Pizzaria Brasil e as feministas OU A regra 5 de Saul Alinsky “for dummies”

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Como publiquei hoje um post falando da ótima palestra de Silvio Medeiros sobre Saul Alinsky, surgiu o gancho para que eu comente um ótimo vídeo do Pizzaria Brasil, que vai ao final deste post.

Costumo comentar que a regra 5 (“O ridículo é a arma mais poderosa do ser humano”) de Saul Alinsky para táticas é uma das mais importantes em todo o seu arsenal.

Todavia, quando falo disso, parte dos leitores torce o nariz – não muitos, atualmente, pois a maioria dos leitores já está acostumada com o ritmo mais pauleira do conteúdo político aqui propagado. Esses que não se acostumaram geralmente dizem: “É Luciano, gostei muito, mas esse negócio de ridicularização simplesmente não dá. É contra os meus princípios!”.

Até hoje eu confesso que não consegui entender qual princípio moral seria violado com o ato de ridicularizar alguém. Eu até entenderia que o ato de “ridicularizar alguém fazendo o uso de difamação e inverdades” pode ser criticado facilmente em termos morais. Mas ridicularizar e difamar/mentir são coisas diferentes. Fazer o primeiro não implica no segundo e vice-versa.

Segue minha definição de ridicularização: expor algo como ridículo, aproveitando as facetas ridículas do objeto sob análise. Em suma, não precisamos dizer nenhuma inverdade ao colocarmos alguém ou algo sob ridicularização.

Devemos ir além. Se estamos diante de algo inerentemente ridículo, tratá-lo com pompa e circunstância passa a ser uma mentira. Ou seja, tratamos com dignidade algo que não tem dignidade, e, então, enganamos nossa audiência dando ares de respeitabilidade àquilo que não merece o menor respeito. Ao tratar algo que é digno de ridículo com a postura de um debate acadêmico, estamos dando uma legitimidade àquilo que não tem a menor legitimidade. Logo, estamos sendo intelectualmente desonestos para sermos injustificadamente polidos.

Vamos a um exemplo. Lembremos da proposta (rejeitada) de esquerdistas suíços querendo limitar o salário de executivos a no máximo 10 vezes o que ganha aquele de menor salário na empresa. Agora imagine-se na posição de um acionista de uma organização que vê seu direito de contratar os melhores executivos disponíveis (que poderão ir buscar vagas em outros países) violado por que um bando de vagabundos e invejosos querem limitar o seu direito de pagar aquilo que você quer para ter os melhores profissionais disponíveis! Você vai tratar essa ideia como “um equívoco de julgamento de alguns políticos suíços?”. Desculpe-me, mas isso é dar dignidade àquilo que não merece um tratamento digno. Posso dizer até que tratar essa questão na base da piada e da denunciação  moral é o básico que devemos fazer se quisermos exprimir o quanto essa proposta é indecente. Eles até deveriam ficar felizes de não estarem sendo respondidos com cuspida na cara ou tapa na nuca (e eu não estou defendendo nenhuma agressão, mas sim entendendo que proposta esquerdista é uma provocação para isso). Assim, ridicularizar o que só merece ser ridicularizado é a forma pela qual damos o tratamento merecido para propostas e ideias torpes, vis, rasteiras, cafajestes, amorais e, é claro, sem o menor senso de ridículo. Ou seja, quase todas as propostas da esquerda.

Por isso, quando eu digo que “devemos tomar a ridicularização como um princípio”, faço um desafio à caça de um argumento lógico dizendo que usar esse princípio “é contra X princípios morais”. É quando eu retornarei com a pergunta: “Qual princípio moral nos diz que usar a ridicularização, por si só, é amoral?”. Digo que está na hora de pararmos com esse pudor injustificado de achar que a expressão “ridicularização”, se proferida, em termos de incentivo à sua prática, automaticamente abre as portas do inferno.

Enfim, em resumo, e no papo reto: quando a esquerda faz uso de ridicularização, quase sempre usa de calúnia e difamação. Devolva com ridicularização, mas apontando os fatos, e mostrando o ridículo inerente ao comportamento propagado por eles, assim como às ideias que eles defendem. Se você tiver os fatos em mãos, pode ridicularizá-los em dobro, no mínimo, que você estará plenamente justificado em termos morais.

Mas nada melhor que ver essa teoria na prática, com o vídeo abaixo. Você vai ver que a ridicularização, por si só, não morde, não viola nenhum princípio moral, é intelectualmente honesta e, mais ainda, é a forma mais honesta e racional de tratarmos ideias estupidas, insanas, delirantes e sem o menor senso de ridículo:

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12 COMMENTS

  1. O padrão das respostas dadas mostro grau de doutrinação dessas idiotas úteis.
    Impagável foi aquela imbecil dizer que Marx só tinha coisas positivas. O entrevistador poderia informá-las que Marx também pregava a prostituição coletiva das mulheres. Aí eu queria ver a cara delas ao saber disso.

  2. Na primeira vez que assisti fiquei fã desse vídeo. Deu vontade de fazer igual por aí (quem sabe daqui um tempo…).

    Mas é isso aí mesmo, Luciano… Os caras DÃO DE PRESENTE as “munições” e a gente não vai usar?

    Realmente a ridicularização é o único tendão-de-aquiles contra o comportamento extremamente desonesto (cínico, vigarista, mitômano, incongruente, hipócrita, relativista, psicótico, psicopático, covarde, misantrópico…) que molda o pensamento dessa turma da esquerda carcará (e caviar); porque eles se adaptam a tudo (como bons revolucionários), menos ao VEXAME PÚBLICO.

    PS: Inventei pra mim um teste (que é batata, tirei do filme ‘Enigma do outro Mundo |¬)) pra detectar um esquerdista legítimo (já que muitos o são sem saber devido ao argumento fajuto da “superação ideológica” e mimimis): Uma pessoa normal, diante do próprio senso de ridículo, tenderá ou a se envergonhar (e se redimir o mais rápido possível com a sua audiência e consigo mesmo) ou a rir de si mesmo (dependendo da “gravidade” do desmascaramento). Um esquerdista (mesmo que inconsciente), ao contrário, ficará ou BEM furioso (descambando pra histeria difamatória pura e simples), ou… BEM furioso (teatralizando uma rápida seriedade constipada que exigirá uma ida urgente ao banheiro mais próximo e de lá pra cartola do David Copperfield).

  3. Luciano, prepara que agora é hora de uma série de notícias que coletei hoje e que podem render comentários:

    1) Veja este
    texto do Sakamoto
    em que ele acha ruim que a campanha presidencial de 2014 provavelmente verse sobre a segurança pública e que provavelmente os candidatos evitarão falar de direitos humanos (ou, mais especificamente, falar de direitos humanos no tipo de abordagem distorcida típica dos marxistas-humanistas-neoateístas). Além de o vermos novamente neoateizando para falar mal de quem é contra o aborto, a eutanásia e não vê nada de mais em crucifixos nas repartições, podemos ver no texto a prática de demofobia (medo irracional do povo ou mesmo preconceito contra o povo), como poderá ver abaixo:

    Afinal de contas, uma democracia verdadeira passa pelo respeito à vontade da maioria, desde que garantindo a dignidade das minorias. Até porque, como sabemos, a maioria pode ser muito violenta. Como disse Oscar Wilde: “Há três tipos de déspotas. Aquele que tiraniza o corpo, aquele que tiraniza a alma e o que tiraniza, ao mesmo tempo, o corpo e a alma. O primeiro é chamado de príncipe, o segundo de papa e o terceiro de povo”…

    Sim, exatamente isso que você leu: para ele, o povo seria irracional caso não defenda a continuidade da maioridade nos 18 anos. Logo, na cabeça dele todos nós somos burros e incapazes de achar algo, sendo que isso só pode ser tratado por especialistas (olha o positivismo aí). Porém, ele também volta a neoateizar (aliás, ultimamente ele tem flertado muito com dawkinices):

    Ué, não conseguimos nem combater a homofobia e promover a tolerância nas escolas que grupos de evangélicos e católicos (que envergonham os demais evangélicos e católicos) já começam a chamar tudo de “Kit Gay”! Como se fosse possível um material didático forçar uma orientação sexual. Imagina então com uma educação real para os direitos humanos? Iam queimar professores em praça pública…

    Aqui podemos imaginar que o “nós” oculto a quem se refere o “conseguimos” possa ser traduzível por “MHNs no poder”. Logo, pode se considerar uma revolta contra a pressão dos religiosos, aqui tentativamente reduzidos a “grupos de evangélicos e católicos (que envergonham os demais evangélicos e católicos)” pelo simples fato de sua pressão conseguir fazer com que não se passem projetos que ampliam o marxismo-humanismo-neoateísmo usando homossexuais e outros grupos como inocentes úteis, isso sem falar de uma queima de pessoas em praça pública que até agora estamos querendo saber se aconteceu, pois até agora não ocorreu e, se ocorrer, creio que seja promovida por MHNs e não por religiosos;

    2) Luciano, assim como tudo indica que anarquistas transmutaram-se em black blocs, fora aquela minha suspeita de que skinheads estejam se transmutando em “white blocs casca grossa”, agora fica a suspeita de que a Marcha das Vadias, queimadíssima que está após os ocorridos na Jornada Mundial da Juventude, esteja se transmutando em “toplessaço”. Observe-se que estão querendo falar que nossa sociedade seria machista e violenta por supostamente não permitir que mulheres exponham os seios (assim como ela seria feminista por não permitir que homens exponham o badalo por aí). Porém, não são as alegações que devemos olhar, até porque bandeiras para MHNs são apenas algo que eles pegam e usam para uma determinada ocasião para o atingimento de uma determinada agenda.
    O detalhe aqui é que o evento parece ter sido feito muitíssimo sob medida para o que suspeito ser transmutação da Marcha das Vadias, o que significa que sequer teriam dependido do acaso para achar um pretexto para disparar algo que já estava gestado (ou aqui, supostamente já vivo). Observe-se que a atriz Cristina Flores foi parada pela polícia quando tirava foto sem camisa para divulgar a peça que faz em conjunto com Álamo Facó. O detalhe é que a atriz nunca havia feito topless em sua vida. Isso teria feito a também atriz Ana Rios organizar o evento, que já está na casa dos 4 mil confirmados. E estranhamente algo que estava no Rio também vai estrear já de cara também em outras cidades do país, tal qual uma Marcha, bem como o expediente é muitíssimo parecido com o da manifestação queimada após a JMJ: mulheres com seios de fora, homens com a parte de cima de um biquíni ou usando seios de plástico e protestos contra supostos patriarcalismo, opressão e outras coisas que muito me parecem ser daquela manifestação que supostamente teve como pretexto algo que um policial canadense disse;

    3) Você viu que os MHNs estão enfrentando resistência na França? Adivinha de quem? Das prostitutas, que estão revoltadas com um projeto que penaliza o cliente dos serviços que elas oferecem. O importante aqui é ver o grau de conhecimento prático das profissionais do sexo exibem em comparação aos MHNs que vivem trancados em ambientes acadêmicos ou políticos. Elas sabem direitinho que a venda de sexo por dinheiro continua e continuará, apenas mudando sua forma caso o governo criminalize quem busca por isso.
    Aliás, há até mesmo uma mostra disso no filme sueco Para Sempre Lilja, em que mostra uma menina de um país do Leste Europeu empobrecido pelo comunismo que é traficada para o país escandinavo e passa a ser servida aos clientes na própria casa deles.

    Contra quem que as mulheres da vida estão lutando? Contra as feministas, que também acusam de ficar “atrás da mesa com o c… na mão” (Legião) em vez de ver a vida real. Apoiando as que fazem pista, estão os transexuais, que também lembram que a lei existente já é suficiente para punir abusos, bastando ser aplicada contra aqueles que abusam. Obviamente que podemos pôr aqui em conta que MHNs atacam e defendem prostutitas conforme suas conveniências. Em uma França altamente gramscianizada, não convém defender as profissionais do sexo porque isso atrasaria a agenda, mas aqui no Brasil vemos gente querendo regulamentar a profissão.
    Porém, como dá para notar, as prostitutas estão falando claramente que, se há gente vítima de tráfico humano, deve-se ir contra os que reduzem essas pessoas a escravos e não contra aquelas que decidem conscientemente por alguma coisa;

    4) Pelo visto, não colou aquela história de que a região Norte do Brasil seria aquela onde mais se mata “negros” (a soma fraudulenta das categorias “preto” e “pardo” do IBGE, usando-se um monte de mestiços sem ancestralidade africana para engrossar números de uma suposta africanidade predominante em um país miscigenado e que absorveu igualmente muitas influências e as reinventou). O que de fato acontece é que essa região, mais a Nordeste, são as de maior número de vítimas de crime em relação ao todo de suas populações, independendo aqui de cor de pele ou ancestralidade;

    5) E vamos falar de mais consequências práticas dos protestos de junho. O cara que quebrou o vidro da sede da prefeitura paulistana conseguiu para si a perda de um emprego de garçom, bem como teve de trancar o curso de arquitetura que fazia, aprendendo na prática o que é ser inocente útil. Sobre outros detidos em protestos, a maioria deles por dano ao patrimônio, as estatísticas mostram que eles não são nem um pouco coitadinhos. Outro detalhe sobre os detidos em processos é que um terço deles foi indiciado, ainda que os advogados de defesa digam que eles estão sendo vítimas de “rifa de BO”, dentro daquela história de quererem amaciar para o lado deles. E já que os black blocs misteriosamente sumiram das ruas paulistanas após terem ferido o coronel da PM especialista em negociação durante o protesto no Terminal Parque Dom Pedro, avise-se que o oficial acabou de voltar ao trabalho;

    6) Mais consequências do gramscismo para a sociedade: uma brasileira teve de se refugiar na embaixada brasileira na Noruega para evitar a perda da guarda de sua filha, que teve com um chileno naturalizado norueguês. Observe-se que os pais se divorciaram e o chileno naturalizado norueguês aceitou que a mãe ficasse com a criança, mas agora as autoridades norueguesas consideraram que ela não é qualificada para ter a filha e que por isso, ela deveria ser adotada por outra família.
    Fico com a impressão de que os noruegueses estejam operacionalizando o racismo de Marx, uma vez que a menina em questão com certeza não seria criada como uma típica norueguesa, mas sim como uma latina, o que com certeza deve causar urticárias em gente que pode se considerar herdeira de Valhalla e não suporta gente bem mais agitada que eles.

    • Mas é estranho que esse pedaço de lixo não tenha filhos, mas se julgue capaz de ensinar o filho dos outros. É como eu digo, Sakamotos e outros aliciadores de menores deveriam receber o mesmo tratamento que estupradores ganham quando o povo pega eles primeiro que a polícia. Rapidinho eles iriam baixar a bola.

  4. Cá pra nós hein Luciano!

    Se sua mulher ganha quatro vezes mais que você, não achas tu, hó mancebo, que já deverias ter tomado alguma tenência, no sentido de ajudá-la mais nas despesas da casa, ou seja, arrumando algum trabalho mais lucrativo?

    Você não se sente como um opressor e explorador da força de trabalho das mulheres?

    Seu sem vergonha!

    Abraços.

  5. Pois é, Cidadão…

    Mas, quer saber, isso tudo é desespero. Só ficam mudando de cor e forma, transitando pra lá e pra cá, tentando esconder as consciências de si mesmos e as agendas políticas do grande público.

    O que as pessoas tem que entender de uma vez é que essa mentalidade revolucionária (materializada nessas figuras abjetas, odientas, nulas) se arvora de ser a MINHA VOZ na sociedade civil ao mesmo tempo que me tasca um esparadrapo na boca sem o meu consentimento. Se vc reage a essa brutalidade psicológica, a essa chantagem emocional podre, covarde, vc é criminalizado com toda sorte de chavões politicamente corretos (quando não é agredido fisicamente com cuspidas e palavrões).

    Não se pode aceitar A LOUCURA ORGANIZADA como sendo apenas ‘mais-uma-voz-crítica-na-sociedade-democrática'(e nhé-nhé-nhé), porque cedo ou tarde (mais cedo do que tarde) essa DOENÇA SOCIAL encampará por toda parte e vai SEDUZIR todo mundo.

    Nessa ‘PATOCRACIA’ brasileira (somos um amálgama de uma plutocracia de psicopatas com uma oclocracia de psicóticos histéricos) até os apresentadores de telejornal tornam-se pacientes do Pinel (eu olho pra Sandra Anemberg agora, para um William Bonner e concluo isso). A inversão de valores está aí ditando as regras do jogo, o rumo de nossas existências, colocando as almas na beira do abismo quanto mais elas se sentem confortáveis e lúcidas.

    Eu tô de saco cheio disso!

    Nas poucas vezes que tenho a chance de estar na frente de um Sakamoto (ou clone, quem já viu um viu todos… E nem é meu desejo que isso aconteça porque nem sempre estou com ENGOV sobrando no bolso), conto até 100 (até 10 é pouco pra mim, ainda tô no ‘Império Contra Ataca’), respiro fundo, peço forças pra Deus e N.Senhora (ajuda que é uma beleza!) e vou pro bom combate que nem Perseu pra cima dessa Quimera de mil cabeças que é a mentalidade revolucionária, que nem Jack Sparrow pra cima do Kraken, sem medo de ser feliz.

    Nessa tática da ridicularização alguns devem ser esmagados sem dó mesmo (caso destes que ocupam ALGUM CARGO DE PODER, isto é, de controle da informação, de confiança entre seus pares e prestígio social); e boa parte (a maioria) apenas “de leve” (merecem terem suas dignidades preservadas, caso das feministas úteis do vídeo do Pizzaria Brasil).

    E queiram me desculpar o tom meio amargo. Sabe quando vc começa o dia topando o mindinho do pé na quina da cama, a gata fura o forro do teto, o busú demora além do previsto e o seu sapato é atraído na direção do único chiclete disponível num raio de 1 km?
    =:¬ { =:¬# |¬O |¬. |¬O |¬. …

  6. Veja o exemplo as violências contra as mulheres citadas pelas feministas no vídeo: cantadas.
    Me lembra uma blogueira que cita “cantadas racistas” mais comuns… e quais são elas?

    “Você é uma morena muito bonita”

    “Você tem os traços delicados”

    “Seu cabelo é muito bonito, posso pegar?”

    “Você tem a bunda linda”

    “Você é uma mulata tipo exportação!”

    E a que cita Karl Marx como alguém bom? E as que mal sabem que são grandes corporações que financiam esses movimentos? E as que desconhecem as leis do país em que vivem?

    O vídeo foi genial e por um lado, tiramos lamentáveis conclusões:

    Universidades doutrinam cada vez mais as pessoas;

    Bom é mal e mal é bom para muita gente hoje;

    É fácil manipular as pessoas para o mal, inclusive pessoas que poderiam estar fazendo o bem e colaborando de uma maneira útil a sociedade, e fazê-las seguir padrões como zumbis;

    A burrice está cada vez mais reinando o mundo;

    Muito dinheiro é gasto em coisas totalmente inúteis;

    A militância não aguenta ouvir a verdade e muitas vezes consegue intimidar;

    É difícil saber se o Ocidente vai sobreviver a toda essa decadência generalizada.

  7. Mais um exemplo do tipo de imprensa que o PT quer, aquela amordaçada. Agora atacam o jornalista Augusto Nunes por ter entrevistado o Lobão. O caso é esclarecedor para ver como funciona a cabeça deles, eles não refutam nada, não tem um argumento que se sustenta, apenas acham que ele é antijornalista e, o Lobão alguém que deve ser tratado. Simplesmente o petista acusa e não prova nada, e ainda se acha no direito de forçar a demissão do jornalista. Essa é a liberdade de expressão que eles querem. Quem não percebe que já estamos numa ditadura com vaselina ou é burro ou é um desses cretinos militantes que acham que a verdade válida são as cartilhinhas do partido.

    http://www.portalimprensa.com.br/noticias/brasil/62632/deputado+diz+que+augusto+nunes+e+antijornalista+e+quer+sua+saida+da+tv+cultura

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