Taxista se livra de falsa acusação de estupro com gravação em smartphone. E o que o feminismo tem a ver com isso?

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feminismo

Fonte: Techmestre

Um taxista britânico se livrou de uma falsa acusação de estupro graças ao seu smartphone. Mohammed Asif, de 34 anos, foi acusado pela passageira Astria Berwick que ligou para a polícia para relatar o caso.

Asif fez uma corrida para Astria no dia 20 de fevereiro, sendo que, segundo ele, ela aparentava estar embriagada. O motorista afirmou que apesar disso ela estava tranquila, e agradeceu a ele pelo serviço ao sair do veículo.

No entanto, alguns minutos depois a garota ligou para a polícia, afirmando que o motorista havia abusado sexualmente da mesma e feito um corte em seu rosto com uma faca. O taxista foi procurado, algemado e preso como suspeito de estupro.

Asif conseguiu provar sua inocência apenas depois que mostrou uma gravação de voz em seu smartphone Galaxy, da Samsung. Ele afirmou que sabia que o sistema de câmeras dentro do veículo não estava funcionando, e resolveu ativar o gravador de voz do celular durante as corridas.

Meus comentários

E o que tem a ver o feminismo com essa notícia? Absolutamente tudo.

Atualmente, é muito fácil um homem ser condenado por estupro. Basta que uma mulher diga que ele a estuprou, mesmo sem nenhuma evidência para isso. A partir daí, ele se que vire para arrumar provas de sua inocência.

Por sorte, Mohammed Asif gravou o áudio da corrida e conseguiu se livrar. Sem isso, provavelmente teria sido condenado.

Essa cultura que dividiu homens e mulheres em classes opostas, e com a mulher sempre definida como “vítima a priori”, levou a esse tipo de situação. A classe masculina passa a ser culpada por princípio, e, por consequência, a classe feminina é vítima pelo mesmo princípio.

A motivação de Astria Berwick em fazer o que fez também é um reflexo desta guerra cultural.

Essa reformulação do senso comum deve ser computada na conta do feminismo.

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35 COMMENTS

  1. VACA!

    Sonho com o dia em que a tecnologia terá evoluído ao ponto de ser tão barata e acessível de tal modo que todos possam gravar TUDO.
    Então VACAS como essa não poderão acusar ninguém de nada.

  2. O que leva uma pessoa a fazer isso? Será que ela tem noção da destruição que isso trará à vida do outro? Ainda que seja absolvido na justiça, a pessoa já foi linchada e condenada moral e psiquicamente, tão somente por se ver obrigada a se defender de uma coisa assim.
    Que ela faça bom proveito dos 16 meses de detenção, para refletir sobre sua conduta.

    • Pessoas de má índole existem em todo o gênero, religião, nacionalidade, ideologia política etc. Agora, alguém que escreve que o caso aí em cima se relaciona diretamente com o feminismo, claramente não sabe o que é de fato o feminismo ou o transforma em uma redução simplista, o que é bem ruim para um escritor, jornalista ou mesmo para alguém que simplesmente quer escrever sobre o assunto publicamente.

      O porque da mulher ser prioritariamente uma vítima? A resposta vem de uma constatação bem simples: porque homens e mulheres não são iguais fisicamente. Na maioria das vezes os homens são mais fortes, o que os coloca em uma óbvia vantagem. Essa desvantagem feminina, que as coloca como vítimas, pode sim dar margem a situações injustas como esta aí, como a possíveis tantos outros casos de assédio.

      Só que incontestavelmente esta não é a regra, estão aí numerosos casos para confirmar, que na maioria das vezes as vítimas são sim as mulheres (ou alguém realmente é burro o suficiente para contestar isso?). Essa “guerra cultural” não existiria em primeiro lugar, se os homens não usassem de sua força física contra as mulheres, (ao longo de toda a história da humanidade isso aconteceu, ou alguém é burro o suficiente para contestar isso também?) não se esqueça disso, prezado autor. Ou na sua opinião as mulheres deveriam continuar aceitando caladas por todo o sempre, suportando vários tipos de abuso cometidos pelo outro gênero?

      Enfim, não coloque na conta do feminismo, de uma realidade que normalmente é o oposto do que a que ocorreu aí em cima, as atitudes de uma, ou de uma minoria de vacas, como bem disse o rapaz do comentário aí acima – vaca é até um elogio para uma criatura como essa mulher aí, a Astria Berwick.

    • Depois da invenção da pólvora, não existe mais essa de força… é difícil ver estuprador de mãos vazias… sempre usam algum tipo de arma. Essa da força é a maior desculpa.. só não é maior do que aquela que mulher de TPM pode matar alguém… tem pessoas (não só mulheres) de minorias que forçam demais!!!

  3. E aqui no Brasil temos a Lei Maria da Penha que indubitavelmente foi um grande avanço para a defesa das mulheres. Apenas ressalvando que algumas mulheres que têm algum conhecimento a mais estão se utilizando desta lei para se darem bem. Ou seja, ofendem, xingam, agridem
    e quando sofrem revide, se apresentam como vitimas inocentes de homens violentos.

  4. E se ele estivesse sido preso e não tivesse como provar a mentira dela ? Ela ia destruir a vida do cara só por capricho ???? Mulheres q fazem isso devem ser punidas a altura ! Não chamo de “vaca” pq as vacas são úteis e jamais fariam isso, é uma vadia desequilibrada !.

  5. Enquanto isso, uma curitibana que acusou jogadores do Vitória de estupro pode acabar respondendo por má fé. Ao menos por ora, no Brasil, há algum grau que seja de respeito ao rito processual e presunção de que o depoimento é a parte prostituta do processo e precisa ser respaldado por outras provas. Ainda assim, já tivemos no Brasil caso de homens que foram presos por falsa acusação de estupro e há o caso de uma vítima de falsa acusação de estupro que foi assassinada em rebelião de presídio.

  6. ãh? ainda não entendi o que o feminismo tem a ver com isso…. Vc sabe a definição de feminismo? Alias, de onde você tirou que “é muito fácil um homem ser condenado por estupro”? Cadê estudos? Cadê a prova estatistica? Aqui você só vomitou sua opinião altamente tendenciosa e não provou absolutamente nada! Ou é falta severa de raciocinio logico ou é desonestidade intelectual você pegar um caso (principalmente um no qual o acusado se inocentou…) e tentar basear seu argumento todo em cima disso. Só quem já é totalmente posicionado em favor do seu argumento vai achar isso válido. Estou completamente disposto a concordar que o feminismo é horrivel e que “é muito fácil um homem ser condenado por estupro”, só preciso de dados para tanto. E aqui não tem nenhum.

    • Lenny,

      Engraçado que eu acabei de citar um caso mostrando como um homem estava para ser condenado sem evidência alguma a não ser a declaração de uma mulher. Também temos os “novos estupros”, onde uma mulher pode denunciar um sujeito por estupro, por exemplo, se tiver tido relacionamento sexual com um sujeito bÊbada.

      Veja só mais um exemplo:

      http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2012/09/cultura-de-estupro-ou-cultura-de-falsas.html

      Agora essa vai doer em sua alma:

      http://manhood101br.blogspot.com.br/2013/07/falsa-acusacao.html

      “Uma certa percentagem de queixas de estupro é classificada como “sem fundamento” pela polícia e excluída das estatísticas do FBI. Por exemplo, em 1995, 8% de todos os casos de estupro foram fechados como sem fundamento, assim como os 15% de 1996 (Greenfeld, 1997). De acordo com o FBI, um relatório só deve ser considerada sem fundamento quando a investigação revela que os elementos do crime não batem ou o relatório é “falso” (o que não está definido) (FBI, 2007).”

      Enfim, agora temos que usar câmeras e gravações de áudio, além de investigar bem a psique das mulheres, por causa dessa CULTURA DE GUERRA DE CLASSES ENTRE HOMENS E MULHERES CRIADA PELO ESQUERDISMO FEMINISTA.

      Att.

      LH

  7. Isabela, você trabalha? Vota? Dirige? Ou passa o dia lavando prato e roupa e cuidando doa filhos, esperando o marido chegar em casa pra te dar o dinheiro de fazer a feira de amanhã? Se passa, tudo bem, mas senão:

    PELO AMOR DE DEUS.

    Agradeça ao “bando de loucas” por você estar aonde está.

    PS: não estou defendendo a criatura em questão no post, que é uma imbecil e deve sim ser condenada.

    • Aqui, obviamente, é a sempre a hipocrisia sem limites de fingir que as conquistas feministas são fruto do feminismo. Nada mais falso.

      As conquistas feministas são fruto do capitalismo, que criou uma legião de consumidoras. Logo, ponto para o capitalismo.

      O fluxo de informações também criou mais bases de comparação entre as mulheres.

      Em suma, a frase “Agradeça ao “bando de loucas” por você estar aonde está.” não faz o menor sentido, e não é respaldada por evidEncias.

      Mas ela deve agradecer a ações de pessoas que lutaram por seus direitos, e isso é independente do feminismo ou não.

      Att.

      LH

      • Mais uma “duvidazinha”:

        “As conquistas feministas são fruto do capitalismo, que criou uma legião de consumidoras. Logo, ponto para o capitalismo.”

        Ok, não tenho estatística nenhuma, mas acho bastante plausível o capitalismo ser o grande fator que impulsionou a independência feminina. Mas afirmar categoricamente isso, sem respaldo, não é nada inteligente e, me parece um homem inteligente LH, perspicaz, que não acredita em tudo o que lê e não engole discursos sem pensar.

        O pouco que sei de história, aprendi em vê-la como um processo, no qual a economia é um dos fatores mais fundamentais, mas que não atua sozinho. Portanto, atribuir as conquistas femininas unicamente ao desenvolvimento do capitalismo, ainda mais sem aprofundar com algum estudo ou argumento mais consistente, deixa vazia a tua crítica.
        Hoje uma grande parte do estudo da história se dedica a estudar e até mensurar a importância dos fatores culturais e sociais.

        No mais, estou com a Melina Ferraz, dizendo que sim, as conquistas femininas se devem sim “ao bando de loucas”! Não só à elas, mas também (e talvez muito) por causa delas.

      • O pouco que sei de história, aprendi em vê-la como um processo, no qual a economia é um dos fatores mais fundamentais, mas que não atua sozinho. Portanto, atribuir as conquistas femininas unicamente ao desenvolvimento do capitalismo, ainda mais sem aprofundar com algum estudo ou argumento mais consistente, deixa vazia a tua crítica.

        De novo, isso aqui vai doer em você, mas é preciso para te tirar do transe…

        http://lucianoayan.com/2013/08/13/para-levar-a-loucura-as-feministas-radicais-e-o-movimento-lgbt-como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/

        Hoje uma grande parte do estudo da história se dedica a estudar e até mensurar a importância dos fatores culturais e sociais.

        E quem renegou importância de fatores culturais aqui? rs.

        No mais, estou com a Melina Ferraz, dizendo que sim, as conquistas femininas se devem sim “ao bando de loucas”! Não só à elas, mas também (e talvez muito) por causa delas.

        Não há conquista alguma. Quando tiramos alguma tensões, as mulheres VOLTAM NATURALMENTE ao status original do iluminismo, mantendo, em sua maioria, desejo de ter filhos, e procurar profissões menos arriscadas.

        Isso é dinâmica social, sorry.

        Att.

        LH

    • “Ou passa o dia lavando prato e roupa e cuidando doa filhos, esperando o marido chegar em casa pra te dar o dinheiro de fazer a feira de amanhã? Se passa, tudo bem, mas senão:”

      http://omarxismocultural.blogspot.pt/2012/10/nem-o-homem-nem-mulher-querem-igualdade.html

      Essencialmente,

      “2. A maior parte das mulheres não está interessada na “independência financeira” – contrariamente ao que as feministas defendem. Aparentemente o que as mulheres querem é um homem que lhes dê segurança enquanto elas levam a cabo o papel mais importante da vida duma mulher: ser mãe. “

      • Melina, em primeiro lugar, sim trabalho, estudo, voto e AINDA não dirijo, mas pretendo. Em segundo lugar: você coloca o fato de uma mulher ser dona de casa e cuidar dos filhos como se fosse uma posição para se envergonhar, acorda minha filha, minha mãe nunca trabalhou fora, sempre foi dona de casa(o que não quer dizer que não trabalhe tanto quanto ou não mereça respeito tanto quanto as mulheres que trabalham fora) e aposto que é mais honrada e mais inteligente do que você que ainda acredita nessa falácia ridícula, reproduzida por gerações de que se você é mulher você DEVE isto ao feminismo. Não vou me alongar muito nessa questão, acho que o Luciano já lhe respondeu perfeitamente bem.

        “Mas ela deve agradecer a ações de pessoas que lutaram por seus direitos, e isso é independente do feminismo ou não” e é exatamente isto, agradeço e MUITO as pessoas que conquistaram esses direitos e NÃO eram feministas coisa nenhuma.

        Não preciso do feminismo, não preciso me fazer de vítima, não preciso odiar os homens pra saber que não sou melhor ou pior do que eles. Tenho um pai maravilhoso na minha vida, sem ele não seria tudo que sou hoje, um pai que sustentava sim a minha mãe, e nem por isso a tratava como lixo, a desrespeitava, a fazia como escrava, pelo contrário, minha mãe, dona de casa, trabalhava muito,e meu pai não menos, sempre ralou MUITO na construção civil, como pedreiro, fazendo o melhor pra nos sustentar da melhor forma possível, não vejo nada demais, depois de um dia inteiro trabalhando no sol a pino batendo laje, meu pai chegar em casa e encontrar a casa limpa e a comida feita, meu pai sempre tratou minha mãe como uma RAINHA, o dinheiro estava a disposição dela para o que ela quisesse, meu pai registrou a mim e os meus irmãos, nos dava e nos dá até hoje do bom e do melhor. NUNCA faltou nada em casa.Nunca faltou ele em casa.

        Meu pai, que sempre sustentou minha mãe e dava o dinheiro pra ela fazer feira depois que ela passava o dia limpando a casa como você disse, foi o MAIOR incentivador para há 5 anos atrás minha mãe voltar a estudar e concluir os estudos dela(e não, ela não parou de estudar por conta da sociedade machista opressora e sim porque ela PREFERIU cuidar dos filhos, uma atitude muito honrada, já que meu pai precisava trabalhar pra construir nossa casa e nos alimentar). E depois de todos nós já criados, sem sermos mais crianças de colo, ela começou a trabalhar fora, novamente, muito incentivada pelo meu pai, HOMEM, AQUELE MESMO QUE VOCÊ CITOU, MACHISTA OPRESSOR QUE A SUSTENTAVA ENQUANTO ELA CUIDAVA DOS FILHOS!!OLHA QUE COISA HORROROSA NÃO?

        Um post legal do facebook pra você aprender um pouquinho de história e rápido porque pelo visto, você não gosta de estudar: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=267573813367849&set=a.196569377134960.21470.196558717136026&type=1
        As fontes dessas informações não são achismos de facebook, leia os comentários também.

        E se quiser rebater alguma coisa, venha com dados históricos e não com a velha frase: “Isso é mentira, você não sabe nada sobre feminismo” porque já deu. Quero argumentos concretos e não aceito fonte de sitezinho feminista podre.

        Passar bem.

  8. Oi Luciano Henrique.

    Escrevo pois vi teu comentário a respeito do post e realmente não entendi algumas coisas e caso tenhas tempos, me esclareça por favor: (vou copiar e colar aqui alguns trechos)

    – “Suas fraudes são bem típicas. Por exemplo, ao dizer que “guerra cultural não existiria se os homens não usassem de sua força física contra as mulheres”. É o típico truque da birrinha, impondo nos outros a culpa que está em vocês.”

    Minha dúvida: Culpa de que??!!?!

    De que as mulheres deixarem-se dominar e não reagiram, é isso? Bem, se for isso, penso é que é fácil reagir quando não se corre riscos, e não precisam ser riscos grandes,como o de vida. Um simples risco de perder um emprego, que coloca em jogo a subsistência, já é um fator forte o suficiente para a maioria dos seres humanos aceitarem determinadas situações.

    Assisti faz poucos dias um documentários chamado “olhos Azuis”. Está no youtube, em má qualidade mas dá para ver. Achei bem interessante, é sobre uma experiência que uma professora fez em uma escola primária – e posteriormente em workshops, sobre preconceito e sobre como as pessoas dominam e segregam umas as outras. O foco dela era o preconceito contra negros nos EUA. Não é um documentário esquerdista, não entra em discussão política e explica bem o porque desses grupos minoritários não reagirem.

    – “O uso de força física de homens contra as mulheres justificaria a aplicação da lei, e só, mas não uma guerra cultural desonesta e psicopática.”

    – “Esta é uma fraude do falso dilema: ‘Ou na sua opinião as mulheres deveriam continuar aceitando caladas por todo o sempre, suportando vários tipos de abuso cometidos pelo outro gênero?’ Quem falou que as mulheres devem aceitar abusos?”

    – “Em sua ótica, ou temos feminismo ou temos aceite de abusos? Vá mentir lá longe.”

    -“Por posturas intelectualmente desonestas como a tua é que vemos o feminismo servir como incentivo a crimes.”

    Não faço em nenhuma momento essa dicotomia, de “ou temos feminismo ou abusos”. O que quero dizer, é que infelizmente, parece que algumas posturas mais “radicais” são necessárias para que se consigam certos avanços, o que ocorreu com o feminismo. Se não fossem as atitudes dessas feministas “radicais”, que “odeiam homens”, etc e tal, talvez hoje a situação das mulheres não tivesse mudado tanto em aspectos muito positivos. (Provavelmente não estaria escrevendo aqui nesta página). Se as atitudes e discursos ponderados dessem conta de resolver tudo, muitos dos problemas do mundo estariam resolvidos. Pessoalmente, acho o discurso de várias feministas, em geral das “das antigas”, ruim e superficial, mas negar a importância desse movimento, ver as feministas de modo geral como superficiais, colocar a “culpa” no feminismo por situações como o ocorrido, negar que houve uma dominação masculina no ocidente e que ainda há resquícios dela (se não não precisaríamos mais de leis que protegessem a integridade física da mulher) uma simplificação intelectualmente perigosa de se fazer. Essa sim é uma postura desonesta e perigosa de se tomar. É quase o mesmo que negar a escravidão, o holocausto. (novamente, em uma redução simplista da minha parte). E hoje, as “feministas” mais respeitadas têm um discurso calcado no “respeito as diferenças” do que propriamente na busca de uma igualdade que não existe física, biologicamente. A busca é por igualdade de direitos como ser humano (não entendo muito de legislação, mas mesmo no brasil o homem gozava de direitos que as mulheres não tinham) e por busca de iguais salários quando se têm mesma função com igual produtividade (realidade que ainda ocorre).

    Como falei na minha resposta, que o feminismo, assim como a defesa de várias minorias, podem e dão margem ao tipo de situação da reportagem, o que é muito ruim. Só penso que também é ruim essas “minorias” ou grupos que foram subjugados de alguma forma, não receberem certo tipo de proteção, ou apoio legal que garantam que as situações de abuso e dominação não se repitam. E pelo que entendi, essa é a postura que consideras desonesta? Porque se for, discordamos de fato em um conceito muito profundo.

    Abs.

    • Tamaris, vc é mais uma que não tem noção que está diante de alguém que sabe as fraudes intelectuais de vocês tanto quanto vocês…
      Minha dúvida: Culpa de que??!!?! De que as mulheres deixarem-se dominar e não reagiram, é isso? Bem, se for isso, penso é que é fácil reagir quando não se corre riscos, e não precisam ser riscos grandes,como o de vida. Um simples risco de perder um emprego, que coloca em jogo a subsistência, já é um fator forte o suficiente para a maioria dos seres humanos aceitarem determinadas situações.
      Preste atenção no que eu argumentei. Você diz que a CULPA DA GUERRA CULTURAL é dos “homens que usaram a força física”. Nada mais falso. A culpa é de vocês, feministas radicais, que impõe nos outros as culpas que estão em vocês. São vocês que fraudaram o debate.
      A tal “opressão masculina” não justifica usar fraudes em debates, com vocês fazem.
      Assisti faz poucos dias um documentários chamado “olhos Azuis”. Está no youtube, em má qualidade mas dá para ver. Achei bem interessante, é sobre uma experiência que uma professora fez em uma escola primária – e posteriormente em workshops, sobre preconceito e sobre como as pessoas dominam e segregam umas as outras. O foco dela era o preconceito contra negros nos EUA. Não é um documentário esquerdista, não entra em discussão política e explica bem o porque desses grupos minoritários não reagirem.
      Hahahaha… eu me divirto, pois eu escrevi sobre este documentário há muito tempo atrás.
      http://lucianoayan.com/2013/02/27/isto-e-dinamica-social-o-efeito-jane-elliott-e-o-ceticismo-politico-como-uma-vela-no-escuro/
      Quer ensinar o padre nosso para o vigário?
      Não faço em nenhuma momento essa dicotomia, de “ou temos feminismo ou abusos”. O que quero dizer, é que infelizmente, parece que algumas posturas mais “radicais” são necessárias para que se consigam certos avanços, o que ocorreu com o feminismo. Se não fossem as atitudes dessas feministas “radicais”, que “odeiam homens”, etc e tal, talvez hoje a situação das mulheres não tivesse mudado tanto em aspectos muito positivos.
      Engraçado que antes você tinha certeza, agora surge com um “talvez”. Basta eu lhe exigir mais evidências, que a veremos retirar essa alegação.
      Em suma, as tais “posturas radicais” geralmente são crimes morais que vocês cometeram, e não seriam necessárias para a obtenção de resultado algum. É que esquerdistas não tem noção de sociedade civil, então nem percebem essa contradição.
      Se as atitudes e discursos ponderados dessem conta de resolver tudo, muitos dos problemas do mundo estariam resolvidos. Pessoalmente, acho o discurso de várias feministas, em geral das “das antigas”, ruim e superficial, mas negar a importância desse movimento, ver as feministas de modo geral como superficiais, colocar a “culpa” no feminismo por situações como o ocorrido, negar que houve uma dominação masculina no ocidente e que ainda há resquícios dela (se não não precisaríamos mais de leis que protegessem a integridade física da mulher) uma simplificação intelectualmente perigosa de se fazer. Essa sim é uma postura desonesta e perigosa de se tomar.
      Tua fraude é clara: você implica que se rejeitarmos o feminismo, teremos que rejeitar algumas das alegações não só do feminismo, como de outros grupos libertários. Exemplo: suponha que você resolva incinerar um policial para protestar contra a não liberação de um voucher seu para tratamento médico em seu plano de saúde. Daí, eu te critico por incinerar o policial, e você finge que estou criticando seu direito a ter o voucher. É exatamente isso que você tenta fazer.
      Se você acha que o debate argumentativo não é o suficiente, eu também concordo, mas isso não implica atitudes como criar uma campanha DE ÓDIO CONTRA OS HOMENS. Deu para entender ou precisa desenhar?
      Detalhe, ninguém está “negando que houve dominação masculina no Ocidente”. O fato é que, biologicamente, até pela maior produção de testosterona, sempre vai existir essa dominação. A diferença é que as mulheres devem ter o direito de tentar executar dominância sempre que queiram. Isso é iluminismo básico, e não precisamos de feminismo para isso.
      É quase o mesmo que negar a escravidão, o holocausto. (novamente, em uma redução simplista da minha parte).
      Não é “redução simplista”, é fraude mesmo. Você mente tanto que nem percebe mais.. Só alguém de fora é capaz de perceber que você perdeu a conexão com a realidade.
      E hoje, as “feministas” mais respeitadas têm um discurso calcado no “respeito as diferenças” do que propriamente na busca de uma igualdade que não existe física, biologicamente. A busca é por igualdade de direitos como ser humano (não entendo muito de legislação, mas mesmo no brasil o homem gozava de direitos que as mulheres não tinham) e por busca de iguais salários quando se têm mesma função com igual produtividade (realidade que ainda ocorre).
      Ah, essa vai doer em você, mas não posso ter só de quem mente tanto:
      http://lucianoayan.com/2013/08/13/para-levar-a-loucura-as-feministas-radicais-e-o-movimento-lgbt-como-harald-eia-abalou-a-ideologia-de-genero/
      Só penso que também é ruim essas “minorias” ou grupos que foram subjugados de alguma forma, não receberem certo tipo de proteção, ou apoio legal que garantam que as situações de abuso e dominação não se repitam. E pelo que entendi, essa é a postura que consideras desonesta?
      Agora o tal truque da dívida histórica, para justificar o inchaço estatal para proteger “as minorias”. Minorias não precisam de “proteção especial”, mas DA MESMA PROTEÇÃO LEGAL dado aos demais. Qualquer coisa além disso é amoral e antissocial, e mostra que vocês estão ajudando a criar uma situação insustentável.
      A lógica é clara: se um grupo é protegido, por causa de “dívida histórica”, então você cria novas injustiças, quando deveria lutar para eliminá-las. O discurso de vocês sempre cai em contradição, pois é mais falso que menstruação de travesti.

  9. Olá!

    Começarei pelo fim do meu looonguíssimo comentário. Bem, LH, não sei se vai aceitar meu comentário, respondê-lo ou mesmo lê-lo. Até preferia uma resposta pelo mail. Se pudesse, este seria uma mail e não um comentários público. Mesmo que me responda como fez anteriormente, não responderei novamente porque entrarei em um período intenso de trabalho e sem internet . Assim que retornar, acompanharei teu blog ,que conheci por este post do taxista, que um amigo fez no Facebook. (Aliás, me diverti lendo as rotinas esquerdistas). Como já disse anteriormente, apesar de discordar de algumas de tuas posições achei que tua visão vai além do óbvio, apesar de achar que simplificas demais algumas questões. Pena que, pelo tom das tuas respostas, me tirou pra idiota. Apesar disso, espero não ter te diminuído em nenhuma das minhas críticas. Pessoalmente, o que acho ruim no teu discurso, é dizeres que quem diverge de tuas opiniões mente, ou está descolado da realidade e também o uso de umas expressões do tipo “O discurso de vocês sempre cai em contradição, pois é mais falso que menstruação de travesti” para desqualificar ou diminuir, sei lá o que quem leu e opinou fala. Tu assim como eu, somos frutos de uma determinada formação e/ou experiência de vida. Discordo da tua argumentação e tu, da minha. Talvez (e digo talvez porque não se pode afirmar certeza em praticamente nada) se tivesse lido o que eu li, terias algumas opiniões diferentes, assim como se eu tivesse acesso ao teu conhecimento, meu ponto de vista seria diferente. Isso não nos torna ambos mentirosos e nem fora da realidade. Por isso faço questão de ler e conversar, mesmo via blog, com um alguém que desconhecia mas, que tem um olhar diferente do meu. Por isso que me dei ao trabalho de escrever tanto aqui, por isso irei ler com cuidado teu texto sobre o documentário da Elliott e outras coisas que escreveste, para confrontar minha opinião, ver se informações que tu pode me trazer modificam o que eu penso. Na minha concepção, este foi o meio que encontrei para tentar de evoluir, para conseguir construir uma visão mais profunda sobre vários assuntos, para tentar compreender um pouco da realidade em que vivo.

    Ainda não li os dois textos tão atentamente quando gostaria, mas o segundo que li com mais calma, gostei bastante ,e vai de encontro com o que disse acima, com o que acredito pessoalmente. Vai também de encontro com as feministas (algumas das que li pelo menos), que falam justamente do respeito as diferenças entre homens e mulheres e que tem esse mesmo ponto de vista que o teu, que para se ter uma igualdade de direitos não é necessária uma “campanha DE ÓDIO CONTRA OS HOMENS”. Achei que isso estivesse ficado suficientemente claro antes, quando falei sobre o respeito às diferenças.

    Por isso que fiz uma crítica no meu primeiro comentário, de que estava sendo meio superficial com o feminismo. Existem feministas que falam justamente o mesmo que tu, “O fato é que, biologicamente, até pela maior produção de testosterona, sempre vai existir essa dominação. A diferença é que as mulheres devem ter o direito de tentar executar dominância sempre que queiram. Isso é iluminismo básico, e não precisamos de feminismo para isso.” – Algumas usam até termos bem parecidos com os teus e, mesmo assim se consideram feministas. Não acho que uma mulher se reduza por ser dona de casa. Só vou morrer defendo que o ser humano independente do gênero, se desenvolva na área que quiser, sendo mãe ou engenheira e possa ser respeitado dentro de sua escolha. Essa mesma leva de feministas já estão familiarizadas faz um certo tempo com o que chamas de “dinâmica social”, onde “Quando tiramos alguma tensões, as mulheres VOLTAM NATURALMENTE ao status original do iluminismo, mantendo, em sua maioria, desejo de ter filhos, e procurar profissões menos arriscadas. Isso é dinâmica social, sorry”. – – Essa questão já foi discutida ha muito dentro do feminismo e incorporada por vários autores e autoras. A minha realidade e do meu círculo imediato de amizades não nega isso, a vontade da maternidade e nem a vontade de se desenvolver profissionalmente, mesmo em um campo como o da construção civil. Não queria ser desagradável, mas quer tu quer que eu desenhe?! Ou deu pra entender, que no fundo, ambos consideramos as diferenças, mas não consegues admitir ou não conheces muita gente que escreve sobre o feminismo, já incorporou isso? Por isso teu texto “não leva à loucura” as feministas. Talvez leve as mais desavisadas.

    No outro comentário, onde diz “E quem renegou importância de fatores culturais aqui? rs.” Tua posição parece que realmente está desconsiderando muitos destes fatores.

    Achei engraçado criticares meu “talvez”, já que tratando desse tipo de assunto não existem certezas absolutas. Como falei no comentário anterior, obviamente as “conquistas femininas” podem ser fruto do capitalismo e de decisões de “dominadores” mas, não há como afirmar categoricamente que os “crimes morais que vocês cometeram”, “não seriam necessárias para a obtenção de resultado algum. É que esquerdistas não tem noção de sociedade civil, então nem percebem essa contradição.” Aí posso até dizer que tu mesmo entra em contradição quando concorda que as vezes somente o discurso não é suficiente. Mesmo que te refiras às articulações e não às ações mais contraditórias do ponto de vista moral, a contradição está em achar que a esquerda não percebe que os meios não muitas vezes não justificam os fins, lição que a direita parece também não ter assimilado. (Só para constar, não tenho uma posição política definida e acho muitos discursos de esquerdista e de direita absurdos em vários aspectos e, por ter consciência dessa minha falta de “saber político”, tenho anulado meus votos a tempos). Um “talvez” não é uma falta de argumento em um aspecto de difícil mensuração. Minimamente, as ideias das “feministas revoltadas” podem aberto portas aos “homens do capitalismo” (hehehe, falar em “homens do capitalismo” é uma simplificação realmente horrível), para incluí-las no mercado. Existem feministas que afirmam isso também, e não em sites podres feministas, mas em teorias construídas com seriedade. Basta procurar, elas não são de difícil acesso e a maioria dos trabalhos está na língua inglesa. E rebater um “talvez” por falta de argumentação em um post , é contraditório quando nem mesmo tu que é o autor (ou o outro lá, que passou um monte de textos e vídeos e me respondeu com deboche) consegue aprofundar as discussões nestas respostas. Se for falta de paciência para aprofundamentos, antes de desqualificar é interessante que coloque os links dos teus textos como fizeste em alguns trechos. Os vídeos e textos ajudam a embasar a argumentação, o que é bem interessante, mas os que vi, não trouxeram nada de muito novo e já havia visto um dos vídeos para exemplificar outros pontos de vista bastante diferentes. E mesmo a ciência, que vi que criticas em outros posts, não trabalha com certezas. Essa era uma postura positivista de ciência que já não se tem faz uns 40 anos, de que a ciência era “dona da verdade”. A base da ciência é a dúvida, o questionamento. Qualquer trabalho científico com um mínimo de qualidade e seriedade sempre relativiza e questiona suas bases, sejam elas nas humanas ou exatas. O que não é construído dessa forma não se pode considerar ciência por princípio.

    Por mais incrível que possa parecer, concordo profundamente quando dizes que:

    ” Minorias não precisam de “proteção especial”, mas DA MESMA PROTEÇÃO LEGAL dado aos demais. Qualquer coisa além disso é amoral e antissocial, e mostra que vocês estão ajudando a criar uma situação insustentável. A lógica é clara: se um grupo é protegido, por causa de “dívida histórica”, então você cria novas injustiças, quando deveria lutar para eliminá-las.”

    Esse é o mundo em que eu quero viver, onde ninguém precise de proteção especial. A diferença é que penso que essa “proteção especial” é um PROCESSO, que é algo temporário, para se chegar a esse outro estágio, em que todos tenham a mesma proteção legal e que não seja necessário criar essas novas injustiças. Sim, também considero que essa proteção cria novas injustiças e as vejo como uma maneira paliativa de contornar uma situação de “divida histórica”. Só penso que é um grande progresso admitir que exista uma “dívida histórica”, e que essas medidas paliativas são uma maneira de garantir que, pelo menos por algum tempo, não se retorne àquelas realidades.

    Até!

    • Vamos lá…
      Vai também de encontro com as feministas (algumas das que li pelo menos), que falam justamente do respeito as diferenças entre homens e mulheres e que tem esse mesmo ponto de vista que o teu, que para se ter uma igualdade de direitos não é necessária uma “campanha DE ÓDIO CONTRA OS HOMENS”. Achei que isso estivesse ficado suficientemente claro antes, quando falei sobre o respeito às diferenças.
      Basicamente, o meu texto não é contra o feminismo moderado. Quando você ler este blog com mais cuidado, verá que meu foco é no feminismo fundamentalista.
      Algumas usam até termos bem parecidos com os teus e, mesmo assim se consideram feministas. Não acho que uma mulher se reduza por ser dona de casa. Só vou morrer defendo que o ser humano independente do gênero, se desenvolva na área que quiser, sendo mãe ou engenheira e possa ser respeitado dentro de sua escolha.
      Mas isso é iluminismo, não feminismo. O problema é sua confusão de termos. O feminismo, ao contrário, é historicamente reconhecido por jogar este jogo esquerdista: http://lucianoayan.com/2013/08/09/jogo-esquerdista-simulacao-de-guerra-de-classes/
      Essa mesma leva de feministas já estão familiarizadas faz um certo tempo com o que chamas de “dinâmica social”, onde “Quando tiramos alguma tensões, as mulheres VOLTAM NATURALMENTE ao status original do iluminismo, mantendo, em sua maioria, desejo de ter filhos, e procurar profissões menos arriscadas. Isso é dinâmica social, sorry”. – – Essa questão já foi discutida ha muito dentro do feminismo e incorporada por vários autores e autoras.
      Estes autores e autoras no máximo estão praticando uma versão moderada do feminismo, que, na verdade, nem precisaria existir, pois bastaria a luta por direitos iguais perante o estado, independente de gênero, cor, religião, etc. Obviamente não é disso que meu texto trata, mas sim do feminismo como o movimento de esquerda para jogar o jogo da guerra de classes aplicado aos gêneros.
      Não queria ser desagradável, mas quer tu quer que eu desenhe?!
      Eu não queria ser desagradável, mas a postura majoritária das feministas conforme vista nesse outro texto desprova tudo que você tem afirmado tentando nos impor o “feminismo moderado” (que é insignificante) como se fosse o feminismo de fato…
      http://lucianoayan.com/2012/12/25/o-recalque-e-a-falta-de-dignidade-de-feministas-psicoticas-contra-evangelicas-que-apenas-querem-viver-sua-vida-este-e-o-nivel-do-esquerdismo/
      Ou deu pra entender, que no fundo, ambos consideramos as diferenças, mas não consegues admitir ou não conheces muita gente que escreve sobre o feminismo, já incorporou isso? Por isso teu texto “não leva à loucura” as feministas. Talvez leve as mais desavisadas.
      Me passe alguns sites feministas para fazermos um teste. Quando eu falo que meu texto leva as feministas à loucura, é baseado em experimentos empíricos que afirmo isso. Que tal o blog Escreva, Lola, Escreva?
      No outro comentário, onde diz “E quem renegou importância de fatores culturais aqui? rs.” Tua posição parece que realmente está desconsiderando muitos destes fatores.
      Demonstre onde.
      Minimamente, as ideias das “feministas revoltadas” podem aberto portas aos “homens do capitalismo” (hehehe, falar em “homens do capitalismo” é uma simplificação realmente horrível), para incluí-las no mercado.
      Inversão da percepção sobre o tempo… rs.
      O feminismo é posterior ao capitalismo 😛
      Esse é o mundo em que eu quero viver, onde ninguém precise de proteção especial. A diferença é que penso que essa “proteção especial” é um PROCESSO, que é algo temporário, para se chegar a esse outro estágio, em que todos tenham a mesma proteção legal e que não seja necessário criar essas novas injustiças.
      Esse é o jogo da marcha da história, que já refutei aqui: http://lucianoayan.com/2013/08/13/jogo-esquerdista-caminhando-na-marcha-da-historia/
      Esse “novo estágio” não existe, e tanto eu como você sabemos disso. Basta sair da hipnose de esquerda, que você entenderá isso também.
      O fato é que movimentos sociais baseados em campanhas de ódio contra uma outra classe (estipulada de forma puramente política) irão gerar novos preconceitos ao invés de eliminar preconceitos já existentes. É por isso que nossa sociedade está mais dividida do que nunca, e a coisa só vai aumentar, graças à esquerda. Queira ou não, todas essas ideologias de esquerda, incluindo feminismo, gayzismo e outras na mesma linha, são apenas criadoras de novos preconceitos, e ainda assim não fazem nada para eliminar os preconceitos já existentes.
      Sim, também considero que essa proteção cria novas injustiças e as vejo como uma maneira paliativa de contornar uma situação de “divida histórica”. Só penso que é um grande progresso admitir que exista uma “dívida histórica”, e que essas medidas paliativas são uma maneira de garantir que, pelo menos por algum tempo, não se retorne àquelas realidades.
      O discurso de “dívida histórica” é apenas um truque, que automaticamente gera novas “dívidas históricas”. Ora, se você se arvora no direito de cometer injustiças por “dívida histórica”, então o novo grupo injustiçado poderá te acusar de uma nova “dívida histórica”, pois seus atos fazem parte da história.
      Por exemplo, se os esquerdistas mataram 150 milhões de pessoas no século XX, então são eles que tem as maiores dívidas históricas…
      Tem certeza que quer ir por esse caminho? Rs.
      Vai ficar mais engraçado ainda.
      Mas, no fundo, vou apenas mostrar quando você tentar ir por este jogo que é fácil mostrar as contradições do discurso de “dívida histórica” e do “direito à violação das normas de uma sociedade civil” (pelos que se fingirem como “o grupo oprimido”).
      É por isso que defendo o iluminismo original, que tem sido esquecido, em prol de um radicalismo de esquerda cada vez mais anti-civilizacional.

  10. se as koisas fossem feitas como deve de ser cada vex ke uma mulher tratasse um homem como pervertido, violador, etc o homem devia processar a mulher e ela devia ser obrigada a comprovar o ke disse sobre o homem em tribunal e depoix se ele tivesse inocente ela tinha ke lhe pagar uma indemizaçao, no minimo, mas infelixmente não é isso ke acontece.. toda a gente tem direito à liberdade de expressão mas também tem ke ser responsabilizado por akilo ke dix

  11. Só sei q nessa loucura tota promovida e insentivada por movimentos feministas quem sai perdendo são as mulheres q realmente são vítimas pq assim como há loucas q acusam falsamente haverá homens de má fé q se aproveitarão da força pra subjulgar mulheres mais indefesas e desinformadas.
    A verdade é uma só : A espécie humana é um perigo.
    Movimentos sexistas não fazem nada de bom pra sociedade. Tenho mais de 40 anos e nunca pude me queixar de ser tratada como inferior por homem nenhum, aliás, graças a Deus, conheci homens melhores e mais compreensivos com a luta pelo direito das mulheres do q muita mulherzinha.

  12. ….senhores, nada disso é necessário se simplesmente formos contra as relações ditas “sérias”, como namoro e casamento, pois nessas situações é que se encontram a esmagadora maioria das falsas denúncias….para que levar um relacionamento com uma estranha que aos poucos destrói sua vida?…..isso era para nosso avos não pra nós…..infelizmente, para as feministas, o conceito de família não existe, e o piro é que praticamente todas a mulheres estão doutrinadas a culparem os homens por todos os males do mundo, com um ódio doentio…..meus amigos, guardem sua preciosa liberdade, seu dinheiro suado, sua boa vida com mulheres que querem sexo casual, essas sim nos entendem e nos respeitas…as outras estão pensando mesmo é naquele cafajeste que conheceu no carnaval e sonha com a volta dele, mesmo casada ou namorando…..esquecem essa ideia ultrapassada de casamento, infelizmente as feministas conseguiram destruir nossas famílias e nossos projetos de vida, porque “nossas” mulheres simplesmente acataram as ordens dessas insanas, sempre contra nós….só um homem extremamente ignorante para ficar vacilando perto que alguma mulher, contando sua vida, tentando ganha-la….elas é que ganham hoje, e nós temos de ser precavidos ou senão surgem falsas acusações de abusos sexuais (contra a própria namorada ou esposa, é o fim…), falsas acusações no trabalho, em locais públicos , ou seja em todos os lugares ou situações….então eu , particularmente prefiro as “primas” que precisam de nós pelo dinheiro (aliás cobrando que é justo) e nos tratam com imenso carinho e compreensão….algo que esperávamos de que nos traiu….

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