Breno Altman e a eterna mania socialista de acusar os outros daquilo que eles fazem

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Como jornalista político, Breno Altman é um dos mais fracos do Brasil. Ele não tem o senso de humor do maluquíssimo Leonardo Sakamoto, nem a prosa de um Mino Carta. No fundo, ele é apenas um petista exacerbado que fica irritado com oposicionistas e resolve partir para a baixaria.

O resultado, como sempre, é ao mesmo tempo digno de vergonha alheia como também um excelente material de análise da mente da extrema-esquerda.

Em um post intitulado “Quem é a direita brasileira?”, publicado no Brasil247,  Breno como sempre baixou o nível da conversa. Para quem quiser ler o post inteiro, basta clicar aqui. Para ver um resumo do discurso, veja abaixo:

Em artigo exclusivo para o 247, o jornalista Breno Altman disseca o pensamento da nova direita brasileira, que tem Reinaldo Azevedo como um de seus expoentes; “Sob o rótulo de ‘direita democrática’, o que respira é uma concepção liberal-fascista”, lembra Altman. “Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos”, afirma, lembrando o apoio da direita a golpes e quebras institucionais; sobre Azevedo, Altman nega que se trate de um rottweiler e o compara a um cachorrinho de madame. Ainda assim, adverte sobre o perigo que representa. “Claro que o ladrar de Azevedo e seus parceiros não é capaz, nos dias que correm, de ameaçar a estrutura democrática do país. Mas choca o ovo da serpente pelas ideias e valores que representa”[…]

Antes, comentarei a ofensinha infantil de Breno, dizendo que Reinaldo Azevedo não é um rottweiller da direita, mas um cachorrinho de madame. Claro que não faz o menor sentido, pois rottweiller é um termo utilizado publicamente para ardosos defensores de uma causa. Quem conhece um pouco de história das ideias, sabe que Thomas Henry Huxley for o Bulldog de Darwin. Richard Dawkins foi chamado de Rottweiller de Darwin. Quando Breno foi ofender, deveria ter ao menos tentado perceber o significado de chamar alguém de rottweiller de qualquer sistema de pensamento que seja. Mas esse começo pouco promissor já dá para notar que ele realmente é muito fraco em termos de debate público. Não surpreenda que tenha sido tão facilmente demolido anteriormente por Olavo de Carvalho. (ver os posts Os crimes de Olavo de Carvalho, o discurso psicótico de Breno Altman, a ópera imunda e o terror no bordel esquerdista e Que tal derrubar de vez o fascista Breno Altman com um desafio?)

Alias, nem vou falar do rótulo mongoloide “liberal-fascismo”, que é tão ilógico quanto definições literais tipo chuva seca e estupro consensual. Deixemos o “liberal-fascismo” para lá, pois já tratei disso nos dois posts que citei acima.

No resto do post de agora, ele defende a seguinte ideia:

  1. Reinaldo Azevedo representa a direita atualmente
  2. Ele diz que defende ideias democráticas
  3. Mas no fundo de sua alma defende ditadura
  4. Logo, ele é adepto da ditadura, e isso representa a direita

Claro que não há uma nesga de verdade nas quatro frases acima, que resumem praticamente todo o ataque de Altman.

Para começar, Reinaldo não representa a direita. Ele é um dos vários pensadores da direita atual, e estes pensadores divergem entre eles. Isso, alias, é muito produtivo, pois dá uma riqueza de pensamento aos direitistas que foi deixada de lado pelos esquerdistas, que pensam todos da mesma forma. Por isso, mesmo sendo o pensamento esquerdista hegemônico, ele encontra fragilidades por falta de intelectualidade de seus intelectuais orgânicos. Na esquerda atual, não há divergência, mas apenas dogmatismo e concordância pela força. É óbvio que eles não consigam mais debater questão alguma, nem que quisessem.

Também não há relação alguma entre defender ideias democráticas e “no fundo” defender ditadura. Isso é leitura mental, e não argumentação honesta. Fingir que alguém pensa algo que não demonstrou pensar não passa de mentira de baixo nível. Altman só poderia dizer que Reinaldo Azevedo defende a ditadura se de fato tivesse textos onde seu adversário diz isso. Mas por que Altman não conseguiu demonstrar estes textos? Simples: por que esses textos não existem. Não há um indício mostrando que Reinaldo defende ditaduras.

Mas é importante esclarecer um pouco mais sobre este item. Qualquer pessoa em sã consciência prefere ser lançada em um aquário com meia dúzia de piranhas vermelhas (que no máximo provocam alguns arranhões) do que em um aquário com um tubarão branco. É simples. O tubarão branco com certeza traz um dano maior do que meia dúzia de piranhas vermelhas na perspectiva de quem estiver sendo lançado dentro de um aquário com os peixes em questão lá dentro. Não existe “defesa” de lançamento de pessoas em um aquário com peixes violentos, mas sim a escolha por um dano menor, no caso de alguém não ter opção quanto a ser lançado dentro de um aquário com peixes violentos.

Essa foi a opção dos brasileiros pela ditadura de esquerda moderada que culminou no regime militar e partir de 1964. O povo escolheu por ficar a mercê de esquerdistas moderados (criadores de empresas estatais, defensores de reservas de mercado, etc.), que não tencionavam criar campos de extermínio, ao invés de ficar sob o jugo de marxistas que estavam com sede de sangue (e que defendiam fim da propriedade privada, lutas armadas, etc.). Países que caíram na conversa de gente como estes últimos contaram seus mortos na casa dos milhões. Exemplo: Rússia, China e Cambodja.

A única forma de alguém de direita optar por uma ditadura é na escolha entre duas ditaduras, optando pela de menor vontade de trucidar seus opositores. Já no caso da esquerda, é o contrário: o sistema de pensamento deles é voltado para o estabelecimento de ditaduras. Ontem mesmo eu publiquei uma notícia sobre a Coréia do Norte, país governado por um ditador sanguinário, que pensa da mesma maneira que os marxistas que tentaram tomar o poder no Brasil pouco antes do golpe militar.

Há uma oposição absoluta entre valores: direitistas pensam em fugir de tiranias, tentando salvar as pessoas da opressão estatal. Esquerdistas (especialmente os da extrema-esquerda), como Breno Altman, pensam dia e noite em estabelecer tiranias, desde que, é claro, possam servi-las e serem recompensados por isso. Não surpreende também que o site Opera Mundi, do qual Altman é editor, viva recebendo polpudas verbas federais. Para Altman, o apoio à ditaduras é um negócio. Alias, todas as ditaduras militares de esquerda moderada de países como Argentina, Brasil e Chile, somadas, perdem feio para a ditadura cubana, que matou mais de 100.000 pessoas.

Nós encontraremos milhões de evidências mostrando o endosso de gente como Breno Altman à Cuba. Isto é, o apoio a uma ditadura formal de maneira explícita, e não apenas como uma opção para salvar vidas. Ao contrário, para gente desse tipo, quanto mais sangue derramado pelas ditaduras que apoiam, melhor. Por outro lado, não haverá um endosso formal  (no nível de valores) a ditaduras no texto de Azevedo. E, caso isso ocorra, não passa da escolha mais racional pela opção entre uma ditadura menos brutal que a outra. Ou seja, para isso não é preciso nem ser de direita. Ser minimamente empático já basta para chegar à conclusão de optar sempre pela redução de violência quando possível.

Em suma, Reinaldo Azevedo é acusado por Breno Altman daquilo que este último gosta de fazer: apoiar ditaduras.

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19 COMMENTS

  1. Bom, como sempre esquerdista fazendo esquerdices. Para eles quem é de direita automaticamente é fascista e apoia ditaduras, enquanto eles da esquerda são democráticos e tolerantes (se é que esquerda e democracia cabem na mesma frase). Porém não concordo que a Ditadura Militar seja de esquerda moderada, o termo mais adequado seria centrista mesmo, eles não eram nem comunistas, e nem capitalistas radicais.

    • Talvez fosse bom o Luciano explicar mais a coisa toda. De minha parte, tentando pensar pelo raciocínio dele, entenderia a coisa da seguinte forma: os militares brasileiros são influenciados pelo positivismo político (que é um reflexo de uma religião política que acabou se tornando religião propriamente dita). No positivismo político, há alta valorização da tecnocracia (que se reflete na tal da cultura do especialista que tanto grassa aqui neste país), bem como se incentiva que o povo fique alheio ao que não é sua especialidade (aquele exemplo simples de se você reclamar da qualidade de algo de uso público, alguém dizer que você não pode falar disso e que é o poder público que tem de cuidar). Se for nesse sentido, dá para entender o que o Luciano está falando e talvez considerar que a ditadura militar de alguma maneira pode ser um regime de força positivista político, devido à tradição que vigora nas Forças Armadas daqui. Que o dono do blog deixe a coisa mais explicada, mas é o que me pareceu que ele quisesse dizer.

  2. Ao anfitrião Luciano e à todos os demais frequentadores desse blog.

    Um bom natal para vocês e todos os seus. E boas festas de virada de ano também.

    Henrique V é uma peça maravilhosa de Shakespeare, que relata a grandeza e nobreza de um grande Rei e de grandes homens, seus súditos.

    Acho que é bem adequado para descrever a batalha atual dos verdadeiros brasileiros, aqueles que lutam pela verdadeira República Constitucional do Estado de Direito e Democrático, assim como servir de inspiração para o futuro.

    Assistam aos vídeos abaixo, acho que apreciarão my friends.

    https://www.youtube.com/watch?v=hPXXuEel0fU

    https://www.youtube.com/watch?v=uad6x2L5gRo

    Deus abençoe a todos e aos seus.

    Abraços e felicidades.

  3. É a velha tática de acusar os outros do que você mesmo faz. Não muda nunca esse disco arranhado. Dá poder DE VERDADE pra um escroto como esse e você vai poder juntar sangue na base do galáo, e vai faltar vasilhame em pouco tempo.

  4. E o Jean Willys que foi pego agora chamando um sujeito de negro e gordo?
    Poderia ter sido pior, o sujeito que foi chamado de negro e gordo também poderia ser homossexual.

  5. Luciano, preparado para o calhamaço?

    1) Lembra que há pouco tempo te falei de uma suspeita de transmutação de movimentos marxistas-humanistas-neoateístas para outros nomes-fantasia porque os originais estavam ficando queimados por causa de besteiras feitas por integrantes? Pois bem, eis que hoje o Rio de Janeiro teve o tal do Toplessaço, que também pode ser visto aqui. Houve também ação análoga em São Paulo, mas essa miou legal e quase ninguém foi (até porque São Paulo não é exatamente uma cidade onde as pessoas andem mais despidas do que uma regata ou blusinha de alça e uma bermuda ou shortinho).
    Pois bem, pedirei ao dono do blog (e a quem quiser ver) que olhe as fotos do UOL e me digam que diferença substancial se pode ver entre essa manifestação e uma Marcha das Vadias. Sinceramente, nada vejo. Estão lá mulheres com os seios de fora e palavras de ordem escritas em seus corpos, homens vestidos de mulher achando que isso é de fato uma solidariedade a elas e secundariamente pensando que isso os tornaria mais atrativos a essas mulheres e aquela agressividade geral em relação a uma sociedade que, como poderão ver pelas imagens, simplesmente deu de ombros para a manifestação que estava sendo realizada. A mídia, por sua vez, resolveu tentar fazer a manifestação parecer mais do que uns gatos pingados ao flagrar os integrantes do tal movimento em planos bem fechados (em um deles, observe, há um número enorme de fotógrafos e só uma manifestante cujo semblante parece ser o de sentir com o ego elevado de ver tantas lentes apontadas para ela). Aposto que se alguém no topo de algum prédio a beira-mar em Ipanema tirou foto da manifestação, teríamos de fazer um esforço daqueles para distinguir quem é frequentador normal da praia e quem é manifestante. Logo, na prática foi um fracasso daqueles (também confirmado pelo UOL em texto e EM) e provavelmente não vai se repetir mais (dentro daquela lógica MHN de descartar aquilo que não deu certo). Para completar, temos um daqueles momentos em que o marxismo-humanismo-neoateísmo pode ser usado para combater o marxismo-humanismo-neoateísmo, conforme se pode ver por esta postagem de Paulo Ghiraldelli (que, como sabemos, viu recentemente o feitiço voltar contra o feiticeiro). E temos também esta boa tirinha do Orlando;

    Em se confirmando que o tal Toplessaço é só a Marcha das Vadias sob uma nova roupagem, vamos considerar que quem organiza literalmente tomou naquele lugar e por ação própria, uma vez que o filme da coisa toda ficou muito queimado após a blasfêmia praticada em plena Jornada Mundial da Juventude.
    Outra coisa interessante é eles usarem dados antigos para tentar validar uma suposta situação que estaria acontecendo agora (tal qual Karl Marx o fez quando desprezou estatísticas mais atuais sobre os trabalhadores ingleses por essas invalidarem seus postulados). Uma das manifestantes falava que no Carnaval as mulheres desfilam com os seios de fora e ninguém fala nada, mas quem acompanha os desfiles das escolas de samba, tanto as cariocas como as paulistanas, sabe que atualmente as mulheres, mesmo as mais em forma, estão desfilando mais vestidas, até porque a experiência dos carnavalescos constatou que desnudas sofriam mais risco de gerar perda de pontos para a escola caso um tapa-sexo caísse. Vamos aí somar também o fato de que, ao contrário do que quem fica em seu castelo acha, o ambiente de uma escola de samba é extremamente família e as próprias pessoas de dentro não querem que crianças e velhinhos vejam pouca vergonha. Os tempos mais desnudos ficaram uns 20 anos atrás e foram mais fortes mesmo nos anos 1980;

    2) Só para constar, e é mais velho que o Toplessaço, Irina Shevchenko, cujo Femen (ora administrado por um homem) atualmente já não tem a mesma visibilidade de tempos mais recentes), foi detida no Vaticano ao defender o aborto e tentar ridicularizar o cristianismo ainda mais em tempos natalinos. Observe que ela tenta arranhar a cara de um dos carabinieri que a tenta deter (algo que já vimos outras integrantes do Femen fazer, às vezes até contra si próprias para tentar acusar terceiros. Há também outra blasfêmia mais recente, realizada em Paris. O padre da igreja La Madeleine entrou com BO contra a ativista do Femen, mas o pior da coisa foi não terem detido a integrante na hora (imaginando que o cidadão francês possa dar voz de prisão como o brasileiro) e a deixado sair da catedral após ter jogado um pedaço de fígado bovino e urinado no altar, tudo isso no pacífico momento em que um coral natalino de dez vozes ensaiava. Novamente é de se perguntar se essas integrantes fariam isso dentro de uma das muitas mesquitas da capital francesa e quando é que os cristãos irão entender que eles podem sim agir contra as pessoas que vilipendiam a fé sem que isso signifique que eles deixarão de ser pessoas pacíficas, até porque há uma diferença substancial entre legítima defesa e ser o iniciador de uma agressão. Aliás, na luta contra o MHN e seus tentáculos mais anticristãos, poderiam inclusive contar com a ajuda de ateus que odeiam o MHN (no México, o comando dos cristeros era de um ateu). E na própria França, como sabemos, o Femen já foi posto para correr uma vez;

    3) Dando uma olhada das boas na internet, vamos ter a impressão de que o próximo passo do MHN em terra brasilis é o de explicitamente atacar e tentar ressignificar a heterossexualidade masculina. Por que digo isso? Por causa de textos como este do Sakamoto condenando o heterossexual que não quer continuar algo com alguém que ele pensava ser mulher, mas que na realidade é travesti ou transexual e de um escrito com cara que aparentemente seria a de ser provocativo pelo provocativo e escrito pelo mesmo Paulo Ghiraldelli. Logo, pela lógica desse último, ninguém aqui que seja heterossexual é homem de verdade.
    Observe-se que em parte eles poderão tentar alegar que só estão seguindo a lógica de um daqueles absurdos que o povo fala (o de que homossexual não é o penetrante, mas o penetrado), mas aqui cairiam na situação de o que eles dizem poder ser enquadrado dentro dos absurdos que um MHN diz. Observe-se que se está querendo aqui rebaixar um heterossexual (situação da maioria absoluta dos homens, maioria essa que jamais agrediria um travesti, um homossexual ou um transexual), como se o desejo dele por uma mulher fosse algo sujo e depravado e como se a decepção de descobrir que algo parecido com uma mulher mas que não é fosse um crime daqueles.

    Observe-se também a tentativa de ressignificar tanto o que seria homem heterossexual quanto também o que seria mulher. Na cabeça do Sakamoto, heterossexuais deveriam obrigatoriamente transar com travestis e transexuais, mesmo que decepcionados com a descoberta e tendo uma repulsa que nem de longe significa obrigatoriamente que queiram matar essas pessoas. Além disso, seriam obrigados a considerar esses como mulheres, sob pena de serem monstros insensíveis e que vão pela opinião alheia (mesmo que na realidade tenham mudado de opinião por ação única e exclusivamente próprias). Já na cabeça de Ghiraldelli, se você não desejou fazer sexo oral em outro homem, você não é homem de verdade, quando homem de verdade pressupõe a existência de cromossomo Y, independente da sexualidade (com exceções de mulheres que geneticamente são XY, mas que tiveram uma anomalia de desenvolvimento fetal em que o gene SRY não foi acionado e não houve a mudança morfológica, mulheres essas que são estéreis e casos raríssimos que estão mais para curiosidade médica).
    Quem observar os comentários no texto do Sakamoto verá que agora estão querendo usar os que se contrariaram ao blogueiro como supostas razões para se combater uma hipotética “transfobia”, pelo simples fato de esses terem dito que querem mulheres “originais de fábrica”. E quem observar os comentários contrários ao blogueiro verão novamente aquilo que já cansamos de ver: um ou dois comentários por lá já são mais do que suficientes para desmontar a postagem. Já no caso do Paulo Ghiraldelli, quando este recebeu a óbvia e dura verdade dos fatos, tentou sair pela tangente, sem notar que forneceu munição para se combater aqueles que dizem que sexualidade é algo aprendido, mas que homossexuais o seriam desde o nascimento, quando disse que homossexuais e heterossexuais são coisas inventadas pela sociedade e que na realidade seríamos só sexuais e assexuais. Também observem o quanto que o professor da UFRJ está xingando as pessoas que dele discordam. Olhando isso tudo, fico ainda mais inclinado a pensar que ambos chegaram a tal grau de ridículo por não terem nada a perder e ficarem em situação parecida à do exemplo que o Luciano deu sobre um velho qualquer que fica balançando os genitais para quem quiser ver;

    4) Você sabia que a poluição atmosférica é boa? Ao menos é o que diz a TV chinesa;

    5) Mais momentos em que MHNs tornam-se inocentes úteis na luta contra o MHN: já se está falando que as trapalhadas de Haddad na gestão paulistana prejudicam os planos petistas, fora Paulo Skaf já ter descido a lenha no prefeito paulistano e ter combatido o aumento abusivo de IPTU.

    • Em relação ao texto de Sakamoto dizendo que homem que perde a atração sexual imediatamente ao descobrir que a menina não é biologicamente do sexo feminino, há uma implicância que joga o texto por terra. Talvez o campo sexual seja aquele no qual os marxistas-humanistas-neoateístas acabem tendo sua kryptonita, uma vez que isso acabaria por voltar a coisa mais contra eles próprios caso demonstrem os desejos normais de um homem heterossexual de estar com alguém que de fato seja mulher e lhe possa gerar filhos que herdem tanto o DNA de quem o gesta quanto o do próprio MHN que usa a retórica de que os outros homens heterossexuais é que deveriam aceitar relacionamentos íntimos com travestis e transexuais.
      Até mesmo dentro da esfera MHN essa colocação do blogueiro do UOL geraria tensão (logo, vamos aqui cair na história de que só valha mesmo para quem não é da patota, que ingenuamente acredite que os líderes seguem essas bobagens pregadas em tom sério). Suponhamos que, em alguma celebração reunindo vários gramscistas das diversas caixinhas que eles criam, um travesti ou transexual da militância gay começa a arrastar asa para um MHN heterossexual. Se em algum momento o MHN hétero descobre que aquela figura que para ele se insinua é tão XY quanto ele e tem a natural reação de repulsa e, em caso de insistência, logo fala mais energicamente “sou hétero!”, isso significa que “de repente, o que era desejo se torna uma culpa escabrosa e violenta, somada a uma raiva idiota da outra pessoa. Que, diga-se de passagem, não deveria sofrer nenhum tipo de escárnio público ou humilhação pelo fato de você ser ridículo”? Eu acho que não, nem que o “sou hétero!” signifique outra coisa além de um retorno ao normal após um “parece, mas não é”.

      Porém, por aquilo dito no texto, o MHN hétero seria alguém com medo “de ser chamado de ‘bicha’ na mesa de bar” por simplesmente não aceitar relacionamento mais íntimo com o tal militante gay ou trans e querer uma mulher de fato. De fato, ele teria medo “de sofrer bulling (sic meu) virtual de um grupo de amigos (sic) com cérebro menor do que uma noz moscada”, uma vez que é isso que MHNs fazem quando alguém faz algo que supostamente atrasasse a agenda, ainda que aqui só houvesse risco mesmo de virem acusações da militância gay que tomasse as dores do seu que foi rejeitado pelo MHN heterossexual, se é que isso aconteceria (uma vez que as hostes do marxismo-humanismo-neoateísmo são boas de pôr panos quentes naquilo que acontece em seus domínios para que não transpareça ao mundo que são sujeitos às mesmas reações normais de qualquer ser humano). E obviamente que o MHN hétero também teria medo, conhecedor que é da dinâmica de seu grupo (ainda que alguns não conheçam e se surpreendam quando eles próprios são alvo daquilo que praticam aos de fora), “de receber olhares condenatórios depois do jogo de futebol de domingo”, ainda que de fato vá ter medo “de ser excluído de uma droga de patota preconceituosa”, uma vez que poderá descobrir que os MHNs são muito mais preconceituosos que a média das pessoas deste mundo, uma vez que discriminam pessoas não-MHNs pelo dinheiro que acumulam, pela heterossexualidade que exercem, pela cor de sua pele (caso não seja cor marxistizável-humanistizável-neoateizável), pela ancestralidade (caso seja inviável de ser MHNizada), pela religião (caso seja cristã), por aquilo que gostam de fazer em seus momentos ociosos (se não for do agrado dos MHNs) e outras tantas coisas.
      E “se aceitar bovinamente viver com medo de seus desejos conseguirá, aí sim, ser um belo de um frouxo”? Acho que não, pois um heterossexual não tem medo de ser heterossexual nem tem problemas de admitir que pode se enganar com quem aparentemente pareça mulher. Também não será “um covarde que não tem vontade ou opinião própria”, uma vez que ele teve coragem e opinião própria de falar para quem por um momento teve interesse inicial, mas não sabia o que estava por baixo daquela casca, que não se interessava por querer mesmo mulher. Se o cara for mesmo seguir o que diz o tal texto e contrariar seu desejo heterossexual, aí sim “depende da manada para lhe dizer o que pensar, como se vestir, o que comer e com quem se deitar”, pois estaria fazendo algo que em tese agradaria o grupo, ainda que seja daquelas coisas que o núcleo duro MHN recomenda para os os de fora fazerem, mas que nunca seus integrantes farão. Ainda assim, provavelmente até MHNs mais empedernidos (e até mesmo militantes gays) devem ter tido um facepalm daqueles ao lerem o tal texto do blog, ainda que aqui eu continue pensando que o autor do texto já esteja naquela tal fase de não ter mais o que perder, pois já investiu muito em cima disso, mesmo que caia no ridículo.

    • Luciano, e o Paulo Ghiraldelli começa a se sentir excessivamente confiante e começa a se expor com o risco de ser enquadrado criminalmente, como você pode ver aqui:

      MEUS VOTOS PARA 2014: que a Rachel Sherazedo seja estuprada.

      E aqui:

      VOTOS PARA 2014: que a Rachel Sherazedo abrace bem forte, após ser estuprada, um tamanduá.

      Se a Rachel Sheherazade não meter um processo civil e criminal nesse cara após isso, é praticamente decretar vitória aos marxistas-humanistas-neoateístas. Claro que há o risco de o Ghiraldelli dizer que está com problemas mentais (e seus últimos escritos estão com muita assinatura disso), mas ainda assim estamos vendo incitação ao crime.

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