado (para “corrigir a sociedade”).

Enquanto a líder dos professores na manifestação e Marcelo Freixo são pessoas que abertamente defendem atos criminosos, desde que sejam a favor de seus grupos políticos, Guimarães e a cronista do Globo justificam de forma antecipada os crimes cometidos em manifestações.

Está é nossa realidade atual: quando um Coquetel Molotov é lançado em direção à Câmara, temos um criminoso que se acha automaticamente justificado a fazer o que faz. São intelectuais orgânicos da extrema-esquerda que, ardorosamente, vivem para lhes dar justificação.
Para os criminosos que cometem atos de vandalismo, no nível de talibãs, temos que contar com a polícia. Para os criminosos morais que dão justificativas e estímulo moral para os crimes dos Black Blocs, devemos dar-lhes o desmascaramento público das fraudes que cometem, junto com o apontamento da amoralidade de seus discursos.
Cada vez mais os cidadãos de uma sociedade civil precisam de que nos posicionemos no ato contínuo de desmascaramento dos intelectuais orgânicos, sejam aliados ao PT, PSOL, PSTU ou PCdoB, pois no fundo dá tudo no mesmo.
Neste caso, nós temos que fazer o papel de um tipo de “polícia” informal. No caso, os que expõem as fraudes intelectuais e crimes morais da extrema-esquerda.
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6 COMMENTS

  1. Luciano, uma pequena correção: “Black Bloc” é uma [b]tática[/b], não um grupo. Qualquer um pode ser Black Bloc.

    “Existe um entendimento, principalmente entre os noticiários das mídias comerciais de massa, que o “black bloc” é uma organização internacional de algum tipo. No entanto, nada mais é do que uma tática utilizada por grupos de manifestantes sem muitas conexões. Existem vários grupos black bloc dentro de uma única manifestação, com diferentes formas e táticas.”
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Black_bloc

    No mais, excelente post. Já não era sem tempo medidas como estas.

  2. Luciano, lá vamos para um apanhadão de hoje:

    1) Altas suspeitas de ativismo judiciário na negação à reintegração de posse da reitoria da USP, notícia que pode também ser vista no UOL. O juiz alega que não houve diálogo com quem ocupa o prédio e nós perguntaremos se há como ter diálogo com quem invade o prédio usando marreta de pedreiro, placa de trânsito transformada em aríete e outros expedientes violentos. É claro que ia ter uma descida de lenha do Reinaldo Azevedo sobre o assunto. O receio é o de que agora outras faculdades públicas do país (e talvez até as PUCs) sejam varridas por gente fazendo coisas análogas às que ocorrem na Cidade Universitária;

    2) Como já disse anteriormente, seria bom que este blog começasse a falar um pouco que fosse sobre o que os que combatem o marxismo-humanismo-neoateísmo podem fazer durante as eleições do ano que vem (mesmo que seja na base de escolher entre o pior e o menos pior). Segue este texto de Elio Gaspari falando que jamais o Brasil teve um único grupo por tanto tempo no poder quanto os 16 anos que o PT terá caso ganhe as eleições do ano que vem;

    3) Mais sobre os protestos no Rio e há algo que não pode passar despercebido na cidade que foi sitiada por black blocs chamados pela Globo de “uma minoria de vândalos” de “uma passeata que começou pacífica”: veja o que está pichado em rubra cor dentro de uma agência do Banco do Brasil que foi vandalizada. Sim, exatamente isso que você lê e com certeza as UPPs do governo Cabral devem ter deixado esse pessoal tiririca da vida e querendo derrubar o referido governador. E cá iremos suspeitar que a relação entre grupos de esquerda e tráfico não tenha ficado restrita a um passado de promiscuidade entre presos comuns e políticos em presídios do regime militar.
    E a greve dos professores de lá (ou de parcela marxista-humanista-neoateísta dos docentes que se finge de representante do todo de quem dá aula) pode na prática ser algo coordenado com os black blocs e que a entrada dos encapuzados não seria algo por acaso, como diz o Reinaldo nesta postagem e o vídeo que vai adiante:

    http://www.youtube.com/watch?v=iZLJsSh25H0

    4) Mais Rio, mas agora falando da eleição estadual de 2014. Esta notícia é mais uma mostra de que podemos e devemos usar o MHN como inocente útil no combate ao próprio MHN. Observe a treta que o Lindbergh Farias está causando dentro do PT por achar válido que se dê palanque a Eduardo Campos;

    5) Ontem havia dito que a prisão do casal tipificando na Lei de Segurança Nacional poderia ter sido exagerada. Eis que eles foram soltos. E segue a respectiva lenha do Reinaldo;

    6) Seria bom que passássemos a rastrear a criação de novas minorias pelos MHNs para criar confronto na sociedade. Agora eles falam de gordos e de uma suposta “gordofobia”, obviamente apenas aplicada às mulheres (e sempre naquela base de gorda pegando cara fortão e dando a entender que o mundo deve a ela um cara em tal forma), em que o padrão normal de que os homens gostam (cintura em média com 70% da circunferência dos quadris e índice de massa corpórea inferior ao de sobrepeso) seria algo imposto pela cultura (quando a ciência já demonstrou que é universal). A coisa estava muito restrita a círculos feministas, mas agora está também na grande mídia.
    Obviamente que os MHNs dependem de as gordas continuarem com o peso que estão, pois se emagrecerem e fizerem academia até ficarem saradonas, supostamente estas passariam de oprimidas a opressoras. E, tal qual a glorificação da anorexia e da bulimia, pode gerar comportamentos doentios como este.

  3. Ótimo artigo. Valeu- mais uma vez- pra variar, Luciano.

    Essa turma aí só tá no topo, vomitando merda, vivendo e ESPALHANDO a moral sociopata por toda a parte, porque nós, pessoas de bem, razoáveis, que sabemos viver e conviver de forma saudável, normal numa sociedade, “trançamos” a corda revolucionária pra eles.

    Logo num primeiro embate moral (ou intelectual) com essas criaturas, pode-se observar que eleas são simplesmente pulverizadas.

    E acho que essa é a hora mais certa de começar a confrontá-los, quando já estão se sentindo seguros e confortáveis da própria onipotência (sem querer de dar uma de “Luke” no Império Contra Ataca, mas o momento é muito propício).

    Só aconselho a serem precavidos com esse tipo de gente, pois quanto mais covardes e amorais são individualmente, mais perigosos se tornam quando contam com o seu grupo de poder (Celso Daniel, Yves Hublet, Julio Severo, e tantos por aí que tem experimentado o “pití” revolucionário). E isso, de forma alguma, deve alimentar nosso medo e desistência; ao contrário, pra mim, só aumenta a minha vontade de lutar contra essa ignomínia marxista (a “escrotidão ideológica fossilizada”); só aumenta o meu desprezo e a minha falta de consideração por pessoas desse tipo (fora o meu ardente desejo de vê-los TODOS enfiados numa cana perpétua bem longe do convívio social).

    A ideia que está implícita em TODAS essas insurreições politizadas vestidas de “reivindicação legítima” (manifesto pacífico) :

    Só a polícia deve colher os frutos da truculência. Os revolucionários danoninho saem ilesos da brincadeira como sempre (pelo menos moralmente).

    Um colega de um outro blog me disse a uns dois meses atrás:

    “[…]Por ordem do governo, a polícia daqui apenas “ESPALHA” os saqueadores sem enfrentá-los. O resultado é o terror diário.”(isso foi lá no RS)

    E eu pensei, BINGO! Parece que a polícia está mesmo proibida de CERCAR, CONTER e SUFOCAR esses movimentos. E acrescentei na época:

    Eu tenho percebido nas ruas que, apesar das múltiplas reclamações com seus devidos- e supostamente legítimos- slogans (poucas são divergentes e o resto é o eco eco eco de sempre), a ‘VIOLÊNCIA POLICIAL’ (AS “REAÇÕES ABUSIVAS DA POLÍCIA”) é até agora O ÚNICO- repito, O ÚNICO- ponto convergente dessa pantomima histérica e DESLOCADA NO TEMPO criada pela Rev. Cultural Gramsciana.

    E as esquerdas (TODAS elas) sempre souberam dosar na crença popular a mitologia da ‘AGRESSIVIDADE & TRUCULÊNCIA PROPOSITAL DO BRAÇO ARMADO DO ESTADO QUE SERVE PARA PROTEGER ESSE MESMO ESTADO DA POPULAÇÃO’.

    Isso realmente PEGOU no Brasil, virou um cacoete mental- um AUTOMATISMO- aparentemente INDESTRUTÍVEL.

    Não me admira que ATÉ AGORA só tenham existido ‘manifestos pacifistas’ com a PRESENÇA CONSIDERÁVEL dos tais ‘baderneiros’ e ‘vândalos’, que TOOOODA a Grande Mídia repete ad nauseam (data venia às minúsculas- mas nem por isso desprezíveis, MUI AO CONTRÁRIO- exceções na tv e rádio) como sendo “corpos estranhos” mas, ao mesmo tempo, sem nunca perder a chance de acusar qualquer SUPOSTO abuso das PMs (contra qualquer um dos TRÔXAS-ÚTEIS vestidos de branco que estão ali para alimentar o RESPALDO, a CONTINUIDADE e o VOLUME do gran finale jogo de curling revolucionário).

    […]

    Essa “esquizofrenia nacional” propagada pelos meios de comunicação (hoje tornados vítimas tb do próprio veneno) e já transformada em “cultura” no Brasil, enquanto não for “tratada”, manterá ‘O GIGANTE’ deitado em berço esplêndido e dormindo o sono dos inocentes.

    Parece que já esquecemos que, num ambiente genuinamente democrático (por pior ou melhor que seja), a que se ter meios de repressão (legitimados na Constituição) que detenham a tempo curto QUALQUER AMEAÇA a ordem jurídica e social que possa lançar A DERIVA o próprio sistema democrático.

    A ironia disso tudo é o PT (e “OPOSIÇÃO” kkk!) no poder construindo a mais de 10 anos (junto ao ‘Foro de São Paulo’) esse SIMULACRO de uma redemocratização pós ditadura militar.

    Repetindo: esse,, se não repararam ainda, É O ÚNICO PONTO CONVERGENTE DE TODOS OS PROTESTOS E MANIFESTAÇÕES até aqui (fim de julho pra agosto).

    Esse processo começa ainda na Ditadura Militar.

    Com essa turma comunista NÃO se brinca.

    Eles usaram a repressão dura do governo em cima da guerrilha ARMADA da época pra criar o MITO (o falso mito) da ‘POLÍCIA QUE PROTEGE O SISTEMA CONTRA A POPULAÇÃO’.

    Deu super certo e gerou frutos deliciosos como a diminuição sistemática e colossal do efetivo policial (em contrapatida ao AUMENTO da população); a aplicação dos “direitos humanos” em todo o universo criminoso (indultos, ZERO CONSTRUÇÕES DE PRESÍDIOS, ECAs subsidiando a barbárie…); a FEMINILIZAÇÃO do comando- e efetivo- policial e do Judiciário… Aqui no Rio muitas delegacias já viraram clubes da luluzinha. (*ADENDO: falta de PULSO, DE FORÇA, de LIDERANÇA nessa GUERRA pra deter bandidos cada vez mais violentos e cruéis… Lamento mas em algumas esferas da vida social a mulher NÃO PODE liderar, mandar, a ÁREA DA SEGURANÇA por exemplo. Isso é uma TÉCNICA, gente: enfraquecer a masculinidade dos agentes de segurança ENALTECENDO o “tratamento-alternativo-mais-humano” que deve ser dado a criminalidade, colocando um “toque feminino” num ambiente extremamente brutal);

    …e claro, com a desvalorização (demonização) progressiva da profissão de policial, vem o FOMENTO (natural) da corrupção corporativa.

  4. Mas então, queria apenas concluir o meu pitaco dizendo que- SEM MEDO DE ERRAR- uma forma bastante eficiente de ESFRIAR e DESMOTIVAR (desarticular ou até desmantelar de vez) esses movimentos de extrema-esquerda (com o endosso da moderada), é começarmos a APOIAR INTEGRALMENTE a ação das nossas forças de segurança e exigir sua presença nas ruas.

    A maioria da população precisa URGENTEMENTE estar ao lado desses homens e mulheres de farda (a maioria honesta, honrada, pais de família vocacionados) para que se RESTAURE O ORGULHO DE SER POLICIAL no Brasil. A voz da população (e não a da histeria e fúria dos militantes de partidos políticos bancados com nosso dinheiro e encastelados no poder dos sindicatos e Congresso Nacional) deve ser o respaldo para as ações da polícia.

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