Luiz Felipe Pondé deixa a doutrinação marxista escolar nua

26
358

clock

Fonte: Folha de S. Paulo

Muitos alunos de universidade e ensino médio estão sendo acuados em sala de aula por recusarem a pregação marxista. São reprovados em trabalhos ou taxados de egoístas e insensíveis. No Enem, questões ideológicas obrigam esses jovens a “fingirem” que são marxistas para não terem resultados ruins.

Estamos entrando numa época de trevas no país. O bullying ideológico com os mais jovens é apenas o efeito, a causa é maior. Vejamos.

No cenário geral, desde a maldita ditadura, colou no país a imagem de que a esquerda é amante da liberdade. Mentira. Só analfabeto em história pensa isso. Também colou a imagem de que ela foi vítima da ditadura. Claro, muitas pessoas o foram, sofreram terríveis torturas e isso deve ser apurado. Mas, refiro-me ao projeto político da esquerda. Este se saiu muito bem porque conseguiu vender a imagem de que a esquerda é amante da liberdade, quando na realidade é extremamente autoritária.

Nas universidades, tomaram as ciências humanas, principalmente as sociais, a ponto de fazerem da universidade púlpito de pregação. No ensino médio, assumem que a única coisa que os alunos devem conhecer como “estudo do meio” é a realidade do MST, como se o mundo fosse feito apenas por seus parceiros políticos. Demonizam a atividade empresarial como se esta fosse feita por criminosos usurários. Se pudessem, sacrificariam um Shylock por dia.

Estamos entrando num período de trevas. Nos partidos políticos, a seita tomou o espectro ideológico na sua quase totalidade. Só há partidos de esquerda, centro-esquerda, esquerda corrupta (o que é normalíssimo) e do “pântano”. Não há outra opção.

A camada média dos agentes da mídia também é bastante tomada por crentes. A própria magistratura não escapa da influência do credo em questão. Artistas brincam de amantes dos “black blocs” e se esquecem que tudo que têm vem do mercado de bens culturais. Mas o fato é que brincar de simpatizante de mascarado vende disco.

Em vez do debate de ideias, passam à violência difamatória, intimidação e recusam o jogo democrático em nome de uma suposta santidade política e moral que a história do século 20 na sua totalidade desmente. Usam táticas do fascismo mais antigo: eliminar o descrente antes de tudo pela redução dele ao silêncio, apostando no medo.

Mesmos os institutos culturais financiados por bancos despejam rios de dinheiro na formação de jovens intelectuais contra a sociedade de mercado, contra a liberdade de expressão e a favor do flerte com a violência “revolucionária”.

Além da opção dos bancos por investirem em intelectuais da seita marxista (e suas similares), como a maioria esmagadora dos departamentos de ciências humanas estão fechados aos não crentes, dezenas de jovens não crentes na seita marxista soçobram no vazio profissional.

Logo quase não haverá resistência ao ataque à democracia entre nós. A ameaça da ditadura volta, não carregada por um golpe, mas erguida por um lento processo de aniquilamento de qualquer pensamento possível contra a seita.

E aí voltamos aos alunos. Além de sofrerem nas mãos de professores (claro que não se trata da totalidade da categoria) que acuam os não crentes, acusando-os de antiéticos porque não comungam com a crença “cubana”, muitos desses jovens veem seu dia a dia confiscado pelo autoritarismo de colegas que se arvoram em representantes dos alunos ou das instituições de ensino, criando impasses cotidianos como invasão de reitorias e greves votadas por uma minoria que sequestra a liberdade da maioria de viver sua vida em paz.

Muitos desses movimentos são autoritários, inclusive porque trabalham também com a intimidação e difamação dos colegas não crentes. Pura truculência ideológica.

Como estes não crentes não formam um grupo, não são articulados nem têm tempo para sê-lo, a truculência dos autoritários faz um estrago diante da inexistência de uma resistência organizada.

Recebo muitos e-mails desses jovens. Um deles, especificamente, já desistiu de dois cursos de humanas por não aceitar a pregação. Uma vergonha para nós.

Meus comentários

Richard Dawkins sempre se posicionou contra a doutrinação religiosa em salas de aula. Entretanto, não é apenas religião tradicional que pode ser ensinada de forma dogmática aos mais jovens. A maior ameaça aos cérebros de nossas crianças e jovens é a doutrinação marxista.

O iPhone é um dos grandes inventos de nossa era. Ele facilitou o uso de câmeras e gravações, permitindo que alunos gravem aulas e postem evidências de doutrinação no YouTube. Isso deveria se tornar uma constante.

Enfim, pouco a pouco a conscientização do maior número de pessoas a respeito de lavagens cerebrais abjetas ocorridas em nossas escolas poderão causar rejeição social a esse tipo de barbárie intelectual.

Escolas privadas são bancadas pelos pais dos alunos. Escolas públicas são bancadas por nossos impostos. Não há uma forma de ensinar pessoas usando dinheiro que caiu do céu. Isso torna a doutrinação escolar mais abominável, especialmente quando ela é utilizada contra os que pagaram por ela, seja em mensalidades ou impostos.

Essa é a mensagem: doutrinação escolar, especialmente em doutrinas baseadas em terror psicológico, é um crime moral inaceitável.

O texto de Pondé, intitulado “Eu acuso”, é um dos melhores já lançados pelo filósofo.

Anúncios

26 COMMENTS

  1. Luciano, lembra que já te falei sobre aquele absurdo de a CCJ da Câmara (que tem Genoino e João Paulo Cunha entre seus integrantes) ter aprovado cotas raciais para o Legislativo? Pois bem, a coisa toda, que diz o Reinaldo ser uma maneira de subordinar a Câmara ao PT nem que por via de “movimentos sociais” e já recebeu uma implicância, teve um novo capítulo hoje, na forma desta entrevista com um dos autores da proposta, o deputado baiano Luiz Alberto (PT), que basicamente soltou o seguinte:

    1) Que teria sido melhor que o Brasil tivesse tido um regime de segregação racial como o da África do Sul e o dos Estados Unidos sob as leis Jim Crow só porque naqueles países havia universidades e outras infraestruturas específicas para negros;

    2) A exemplo de outros marxistas-humanistas-neoateístas brasileiros, ele apela para a fraude de somar pardos (termo que o IBGE usa para os mestiços e que, portanto, pode incluir pessoas multiétnicas sem qualquer ancestralidade africana, como alguém filho de branco e índio ou branco e japonês) e pretos para criar a tal maioria negra;

    3) Desta vez eles falam de um prazo determinado para as cotas parlamentares vigorarem: 20 anos, renováveis caso não se chegue aos tais objetivos. Logo, podemos considerar que irão querer para todo o sempre, salvo se o povo votar do jeito que eles querem que vote (isso se não implantarem a infame lista fechada). E, claro, 20 anos é tempo suficiente para que uma nova geração de votantes surja e sequer se lembre o porquê de haver cotas;

    3) Ele mesmo dá a entender que a cota parlamentar é o pé na porta para que outras cotas sejam pedidas;

    4) Diz ele que é falacioso que cotas estimulem o racismo, mas aproveita-se de o fato ser recente em nossa história, bem como usa a fraude de somar as categorias “preto” e “pardo” do IBGE para dizer que a imensa maioria dos mortos é de negros, quando na realidade é de mestiços (com o Mapa da Violência mostrando inclusive redução nos assassinatos de pretos, mas não permitindo ver as mortes por categorias isoladas conforme região e estado, gerando a fraude de dizer que a majoritariamente mestiça e indigenizada região Norte seria a líder em assassinato de negros). Obviamente que ele não usará exemplos de lugares que não tinham tensões étnicas significativas e passaram a ter após políticas que reservavam direitos a quem fosse de um determinado grupo (Ruanda, por exemplo, onde inventaram hutus e tutsis, é exemplo disso);

    5) Ele vem usar o exemplo de que apenas 5% do Congresso é negro e apenas 2 dos 81 senadores seriam de tal grupo. Porém, aqui ele não pediu a autodeclaração de todos os parlamentares, o que significa que provavelmente só está jogando em cima daqueles que se declararam na categoria “preto” do Censo ou mesmo só contando os que sejam ativistas de alguma forma. Se pegarmos os outros deputados e senadores e perguntarem como eles se declaram, será mesmo que teremos só brancos ou teremos um número de mestiços suficientemente grande e condizente com a proporção da categoria “pardo” na população brasileira? Lembremos que Marco Feliciano é mestiço, bem como o são Popó, Romário, Tiririca, Jean Wyllys e mais uma série de outros. Porém, esses (talvez excetuando-se o Jean, e aqui sendo militância marginal à sua principal) não jogam em cima da história da etnia nem se promoveram com isso. Porém, seriam candidatos perfeitamente enquadráveis na cota, assim como outros tantos que tenham ancestralidade miscigenada, sequer precisando ter qualquer gota de sangue africano, uma vez que vale a autodeclaração, bem como temos a tal fraude de criar “negros” somando à conta mestiços sem ancestralidade do continente mais austral do Velho Mundo. Logo, em nenhum momento alguém com aparência europeia, mas ancestralidade africana, estaria mentindo ao se autodeclarar mestiço e afrodescendente;

    6) Note o quanto ele quer disfarçar que as cotas, que seriam exercidas por um segundo voto específico do eleitor na votação proporcional, como se pode ver na íntegra
    do projeto (que pego do link do Nação Mestiça)
    , não seria na prática algo que manteria a maioria MHN do Legislativo por vias forçadas;

    7) Roldão Arruda fez uma trollagem das boas no deputado, quando começou envolvendo com a pergunta de por que ele acha que negros não teriam as mesmas chances de serem votados que os brancos, até terminar em “O senhor é negro e chegou ao parlamento”, obviamente respondida com muito vitimismo por parte do petista.

    Este acaba sendo um daqueles momentos em que podemos usar o marxismo-humanismo-neoateísmo como inocente útil no combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo, pois Mauro Santayana, que é MHN, comparou a proposta ao nazismo, ao que podemos entender como o grande medo de que o MHN seja comparado ao nazifascismo em sua parte estrutural e na operacionalização do racismo do próprio Marx, como se pode ver aqui. Além disso, temos políticos, como este vereador curitibano, que são contrários à tal história (talvez por notarem que isso acabaria fazendo com que não recebessem votos de pessoas que não as de sua cor e faria as pessoas pensarem na cor do parlamentar quando fossem votar). O tal cara, do PSC, parece-me estar na categoria de propagador inconsciente de gramscismo, mas ainda assim vê-se que não deixa de estar um pouco em consonância com Marco Feliciano.
    Por fim, para completar a história toda, segue esta postagem do Joselito Müller que tem um perigoso fundo de verdade quando lembramos das declarações do deputado carioca Edson Santos (PT) dizendo que só vale cota para quem tiver aparência e cor de pele de africano (mesmo que tenhamos na mesma África grupos étnicos que não tenham lábios largos, rostos arredondados e narizes mais largos do que compridos, como é o caso dos etíopes).

  2. É certo que Pondé, passou um bom tempo a ler ou seu blog Luciano. Há diversas palavras chave no texto que remetem diretamente a artigos postados por você e comentáristas.
    Isso sem contar o alinhamento ao que OC fala.

  3. Luciano também sou um desses muitos jovens perdidos na vida, faz 3 meses que procuro por uma universidade pra estudar algo relacionado a política, como economia política, ciencias políticas ou algo do tipo, mas quando vc olha o conteúdo programático e vê excesso de marx, Lênin e keynes e ausencia de misses e Hayec da um aperto no coração e um desencorajamento tamanho!
    Acompanho seu blog a pouco tempo, ainda não conheço suas qualificações e tudo mais, mas você faz ótimas correlações sobre assuntos que 99% da população nem para pra observar, quero deixar aqui minha parabenização e apoio para que vc continue esse excelente trabalho.
    já vi vários representantes da direita falando em nos unirmos, por que vcs que são as cabeças não desenvolvem um projeto e poem ele em prática, afinal o tempo está correndo 🙁

  4. Luciano,

    Sobre essa situação educacional, acho que a maioria das famílias brasileiras estão com um problemão é DENTRO DE CASA.

    Venho percebendo isso com a minha sobrinha de três aninhos, da forma como os pais dela estão a educando. Me assustei semana passada com o tal ‘CANTINHO DO PENSAMENTO’ (que me parece baseado nessa nova pedagogia super-nanny).

    Acho isso contraproducente para o desenvolvimento cognitivo, intelectivo esse “papo cabeça” de fazer uma criança pequena, “pensar”, “refletir” sobre o que está fazendo de errado.

    Numa idade tão tenra ninguém tem ainda a capacidade de elaboração intelectual (nem neuronal, fisiológica e muito menos moral).

    Pra mim isso é de uma violência psicológica absurda, já que a criança acaba por relacionar esse “pensar” com castigo, com algo ruim, desprazeroso, triste!

    E daí pra falta de interesse pela busca de conhecimento, de novas descobertas é um passo de poucos anos.

    A tendência natural do ser humano é o desenvolvimento desse pensar, que deve ser ESTIMULADO desde cedo. Se relaciono isso a um mero CASTIGO, em vez de estimulá-la, em alguns anos a criança acabará por cair num ostracismo mental e emocional, que, se perdurar, servirá pra aumentar o contingente de black blocks, de artistas do beautiful people, do jornalismo canalha e imbecil e dos quadros funcionais do PT e do PSOL.

    Ainda não fechei sobre isso. Tô levantando dados e informações. A gente sabe do estrago educacional que a revolução cultural fez desde os anos 70 (*minha geração mesmo é fruto dessa doutrinação, fui aprender a gostar de Matemática e Química através de aulas particulares; só me livrei do ÓDIO À LEITURA depois de alguns anos já fora da escola e por causa tb do Stan Lee e do Maurício de Souza que evitaram o pior Rsss).

    Cê (ou alguém por aqui) tem como dar um ‘help’ nesse assunto PEDAGOGIA (traduzido se possível, meu inglês é risível e o meu russo é pior ainda |¬))?

    Até onde sei nossas crianças só estão servindo de cobaias pra experimentos sociais & ideológicos que só poderão ser avaliados e confrontados daqui a uma ou duas gerações. Isso é um tiro-no-escuro que eu não queria pagar pra ver.

    Abs

    • Detalhe ao coment:

      Adivinha qual livro que minha amada irmã carrega no bolso?

      Começa com ‘P’ e acaba com ‘oprimido’.

      E adivinha quem dá as cartas na metodologia pedagógica da creche da princesinha do titio?

      Começa com ‘J’ e acaba com ‘Piaget’.

      Complicado.

      • Anderson, compartilho sua experiência, pois tenho irmã e noiva pedagogas. O domínio absoluto é do binômio Piaget-P.Freire.

        Os nomes caem bem no dicionário de novilíngua.

        Por “Pedagia do Oprimido”, entenda-se Doutrinação dos Ignorantes Políticos.

        Por “construtivismo”, leia-se DESconstrutivismo, que é o que de fato esse lixo faz com os educandos.

      • Boa, Pecador. Grato pela ideia. Esse livro tá na fila (que só aumenta… Não sei como vou resolver isso Rsss). Vou usar o que já tenho aqui comigo. Valeu!

        Ironia disso tudo é minha irmã ter dito que comprou um livro do Schopenhauer pra mim (ela mesma nem lembra do título, é mole?!).
        Uma vez catei na boca da LIXEIRA do prédio dela, em meio a vários livros, revistas e jornais velhos que estavam prontos para serem despachados para o nada-mãe, vejam só, o ‘História da Filosofia’ do Will Durant INTACTO (que se não me engano agora tá na lista mínima do prof. Olavo!!).

        Umas dicas pra ti nessa área, Eduardo Araújo (não sei se já conhece):

        -http://www.escolasempartido.org/;

        -o http://radiovox.org/2013/10/24/carlos-nadalim-encontrando-alegria/(descobri recentemente via blog ad hominem);

        -http://www.endireitar.org/site/artigos/endireitar/281-o-que-e-educacao-classica;

        -http://encontrandoalegria.blogspot.com.br/

        Mais:

        -Qualquer matéria do prof. Luiz Carlos Faria da Silva;

        – Procure por ‘Artes Liberais’, com referência ao trabalho do saudoso prof. José Monir Nasser (tô começando a engatinhar no Trivium e no Quadrivium).

        -E claro, LIBERESFERA.

        -Citar (recitar) textos (ou parte deles) do Olavo de Carvalho nos grupos HOSTIS a ele, MAS sem citar o autor. É bem interessante ver a reação das pessoas quando descobrem que se entusiasmaram com ‘aquele-que-não-pode-se-pronunciado’. É a mesma tática que se usa com anti-cristãos amantes de todos os orientalismos-nova era-paganista.

        Esperar e ter esperança, trabalhar com afinco e estudar no silêncio, pelo menos, essas coisas não possuem contra-indicações.

        É sempre bom sabermos que não estamos sozinhos no meio da batalha.

        Abs. Força, paciência e coragem (e MUITO amor) aí pra aguentar o fluxo contrário das marés dentro da família. Não esmoreça, meu brother.

  5. Lutero e os volantes de contenção.

    Tem algo acontecendo no cenário social cuja percepção se evidencia cada vez mais.

    Me refiro ao enfrentamento natural e inevitável (por conta da sobrevivência) envolvendo as sedutoras, inebriantes e inconsistentes utopias ilusionistas e a tosca, fria e previsível realidade humana.

    Isso é inegável e a gente vê a olho nú.

    O fascinante deste jogo não são suas regras, bem conhecidas por sinal, mas os jogadores.

    Vejam, por exemplo, o alcance da iniciativa do Luciano em sua obsessão de “colocar ao alcance da plebe” aquilo que até então se restringia aos sombrios mosteiros.

    A senhora História mostra os efeitos de colocar a “Bíblia” nas mãos do povo.

    Falando em Bíblia, é dela uma citação que se encaixa bem neste contexto, diz assim ” conhecerei a verdade e a verdade vos libertará”.

    Cá entre nos, conhecimento que produz a verdadeira liberdade é a última coisa que os volantes de contenção pela esquerda deixarão passar, mesmo que lhe custe o cartão vermelho, aliás cor esta que adoram.

    Assim, Luciano, te prepara para o contra golpe, mas saiba que mesmo a duras penas a reforma será levada a bom termo.

  6. Gostaria de poder compartilhar alguns scanners que fiz do caderno do meu filho, da 8ª série de uma escola municipal de Florianópolis.
    O professor de história despejando a raiva que tem dos militares e transmitindo aos alunos de que quem os apoia, apoia a tortura, e o de geografia destilando em trabalhos e várias páginas um ódio mortal aos EUA.
    Mando por email?

  7. Luciano, você viu a resposta que a sociedade brasileira deu àqueles que os chamaram de “coxinhas” por simplesmente repudiarem vandalismo e violência em manifestações? 93% dos brasileiros reprovam os black blocs. Estão mostrando que é melhor ser coxinha do que pastel de vento. Agora é preciso que as pessoas comecem a protestar por coisas que não favoreçam os marxistas-humanistas-neoateístas.

  8. Meus caros, fiquei bem triste ao ler esse artigo, pois tenho Pós-Doutorado em Sociologia e em nenhuma das Universidades que estudei (PUC-SP, PUC-Campinas, Unicamp e Universidade Federal do Ceará), vi professores querendo doutrinar os alunos com teorias marxistas. Nós o estudamos, pois foi um dos principais cientistas sociais que temos e sua teoria ainda está atual. Há muitos antropólogos que pesquisam empresas, eu fui uma delas, e possuímos um grupo denominado Etnografias do Capitalismo Contemporâneo, cujo objetivo é tentar, com as pesquisas, melhorar o ambiente de trabalho e, consequentemente, aumentar a produtividade, mas como qualidade para os trabalhadores. Por isso, não somos contra a existência delas. Embora, não generalize, os argumentos apontam para isso. Deixo aqui meu profundo pesar, sobre sua opinião acerca dos cientistas sociais,

      • Catia, não faça seu teatrinho. Te mostro o adulterador embusteiro que teve a cara de pau de defender.

        “Em dez anos a partir de 1842 a 1852, inclusive, o rendimento tributável do país, da forma como podemos calculá-lo, aumentou 6 por cento, mas em oito anos, a partir de 1853 a 1861, o rendimento do país voltou a aumentar a partir da base tomada por 20 por cento.
        Isso é um fato muito singular e marcante e que nos parece incrível.”
        ……
        Esse, Excelentíssimo Senhor, é o estado do progresso no que diz respeito à evolução geral de acumulação, mas, por um, devo dizer que eu deveria olhar com algum grau de dor, e com muita apreensão, sobre este extraordinário e quase intoxicante crescimento, se isto fosse a minha convicção de que se limita à classe de pessoas que podem ser descritos como em circunstâncias favoráveis.
        Os números que citei dão pouco ou nenhum conhecimento da condição de quem não paga imposto de renda, ou, em outras palavras, suficientemente informação para a taxa geral verdadeira, eles não dão informação suficiente das condições da população trabalhadora, ou do aumento de seus rendimentos.
        Indiretamente, na verdade, o simples aumento do capital é da maior vantagem para a classe trabalhadora, pois esse aumento torna mais barato o preço da mercadoria que, em todo o negócio de produção entrar em concorrência direta com o trabalho.
        Mas, além disso, temos um maior benefício mais direto, que pode ser afirmado com segurança, foram atribuídas à massa da população do país.
        É motivo de profunda e incalculável consolo para refletir, enquanto os ricos têm ficado mais ricos, os pobres se tornaram menos pobres.
        Eu presumo que não irão determinar se o intervalo de largura que separa os extremos de riqueza e de pobreza é mais ou menos ampla do que tem sido, em tempos antigos.
        Mas se olharmos para a condição média do operário britânico, quer camponesa, ou mineiro, ou operatório, ou artesão, constatamos a partir de variadas e incontestáveis provas de que, durante os últimos vinte anos tem acontecido uma melhoria ao seu meio de subsistência e como podemos verificar isto nunca existiu na história de qualquer país em qualquer época, e isto, Senhor, é o resultado das causas que descrevi, sobre a qual é impossível olhar sem animados sentimentos de satisfação.”

        E a adulteração feita por marx:

        “Deslumbrados com o “progresso da Nação” as estatísticas dançam diante de seus olhos, o Chanceler do Tesouro exclama em selvagem êxtase:”

        “De 1842 a 1852, o rendimento tributável do país aumentou 6 por cento, nos oito anos de 1853 a 1861, tem aumentado em relação ao ano base tomada em 1853, 20 por cento!
        O fato é tão espantoso que é quase inacreditável! …
        Este inebriante aumento da riqueza e poder,”,
        acrescenta o Sr. Gladstone,
        “está inteiramente confinado às classes de propriedade.”

      • Sua mentirosa, se é ensinado apenas marx e não é ensinado outro. Então existe sim doutrinação, e outra por que não falam da biografia desse sujeito embusteiro?

        Se as pessoas são desiguais, se as pessoas têm talentos desiguais, inteligências desiguais, nesse caso, querer fazê-las iguais é retirar-lhes a liberdade. Não há outro modo de produzir igualdade, sem tirar a liberdade. Claro que, portanto, há um conflito entre a liberdade e a igualdade.

    • “Meus caros, fiquei bem triste ao ler esse artigo, pois tenho Pós-Doutorado em Sociologia e em nenhuma das Universidades que estudei (PUC-SP, PUC-Campinas, Unicamp e Universidade Federal do Ceará), vi professores querendo doutrinar os alunos com teorias marxistas.”

      Falácia do apelo a autoridade? Não está sentindo vergonha na cara? Evidência anedótica não é argumento. E foi muito lindo, eu estava lá, eu era a universidade.

      “Nós o estudamos, pois foi um dos principais cientistas sociais”

      Ele só é conhecido mas isso não torna ele principal.

      “que temos e sua teoria ainda está atual.”

      Atual uma ova. É um verdadeiro retrocesso as eras tribais. Quem ensina como verdade teorias mentirosas como mais valia, jogo de soma zero e incita falsas guerras de classes de atual tem nada. E vem me dizer que um fraudador intelectual que adultera discursos é um principal cientista social? A va mentir pra outro. UM ser desse que é gastador, trai a mulher com a empregada, faz filho nela e não assume esse filho é um canalha. E um ser desse que é sustentado pelo amigo rico é um canalha.

      O sua pilantra, Luis Felipe Pondé é cientista social sua canalha.

      Você não teve vergonha nem de usar falácia do espantalho ao dizer. Marx era um embusteiro e você não pode mudar isso. Diplomas não mudam isso. Marx era embusteiro e isso é fato.

Deixe uma resposta