Por que a direita necessariamente vai vencer a guerra política?

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Um dos pontos mais fascinantes na arte da guerra política é a extrema facilidade com que alguns pontos essenciais na discussão são mal compreendidos. Em alguns momentos, estes pontos são  compreendidos de forma inversa ao que realmente significam.

Eu sabia deste risco ao trazer aspectos da guerra política como controle de frame, o que fiz ainda em 2011, com o texto Introdução ao controle de frame OU Como começar a vencer os esquerdistas, com certeza um dos materiais mais polêmicos que já publiquei.

Na época, fui mal compreendido tanto por aqueles ao meu lado, como por meus oponentes. Um daqueles que odeiam este site mais que Drácula odeia a cruz disse: “Luciano está ensinando os seus leitores a mentir”. Hoje em dia, meus leitores sabem que controle de frame não tem qualquer relação direta com o ato de mentir ou não. Verbetes que já publiquei, sobre frame e controle de frame, ajudaram a dissipar esses medos injustificados.

No livro Pitch Anyting, Oren Klaff diz que o controle de frame é a coisa mais importante que podemos aprender em nossas vidas. Pena que o vídeo abaixo não tem legendas em português:

Se já “limpei” o território relacionado ao controle de frame, e noto que os leitores deste site já compreenderam que estudar essa disciplina é mais que essencial para quem adentrar à guerra política, agora é hora de corrigir outro aspecto que trouxe essa semana: o poder do pensamento positivo na guerra política.

O que eu quis dizer neste texto é que, diante dos cenários mais complexos da guerra política, temos que atuar com as seguintes premissas essenciais: (1) Vamos vencer, (2) Nossa atuação para levar a cabo essa vitória é obrigatória, e essa vitória depende de nós. Estes dois conceitos, internalizados em nossa mente, constroem resultados fabulosos na guerra política.

Um leitor disse: “Não, obrigado, eu prefiro ver as coisas como elas são ao invés de mentir”. O detalhe é que ele não reparou no principal: em momentos de guerra, afirmações como “lado X irá vencer” não pertencem à mesma classe de afirmações como “2+2=4”. Isso por que nós sabemos que 2+2 é igual a 4 e podemos validar essa informação a todo momento. Já o resultado de uma guerra é sempre uma ação dependente dos fatores ambientais e dos indivíduos nela envolvidos.

O que estou dizendo é que a afirmação “Nós iremos vencer, sem dúvidas” não está determinada a priori, mas sim que será definida por nossa motivação em vencer. Assim, se nós tivermos um contingente adequado, soubermos usar as estratégias adequadas de guerra e tivermos a motivação necessária para levar nosso empreendimento a cabo, então a afirmação “Nós iremos vencer” é verdadeira. Mas, se estes quesitos não estiverem atendidos, então a informação é falsa. Mas mesmo que não tenhamos os quesitos atendidos, se lutarmos para atende-los, então a afirmação novamente é verdadeira. E assim por diante, num ciclo infinito no qual nós construímos algumas “verdades” sobre eventos futuros.

Se eu compliquei a explicação, tudo pode ser desembaraçado com o exemplo de um filme fantástico de Steven Spielberg, O Resgate do Soldado Ryan, que abre com a cena do desembarque na Normandia, no chamado dia D, fundamental para a derrota de Hitler. O filme já abre com a chegada dos soldados aliados na Praia de Omaha, como parte da operação que visava libertar a França da ocupação alemã.

Nesta cena, vemos vários barcos com soldados aliados, que tem suas “tampas” da frente abertas, deixando vários soldados expostos à artilharia nazista. É quando, a vários metros da praia, vemos aliados serem alvejados de forma impiedosa. Entretanto, não havia outra maneira de fazerem tal invasão à praia. Qual seria a verdade nesse momento: “não vamos invadir a praia, de forma alguma” ou “vamos invadir a praia e chutar os fundilhos dos nazistas”? Note que assumir uma das crenças se tornou uma questão fundamental, a ser tomada em décimos de segundo, pois as rajadas de metralhadoras dos nazistas são incansáveis, e muitos soldados aliados vão caindo na água, mortos. Pior: se os líderes assumirem “vamos perder”, todos morrerão. E agora? Imagine-se num barco aliado pronto a desembarcar na praia: em que você vai acreditar?

A compreensão deste evento nos ilustra o pensamento positivo de que falei. Não tem absolutamente nada a ver com ilusões como no filme “O Segredo”, que falam de coisas tão absurdas como achar que basta pensar positivamente que surgem vagas em um estacionamento. É exatamente o inverso: falamos de eventos do mundo que são incertos e que dependem de nossa ação para serem concretizados, por isso temos que nos conscientizar de que (1) vamos conseguir nosso intento, e (2) que isso depende de nossa ação. Ou seja, o pensamento positivo da guerra política é quase o inverso da noção da autora de “O Segredo”.

Também não estou pedindo para partirmos para o relativismo moral. Existe a diferença clara entre verdade ou mentira, mas isso jamais pode ser cravado em pedra quando falamos de eventos que estão em curso e que são controlados por um misto de fatores ambientais e pelos indivíduos que atuam no ambiente. Por exemplo: afirmações como “pássaros voam” pode ser definida em critérios de verdadeiro ou falso, ou “matar animais por puro prazer é imoral” também pode ser definida pelos mesmos critérios, neste caso em discussões relacionadas a filosofia moral. Mas não podemos dizer que “a espécie X é aquela que, no final, se mostrará melhor em termos evolutivos” com um bom grau de certeza. Imagine que o ser humano intervenha nessa evolução, protegendo uma espécie da extinção e não fazendo o mesmo com outra. Como, na visão desta espécie, poderíamos tomar como verdade a expressão “Seremos extintos, com certeza”? Não, não podemos.

Eu também não estou falando do controle ilimitado das contingências biológicas. Há limites para o que podemos fazer, e não devemos renegar estes limites, para não chafurdarmos em falsas ilusões. Mas vencer uma guerra, em situações adversas, é perfeitamente possível.

Enfim, concluindo: a verdade a respeito das afirmações “venceremos a guerra” ou “perderemos a guerra” não está definida no início ou na metade da guerra, mas sim é definida de acordo com a conjunção entre capacidade, motivação e estratégia de cada um dos grupos no curso da guerra. A partir de um observador externo, neutro, pode até existir a expressão: “Eu acho que lado X vai vencer”. Mas, na perspectiva dos combatentes, não há outra opção que não assumir estas duas verdades: (1) Vamos vencer, (2) Somos os responsáveis pelo resultado. Se a afirmação (2) for enfraquecida por auto-avaliações relacionadas a capacidade e estratégia, que este lado lute para aumentar sua capacidade e estratégia, isto é, aumentar seu poderio e melhorar sua estratégia.

Na guerra política, não há opção: estamos diante de totalitários sanguinários que querem destruir nossas noções mais básicas de liberdade. É como lutar com seres tão abjetos quanto os nazistas. E, a bem da verdade, a mesma cadela que pariu o nazismo, pariu o fascismo e o marxismo. Falamos da extrema-esquerda. Hoje em dia eles nadam de braçada na América Latina. Assim, nossa guerra é contra a extrema-esquerda que está no poder. Mas Stalin e Hitler já estiverem no poder. E hoje não estão mais. Nem seus discípulos diretos. Ambos Rússia e Alemanha hoje vivem sob democracias.

Um leitor disse: “acabou-se, melhor esperar uma invasão de uma potência para nos livrar dos marxistas”. Ledo engano. A ação de guerra política deve partir de nós mesmos, que já entramos, de largada, com o apoio da maioria da população. Só falta agora alinhar estratégia e construir e usar nosso arsenal, que pode ser um conjunto de frames e discursos feitos para gerar resultados na disputa de quaisquer questões públicas com a extrema-esquerda. Agora, no Brasil, o foco é no PT. Se Campos e Marina vencerem as próximas eleições, eles serão o foco.

O leitor Anderson foi perspicaz ao notar o que eu quis dizer, lembrando que as pessoas de nossa era precisam relembrar que o preço da liberdade é a eterna vigilância. Somos nós que devemos mostrar ao povo que essa ideia de falso igualitarismo junto com relativismo moral é como uma AIDS social, que, no fim sempre causará colapso social. Eles só conseguiram destruir civilizações, e tiveram que ser salvos a partir de ideias externas a eles. Foi assim desde a queda do nazismo, do muro de Berlim e agora com a quebra econômica da União Européia (ou você acha que os programas de austeridade na Europa são uma ideia de esquerda?). Inchaços estatais só ajudam aos donos destes estados inchados, e os esquerdistas funcionais são os seres mais abjetos possíveis, pois não percebem que constroem a destruição tanto dos outros, como deles próprios.

Não temos outra opção que não lutar contra isso, e é nossa responsabilidade fazê-lo. Voltando à cena inicial de O Resgate do Soldado Ryan. A partir no momento em que as tampas dos barcos foram abertas, aqueles que diziam “é, não tem jeito, os nazistas vão vencer” estavam do lado de Hitler. E aqueles que diziam “vamos, enfim, chutar os fundilhos desses nazistas, a vitória será nossa” são aqueles que ajudaram a salvar nossa civilização de um dos totalitarismos mais perversos que nossa história recente já viu.

Sempre lembrando do alerta final: entrar em campo de guerra com a confiança na vitória, e a certeza de que somos nós os agentes para a construção dessa vitória, não é o mesmo que esquecermos de citar as consequências adversas da vitória do adversário. Na verdade, esse é o combustível fundamental para a nossa motivação: ao apontarmos as consequências adversas da vitória do oponente, nos tornamos ainda mais motivados para a vitória.

Traduzindo para a guerra política, isso significa dizer, para uma boa parcela do eleitorado e para nós mesmos, o que vai acontecer se nós não quisermos vencer. Precisamos disso para dizer a população que nós, intelectuais orgânicos da direita, necessitamos do apoio deles para vencê-los, pois caso a extrema-esquerda vença de forma definitiva, teremos gravíssimas consequências, piores do que as que temos hoje.

Para cada uma das questões públicas, temos batalhas neste ambiente de guerra política. A meu ver a batalha mais importante do momento é a da implementação da censura de imprensa, intencionada pelo PT. Temos que ser enérgicos pela luta contra esse controle de mídia, e contar com o apoio da população, que pode ser enganada por fraudes divulgadas pelo oponente como “existe monopólio de mídia” (o que é mentira, pois a presença da Globo e da Record no mercado empalidece diante da presença da Apple e da Samsung no mercado de iPAD, por exemplo), ou que “conselhos populares para dirigir a mídia são uma boa ideia” (outra mentira, pois os tais “conselhos” são todos aparelhados pelo PT, ou seja, não passam de sovietes criados pelo partido).

Nessa batalha política, temos que assumir a posição: (1) Vamos salvar a liberdade de imprensa no Brasil, (2) Somos nós os responsáveis por isso. Em seguida, temos que discutir nossa capacidade e estratégia para conseguimos esse intento, e é só lutar por isso.

Podemos, no final, adotar uma forma de pessimismo sadio, que é defendido por Julie Norem no livro The Positive Power Of Negative Thinking: Using Defensive Pessimism to Harness Anxiety and Perform at Your Peak, ensinando que podemos usar uma forma de pessimismo defensivo para melhorar nosso desempenho. Eu sou adepto deste método. Ele envolve pensar em tudo que pode dar errado em nossas ações em direção a um resultado, e lutar para corrigir esses desvios de roda antecipadamente. Ao invés de uma confiança cega na vitória, passamos a criar uma confiança racional em nosso potencial de corrigir nossos erros para conseguir a vitória. Para quem ainda não consegue se livrar de uma carga de pessimismo (como eu), melhor usar o pessimismo defensivo, que sempre é bom, ao invés da postura de “ó céus, ó vida, a derrota é um fato”, que seria o suficiente para que os aliados tivessem dado a vitória a Hitler na Segunda Guerra Mundial.

Ao tomar as decisões com tal nível de assertividade, poder de decisão e aceite de responsabilidade (ao invés de ficar lançando elocubrações depressivas que só geram resultados para o oponente), entendemos, enfim, o que é o pensamento positivo na guerra política, de que tratei.

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48 COMMENTS

      • Consigo escrever porque isso aqui é a internet, e por isso eu te perguntei onde você mora. No dia a dia já se tornou impossível manter uma conversa com qualquer pessoa sem que ela comece a ter uma crise histérica.

      • Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino, Daniel Fraga… todos esses também conseguem escrever e não de forma anônima na Internet.

        É isso que estou dizendo: é preciso que a esquerda coma muito feijão com arroz para “vencer”.

        Abs,

        LH

      • Maxwell, lembremos que os marxistas-humanistas-neoateístas dependem fundamentalmente de um bom séquito de pessoas que neles acreditem para que consigam operar sua magia. Caso as pessoas digam que o rei está de fato nu, aí eles não têm como operar a coisa toda.
        Como a estratégia MHN é continuamente subversiva e precisa se alimentar constantemente de naturais ressentimentos da sociedade, eles irão buscar um grupo que for de insatisfeitos e ir em cima deles com sua cantilena de que os mesmos estão do jeito que estão porque um substantivo abstrato qualquer (a burguesia, a elite, a sociedade, o todo dos homens brancos, os homens, os heterossexuais, o machismo, o modo de vida ocidental, a cristandade, o insira-aqui-seu-substantivo-abstrato) é o causador disso devido a uma suposta opressão. Caso não consigam convencer o incauto, aí ganharam espaço. Se não conseguem, irão se afastar e procurar outro otário, acusar a pessoa de não estar esclarecida, acusar aquele um de traidor de uma determinada coisa, dizer que ela nunca foi aquilo que diz ser, que não existe aquilo que ela diz ser e outras manobras conhecidas.

        Porém, o estoque de “oprimidos” está se acabando e o de “oprimidos históricos” também está se esgotando por alguns desses não aceitaram aquilo que lhes atribuíram como condição sine qua non. Se alguém de ancestralidade africana sente-se plenamente capaz de concorrer no vestibular contra o mítico japonês que praticamente tem a vaga garantida e, por isso, não aceita nem um pouco entrar nas cotas, ele está enfraquecendo um instrumento MHN. Se um homossexual não aceita o que a militância que o diz representar diz, essa não tem como agir para cima dele. Se uma mulher repudia o feminismo e não aceita que se trate homens a priori como estupradores, todas as representantes do símbolo de feminino com um punho levantado na parte redonda ficam sem mais uma incauta, e por aí vai. Veja o quão patética está sendo a tentativa de (principalmente) as feministas tentarem emplacar uma suposta “gordofobia” que oprimiria as mulheres com IMCs elevados. Estão querendo usar a mesma tática que os miitantes gays usam, que é a de dizer que é algo genético que não pode ser mudado (ainda que obesidade tenha componente genético, é componente dos mais contornáveis, como podemos comprovar por ex-gordos diversos, cirurgias de redução de estômago, gente com propensão a engordar que pratica esportes e tem físico melhor e mais firme que de muito magro flácido etc.), bem como adaptaram a tática que antes usavam em relação à feiura, de que seria uma preferência aprendida homens quererem mulheres com cintura fina e quadris largos, desde que não ultrapassem uma determinada circunferência e a proporcionalidade de a cintura ser de até 70% do quadril. Usam aqueles raros casos de fortões que namoram gordas para dizer que todas têm um direito garantido por lei de ter um musculoso para chamar de seu. Porém, como já dito antes, além de obesidade ter um alto grau e possibilidade de ser transitória, é algo que se mantido prejudica muito a saúde e a vida da pessoa, sendo motivo justo para que ela queira deixar de sê-lo. Logo, além de contra biologia não haver ideologia, também não me parece que as pessoas irão querer maltratar sua saúde para garantir uma causa (sendo que o marxismo-humanismo-neoateísmo é algo que pode gerar transtornos psiquiátricos sim, como comprovam as muitas vidas infelizes e atribuladas de MHNs que fizeram exatamente aquilo que estava preconizado. E aqui falo de doenças psiquiátricas devidamente catalogadas).
        Além disso, a própria autodestrutividade do MHN acaba jogando contra os próprios, o que inclusive economiza esforços daqueles que o combatem. Apenas lamento que não se saiba usar essa característica devidamente.

      • Respondendo ao Maxwell:

        Você tem razão. Eles têm mesmo crises histéricas. Têm porque sabem o efeito que tais crises têm sobre pessoas como você ou eu.

        A máxima que usam para nos derrotar num debate é nos obrigar a usar as nossas regras. E nossas regras incluem o debate honesto, racional e moderado, em que os dois lados buscam a verdade. Uma verdadeira troca de ideias. Coisas pelas quais eles não se interessam.

        Eles não querem trocar nada! Eles não querem é que apareçam ideias DIFERENTES das deles divulgam porque isso expõe a fraude deles. Esta é a fraqueza deles. E esta tem que ser a NOSSA arma. Continuar mostrando a maldade do que eles divulgam.

        A sugestão é ignorar a histeria deles e continuar o atacando. Não é a eles que você quer atingir, porque eles são irracionais, mas aos que estão ali e que ainda podem ter alguma capacidade de raciocínio e, me acredite, isso dá certo. 🙂

        Sds,
        PRVM

  1. Uma explicação pode ser que muitos conservadores acreditam em vida após a morte. A crença na vida após a morte não desestimula a luta pelos seus objetivos no mundo terreno? Eu sou conservador ateu e me incomodo com a falta de vontade para a luta de alguns conservadores cristãos.

    • Meu amigo, não sei desde quando você está nesta, mas já faz anos que eu estou e tudo que tenho recebido em troca são ofensas, já perdi a minha amizade de praticamente todos os meus amigos. A única coisa que continua me mantendo firme é minha crença em Deus. Se não fosse por isso já teria me entregue a toda esta putaria que está aí.

      “Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.
      Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.

      João 15:18-19”

      Acredito que os tais cristãos conservadores que você conhece não são nem ao menos cristãos.

      • Maxwell, uma dica: depois de adentrar à guerra política, fui estudar controle de frame e outros recursos que MELHORARAM meu relacionamento com as demais pessoas. Então, entrar na guerra política não tem a ver com isso.

        Talvez você esteja escolhendo as batalhas erradas…

      • Ei, Maxwell tá deprimido???
        è bem provavel que você esteja no estágio 4 do despertar – depressão.
        Ignore qualquer sinal, simbolo ou frase que contenha “olho interior” e essas balelas de nova era. foque na parte objetiva da informação e ela lhe poderá ser útil.

        Para a lista completa:
        http://www.youtube.com/playlist?list=PL2A5CAD62A6AA2A3B

        Os mais importantes são:

        http://www.youtube.com/watch?v=Spgvi1RBqB4&feature=c4-overview-vl&list=PL2A5CAD62A6AA2A3B

        http://www.youtube.com/watch?v=ZMrj1BLEAu4&feature=c4-overview-vl&list=PL2A5CAD62A6AA2A3B

      • “[…]tudo que tenho recebido em troca são ofensas, já perdi a minha amizade de praticamente todos os meus amigos.[…]”

        Como vc acredita em Deus, sabe então que Ele, quando fecha uma porta atrás de vc, Ele abre sempre uma outra na sua frente.

        Tô passando por situação parecida. Não consigo mais travar um diálogo minimamente descente e saudável com minha irmã sobre determinados assuntos, com alguns primos, cunhado, vizinhos, amigos… Sai-se da “matrix socialista” e trilha-se o caminho dos ovos amarelos.

        O que eu percebe por aí é que tá todo mundo melindrado e acanalhado. E que isso pega que nem vírus. E isso acaba cansando também, deixando as pessoas de um modo geral fracas, moralmente (e espiritualmente, e intelectualmente) convalescentes, desesperançosas com o mundo (mas ainda focadas nas necessidades mais básicas e imediatas de sobrevivência e de relacionamentos… O que ainda é alguma coisa).

        “A única coisa que continua me mantendo firme é minha crença em Deus. Se não fosse por isso já teria me entregue a toda esta putaria que está aí.”

        Nós que acreditamos na transcendência, em Deus, devemos ser- como ensina a Bíblia- sal da terra e luz no mundo. Ficar num canto amaldiçoando toda essa putaria que está aí realmente NÃO vai resolver (acredite, me pego nessa situação de revolta tb toda semana…. O Brasil provoca o destino, e a minha paciência). Nós somos o tempero natural dessa sopa insossa que se tornou o pensamento reinante desse país. Nós podemos CLAREAR MELHOR o ambiente com lâmpada INCANDESCENTE em vez dessas fluorescentes obrigatórias que só produzem penumbras nessa escuridão brasileira.

        Tem que transformar esse remorso, essa culpa projetada (porque afinal de contas tb passaram a mão na minha bunda e eu deixei e pior, nem percebi! Rsss), em atitude, em pensamento pró-ativo (criativo, dinâmico e realista). O que eu posso fazer da onde eu estou, com os recursos que eu tenho no momento, para ajudar a reverter essa polaridade esquerdista no ambiente em que eu vivo?

        Pense, invente, façamos um 2014 diferente!
        Plim-plim!

        Bola pra frente meu véio. Força aí na peruca. Abs.

        Cabeça consciente e coração contente.

        ——

        PS: eu fico pensando que toda essa piora na situação do meu país tem seu lado bom. O que seria de nós hoje caso o PT postergasse eternamente sua tomada OFICIAL de poder sobre essa nação e continuasse se escondendo nos domínios gramscistas das instituições?

        A NOSSA GRANDE VANTAGEM em cima dessa corja poderosa e bilionária é justamente o fato deles estarem no poder constitucional. Estão expostos lá em cima. E eles mesmos estão corroendo os alicerces do estado de direito democrático que os sustentam- lá em cima- pra enganar a população aqui em baixo.

        Lembram da fábula do João e o pé-de-feijão?

        E vejam que quando o “rei” está nu e vulnerável, o séquito logo abaixo e logo abaixo e logo abaixo… TAMBÉM FICAM EXPOSTOS, como todo esse pessoal da grande mídia televisiva, da classe artística, do show business, do jornalismo ‘chapa-branca’ subsidiado com dinheiro público, do mercado editorial e financeiro, das igrejas militantes, Ongs politicamente engajadas…

        O problema é que o povão ainda não conseguiu fazer a ‘ponte lógica’ entre os PITÍS que se confundem com CRÍTICAS AO GOVERNO e que aparecem desconectados e independentes (e acima de qualquer suspeita), com o abismo que se abre no quintal da casa de cada família de bem desse país.

        -PT??
        -Madeiiiiiiiiraaaa!

    • Não. Na verdade isto é um frame Neo ateu.
      O fato de uma pessoa acreditar em vida após a morte (e nem todas as religiões cristãs se guiam por esta vertente) não a impede de lutar por seus objetivos no mundo terreno.

      Acontece que as tais “lutas” são políticas. E de política o brasileiro como um todo (não só os crentes) está de saco cheio. O cristão em especial se guia por outra gama de valores, que na perspectiva deles não serão influênciados por instituições humanas. E se forem influênciados, é COMO FOI PREVISTO. Difilmente um ateu entende a fé. E por isso confunde a fé, com falta de vontade.

      É por isso que eu disse em outro post, que o conscientização das massas deve se dar por outra forma, desvinculada da política atual. Entende-se política aqui como o meio em que as pessoas lançam seus discursos para obtenção de poder, e poder corruptor, que torna indiferente QUEM está no poder.

      O melhor momento para isso é agora, pois a direita não possui representação política. Portanto o que existe é o ideal de direita – desvinculado de uma ação política.

      O caminho para a vontade de luta das pessoas, cristãs ou não, atéias ou não, é a DIFERENÇA ENTRE CERTO e ERRADO, a congruência entre comportamento e discurso, e o RESULTADO observado através da PERCEPÇÃO PLENA DA REALIDADE.

      Esses dias, estive me questionando porque o Gramscismo é tão eficiente em lavar as mentes. E a resposta de tão simples, chega a ser rídicula:

      Simplesmente porque o gramscismo não necessita formar intelectuais dentro das massas. Ele necessita de 3 ou 4 expoentes orgânicos e o resto é pura propaganda e fraude.

      Se a direita pretende formar intelectuais (principalmente de formação tradicional), retirados das massas para começar o seu gramscimo reverso, já perdeu.
      O que precisamos é de conteúdo de fácil assimilação, de metodologia de absorção rápida. Precisamos compactar a informação deixando a essência visível e facilmente percebida para a aplicação imediata dos 3 valores que citei:

      1. Diferença entre certo e errado.
      2. Congruência entre comportamento e discurso.
      3. Percepção da realidade.

      O gramscismo relativiza os primeiros, deturpando totalmente o terceiro. No processo inverso a apreensão da realidade é fundamental. E para isso não é necessário se debruçar em teorias, nem na sistemática de se tornar um, intelectual e revelar TODA E QUALQUER fraude dos adversários, é necessário uma didática mais simples e eficiente, dispondo da velocidade de informação dos meios já existentes.

    • Discordo de você, Marcos Ramos. Conservadores cristãos são OS QUE MAIS estão na luta contra o avanço do socialismo. Provas? Reinaldo Azevedo, Malafaia, Bolsonaro, Feliciano, Olavo… Cite-me um único conservador ateu que tenha feito o que estes (e outros mais) andam fazendo, lembro de cabeça do Diogo Mainardi, mas ele ralou peito para Veneza, e não parece estar afim de voltar.

      Não concordo com o Malafaia em muitos aspectos, tenho minhas desavenças com Feliciano, e todos os outros, mas não posso negar que eles são algumas das pouquíssimas vozes verdadeiramente conservadoras a bater de frente com a ideologia MHN que impera no país.

  2. Texto fantástico!

    O sociólogo Robert K. Merton criou o termo profecia autorrealizável, descrevendo um prognóstico que, ao se tornar uma crença, provoca a sua própria concretização. Quando as pessoas esperam ou acreditam que algo acontecerá, agem como se a profecia ou previsão já fosse real e assim a previsão acaba por se realizar efetivamente. Ou seja, ao ser assumida como verdadeira – embora seja falsa – uma previsão pode influenciar o comportamento das pessoas, seja por medo ou por confusão lógica, de modo que a reação delas acaba por tornar a profecia real.

    Pode ser que a esquerda convenceu a direita tão convincentemente que vai vencer que criou na direita uma sensação de depressão que leva-os a ficarem o dia todo narrando profecias autorealizáveis. É preciso explicar para eles que profecias autorealizáveis são truques de nossas mentes para justificar falta de vontade, covardia, depressão ou incapacidade de visualizar alternativas.

  3. “Uma explicação pode ser que muitos conservadores acreditam em vida após a morte. A crença na vida após a morte não desestimula a luta pelos seus objetivos no mundo terreno? Eu sou conservador ateu e me incomodo com a falta de vontade para a luta de alguns conservadores cristãos.”Pensei nessa possibilidade .
    Mas tipo por que terrorista islâmico é tão corajoso , tão atrevido . Que Comunistas e Nazistas morriam de medo . E o Eurasianismo e Fabianismo que disputam, se rastejando para o Islã?

    • A “abordagem” da morte no Islã e no Cristianismo é diferente, a cultura que formou essas duas religiões na maior parte foi diferente. Sou praticamente leigo no assunto, mas creio que para um muçulmano, interpretar a “jihad” da forma errada (matar os inimigos da religião ao invés de “luta interna”) é relativamente mais fácil do que interpretar a “guerra santa” da mesma forma, para o cristão.

      E o Eurasianismo NEM DE LONGE rasteja para o Islã, pelo contrário, existe combate a ele dentro da zona interna dessa corrente. O estímulo é só para os países “alvo”. Por exemplo: A Rússia combate e massacra os rebeldes chechenos, que são muçulmanos, ao mesmo tempo em que estimula grupos radicais na Europa e nos EUA (os inimigos que eles chamam de “atlantistas”).

  4. Podemos vencer com menos estrago ou com mais estrago.

    Com menos estrago é desmacarar os filhos da puta e mostrar pra onde eles vão nos levar – invertendo o processo.

    Ou podemos vencer com mais estrago – eles vencendo a guerra e se destruindo como uma cobra que come o próprio rabo. As doutrinas vermelhas são assim, na ausência de um inimigo, eles mesmos se destroem. O problema é que eles são teimosos e pode levar séculos pra um processo desse tipo acabar – e outros séculos pra reparar os estragos que eles fizeram à cultura e valores.

  5. [OFF, mas nem tanto! – humor]
    Albert Einstein foi a uma festa e, como não conhecia ninguém, foi logo tentando se misturar aos convidados: – Oi, como vai? – perguntou ele.- Vou bem!
    – Qual é o seu Q.I.?
    – 250.
    Então logo começou a conversar sobre física quântica, teoria
    da relatividade, bombas de hidrogênio, Deus, o Universo etc. Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa: – Qual seu Q.I.?- 150.
    Então, novamente começou a conversar, só que desta vez sobre
    desigualdade social, justiça, questões internacionais. Andou mais um pouco e encontrou uma terceira pessoa: – Oi, como vai? – perguntou ele.- Tudo bem!
    – Qual o seu Q.I.?
    – 100.
    Então começou a conversar sobre desemprego, reforma agrária,
    aumento dos combustíveis, Mensalão, Bin Laden, etc. Andou mais um pouco e encontrou outra pessoa:- Como está, tudo bem?
    – Tudo ótimo.
    – Qual é o seu Q.I.?
    – 50.
    Então começou a falar sobre A Casa dos Artistas, Big Brother,
    novelas e minisséries, música baiana, pagode, religião, Adriane
    Galisteu, Luciana Gimenez, Hebe, Sandy e Júnior, Roseana Sarney,
    FHC, Jader Barbalho, etc. Deu mais uma volta e encontrou outra pessoa e perguntou: – Qual o seu Q.I.?
    – 10.
    – E aí mano, firmeza?Tudo beleza? E no próximo ano, vamo votá no Lula
    de novo?

    https://www.facebook.com/organizacaodecombateacorrupcao/posts/555133187890514?comment_id=4474673&ref=notif&notif_t=comment_mention

  6. Luciano, mais uma para se analisar: casais que, por causa da política do filho único na China, perderam a chance de passar adiante seu DNA, enquanto ricos estão conseguindo sem maiores problemas e sem se importar por pagar a multa por filho extra. Logo, podemos considerar um genocídio de pobres em suaves prestações. Surpreendentemente era isso de que acusavam os governos ocidentais quando es
    Segue também o vídeo do que é o novo homem que o marxismo-humanismo-neoateísmo quer:

    http://www.youtube.com/watch?v=mfEyUASGH7w

    http://www.youtube.com/watch?v=Ms4NIB6xroc

    Observe como nascem pessoas dentro de um campo de concentração na Coreia do Norte: selecionam um pai e uma mãe, os deixam para fazer sexo e após nove meses, nasce um bebê que com o tempo será criado pelos guardas junto com outras crianças. Se isso te parece uma fazenda de gado ou, pior, as fazendas de escravos.
    Para completar, e já falando de gente de nosso país, segue a entrevista de uma brasileira que estuda medicina em Cuba e foi para lá com certa influência do MST. Observe como sem querer ela acaba falando que viver no Brasil é muitíssimo melhor do que viver no paraíso socialista. E, claro, sendo militante do MST e em Cuba, vamos acreditar que ela possa vir pelo Mais Médicos para fazer aqui coisas além de clinicar.

    • Onde está “Surpreendentemente era isso de que acusavam os governos ocidentais quando es”, leia-se “Surpreendentemente era isso de que acusavam os governos ocidentais quando esses queriam implantar medidas de controle de natalidade de adoção voluntária e que eles diziam ser extermínio de pobres”.

  7. Excelente texto, não tenho nenhuma objeção às ideias expostas, mas tenho que discordar deste trecho: “Mas Stalin e Hitler já estiverem no poder. E hoje não estão mais. Nem seus discípulos diretos. Ambos Rússia e Alemanha hoje vivem sob democracias.”

    Não sei quanto à Alemanha, mas quanto a Rússia, posso afirmar que seus discípulos diretos estão sim no poder, e não sei se se pode chamar de democracia o que há na Rússia. A dissolução da URSS foi programada pelo próprio Partido Comunista da URSS. Segundo o ex-agente da KGB, Anatoly Golitsyn, foi uma estratégia traçada em 1958 (no livro The Perestroika Deception)! O próprio Putin, ex-chefe da polícia política russa, foi “indicado” pela KGB (agora FSB). Quando a URSS foi diluída não houve julgamento dos antigos dirigentes (como na Alemanha), nem abertura dos arquivos do PCUS (estimados em 27 bilhões de páginas), pelo contrário, os dirigente das KGB ainda continuam ativamente no poder (não só no poder político, 35% das riquezas da Rússia estão nas mãos de 110 pessoas, quase todos vindos da KGB, do PCUS ou que nunca deixaram de ser empresários lá mesmo na URSS).

    Aqui um ótimo artigo sobre Putin, de Ion Mihai Pacepa, ex-general do serviço secreto romeno: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/russia/14519-o-czar-putin.html

    Este artigo faz um comentário sobre o livro “A Era dos Assassinos – A Nova KGB e o Fenômeno Vladimir Putin” e mostra um pouco dos métodos utilizados por Putin: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/russia/14598-a-era-dos-assassinos–a-nova-kgb-e-o-fenomeno-vladimir-putin.html

    Além do mais, me preocupa bastante os planos de Putin e sua turma. No debate entre Olavo de Carvalho e Alexandre Duguin (compilados no livro ‘Os EUA e a Nova Ordem Mundial’), Duguin mostra claramente suas ideias anti-civilização ocidental da teoria eurasiana. A teoria é uma bosta (ele simplesmente quer juntar tudo o que não é “imperialismo americano” para destruir este, como o comunismo, a igreja ortodoxa e o islamismo), o que torna a coisa assustora é que esse cara é muitíssimo influente e é o mentor de Putin, e que as últimas ações de Putin estão perfeitamente alinhadas com suas ideias.

    • O Olavo é bom em muita coisa, mas quando fala de Rússia não dá pra levar muito à sério. Ele deixa a religião influenciar a lógica dele, porque a Rússia não é católica mas ortodoxa, daí vem com essa besteira de que a igreja tem que consagrar o coração de não sei o que pra Rússia e não pro mundo, etc etc etc.

      • Caro crowley321,

        Queiremos ou não, a Igreja Católica ‘É’ a própria história do mundo (*ADENDO: e quando falo ‘mundo’ não me refiro apenas à nossa civilização ocidental, mas o mundo todo mesmo… Antes da ICAR só havia o Oriente. A Igreja fez um novo mundo mas tb nunca abdicou do seu DNA multicultural passado. Absorveu e tb INFLUENCIOU, como numa relação entre pais e filhos. A Igreja Ortodoxa, como TODAS as outras ramificações da ICAR, tb segue esse princípio relacional materno e filial).

        Daí faz TODO o sentido quando o Olavo (o fato dele ser católico aqui é mero detalhe) vem com essa “besteira” de que a igreja tem que consagrar o coração de não sei o que pra Rússia e não pro mundo…

        Ué!? A Igreja Católica tem poder de mãe sobre a Rússia (já que esta adotou o cristianismo a muito tempo da cultura eslava que dominou aquela região). Nossa Senhora é a mãe da Igreja Católica. Ela mesma pediu a intervenção da sua filha MAIS VELHA sobre a caçula para que a traga de volta pra casa e não tenha a chance de ESPALHAR SEUS ERROS no mundo inteiro (uma das profecias de Fátima no começo do séc XX). A ICAR não deu ouvidos à ordem materna. Todos por aqui sabem o que significou esses “erros” da Rússia num rastro de 1 século (e contando, diga-se).

        A religião não influencia, ela FORMA, MOLDA, CRIA, EDUCA a lógica, o pensamento, o intelecto, a cognição, nossos passos e convicções na vida. A religião (as boas, com ‘SUSTÂNÇA’) sustenta legados e mitos, símbolos, ensinamentos, gera descendência, acumula técnicas, fomenta a inteligência, muda as rotas de nosso futuro, preserva o passado, dá sentido de existência e mantém a saúde e a sanidade no convívio social (coletivos sem “rédeas” acabam sempre no caos e na barbárie).

  8. Excelente matéria!

    Sua colocação está perfeita.

    De fato, com o PT ninguém precisa mentir. Ele se pega pela contradição de suas afirmações.

    Para eles, serem pegos na mentira não signifca absolutamnte nada. Convivem com a mentira sem grandes problemas, ou melhor, sem quaisquer problemas, de consciência.

    Mas para muitas pessoas, ao simplesmente saber dos fatos, isso as ajuda a redirecionar seu pensamento e suas expectativas.

    No domingo passado, o Olavo de Carvalho, cumprindo sua missão, colocou 3 posts no Facebook dele que me deixaram muito assustado, embora não me surpeendesse de todo com o conteúdo, porque espero que o resultado seja mesmo o que ele alertou, caso os comunistas, que hoje fazem o que querem no Brasil, venham, de fato, a assumir o controle total do país.

    Temos que ser realistas, tendo consciência do mal que se avizinha, mas sem, contudo, nos entregar ao desânimo e ao desespero. Fazer isso é estar derrotado na guerra, coisa que o inimigo nunca faz. Eles estão com medo de 2014, mas estão proclamando a vitória.

    É o que temos de fazer também.

    Temos muito material de ataque. Por exemplo, na Veja desta semana há uma excelente reportagem sobre Cuba. Nem é preciso ler o texto para saber o grau de infelicidade em que vivem os cidadãos dessa pobre Ilha. Basta olhar para os rostos das pessoas fotografadas.

    Este é o maior serviço que podemos fazer à nossa causa. Mostrar aos que podemos alcançar o que significa viver num país comunista, sem liberdade de pensamento e de expressão, sem imprensa livre. em minha opinião, é uma ajuda simples que podemos dar no combate à campanha de censura que o PT e seus aliados estão insistindo em trazer à tona, mais uma vez.

  9. Não ganharam ainda. Estou vivo, de pé, e tenho aqui facas e pedaços de madeira capazes de mandar pessoas para “nosso Lar”, se chegarmos a este extremo, o que espero que não aconteça. Por hora, sigo desmascarando esquerdistas caviar sempre que posso.

  10. Segundo o Olavo de Carvalho, a guerra já acabou, o brasil tinha chance de ser alguma coisa até o fim dos anos oitenta mas agora acabou, terminou, virou lixo, e eu concordo totalmente.
    Vencer a guerra significa fazer um parasita querer morder a mão que o alimenta, por mais que eu concorde com as vantagens práticas de ser otimista, tudo tem limite.
    Minha única guerra é ir embora deste esgoto. Por enquanto o chile é a opção mais realista.
    ntsr

  11. “Segundo o Olavo de Carvalho, a guerra já acabou, o brasil tinha chance de ser alguma coisa até o fim dos anos oitenta mas agora acabou, terminou, virou lixo, e eu concordo totalmente.”Ele disse no TO ” Marx queria destronar Deus”, que realmente não tem jeito ao menos que fatores internacionais intervenham . Tipo se o globalismo americano tirar dinheiro daqui e colocar na Africa mas devido a Copa e Olimpiadas tão cedo não farão isso .
    Duas coisas nos dão esperança e até Olavo mudou um pouco de idéia : 1- Esquerda está sem intelectuais , não tem uma estratégia de longo prazo , só tem propagandistas . Só querem se manter no poder . Só pensam em maconha e putaria , eles não percebem que isso é uma crise , ou seja é sinal de crise profunda .
    2- O PCC ser uma oposição ferrenha ao PT . Como bem disse um colega aqui , o PT pode solicitar ajuda das FARCs . Só queria entender que explicação O PT dará para deixar tão descaradamente os narcoterroristas aqui entrando.Como disse um cara é escolher entre Hitler e Stálin , mas digo que se o cara não fosse judeu , ele estaria mais seguro na Alemanha do que sob Stálin que considerava suspeito até quem chegasse atrasado no trabalho.
    E sinceramente temos o Luciano , ele me dá mais esperança que o Olavo e aquele academicismo/classicismo dele . Se o Brasil será a primeira Revolução do Lunpenproletariado , dos bandidos e dos delinquentes . O Brasil talvez seja a primeira nação que dará um contra-golpe , por um monte de Engenheiros Sociais de direita . Se houver 20 mil Derren Browns /Rasputins o Brasil tem esperança.

    • Só queria entender que explicação O PT dará para deixar tão descaradamente os narcoterroristas aqui entrando.

      Não dará explicação alguma, pois os narcoterrotistas (FARCs) estão no Brasil já a pelo menos 10 anos. Realizam até reuniões às vistas de todos no FORO DE SÃO PAULO, para discutir seus direcionamentos estratégicos.

      “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.”
      – Sun Tzu

  12. Por falar em Olavo ele nos deu agora um balde de água fria. Afirmou no facebook que quando não há oposição , os Comunistas começam a matança . Eles ficam inventando inimigos imaginários.

    • O inimigo imaginário do momento (e momento aqui tem um significado beeeeem específico, de algo que já dura algumas décadas) é o Cristianismo, suas Igrejas e os cristãos que estão dentro delas, e Israel. Amanhã serão os espíritas, depois os macumbeiros, os ateus (*obrigado NEO-ATEUS MILITANTES pela COLABORAÇÃO INCONSCIENTE e CARIDOSA, pela parte que me toca, bye-bye pra vcs tb! Tchau! Aproveitem e vão com Deus!)… Até chegar nos pipoqueiros da esquina.

      Mas, quem faz o amanhã? É quem está na dianteira do processo histórico cagando regras pro mundo inteiro pra deixá-lo melhor? É a confluência de consciências individuais e livres que PODEM e DEVEM trabalhar em conjunto, em silêncio, com meta, auto-reflexão e coerência?

      Da mesma forma que o Comunismo e o Nazismo nasceram de uma elite marginalizada (invisível, discreta, e até onde sei, pouco organizada), o que impede de, em pouco tempo, não surgir uma outra elite (de vários grupos heterogêneos) com sinal inverso pra combater o bom combate?

  13. Mais um post intrigante, Luciano; ao mesmo tempo que nos motiva, nos tira da zona de conforto tb.

    O exemplo do ‘Resgate do soldado Ryan’ dá a medida exata, IMPLACÁVEL, do que estais a falar. Lembro de outro filme, ‘Gladiador’ (do R.Scott), naquela cena em que o herói Russell Crowe entra numa arena amadora (mortal) logo atrás de um sujeito que se mija de medo só porque “vê” a morte na sua frente (mas ela só existe em POTÊNCIA, cabe ao ‘valente-cagão’ transformar isso em ATO ou não). Agora eu entendi porque o Maximus, instintivamente, anda pra trás nessa cena: ele estudou a dinâmica social e teve um “auto-controle” de frame. |¬)

    “[…]com o texto ‘Introdução ao controle de frame OU Como começar a vencer os esquerdistas’, com certeza um dos materiais mais polêmicos que já publiquei.”

    E o título desse já começa polêmico. Tenho a ligeira impressão que deve ter surpreendido- e confundido- muita gente que o lê e que o despreza.

    Na parte do texto que me toca mais (Rsss |¬), brincadeirinha), lembro que esse termo ‘aids social’ eu ouvi do Pe. Paulo Ricardo. Mérito todo dele.

    Eu ainda acho que o maior problema na dita ‘direita’ (conservadora & liberal) é o fator GRANA. Fazer acontecer contra uma força continental bilionária sem dindin é um tanto complicado.

    Mas taí a campanha $uper mode$ta- se comparado à máquina governamental aliada à da Grande Mídia- que foi a do Bené Barbosa quando teve que, EM TEMPO ESCASSO, fazer a propaganda de defesa do armamentismo civil no plebiscito das armas em 2005.

    Uma exceção?

    Dou o exemplo aqui mesmo no vídeo que vc postou e que não possui tradução. Nessa hora bastaria alguém ‘das tropas aliadas’ disposto e com tempo disponível que tenha alguma grana ou que pudesse ser JUNTADA rapidamente por uma massa de solidários e caridosos pra fazer essa tradução (com legenda ou dublagem) o quanto antes.

    -Vamos ganhar dos nazistas, vamos acabar com eles, eles no fim não terão a menor chance!…

    -Mas senhor, como faremos uma guerra sem dinheiro?

    -Anderson Silva levanta a mão, timidamente: quem aqui estaria disposto a fazer uma ‘vaquinha’ de déreau pra começar a brincadeira?

    ——————-

    Cês querem motivação? Montem trilhas sonoras inspiradoras e pessoais que tragam à memória o ‘mito do herói’ e a redenção de nossas vidas.

    Dica:

    -Hino do Rocky Balboa seguido ao ‘Olho do Tigre’ (só assim pra eu sair da cama às 5 e meia da madruga pra tentar transformar gordura em músculos) |¬)

    -Trilha e canções do filme ‘Além da Linha Vermelha’

    -(*espaço livre pra ser preenchido)__________________________________

    ——–

    Iron Maiden: sobre o que fala a música “Aces High”?

    Por Daniel Almeida | Fonte: Aniversário da II Guerra |

    Acredito que todo fã de Iron Maiden sabe da ligação da banda e suas músicas com a história, especialmente da Inglaterra e Grã Bretanha, sua terra natal. Já falei aqui sobre o que trata a letra de “Montsegur”, um castelo na França (link no final deste texto).
    “Aces High” fala da Batalha da Inglaterra, luta travada entre a RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real) e a Luftwaffe (Força Aérea Alemã) de Hitler, durante a Segunda Guerra Mundial.

    Após a queda da França, a Inglaterra se viu sozinha para enfrentar a Alemanha nazista. EUA e URSS ainda não tinham entrado na guerra. Winston Churchill havia assumido o cargo de primeiro ministro no mesmo dia em que a Wehrmach invadiu a Holanda e a Bélgica para contornar a Linha Maginot e dominar a França. Suas palavras ao mostrar a determinação britânica em continuar lutando servem de abertura para a música, inclusive nas apresentações ao vivo:

    Churchill Speech

    “We shall go on to the end.
    We shall fight in France
    We shall fight over the seas and oceans.
    we shall fight with growing confidence and growing strength in the air.
    We shall defend our island whatever the cost may be
    we shall fight on beaches, we shall fight on the landing grounds,
    we shall fight in the fields and in the streets,
    we shall fight on the hills.
    We shall never surrender.”

    Discurso de Churchill

    “Devemos seguir até o fim
    Devemos lutar na França
    Devemos lutar sobre os mares e oceanos
    Devemos lutar com crescente determinação e crescente força no ar
    Devemos defender nossa ilha, a qualquer custo
    Devemos lutar nas praias, nos campos de pouso
    Devemos lutar nos campos e nas ruas
    Devemos lutar nas colinas
    Não devemos nunca nos render”

    \o/

    Isso fez com que, apesar dos constantes ataques e bombardeios alemães, o povo inglês não esmorecesse, embora um dos objetivos de Hitler fosse quebrar o moral da população. Ao mesmo tempo, aviadores britânicos, franceses e poloneses lutavam no ar para impedir o sucesso da Operação Leão Marinho, a invasão da Inglaterra. Foram meses de lutas que imaginamos só existir no cinema em que a RAF inflingiu severas perdas à Luftwaffe. Os caças Spitfire (inglês) e Messershmitt BF-109 (alemão) que participaram da luta são citados na letra da música.

    Ao final a Inglaterra venceu a batalha, nenhum soldado alemão pisou em solo inglês como invasor e a Operação Leão Marinho foi adiada indefinidamente enquanto Hitler voltava suas atenções à invasão da URSS. A vitória levou Churchill a proferir uma de suas famosas frases dizendo que “Nunca, no campo dos conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos”, numa referência aos aviadores que foram homenageados pelo Iron Maiden em uma de suas músicas mais famosas.

    Fonte: Iron Maiden: sobre o que fala a música “Aces High”? http://whiplash.net/materias/curiosidades/107327-ironmaiden.html#ixzz2jjGD7foZ

    ———-

    Levanta, cambada! E vamos acabar com essa palhaçada sangrenta e estúpida que os movimentos revolucionários insistem em implantar no Brasil! E sem precisar abdicar do pessimismo realista sobre a vida (que mantém a mente sólida e esguia e o corpo consciente e leve).

    http://www.youtube.com/watch?v=ZO6giM9UAv0

    http://www.youtube.com/watch?v=JVohdzFgL3U

    Essas aí são ótimas pra não cansar diante de um exército de zumbis-satisfeitos, com diploma do MEC grunindo ódio e inveja.

    Sejamos como os palhaços do circo que nos fazem sorrir quando estão no palco e choram e se deprimem no camarim ao tirar a maquiagem e ver a banalidade do Mal aparentemente sem sentido desse mundo.

    Valeu aí. Fui!

  14. Luciano, você viu que os acampados na reitoria da USP (aqueles uns que entraram no prédio na base da marreta e da placa de sinalização transformada em aríete) agora falam de sair pacificamente do prédio, como se pode ver na Folha e no Terra? Pelo visto eles estão dizendo que sairão pianinho porque se lembram do que ocorreu na invasão de 2011, em que a polícia chegou em enorme número ainda de madrugada e quem ocupava o prédio sequer teve como esboçar qualquer reação (sendo que chegaram a encontrar coquetéis molotov dentro do prédio, naquele ocorrido que parece ter sido balão de ensaio dos protestos de junho e dos black blocs).

  15. Luciano, o que eu tentei dizer foi o seguinte, mesmo com o livro do Olavo sendo um best seller, isso não contradiz ele achar que o Brasil acabou.A parte do brasil que compra o livro dele é a parte que já não gosta do PT, nem do PSDB, etc e que não pode fazer nada.
    Agora convencer um parasita do bolsa esmola, (que é quem vota na esquerda mesmo) ou qualquer um da geração concurso público que é ruim um monte de parasitas mamando nas tetas do governo, isso parece utópico, um sonho alto demais.
    (como diz o RC, tomem um engov antes de assistir)

    • Crowley,

      Mas nós não precisamos convencer esses. Mas sim considerar eles como parte do jogo, muitas vezes citados pela gente como exemplo dos males do esquerdismo.

      Essa mesma senhora do vídeo é um exemplo de pessoas que existem em qualquer lugar do mundo. Isso não impede a direita de agir em termos políticos.

      Abs,

      LH

      • Luciano, não entendi, poderia elaborar mais a resposta?
        Se eles são a maioria, e é a maioria que escolhe o governo, como é que nós não precisamos convencer eles?
        Acho que a única alternativa seria outro golpe militar, mas os militares de hoje são frouxos; anarco capitalismo também é um sonho utópico e cheio de contradições, então que eu saiba só sobra a democracia mesmo

      • Crowley321,

        O fato é que esse é o público que temos. É a esse público que devemos nos adaptar.

        TEmos que imaginar o público do debate político como se fosse uma audiência de TV. Não reclamamos dos público, mas sim entendemos nossa comunicação para falar com o público.

        Se hoje temos uma maioria dos habitantes de direita, a esquerda está convencendo-os de que tem as melhores propostas.

        Acho que enquanto ficarmos reclamando do público, criaremos bloqueios em nós mesmos em relação a assimilar a noção de que temos que atender a eles.

        Att.

        LH

  16. Muito bem pensada essa idéia de reformularmos o nosso modo de pensar “realisticamente” sem nos darmos conta que com isso só estamos ajudando o inimigo. Na prática eu já havia percebido essas afirmações depressivas da direita como algo negativo, falta de vontade de lutar, um entregar os pontos e a vitória ao PT. Ainda é tempo de lutar para mudar o jogo!!! Parabéns Luciano! Outra idéia é imprimirmos diversos panfletos e folhas de ofício escritos sobre tudo o que esse governo está fazendo contra a democracia no Brasil e depositá-los nas caixas de correspondências seja pessoalmente ou pelos correios para todos os recantos do país. As informações precisam chegar ao povo que vive isolado de informações, que só veem TV e rádio, não tem notebooks, mas é importante trabalhar em grupos para animadamente contar aos colegas participantes sobre a produção de cada um e do grupo nessa campanha de alertar o Brasil sobre a verdade política e as mentiras da esquerda e do PT.

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