Vitória da selvageria: unidade do Instituto Royal fecha as portas em São Roque

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Fonte: G1

Alvo dos movimentos de defesa dos animais, o Instituto Royal encerrou suas atividades em São Roque (a 54 quilômetros de São Paulo). O laboratório foi invadido no dia 18 passado por ativistas que levaram 178 cães da raça beagle que serviam a pesquisas científicas. A instituição, que vinha sendo investigada pelo Ministério Público e teve seu alvará suspenso pela prefeitura, anunciou o encerramento das atividades em uma nota pública nesta quarta-feira.

De acordo com o instituto, a invasão ao prédio fez com que a empresa perdesse dez anos de pesquisas. O encerramento é, segundo a empresa, em caráter definitivo. Continua em funcionamento a unidade Genotox, instalada em Porto Alegre. “O prejuízo causado ao Instituto Royal não é mensurável. Mas é certo que o Brasil inteiro perde muito com este episódio, lamentavelmente”, afirma a nota.

“Tendo em vista as elevadas e irreparáveis perdas e os danos sofridos em decorrência da invasão realizada no último dia 18 – com a perda de quase todo o plantel de animais e de aproximadamente uma década de pesquisas -, bem como a persistente instabilidade e a crise de segurança que colocam em risco permanente a integridade física e moral de seus colaboradores, os associados concluíram que está irremediavelmente comprometida a atuação do Instituto Royal para dar continuidade à realização de pesquisa científica e testes mediante utilização de animais”, diz a nota divulgada à imprensa.

Segundo o instituto, funcionários serão demitidos. No site, a empresa afirma ter 85 funcionários, incluindo os pesquisadores.

“A interrupção acarretará o desligamento de funcionários, todos já comunicados da decisão. Mantém-se, por ora, o Comitê de Ética formado por colaboradores do laboratório, que conta com veterinários, biólogos e membros da Sociedade Protetora dos Animais, conforme a legislação vigente”, diz a nota, que prossegue: “Com o intuito de preservar a integridade dos animais remanescentes que ainda estão sob seus cuidados, o Instituto Royal tomará as providências necessárias junto aos órgãos regulatórios competentes, para assegurar que continuem sendo dados a eles tratamento e destinação adequados”.

O instituto, que nega ter cometido maus tratos a animais, informou ainda que sempre atendeu aos protocolos nacionais e internacionais de pesquisa. De acordo com a instituição, a invasão ao laboratório gerou um ambiente de insegurança e acarretará prejuízos à pesquisa no Brasil. “É inquestionável o direito de todo cidadão ou instituição expressar suas opiniões e propor à sociedade brasileira o debate sobre temas de interesse público. Não se pode anuir, contudo, com as atitudes de violência que cercaram os episódios envolvendo o Instituto Royal. Uma sociedade organizada e civilizada não pode aceitar que a pesquisa científica seja constrangida por grupos de opinião que preferem o uso da força e da violência em detrimento das vias institucionais e democráticas para travar debates”, criticou a nota oficial.

Meus comentários

Quando se abre a Caixa de Pandora do ativismo uga buga dos adeptos de Luisa Mell, o resultado é o esperado: tudo de ruim e nada de bom. Não há um ganho positivo advindo da ação dos militantes que roubaram os 178 beagles da unidade de São Roque do Instituto Royal.

Com os eventos de um dia de barbárie, conseguiram atrasar no mínimo 10 anos as pesquisas científicas do maior instituto de pesquisas pré-clínicas do Brasil, estimular que esse tipo de estudo seja levado para fora do Brasil e ainda levar ao desemprego dezenas de profissionais que lá trabalhavam.

Ao que parece, os ativistas uga buga só conseguem nutrir empatia por beagles. Para eles que se danem os seres humanos.

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7 COMMENTS

  1. Este é o exemplo claro da falsidade do marxismo e sua falsa representação do proletariado:

    1. O instituto fechou, perdeu-se 10 anos de pesquisa – um número incontável de pessoas, de todas as classes sociais foram prejudicadas.

    2. O único instituto que realizava esses testes no brasil — prejuizo para a nação inteira, e mais dinheiro (com consequentemente maior risco de corrupção) na contratação de gringos para realizarem os testes.

    3. 85 funcionários — parte do tal “proletariado”– DESEMPREGADOS.

    • O nível de retardo mental dessa gente é absolutamente impressionante.

      Sério, é como o Olavo diz, não há, em TODA a história da humanidade, um fenômeno de burrice tão profundo e assustador como o que ocorre aqui no Brasil. É uma espécie de “anti-civilização”.

  2. Off:
    Um dos melhores roda viva que já vi. Excelente controle de frame, lógica impecável, segurança e confiança nas declarações e o melhor de tudo: Conhecimento verdadeiro e respeito pela verdade.

    A cereja do bolo é: O uso da maconha está vinculado à esquizofrenia e consequentemente decréscimo de Q.I.

    Agora entendo porque esquerdistas são dementes, e tem Q.I abaixo da média:

    http://www.youtube.com/watch?v=03mUGlg73h8

    http://www.youtube.com/watch?v=8o05YQYKo_A

    http://www.youtube.com/watch?v=_RL0SbwhpVU

    • Já assisti uma entrevista dele no canal livre da Band. Sensacional.

      Cadê Planet Hemp nessa hora?/ Cadê D2 (e o respeito)? /Cadê aquela rima do “Pensador” cheirando a defumador?/ Cadê seu FHC e suas ideias de esbórnia?/ E a turma da legalização?/ Cadê?/ Foram embora?

      Não/ estão todos na marcha da insensatez/ puxando o país mais uma vez/ pra cair no abismo da estupidez/
      YO! YO!
      Tá ligado?!

      Quê?! Tô chapado aê…

  3. “Ao que parece, os ativistas uga buga só conseguem nutrir empatia por beagles. Para eles que se danem os seres humanos.”

    Ecochatos e Biochatos odeiam os humanos.

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