Eduardo Guimarães e a obsessão petista pela falácia Tu Quoque na hora de pedir censura de imprensa em prol do PT

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Fonte: Brasil247

A decisão da Corte Suprema de Justiça da Argentina de que é “constitucional” a Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual, a dita “Ley de Medios” (ou “Lei da Mídia”), aprovada em 2009 pelo congresso argentino, gerou uma avalanche de críticas na imprensa escrita e eletrônica brasileira, assustada com a sensação de que vai se tornando inviável que a imprensa de qualquer nação democrática queira pairar acima da sociedade e das leis.

A lei que hoje vigora na Argentina colocará fim a uma situação insustentável que vigia na comunicação daquele país – situação que, em verdade, não difere muito da que vige no Brasil, ainda que, devido ao peso da “Globo” argentina (o grupo Clarín), por lá a concentração de propriedade de plataformas de mídia fosse um pouco pior.

O novo marco regulatório para a comunicação na Argentina, porém, não tem nada de inovador. Tanto quanto em qualquer grande democracia, agora, no país vizinho, passa a vigorar forte impedimento à concentração abusiva de plataformas de mídia, tais como um mesmo grupo de comunicação deter propriedade de jornais, revistas, gráficas, editoras, televisões, rádios, produtoras de conteúdo eletrônico, canais de tevê a cabo, provedores de internet e empresas de telefonia.

Todavia, a lei da mídia argentina também contempla uma outra face da regulação do setor, no que diz respeito a abusos dos meios de comunicação (impressos ou eletrônicos) em relação não só à privacidade das pessoas, mas, também, em relação a difamação, calúnia e injúria.

A grande imprensa brasileira vem qualificando como “bolivariana” a nova lei argentina por lhe parecer inspirada na regulação inaugurada na América do Sul pelo governo “bolivariano” da Venezuela, então governada pelo falecido Hugo Chávez. Contudo, a lei argentina não difere das que estão sendo feitas em toda parte do mundo.

Nesse contexto, sobrevém a dúvida sobre se a imprensa brasileira também considera “bolivariana” a Carta Real britânica, sancionada na última quarta-feira (30/10) por Sua Majestade Elizabeth II, a rainha da Inglaterra, para viger em todo o Reino Unido.

Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, a rainha Elizabeth II “selou a criação de mais um órgão de regulação das atividades da imprensa britânica”. O mais um se deve à multiplicidade de órgãos de regulação das mídias naquele país.

O documento chamado pelos britânicos de “royal charter” – ou “carta real” – foi elaborado, em conjunto, pelo governo “conservador” do primeiro-ministro britânico David Cameron e pela oposição “trabalhista”.

O jornal ainda lembra que o ato real é “um dos principais capítulos do escândalo de 2011 que levou ao fechamento do jornal ‘News of the World’, do empresário australiano Rupert Murdoch, acusado de grampear telefones de maneira ilegal para conseguir informações”.

Tanto quanto no Brasil, ou na Argentina, no Reino Unido jornais e revistas esperneiam contra qualquer regulação. No Reino de Elizabeth II os barões da mídia apelaram até o último minuto à Justiça para evitar a assinatura da carta, mas tais pedidos foram sumariamente rejeitados porque, naquele país, ninguém tem o poder de impor vontades acima das instâncias legais, fazendo pressão, só por ter bilhões de dólares na conta bancária.

O novo órgão regulador que está colocando a mídia britânica em pé-de-guerra assim como na Argentina, poderá aplicar multas de até 1 milhão de libras (R$ 3,7 milhões), além de impor correções e pedidos de desculpas por parte de jornais e revistas.

A Folha informa, também, que a “royal charter” estabelece “um código de conduta que pede ‘respeito pela privacidade onde não houver suficiente justificativa de interesse público” e que “Qualquer pessoa que alegar ter sido atingida por reportagens poderá acionar o órgão”.

Ora, ora… O que diriam os órgãos de regulação britânicos se o “Daily Mail”, o “The Telegraph”, o “The Mirror” ou o “The Times” publicassem na primeira-página uma ficha policial falsa do primeiro-ministro “David Cameron” ou uma acusação igualmente sem provas de que ele teria tentado “estuprar” um garoto de 15 anos, como fez a Folha, respectivamente, com Lula e Dilma Rousseff?

Por certo não ficaria por isso mesmo, como por aqui. Multa de um milhão de Libras ensinaria o congênere britânico da Folha a não ser irresponsável, mentiroso, criminoso mesmo, como foi o diário brasileiro naqueles episódios.

Para jornais e revistas britânicos e sua lengalenga sobre censura que emula a lengalenga latina, a regulação da mídia nas terras de Elizabeth II “Traz risco de influência política no controle da imprensa”. Como aqui, por lá a mídia tampouco perde a mania de querer governar e legislar: os veículos apresentaram uma espécie de “charter paralela”. Mas como o Reino Unido é uma nação civilizada e ninguém paira acima da lei, a ideia não foi aceita.

E para garantir que a lei “pegue”, apesar de nenhum veículo ser obrigado a aderir às novas regras todos terão que aceitá-las para não correrem maiores riscos em processos movidos pelo público que poderão ter que enfrentar na justiça britânica, pois ela já avisa que será mais dura com quem não se submeter às determinações do novo órgão regulador da imprensa.

Quem imaginaria que o Reino Unido se tornaria “bolivariano” sob o conservador David Cameron, não? Ironias à parte, a regulação da mídia britânica se impôs porque aquela sociedade é esclarecida e sabe que um grupelho de famílias não deve poder falar sozinho, pois tal poder ameaça a todos independentemente de ideologias, o que explica o consenso entre governo e oposição nas terras de Sua Majestade.

Meus comentários

Na defesa do indefensável, a tropa petista apela às falácias mais baixas e ridículas, como esta que se apresenta na maioria do texto de Guimarães. Basicamente, ele quer dizer: “Se a Inglaterra fez, então a Argentina pode fazer também”.

O problema é que ele tenta enganar o leitor com o truque da homonímia sutil com o termo “regulamentação”. Ele quer nos dizer que “se há regulamentação na Inglaterra, e há regulamentação na Argentina, então ambas estão no mesmo nível e não se pode criticar uma sem criticar a outra”.

Mais ou menos o engodo é similar a situação onde vemos um sujeito preso por ter invadido o banheiro de uma mulher enquanto ela tomava banho na residência dela. A prisão é por atentado ao pudor. Daí ele cita o caso de um sujeito que arrombou a porta de uma casa para proteger o seu filho de um incêndio ocorrendo lá dentro, e diz: “E aí, por que não chamam o ato dele de crime de arrombamento também?”.

O truque de Guimarães é a mesmíssima coisa. Ao pegar a expressão “regulamentação” para designar duas coisas completamente diferentes, ele lança para a platéia o truque: “E aí, por que não chamam a Sua Majestade Elizabeth II de bolivariana também?”

Mas o fato é que na Inglaterra não temos uma ação agressiva de uso de verbais estatais para obter apoio de mídia. Também não temos uma ação para fingir a existência de monopólios ou oligopólios onde não existem. Da mesma forma, como resultado da “regulamentação inglesa” não vemos uma emissora opositora do governo obrigada a se destituir de seu capital.

No máximo a regulamentação inglesa fala de leis de proteção da imagem, que são muito bem vindas, e não tem absolutamente nada a ver com as leis totalitárias e ditatoriais de países como Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Argentina, que não passam de republiquetas que só merecem ser tratadas na base da piada e do escárnio. (Nada contra as populações destes países, que são vítimas de governos psicopáticos, mas sim contra ditaduras formais)

Assim, a Inglaterra não é bolivariana, pois sua regulamentação em nada atenta contra os princípios democráticos. Por outro lado, a “regulamentação” argentina não passa de um ataque violentíssimo à democracia, baseado em um sem número de mentiras, fraudes intelectuais e capitaneado por pessoas que só pensam, dia e noite, em obter o poder de forma totalitária.

Nota-se que Inglaterra e Argentina pertencem a mundos diferentes. A primeira é uma civilização, a segunda retorna às eras tribais. A primeira é uma nação livre, a segunda é uma ditadura. Por causa dessas diferenças, sabemos que “regulamentação de imprensa” possui significados tão díspares para Inglaterra e Argentina, da mesma forma que sabemos que “arrombamento de porta” possui significados díspares para um pai que tenta salvar seu filho de um incêndio e para um tarado que quer ver sua vizinha tomar banho de forma não consensual.

As vezes chega a ser difícil imaginar o quão baixo petralhas são capazes de descer para tentar justificar as amoralidades que apoiam, como a censura de imprensa. Eduardo Guimarães está aí para nos oferecer novos parâmetros de perda de dignidade.

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10 COMMENTS

  1. Bostil247 está feliz porque não só vai continuar recebendo verba da Petrobras normalmente, como vai calar as vozes de denúncia do corporativismo e mídia LITERALMENTE comprada que rege a BLOSTA – Blogosfera Estatal.

    Enfim, não há muito o que acrescentar neste excelente post.

    • Ah, aliás, tenho uma coisa a acrescentar sim: Aquele trecho que ele fala sobre a “acusação sem provas” ao Lula é mais um dos trechos que mostra todo o CHORUME que é o caráter da esquerda, e o quão mentirosos, cínicos e bandidos todos eles são.

      O autor do texto diz que se publicou uma “acusação sem provas” do suposto “estupro” que Lula praticou. Mas aí vem a parte engraçada: foi O PRÓPRIO LULA que falou isso. O imperador da Banânia disse que havia tentado “currar” um tal de “menino do MEP”, enquanto estava preso nos anos 70. O tal menino do MEP era colega de cela de Lula. Obviamente, a quadrilha mensaleira tratou de abafar tudo e começou a acusar quem simplesmente REPETIU a fala do presidente de reacionário, golpista, queria derrubar o presidente, queria acabar com o Jardim do Éden que o Brasil virou durante o governo do PT…

      Resumindo a lógica petralha: O presidente fala alguma coisa, e quem tem que provar o que ele falou é quem REPETE as palavras preferidas pelo mesmo. Mais ou menos como se eu dissesse que sou um assassino, e depois tentasse processar por calúnia quem repetisse o que eu mesmo disse, e pedisse provas para ele. Isso, fora diversas outras falas que poderiam ser consideradas homofóbicas, mas curiosamente não se toca no assunto, pois foram proferidas pelo messias, ex: “Pelotas é uma cidade exportadora de veados” (Alô, Jean Wyllys? Tem um processo quentinho aqui pra você.), “Amazônia é como exame de próstata, não pode ficar virgem para sempre” (Ecoretardados, onde estão vocês?)

      Lixo.

  2. Luciano, você viu que Dilma chamou os black blocs de “fascistas”? É, pelo visto não está mais dando para capitalizar em cima do “Fora Alckmin” e “Fora Cabral”. Isso rendeu comentário do Reinaldo, que pouco antes havia falado dos encapuzados e do governo federal.
    E para completar outros possíveis assuntos a serem comentados sobre marxistas-humanistas-neoateístas, e lembrando do governo angolano, eis que descobriram uma quadrilha que traficava brasileiras para lá e as obrigava a se prostituir, liderada por um parente do presidente daquele país. Sim, isso mesmo que você leu: um general de um país MHN oprimindo de fato as mulheres. Será que veremos vadias marcharem e a Lola escrever textinhos indignados? Acho que não.

    Por falar em Lola, eis que há algo interessante: parece que a tentativa de inventar a “gordofobia” não está colando no povo. Eis que Isabella Fiorentino defendeu que modelos sejam magras e não vimos ninguém falar qualquer coisa sobre ela. Ainda sobre essa história de dizer que a misteriosa “sociedade”, espírito que usa as pessoas que dela fazem parte de “cavalo” e as induz a atos horrorosos, faz com que as pessoas supostamente oprimam os obesos, obviamente que a “gordofobia” não tem como colar pelo fato de ser perfeitamente possível um gordo emagrecer. Porém, como sabemos, o tal do combate à “gordofobia” não ajuda nem um pouco os homens, uma vez que os próprios gordos sabem lidar bem com sua silhueta caso não queiram emagrecer, mas na realidade é uma nova moda feminista em uma tentativa de conseguir avançar agenda. E aí toca dizerem que seria algo genético e inescapável. Genético até pode ser (não esqueçamos de pesquisas falando de bactérias do corpo induzindo a alguém ser ou não gordo), mas inescapável não. E, claro, fica algo absurdo de se imaginar: podemos ter aflição ou pena de ver alguém gordo, mas não um medo irracional (fobia) que se traduza em agressão física.
    E como podemos saber que o suposto combate à “gordofobia” não se aplica a homens? Ao lermos textos como este do Bule Voador e complementarmos com este da Lola. Observe-se que para essas pessoas a única coisa que o homem gordo tem a mais que a mulher gorda é mais que se ferrar mesmo. Porém, conforme já dito antes, a tal da “gordofobia”, mesmo com um recente apoio de matéria da Superinteressante, não consegue colar justamente por obesidade ser condição passível de temporariedade e haver o próprio fato de se estar querendo incentivar que a pessoa, mesmo que se cuide, no mínimo tenha problemas no joelho e no máximo morra de diversas doenças. E, claro, se a pessoa emagrece, deixa de ser “gordofobizável”. Para quem combate o marxismo-humanismo-neoateísmo, acaba sendo interessante ver essa coisa toda justamente por se poder mapear em tempo praticamente real a invenção de uma minoria e essa invenção ser aquele momento em que os MHNs começam a fazer trapalhadas daquelas. Porém, fica sendo o momento de também dar uma olhada em que tipo de trapalhada esses mesmos MHNs estão fazendo em relação a como estão tocando os grupos que eles mais consolidaram pela via gramscista (não-brancos que não sejam orientais, homossexuais, mulheres e outros).

    • Por falar em Louca Lola Louca, a mente da mulher é um merdaçal completo, mas é de longe o MELHOR exemplo de como funciona a rotulagem esquerdista, vejamos em seus último post:

      Ao falar sobre Danilo Gentilli (que devo dizer é um completo idiota — e o fato de fazer um hangout com lobão e Olavo não mudará isso) ela aproveita para a capitalização básica:

      “quando uma moça perguntou o que era Mises, porque ela nunca tinha ouvido falar. Eu respondi: “É um instituto ultraconservador, nojentão””

      “Um rapaz veio argumentar que o Mises não era conservador, e respondi, sem tempo: véi, na boa, quero que o liberalismo econômico e o Mises se explodam. Acho reaças um atraso p/ o mundo”

      Um rapaz foi argumentar, só que Lola não sabe contra-argumentar. Que dó.

      “Eu acho engraçado como reaças odeiam ser chamados de reaças. Eles não se assumem. São poucos os caras de direita que batem no peito e dizem, sim, sou de direita! Pelo menos essa batalha cultural a esquerda ganhou — ser de esquerda é ser revolucionário, é querer mudar o mundo. E ser de direita é ser um coxinha conservador. “

      É como diz luciano….eles sabem que estão jogando (“essa batalha cultural a esquerda ganhou” — Gramscimso helooowww). Eu por outro lado acho engraçados como esquerdistas odeiam ser chamados de loucos, dementes, criminosos e assassinos. São poucos os esquerdistas que batem no peito e dizer, sim, sou comunista.

      De maneira geral, quem é de esquerda é de esquerda em tudo — quer intervenção na economia, um estado forte, e liberdades individuais, o que inclui a luta pelos direitos de grupos historicamente oprimidos

      Um estado forte ( e depois os de direita é que são fascistas). A mulher é uma ANTA, por conseguir colocar intervenção, estado forte e liberdade individual na mesma frase. É bem provavel que em sua época de libertinagem, as quais ela não raro se refere, devem ter batedido muito com sua cabeça na beira da cama, ou ter engolido muita porra (sim, o ad hominem aqui é proposital e de cortesia). Pois quem é de esquerda, é de esquerda em tudo, logo não poderia usar meia fração do lado direito do cérebro, passando automaticamente ao estatus de vegetais funcionais.

      ” aqui tem um teste da Veja. Eu fiz faz tempo, e me situei na extrema esquerda.”

      Ou seja Lola, é COMUNISTA.

      Eu pude sentir o gostinho desse perfil na segunda e terça, quando tive que bloquear uns cinquenta reaças no meu Twitter. Eram praticamente todos homens e brancos. Nenhum me seguia, mas a maioria sabia quem eu era, e já me odiava.

      Se fossem homen e negros o mundo de Lola cairia. Pois no mundo dela somente gente branca pode ser conservadora e de direita.

      “Eles me odeiam porque sou de esquerda. E porque sou feminista.”
      Autocomiseração detectada.
      Alegre-se Lola, nem todo mundo te odeia. Alguns reaças na verdade adoram os seus escritos e usam como demonstração da “esquerdofrenia paranóide aguda”.

    • Isso já foi explicado: Esquerdistas não falam sobre coisas que existem, e sim sobre inimigos imaginários que eles próprios inventam, sobre fatos, fenômenos e tudo mais que não são somente logicamente inconcebíveis, como também são reforçados brutalmente na mente deles e das vítimas que tentam cooptar.

      É algo que fortalece a paranoia deles cada dia mais.

    • Demétrio também? Uau. Alguém anda seguindo as dicas do Olavo, de tomar os meios formadores de opinião… Mas o sonho mesmo é tomar uma Universidade, hahaha.

      E cabe a nós ajudarmos como pudermos, não? Porque isso COM CERTEZA vai desagradar as hordas mentecaptas.

  3. Luciano, você viu que o lance dos protestos de junho pode ter sido mais uma daquelas trapalhadas históricas dos marxistas-humanistas-neoateístas brasileiros? O motivo de eu dizer isso é o fato de que, apesar de na prática as pessoas não terem notado que protestavam a favor de pautas que favoreciam quem está no poder e a suspeita de a coisa ter sido toda maquinada para que houvesse uma queda controlada de popularidade de Dilma para ir se recuperando com o passar dos meses, acabou faltando combinar com os russos (leia-se o povo) e os mesmos acabaram não fazendo com que a presidente retornasse a patamares de popularidade no nível dos originais, conforme se pode ler aqui, aqui, aqui e nos comentários de Josias de Souza.
    Surpreendentemente, a notícia de que irão investir no eleitorado do interior está em consonância com o que o próprio César Maia disse mais de um mês antes de a pesquisa ser divulgada (e isso porque ele é parte interessada). Nesse texto ele já falava que iriam investir eleitoralmente no interior justamente porque as capitais apresentavam resistência. Logo, é comentário com um bom conhecimento de causa. Complementa isso com este novo comentário do mesmo César Maia, este já falando sobre o fracasso da estratégia toda.

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